Um homem de 23 anos, apontado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) como gerente do tráfico de drogas no bairro Granja Werneck, na Região Norte de Belo Horizonte, morreu após ser baleado durante uma abordagem policial na noite dessa quinta-feira (21).

Segundo o boletim de ocorrência, equipes do Tático Móvel receberam denúncias de que o suspeito exercia função de liderança em uma organização criminosa responsável pelo tráfico na região. Ele seria encarregado do abastecimento dos pontos de venda de drogas e também da segurança armada do grupo.
Os militares foram até um imóvel na rua Natal, onde o suspeito estaria escondido. No local, os policiais sentiram forte odor de maconha vindo do segundo pavimento da residência. Ao entrarem no imóvel, encontraram porções de maconha e cocaína, além de balanças de precisão, munições calibre 9 mm, dinheiro, rádios comunicadores e uma capa de colete balístico.
Durante as buscas, o suspeito chegou ao imóvel e, ao perceber a presença da polícia, fugiu pelas ruas da comunidade. Conforme o registro policial, ele estava armado e teria apontado a pistola em direção aos militares durante a perseguição. Diante da ameaça, os policiais efetuaram disparos.
O homem continuou correndo e foi localizado ferido dentro de uma casa onde tentava se esconder. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Risoleta Tolentino Neves, mas não resistiu aos ferimentos. A arma que teria sido usada por ele não foi encontrada.
Ainda conforme a PMMG, o suspeito era natural de Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e costumava exibir armas e drogas nas redes sociais. A corporação informou que moradores da região conviviam sob medo constante devido à atuação dele no aglomerado.
Na ocorrência, foram apreendidas 240 buchas de maconha, 69 pinos de cocaína, um colete à prova de balas, um caderno com anotações do tráfico e dois rádios comunicadores.
A Corregedoria da Polícia Militar vai investigar a ação.
Preso durante o Carnaval usando fantasia de detento
O homem já havia sido preso durante o Carnaval de 2023, quando usava uma fantasia semelhante a uniforme prisional. Na ocasião, ele vestia roupas estilizadas como trajes do sistema penitenciário e utilizava uma falsa tornozeleira eletrônica feita com isopor e fita isolante.
Segundo a polícia, ele foi abordado com porções de maconha e cocaína e alegou que os entorpecentes seriam para consumo pessoal. Até então, não possuía passagens pela polícia.
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