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Equipamentos culturais retomam atividades presenciais em Belo Horizonte

Teatros, museus e shows sob gestão estadual reabrem programação com atenção a protocolos sanitários
Praça da Liberdade - Foto: Por Dentro de Minas
Praça da Liberdade – Foto: Por Dentro de Minas
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Os espaços culturais sob gestão da Secretaria de Estado e Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult) em Belo Horizonte estão autorizados a retomar as atividades presenciais. O prazo está valendo desde sábado (3/7), data de publicação de decreto da administração municipal que autoriza a flexibilização de shows, teatros e museus na capital.

A partir de quarta-feira (7/7), o Museu Mineiro, o Centro de Arte Popular e o Museu dos Militares Mineiros, que integram o Circuito Liberdade, reabrem suas portas ao público com as programações vigentes.

Também na quarta-feira, a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais retomará atividades presenciais apenas na galeria de arte Paulo Campos Guimarães, com a exposição gratuita “Jean-Denis Pendanx, Viagens em Quadrinhos”, que pode ser visitada das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, e das 8h às 12h, aos sábados.

Já o Arquivo Público Mineiro retomará o atendimento presencial em 7/7 mediante agendamento prévio, com dois dias de antecedência, pelo e-mail [email protected] O espaço estará aberto das 9h às 12h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.

A Fundação Clóvis Salgado (FCS), instituição vinculada à Secult, estreia o espetáculo gratuito “…Incomoda, Incomoda, Incomoda”, no Grande Teatro do Palácio das Artes, na terça-feira (6/7), apenas para convidados. A montagem, que celebra os 35 anos do Curso Técnico de Teatro do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart) e marca a formatura dos alunos do curso, fica em cartaz de 7 a 11/7. Os horários são às 20h30, de quarta-feira a sábado, e às 19h, aos domingo, com retirada de ingressos duas horas antes da apresentação, na bilheteria do teatro.

Exposição e cinema

Na quinta-feira (8/7), a FCS estreia a exposição Imagens Resolutivas, resultado da 4ª edição do Festival Internacional de Fotografia de Belo Horizonte (FIF-BH). A mostra ocupa as galerias Genesco Murta, Arlinda Corrêa Lima e Amilcar de Castro, além da fachada do Palácio das Artes, e a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais.

A partir de 16/7, o Cine Humberto Mauro retoma as sessões com a Mostra Joan Crawford. Os ingressos serão distribuídos antes de cada sessão, com lotação máxima de 30 lugares (25% da ocupação).

Circuito Liberdade

O Centro Cultural Unimed-BH Minas já estará de portas abertas a partir de terça-feira (6/7), e o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBBBH) reabre na quarta-feira (7/7) com as exposições Yara Tupynambá – 70 Anos de Carreira e Abraham Palatnik – A Reinvenção da Pintura. O BDMG Cultural também estará aberto na quarta-feira (7/7).

A partir desta quinta-feira (8/7), a Filarmônica de Minas Gerais volta a receber o público na Sala Minas Gerais, com apresentação inédita do pianista israelense Alon Goldstein, que vai executar a obra Segundo Concerto para Piano, de Brahms. Serão dois concertos com o mesmo repertório, na quinta-feira (8/7) e na sexta-feira (9/7), às 20h30. A presença do público está limitada ao máximo de 393 pessoas por apresentação, o que corresponde a 26% da capacidade total da Sala (1.493 lugares). A apresentação de quinta-feira é somente para assinantes e terá transmissão ao vivo por meio do canal da Filarmônica no YouTube. A apresentação de sexta-feira é também aberta ao público, com venda de ingressos a partir de quinta-feira (8/7).

Protocolos

O funcionamento dos espaços seguirá os protocolos sanitários definidos pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).

No caso dos museus, a capacidade máxima de público deve ser de 50%. Já em teatros e apresentações culturais, como shows, o limite é de até 600 pessoas sentadas. Caso haja consumo de bebidas e alimentos no local, o número é reduzido para 400 pessoas.

O uso de máscara de proteção, cobrindo nariz e boca, para ter acesso a quaisquer dependências dos espaços, será obrigatório. Os visitantes deverão manter as mãos higienizadas, seguir o fluxo único das exposições e manter o distanciamento mínimo em relação a outras pessoas tanto na fila de acesso ao local quanto no trajeto expositivo.

É necessário que cada visitante traga consigo sua própria máscara, seja ela reutilizável ou descartável.

Os bebedouros de água que exigem aproximação da boca para ingestão estarão lacrados, permitindo-se somente o funcionamento do dispensador de água para copos descartáveis ou garrafas trazidas pelos visitantes.

Os frequentadores também deverão seguir recomendações como evitar aglomerar e conversar, manusear telefone celular, ou tocar o rosto durante a permanência no interior do espaço; realizar a higienização das mãos ao entrar e sair dos locais; seguir sempre as instruções dos funcionários e não frequentar o teatro ou centro cultural caso apresentem qualquer sintoma de resfriado ou gripe.

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