Redes Sociais

Últimas Notícias

Vale fará obras para captar água em ponto não contaminado do Paraopeba

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Ministério Público Federal (MPF) informaram que fecharam um acordo com a mineradora Vale para a construção de um novo sistema de captação de água no Rio Paraopeba. As obras se darão antes do ponto em que o manancial foi contaminado pelos rejeitos que vazaram após o rompimento da barragem ocorrido em 25 de janeiro na cidade de Brumadinho (MG).

A medida é considerada necessária pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), estatal mineira responsável pela distribuição de água na maioria dos municípios do estado. Ela afirma que, com a suspensão da captação de água que era realizada no trecho contaminado do Rio Paraopeba, existe risco de desabastecimento de parte da região metropolitana de Belo Horizonte no próximo ano.

A mineradora Vale confirmou o acordo à Agência Brasil. Ele foi assinado na quinta-feira (9) durante audiência de conciliação na 6ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte que discutiu os impactos da tragédia de Brumadinho para a segurança hídrica dos municípios mineiros. A construção do novo sistema de captação de água deve ser concluída até setembro de 2020.

De acordo com nota divulgada pelo MPF, as negociações prosseguem pois não houve ainda acordo em relação a uma segunda demanda considerada necessária à segurança hídrica da região metropolitana. “A Copasa indicou a necessidade de que, além da nova captação de água, seja construída uma Estação de Tratamento de Água (ETA) no Rio Macaúbas, afluente do Paraopeba”, diz o texto. Esta obra, segundo o MPF, também seria essencial para evitar o desabastecimento. O juiz deu prazo até a próxima audiência, agendada para 21 de maio, para que a Vale se pronuncie em relação a esse pleito.

O governo mineiro, que também participou da audiência, se comprometeu em agilizar, em caráter emergencial, as autorizações e os licenciamentos necessários para a construção do novo sistema de captação. Há uma semana, a Advocacia-Geral do Estado (AGE) chegou a processar a Vale pedindo à Justiça que obrigasse a mineradora a realizar essa obra. De acordo com a ação, estudos da Copasa apontam a necessidade de serem adotadas soluções imediatas tendo em vista que o funcionamento integral do chamado Sistema Paraopeba está impossibilitado.

Além do início da captação alternativa, o governo mineiro quer que a Vale realize medidas preventivas para impedir riscos de danos ao Sistema Rio das Velhas, que também é usado no abastecimento da região metropolitana. Um laudo da Copasa aponta a existência de riscos de contaminação. Pelo menos seis barragens de rejeito da Vale estariam localizadas nas proximidades do Rio das Velhas e de seus afluentes, incluindo estruturas que tiveram recentemente aumento no fator de segurança. Na ação, pleiteia-se a adoção de medidas de contenção e proteção dos mananciais em no máximo 60 dias. A Vale sustenta que vem adotando medidas necessárias à continuidade do abastecimento nos municípios afetados na tragédia. Essas medidas, segundo a mineradora, estariam sendo discutidas em reuniões periódicas com a Copasa.

Alternativas

Construído em 2015 para enfrentar a crise hídrica ocorrida naquele ano por falta de chuva, o Sistema Paraopeba custou R$ 128 milhões, segundo a Copasa. As obras, realizadas em caráter de emergência, foram concluídas em seis meses e deram segurança hídrica à região metropolitana.

Após a tragédia, a Copasa afirmou que as represas de Rio Manso, Serra Azul, Várzea das Flores e a captação a fio no Rio das Velhas seriam as alternativas para garantir que o abastecimento na região metropolitana não fosse afetado. A água do Rio Paraopeba a partir do trecho em que houve a contaminação está imprópria para uso conforme constam em recomendações da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

No final de março, vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte após a tragédia realizaram uma visita técnica à estruturas da Copasa. Segundo nota divulgada na ocasião, um gestor da companhia afirmou que, sem poder usar todo o potencial do Sistema Paraopeba, cerca de 30% da população de Belo Horizonte pode ficar sem abastecimento de água em até um ano e meio.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e o Ministério Público Federal (MPF) informaram que fecharam um acordo com a mineradora Vale para a construção de um novo sistema de captação de água no Rio Paraopeba. As obras se darão antes do ponto em que o manancial foi contaminado pelos rejeitos que vazaram após o rompimento da barragem ocorrido em 25 de janeiro na cidade de Brumadinho (MG).

A medida é considerada necessária pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), estatal mineira responsável pela distribuição de água na maioria dos municípios do estado. Ela afirma que, com a suspensão da captação de água que era realizada no trecho contaminado do Rio Paraopeba, existe risco de desabastecimento de parte da região metropolitana de Belo Horizonte no próximo ano.

A mineradora Vale confirmou o acordo à Agência Brasil. Ele foi assinado na quinta-feira (9) durante audiência de conciliação na 6ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte que discutiu os impactos da tragédia de Brumadinho para a segurança hídrica dos municípios mineiros. A construção do novo sistema de captação de água deve ser concluída até setembro de 2020.

De acordo com nota divulgada pelo MPF, as negociações prosseguem pois não houve ainda acordo em relação a uma segunda demanda considerada necessária à segurança hídrica da região metropolitana. “A Copasa indicou a necessidade de que, além da nova captação de água, seja construída uma Estação de Tratamento de Água (ETA) no Rio Macaúbas, afluente do Paraopeba”, diz o texto. Esta obra, segundo o MPF, também seria essencial para evitar o desabastecimento. O juiz deu prazo até a próxima audiência, agendada para 21 de maio, para que a Vale se pronuncie em relação a esse pleito.

O governo mineiro, que também participou da audiência, se comprometeu em agilizar, em caráter emergencial, as autorizações e os licenciamentos necessários para a construção do novo sistema de captação. Há uma semana, a Advocacia-Geral do Estado (AGE) chegou a processar a Vale pedindo à Justiça que obrigasse a mineradora a realizar essa obra. De acordo com a ação, estudos da Copasa apontam a necessidade de serem adotadas soluções imediatas tendo em vista que o funcionamento integral do chamado Sistema Paraopeba está impossibilitado.

Além do início da captação alternativa, o governo mineiro quer que a Vale realize medidas preventivas para impedir riscos de danos ao Sistema Rio das Velhas, que também é usado no abastecimento da região metropolitana. Um laudo da Copasa aponta a existência de riscos de contaminação. Pelo menos seis barragens de rejeito da Vale estariam localizadas nas proximidades do Rio das Velhas e de seus afluentes, incluindo estruturas que tiveram recentemente aumento no fator de segurança. Na ação, pleiteia-se a adoção de medidas de contenção e proteção dos mananciais em no máximo 60 dias. A Vale sustenta que vem adotando medidas necessárias à continuidade do abastecimento nos municípios afetados na tragédia. Essas medidas, segundo a mineradora, estariam sendo discutidas em reuniões periódicas com a Copasa.

Alternativas

Construído em 2015 para enfrentar a crise hídrica ocorrida naquele ano por falta de chuva, o Sistema Paraopeba custou R$ 128 milhões, segundo a Copasa. As obras, realizadas em caráter de emergência, foram concluídas em seis meses e deram segurança hídrica à região metropolitana.

Após a tragédia, a Copasa afirmou que as represas de Rio Manso, Serra Azul, Várzea das Flores e a captação a fio no Rio das Velhas seriam as alternativas para garantir que o abastecimento na região metropolitana não fosse afetado. A água do Rio Paraopeba a partir do trecho em que houve a contaminação está imprópria para uso conforme constam em recomendações da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

No final de março, vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte após a tragédia realizaram uma visita técnica à estruturas da Copasa. Segundo nota divulgada na ocasião, um gestor da companhia afirmou que, sem poder usar todo o potencial do Sistema Paraopeba, cerca de 30% da população de Belo Horizonte pode ficar sem abastecimento de água em até um ano e meio.

Últimas Notícias

Empresários e consumidores de Belo Horizonte protestam contra excesso de impostos nos remédios

Brasileiros pagam em média 42% em impostos no ano; nos medicamentos, tributos somam 32% do preço final

Na próxima segunda-feira, 27 de maio, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), empresários, entidades de classe e a população, farão um protesto contra a elevada carga tributária incidente sobre os remédios. A ação marca o início da semana em que é comemorado o Dia Livre de Impostos (DLI).

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), em um ranking de 30 países, o Brasil é o 14º que mais arrecada imposto e o último que melhor retorna o dinheiro para a população. Os brasileiros pagam 42% do rendimento bruto em imposto. Trabalhamos, em média, 153 dias por ano, só para pagar encargos. No setor de medicamentos, de maio 2018 a abril 2019, o mercado movimentou R$118,5 bilhões. Desse montante, R$39 bilhões correspondem a impostos.

O evento contará com a participação do presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva; de representantes da Associação de Diabetes Infantil (ADI); do presidente do Instituto de Formação de Líderes (IFL), Lucas Vidigal; dos deputados estaduais Guilherme Cunha e Laura Serrano e do vereador Mateus Simões.

Pauta
O quê: Manifesto contra impostos nos medicamentos
Onde: praça Hugo Werneck, 450, Santa Efigênia, BH/MG (em frente a Santa Casa e o hospital São Lucas)
Quando: dia 27, segunda-feira, das 11h às 12h

Sugestão de fontes:

• Marcelo de Souza e Silva, presidente da CDL/BH
• Mateus Simões, vereador da Câmara Municipal de BH
• Silvia Araujo Negrão de Lima, diretora Administrativa da Araujo

Foto:Impostômetro

Continua lendo

Últimas Notícias

Otoplastia: conheça a cirurgia para corrigir imperfeições na orelha

• atualizado em 24/05/2019 às 12:59

Procedimento pode ser solução para “orelhas de abano” e elevar a autoestima de adultos e crianças

As orelhas proeminentes, muito conhecidas como “orelhas de abano”, é uma imperfeição que afeta muita gente. O problema que tem origem genética, pode ser responsável por diminuir a autoestima de quem o possui, como no caso de bullying sofrido, principalmente, na infância. A boa notícia, é que a correção desse transtorno pode ser feita através de um procedimento simples: a otoplastia.

O cirurgião plástico, Raiff Araújo, explica que a cirurgia pode ser feita a partir dos seis anos de idade. “Quanto mais cedo for realizado o procedimento, melhores serão os resultados. Por ser uma fase de desenvolvimento, é possível reparar mais facilmente o local. Mas isso não impede a cirurgia feita em adultos de terem resultados bons também”, destacou.

Recomendações

O especialista orienta que, como em qualquer tipo de cirurgia plástica, é necessário passar por algumas avaliações prévias e exames. “O pré-operatório é essencial para manter a saúde do paciente e evitar qualquer tipo de complicação. Mesmo um simples procedimento como este exige diversos cuidados. Por isso, acima de tudo, consultar-se com um profissional capacitado também é extremamente importante”, alertou Araújo.

Recuperação

Raiff esclarece que o procedimento dura poucas horas e o paciente pode receber alta no mesmo dia. “Os pós-operatório também dever ser seguido à risca. Todas as orientações médicas são importantes para que o paciente se recupere e obtenha os resultados desejados”.

Fonte: Raiff Araújo, médico cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) (www.raiffaraujo.com.br).

Continua lendo

Últimas Notícias

Foi Né, hit do cantor Danilo Bottrel, atinge a marca de mais de 1 milhão de visualizações no Youtube

• atualizado em 24/05/2019 às 12:46

Música composta por Caco Nogueira e Gustavo Protasio faz parte do DVD Ao Vivo em Escarpas do Lago

Mais de 1 milhão de views em apenas um mês. Essa foi a incrível marca atingida até então pela música Foi Né, hit estourado do cantor Danilo Bottrel que faz parte do seu primeiro DVD Ao Vivo em Escarpas do Lago lançado em março desse ano. A canção, que traz o todo um romantismo e a levada do sertanejo que já faz parte do estilo inconfundível de Danilo Bottrel foi composta por Caco Nogueira e Gustavo Protasio.

O DVD ao vivo em Escarpas do Lago marca uma guinada na carreira do artista que soube escolher muito bem nomes de peso para compor o trabalho ao vivo. Prova disso é que a dupla João Bosco e Vinicius, Fernando Zor (produtor musical do trabalho e integrante da dupla Fernando e Sorocaba) e Roberta Miranda também fazem parte deste registro.

 

FOI NÉ

(Caco Nogueira / Gustavo Protasio)

Não! Ela não deve ter ficado com ninguém

Mas, se ela ficou, você ficou também

Perdoa! Daqui pra frente a vida é outra

Ela voltou, e voltou jogando bem

Melhor, cheia de novidades

Mas fica de boa! Daqui pra frente a vida é outra

Só não procura muito

Porque quem procura acha

Melhor fingir demência que no ruim você empata

Mas foi, né?

“Cê” sabe que foi, né?

Foi “procê” ver que não é só você que quer

Mas foi, né?

“Cê” sabe que foi, né?

Agora vira homem, dá valor nessa mulher

 

Danilo Bottrel

Com 30 anos de idade e mais de 18 de carreira, Danilo Bottrel segue conquistando cada vez mais espaço no cenário da música sertaneja. De voz firme e marcante, o cantor chama atenção por onde passa pelo belo visual e suas músicas apaixonadas.

Danilo nasceu em Varginha, no interior de Minas Gerais, onde cresceu sob a influência sertaneja de seus familiares e logo se apaixonou pelo estilo. Moderno, inovador e carismático, Danilo já mostra a que veio, sendo considerado hoje em todo o estado o queridinho da nova geração da música sertaneja e sendo um dos artistas mais tocados nas rádios do interior mineiro.

Todas as canções de Danilo Bottrel podem ser ouvidas nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, Itunes e YouTube. Os links estão disponíveis no site oficial do cantor: www.danilobottrel.com.br.

Acompanhe Danilo Bottrel nas redes sociais:

Facebook: //www.facebook.com/danilobottrelcantor

Instagram: @danilobottrel

Youtube: //www.youtube.com/user/danilobottrel

Foi Né: //www.youtube.com/watch?v=Ay33459n-Ko

Site oficial: www.danilobottrel.com.br

Serviço:

Foi Né, atinge a marca de 1 milhão de views no Youtube

Facebook: //www.facebook.com/danilobottrelcantor

Instagram: @danilobottrel

Youtube: //www.youtube.com/user/danilobottrel

Site oficial: www.danilobottrel.com.br

 

Continua lendo