Sete pessoas foram presas por suspeitas de participação no comércio ilegal de armas de fogo e munições, porte ilegal, tráfico de drogas e associação criminosa em Minas Gerais. A operação foi realizada pela Polícia Federal, com apoio da Polícia Militar, na manhã desta quinta-feira (26).
Segundo a PF, a operação Spawning II cumpriu 7 mandados judiciais de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão com 13 indiciamentos, todos expedidos pelo Juízo da Vara de Execuções Penais e de Inquéritos Policiais da Comarca de Montes Claros.
Foram cumpridos, em Montes Claros, 2 mandados de prisão preventiva, 4 de busca e apreensão e 3 intimações para interrogatório; em Belo horizonte foram cumpridos 2 de prisão preventiva, 4 de busca e apreensão e uma intimação para interrogatório; em Santa Luzia foi cumprido 1 mandado de busca e apreensão; em Itabira foram cumpridos 2 mandados de prisão preventiva, 5 de busca e apreensão e uma intimação para interrogatório e em Ouro Preto foram cumpridos 1 de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão.
A operação visa combater os crimes de comércio ilegal de arma de fogo e munições, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e associação criminosa.
A operação é um desdobramento da Operação “Spawning”, deflagrada em 16 de agosto do ano passado, que apurou fraude na aquisição de armas. A partir da análise dos dados obtidos naquela operação foi possível identificar novos fatos criminosos com a identificação de outros envolvidos na condição de receptadores das armas de fogo.
Alguns investigados, de forma consciente e em troca de prestação pecuniária, cederam seus nomes para compra legal de armas. Posteriormente, a numeração dos armamentos era suprimida e as armas revendidas no mercado clandestino, com repartição de lucros entre os envolvidos.
Ficou demonstrado uma associação permanente para o crime de comércio ilegal de armas, com participação de um despachante, um policial militar, comerciantes e também pessoas que se encontram presas e outras envolvidas com o tráfico de drogas e outros crimes.
A investigação apontou o despachante como sendo o responsável pela articulação do grupo criminoso. O ex-policial militar, desligado da corporação em 2022 por outras infrações disciplinares, se valia do status de policial para viabilizar as ações do grupo, transportando os armamentos de Montes Claros para Belo Horizonte.
Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa, uso de documento falso, porte ilegal de arma de fogo, comércio ilegal de arma de fogo e associação para o tráfico de drogas, cujas penas somadas podem chegar a 34 anos de prisão.

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