A Polícia Federal realizou, nesta quinta-feira (26), a segunda fase da Operação Scutum, batizada de Scutum 2, com foco no combate a um esquema de tráfico internacional e venda clandestina de armas e munições de alto poder destrutivo.
A ofensiva é continuidade da etapa inicial da investigação, deflagrada em outubro de 2024. Na ocasião, foi apurado que o grupo investigado atuava na introdução de armamentos de grande calibre e longo alcance vindos do Paraguai, abastecendo principalmente o Triângulo Mineiro e o estado de Goiás. Parte desse material, segundo a PF, também era redistribuída para outras unidades da federação, como Rio de Janeiro e Bahia.
A partir da análise de documentos, celulares e demais itens apreendidos na primeira fase, os investigadores identificaram neste ano um novo braço da organização com atuação em Uberlândia, além de conexões em Ituiutaba e Patrocínio.
As diligências apontam ainda que o grupo não se restringia ao comércio ilegal de armamentos, havendo indícios de envolvimento com tráfico internacional de drogas e negociação de armas de uso restrito ou proibido.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, os investigados poderão responder por organização criminosa, tráfico internacional de armas, comércio ilegal de arma de fogo e tráfico de entorpecentes.
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