Redes Sociais

Política

Veja como votaram os deputados federais do Minas na denúncia contra Temer

Câmara decidiu barrar a denúncia aprovando relatório do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB).

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Ocorreu durante a noite desta quarta-feira, 25, a segunda votação para denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer. 32 deputadores mineiros votaram a favor do relatório do deputado federal Bonifácio de Andrada (PSDB-MG).

O único a mudar de opinião em relação a primeira denuncia foi Jaime Martins (PSD), no qual votou contra. O deputado federal Mário Heringer (PDT) não compareceu à sessão.

Rodrigo Pacheco, que presidiu a Comissão de Constituição e Justiça voltou a se abster.

O voto sim significa apoio ao relatório de Bonifácio de Andrada, contrário ao prosseguimento da denúncia.
Adelmo Carneiro Leão (PT) – Não
Ademir Camilo (PODE) – Sim
Aelton Freitas (PR) – Sim
Bilac Pinto (PR) – Sim
Bonifácio de Andrada (PSDB) – Sim
Brunny (PR) – Sim
Caio Nárcio (PSDB) – Sim
Carlos Melles (DEM) – Sim
Dâmina Pereira (PSL) – Sim
Delegado Edson Moreira (PR) – Sim
Diego Andrade (PSD) – Sim
Dimas Fabiano (PP) – Sim
Domingos Sávio (PSDB) – Sim
Eduardo Barbosa (PSDB) – Não
Eros Biondini (PROS) – Não
Fábio Ramalho (PMDB) – Sim
Franklin (PP) – Sim
Gabriel Guimarães (PT) – Não
George Hilton (PSB) – Não
Jaime Martins (PSD) – Não
Jô Moraes (PCdoB) – Não
Júlio Delgado (PSB) – Não
Laudívio Carvalho (SD) – Não
Leonardo Monteiro (PT) – Não
Leonardo Quintão (PMDB) – Sim
Lincoln Portela (PRB) – Não
Luis Tibé (AVANTE) – Sim
Luiz Fernando Faria (PP) – Sim
Marcelo Álvaro Antônio (PR) – Não
Marcelo Aro (PHS) – Sim
Marcos Montes (PSD) – Sim
Marcus Pestana (PSDB) – Sim
Margarida Salomão (PT) – Não
Mário Heringer (PDT) – Ausente
Mauro Lopes (PMDB) – Sim
Misael Varella ( DEM) – Sim
Newton Cardoso Jr (PMDB) – Sim
Padre João (PT) – Não
Patrus Ananias ( PT) – Não
Paulo Abi-Ackel (PSDB) – Sim
Raquel Muniz (PSD) – Sim
Reginaldo Lopes (PT) – Não
Renato Andrade (PP) – Sim
Renzo Braz (PP) – Sim
Rodrigo de Castro (PSDB) – Sim
Rodrigo Pacheco (PMDB) – Abstenção
Saraiva Felipe (PMDB) – Sim
Stefano Aguiar (PSD) – Não
Subtenente Gonzaga ( PDT) – Não
Tenente Lúcio (PSB) – Sim
Toninho Pinheiro (PP) – Sim
Weliton Prado (PT) – Não
Zé Zilva (SD) – Sim

Continua lendo
Publicidade
Comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Gilmar envia inquérito sobre Aécio e Anastasia para Justiça Eleitoral

Investigação trata de suposta doação da Odebrecht para campanha

• atualizado em 14/09/2018 às 20:40

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu hoje (14) enviar para Justiça Eleitoral em Minas Gerais inquérito aberto na Corte para investigar os senadores Aécio Neves e Antônio Anastasia, ambos do PSDB mineiro.

Com base nas delações da Odebrecht, a investigação apura supostos pedidos irregulares de recursos que Aécio teria feito a executivos da companhia para a campanha de Anastasia ao governo de Minas Gerais, em 2010. Ambos os senadores negam qualquer irregularidade nas doações de campanha.
Na decisão, Mendes negou pedido principal feito pela defesa para arquivar o inquérito, mas decidiu acolher parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a investigação deixe o STF.

Para Gilmar Mendes, os parlamentares não podem responder às acusações no Supremo porque os supostos fatos teriam ocorrido quando eles não eram senadores, conforme ficou consignado na decisão da Corte que limitou o foro privilegiado.

“Ante o exposto, indefiro o pedido de arquivamento formulado pela defesa dos investigados e acolho o parecer da Procuradoria-Geral da República e o requerimento subsidiário da defesa, para declarar a incompetência deste Supremo Tribunal Federal”, decidiu.

Continua lendo

Política

Defesa pede arquivamento de inquérito contra Aécio no STF

Defesa alega que Polícia Federal (PF) reconheceu que “nada além da palavra do delator” existe contra Aécio

A defesa do senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu hoje (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de um inquérito aberto para investigar o parlamentar. Segundo a defesa, a Polícia Federal (PF) reconheceu que “nada além da palavra do delator” existe contra Aécio.

A investigação está baseada em um dos depoimentos de delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral, cassado pelo Senado.

Segundo o ex-parlamentar, em 2005, durante os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquéritos (CPMI) dos Correios, criada para investigar denúncias do mensalão, Aécio Neves, então governador de Minas Gerais, “enviou emissários” para barrar quebras de sigilo de pessoas e empresas investigadas, entre elas o Banco Rural.

Em nota à imprensa, o advogado Alberto Toron, representante do senador, afirmou que o delator mentiu inúmeras vezes, conforme reconheceu o Ministério Público Federal (MPF) e a Justiça. Dessa forma, segundo a defesa, não há motivos para o prosseguimento da investigação, que deveria ser arquivada.

“Está documentalmente provado que nunca existiu a alegada maquiagem nos dados bancários enviados à CPMI dos Correios e o suposto envolvimento do senador Aécio Neves nesse episódio. O próprio relatório policial reconhece que nada além da palavra do delator existe contra o senador Aécio. Assim, as conclusões ali contidas são completamente divorciadas das provas robustas dos autos”, sustenta a defesa.

O pedido de arquivamento será analisado pelo ministro Gilmar Mendes, relator do inquérito.

Continua lendo

Política

Gilmar Mendes arquiva inquérito sobre Aécio Neves no caso de Furnas

Decisão do ministro do STF baseou-se em relatório da Polícia Federal

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes arquivou hoje (29) o inquérito que trata das investigações sobre senador Aécio Neves (PSDB-MG) no caso de Furnas.

Na decisão, o ministro levou em conta um relatório da Polícia Federal (PF) que concluiu pela falta de provas da participação do parlamentar em um suposto esquema de corrupção na estatal do setor elétrico, subsidiária da Eletrobras.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, após a tomada de depoimentos de políticos de oposição e delatores foi possível concluir que “inexistem elementos que apontem para o envolvimento” do senador.

“A partir do conteúdo das oitivas realizadas e nas demais provas carreadas para os autos, cumpre dizer que não é possível atestar que Aécio Neves da Cunha realizou as condutas criminosas que Ihe são imputadas”, diz relatório da PF.

A investigação foi aberta em 2016 a pedido do ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para apurar o suposto cometimento dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Defesa

Em nota à imprensa, o advogado Alberto Toron, representante de Aécio, afirmou que a decisão Gilmar Mendes confirmou que “nenhuma ilegalidade” foi encontrada contra o senador.

“A decisão do STF confirmou a conclusão que já havia sido alcançada pela Polícia Federal há mais de 10 meses, no sentido de que, passados mais de dois anos de investigação e realização de inúmeras diligências, nenhuma ilegalidade envolvendo o senador Aécio Neves foi encontrada”, disse a defesa.

Continua lendo