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Política
Os parlamentares impediram o afastamento de Aécio, o seu recolhimento domiciliar noturno e reverteram a obrigação de entregar o passaporte.
Ministra Cármen Lúcia decidiu hoje (3) manter o ministro Edson Fachin como relator do pedido do senador Aécio Neves para que a Corte suspenda seu afastamento das atividades parlamentares.
Julgamento da Corte atendeu a uma medida cautelar pedida pela PGR no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça.
Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de seu mandato e de determinar seu recolhimento noturno aconteceu está semana.
Julgamento da Corte atendeu a uma medida cautelar pedida pela PGR no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça.
Para o líder tucano, embora não se trate diretamente de prisão, o recolhimento noturno também precisa ser referendado.
Medida cautelar pedida pela PGR no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça.
A pena foi levemente reduzida para 20 anos e um mês de prisão.
Agenda faz parte de negociação de acordo de delação premiada do ex-empresário condenado no mensalão com a corporação.
Senador voltou a pedir que o julgamento sobre sua eventual prisão seja realizado no plenário do Supremo Tribunal Federal.
Polícia Federal concluiu que não há provas da participação do parlamentar em um suposto esquema de corrupção na estatal do setor elétrico.
Aécio teria recebido propina para defender os interesses da empresa no chamado “Projeto Madeira”.
Novo pedido de prisão e afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), feito ontem (31) pela Procuradoria-Geral da República.
PGR pretende anular decisão anterior do ministro Marco Aurélio, que negou outro pedido de prisão e determinou o retorno do parlamentar, no mês passado, às atividades no Senado.
Servidor lotado no gabinete prestava serviço em ONG ligada a político.





