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Maior exposição sobre Basquiat estreia neste sábado em Belo Horizonte

De 14 de julho a 24 de setembro, mais de 80 obras do pintor norte-americano estarão em cartaz na maior exposição do artista já realizado na América Latina, com entrada gratuita

JEAN-MICHEL BASQUIAT | Linguiça do irmão [Brother’s Sausage], 1983 | Acrílica, tinta a óleo em bastão e colagem de papel sobre tela | [Acrylic, oilstick and paper collage on canvas] 122 x 476 cm | Copyright © The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York.

Próximo de completar seu aniversário de cinco anos, o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) traz à capital mineira uma das exposições mais comentadas nos últimos tempos no país. A partir de 14 de julho, mais de 80 obras do gênio Jean-Michel Basquiat, um dos mais famosos artistas norte-americanos, estarão expostas no prédio histórico do CCBB, localizado na Praça da Liberdade. A entrada é gratuita e o visitante poderá conferir uma reunião inédita de quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados pelo artista que até hoje exerce uma influência sem precedentes na cultura pop, mesmo considerando seu curto, porém intenso, período de atividade. Basquiat morreu aos 27 anos, vítima de overdose.

A mostra que o CCBB organizou é a maior exposição de Basquiat já realizada na América Latina e está em turnê pelas quatro unidades dos centros culturais do Banco do Brasil desde o início do ano. Sua passagem pelos CCBB de São Paulo e Brasília foi motivo de sucesso de público e de crítica, reunindo milhares de pessoas. Em Belo Horizonte, ficará em cartaz até 24 de setembro. Depois, seguirá para o CCBB Rio de Janeiro, onde abre ao público em 12 de outubro e permanece até janeiro de 2019.

Com curadoria de Pieter Tjabbes, da Art Unlimited, a retrospectiva Jean-Michel Basquiat é precedente da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat e também de Andy Warhol – amigo e influência direta do pintor, com quem, inclusive, produziu inúmeras obras em parceria.

Resultado de ação conjunta entre o Banco do Brasil e a produtora Art Unlimited, a vinda desse acervo para quatro capitais brasileiras levou cerca de dois anos de negociações e envolveu uma disputa de vários países; entre eles, Coreia do Sul, Japão e Rússia.

“A iniciativa de apresentar a maior retrospectiva do trabalho de Basquiat na América Latina, em quatro capitais brasileiras, ao longo de um ano, com ingressos gratuitos, reforça o compromisso do Banco do Brasil na formação do público para as artes visuais, no acesso à cultura e no valor da diversidade”, afirma Alexandre Alves de Souza, diretor de Marketing do Banco do Brasil.

VIDA CURTA, PRODUÇÃO MARCANTE

Filho de imigrantes afro-caribenhos, o nova iorquino Jean-Michel Basquiat (1960-1988) foi, de acordo com Pieter Tjabbes, uma “personificação das transformações de sua cidade nas décadas de 1970 e 1980”. Sua técnica, inovadora para a época, mesclava sobre a tela elementos como colagens, cópias reprográficas, palavras e imagens da anatomia humanas – estas, inspiradas no livro Gray’s Anatomy, lido por Basquiat na infância, enquanto se recuperava de um acidente. O resultado, como sublinha Tjabbes, são “obras que refletem os ritmos, os sons e a vida urbana nova iorquina, sintetizando o discurso artístico, musical, literário e político da época”.

Tudo isso atraiu a atenção de críticos, curadores e compradores da época. Basquiat tornou-se celebridade das ruas da Big Apple, ganhou notoriedade nas maiores galerias do mundo e, antes mesmo de sua morte súbita, já era comparado a gênios como Picasso, Pollock e Warhol.

Recentes exposições em Nova Iorque, Milão, Roma e Londres valorizaram ainda mais sua produção e suas obras. Em 2017, uma tela sua – Sem título (1982) – foi leiloada por mais de US$ 110 milhões, fazendo deste trabalho a mais cara obra de arte norte-americana já vendida. Neste ano, além do Brasil, Alemanha (Frankfurt) e França (Paris) recebem mostras representativas do artista.

UMA VOZ CONTRA A DISCRIMINAÇÃO

Basquiat foi um dos raros artistas negros de sucesso, no contexto das artes plásticas, em um universo predominantemente branco. Em sua carreira, trouxe à tona a negritude e as vicissitudes e traumas experimentados pelos negros nos EUA. “Eu percebi que não via muitas pinturas com pessoas negras”, explicou o próprio Basquiat, fazendo um adendo depois: “o negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”.

Tjabbes destaca ainda que um dos elementos essenciais na obra de Basquiat é sua composição multi-idiomas: “a justaposição de inglês e espanhol é um dos muitos contrastes culturais dentro da obra, criando sua energia singular. Ele conseguiu incorporar todos os diversos elementos de sua formação cultural e do seu sofisticado auto aprendizado para dentro de pinturas explosivas”, descreve.

DAS RUAS PARA AS GALERIAS

A retrospectiva de Basquiat no CCBB conta com dezenas de obras sobre cada uma das três grandes fases do artista. A primeira, de 1976 a 1979, traça o seu início nas paredes do artístico bairro de Downtown Manhattan e metrô nova-iorquino, numa tag compartilhada com o amigo Al Diaz (SAMO, abreviatura da expressão Same Old Shit, ou Mesma Merda de Sempre) e que, em poucos anos, viria a revelar o artista mais adulado pelo mercado de arte de Nova Iorque.

Nessa trajetória, ganham destaque os desenhos de Basquiat. À época, eles eram menos valorizados pelos marchands e, portanto, caberia afirmar que receberam menos pressão da crítica e do mercado, permitindo, nos dias atuais, uma leitura mais independente do projeto artístico de Basquiat. Um dos destaques entre os diversos desenhos presentes na exposição é Hong Kong (1985).

A segunda, entre 1980 e 1982, revela a influência da faceta multiartística de Basquiat no período considerado como o auge de sua produção. Nesta época, aventurou-se como músico da banda Test Pattern – depois rebatizada como Gray – e interpretou a si mesmo no filme Downtown’81, escrito por Glenn O’Brien e dirigido por Edo Bertoglio, para o qual também participou da produção da trilha sonora. Paralelamente, sua carreira de artista plástico ganhava notoriedade com a realização de sua primeira exposição solo, na galeria Annina Nosei, e elogios da crítica internacional.

É desta época que vêm algumas das peças de maior destaque da exposição, como Hand anatomy (Anatomia da mão, 1982), Old cars (Carros velhos, 1981), Selfportrait (Autorretrato, 1981), Do not revenge (Não se vingue, 1982) e Loin (Lombo, 1982). Muitos dos seus trabalhos desse período foram pintados em portas, esquadrias de janelas e peças de madeira que achava pelas ruas.

PARCERIA COM ANDY WARHOL

A última fase da retrospectiva – 1983 a 1988 – tem como destaque as obras de Basquiat em parceria com Andy Warhol. Os dois se conheceram em 1982 e, rapidamente, tornaram-se amigos, produzindo uma centena de quadros nos anos seguintes. Do trabalho conjunto, o público de Belo Horizonte poderá ver de perto Heart Attack (Infarto, 1984), Thin Lips (Lábios Finos, 1984/85) e Two Dogs (Dois Cachorros, 1984).

Nesse período, Basquiat já era um artista celebrado, disputado pelas galerias e com frequentes exposições internacionais. Apesar do vício em heroína, sua produção se manteve. Em 1988, ano de sua morte, expôs em Paris (França) e em Dusseldorf (Alemanha). Entre os trabalhos desses anos, estará exposta no Brasil Rusting Red Car (Carro Vermelho Enferrujado, 1984). De acordo com Pieter Tjabbes, “a habilidade de projetar sua poderosa personalidade e sua inteligência aguda para dentro de sua obra mantém as realizações de Basquiat sempre vivas”.

CINCO ANOS DE CULTURA

A exposição do mestre das artes plásticas também celebra os cinco anos Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte. Dede que chegou à capital mineira, em 27 de agosto de 2013, o CCBB se tornou uma referência de arte e cultura da cidade, firmando-se também como um importante destino turístico. Situado no Circuito Liberdade, que contempla 16 instituições, o CCBB BH é o espaço mais visitado do chamado Corredor Cultural. Desde a sua inauguração, mais de 3,3 milhões de visitantes já desfrutaram de uma vasta e diversa programação de qualidade em 357 projetos nas áreas de artes visuais, teatro, música, dança, ideias e educativo.

PATROCÍNIO À CULTURA

A chegada das obras ao Brasil é motivo de orgulho para os patrocinadores do projeto: a BB SEGUROS, a BRASILCAP e o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE. Empresa que concentra os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, a BB SEGUROS também reforça que “o patrocínio à exposição fortalece seu posicionamento de companhia fomentadora da democratização da cultura no país”, como explica seu diretor, Sergio Augusto Kurovski. “O patrocínio é uma forma de oferecer à sociedade a experiência de acessar obras tão importantes nos Centros Culturais Banco do Brasil”.

“A BRASILCAP tem imenso orgulho em ajudar a levar para os brasileiros a obra e a genialidade de Jean-Michel Basquiat”, afirma Marcio Lobão, Presidente da BRASILCAP. “A companhia acredita que a cultura é um meio de transformação da realidade e da educação do país”, completa.

“É um projeto importante que traz uma nova visão sobre a arte”, aposta Fernando Barbosa, presidente do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE nas áreas de Vida, Rural e Habitacional. “Basquiat foi um artista intenso, composto pela diversidade e com uma percepção única sobre o mundo”, diz. “Participar de uma mostra dessa magnitude é uma honra para nós”, reforça. Luis Gutiérrez, presidente do GRUPO nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, complementa: “o acesso gratuito para a experiência dessa incrível exposição complementa nosso posicionamento de apoio à cultura e de fomento da arte como propulsores do fortalecimento da sociedade”.

Serviço

Jean-Michel Basquiat – obras da coleção Mugrabi
De 14 de julho a 24 de setembro de 2018 | de quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada gratuita | CCBB Belo Horizonte
Praça da Liberdade, 450 – Funcionários
Telefone: (31) 3431 9400 E-mail: [email protected]

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Quadrilha do Arraial de Belo Horizonte faz bonito e leva o título do Concurso Nacional 2018

Grêmio Cultural Recreativo São Gererê é campeã nacional. Além do primeiro lugar, a quadrilha ainda levou os prêmios individuais de melhor figurino, repertório e marcador. Competição aconteceu no último domingo, em Boa Vista, Roraima

Quadrilha São Gererê – Foto Fernando Teixeira

A quadrilha São Gererê foi a grande vencedora do Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas 2018, realizado no último domingo (26), em Boa Vista, Roraima. Além do título, a agremiação também levou os prêmios individuais de melhor figurino, repertório e marcador. O resultado mostra a qualidade das quadrilhas da capital mineira, que apresentaram um verdadeiro show na edição deste ano do Arraial de Belo Horizonte. No concurso municipal, a São Gererê ficou em terceiro lugar. Essa é a primeira vez que um grupo de quadrilha mineiro leva o título nacional para casa.

A São Gererê representou Minas Gerais por ter sida a campeã do Concurso Municipal de Quadrilhas de 2017. O enredo apresentado, no entanto, foi o mesmo levado ao tablado no Arraial de Belo Horizonte 2018, no dia 1º de julho, e representa o desastre do rompimento da Barragem do Fundão, que atingiu cidades como Mariana e Bento Rodrigues.

“Essa vitória é um fato histórico para a trajetória do movimento junino do nosso estado. Além disso, pudemos levar mais uma vez essa causa super importante, que é o rompimento da barragem em Bento Rodrigues, para o Brasil todo. Para ninguém se esquecer desse crime ambiental que trouxe impactos para todo o Rio Doce, de Minas até o Espírito Santo”, diz Jadison Nantes, presidente da quadrilha São Gererê.

Jadison ainda explica que, no ano que vem, quem irá representar Minas Gerais no concurso nacional será a quadrilha Fogo de Palha, vencedora do Arraial de Belo Horizonte deste ano.

Concurso Nacional de Quadrilhas
O concurso Nacional de Quadrilhas foi realizado na Praça Fábio Marques Paracat, em Boa Vista, Roraima, no último domingo, 26. Promovido pela Federação Roraimense de Quadrilhas Juninas (Ferquaj) em parceria com a Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas e apoio da Prefeitura de Boa vista, o evento reuniu diversas culturas na cidade do extremo norte do Brasil e garantiu o fortalecimento e enriquecimento cultural do movimento quadrilheiro.

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Interior de MG recebe peça Infantil sobre Aquecimento Global

Com patrocínio da CTG Brasil, “Projeto Iceberg – Entendendo as Mudanças Climáticas” será apresentada para estudantes

Alunos de escolas públicas de 31 cidades vizinhas das usinas hidrelétricas administradas pela CTG Brasil irão assistir a um espetáculo divertido sobre um assunto importante: o aquecimento global. De 14 de agosto a 6 de setembro, a peça “A Ursa Rosa em Projeto Iceberg – Entendendo as Mudanças Climáticas” circula pelos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás abordando os riscos para o planeta decorrentes das alterações na natureza.

Com uma abordagem leve e didática, a peça faz parte do projeto “Diverte Teatro Viajante”, que tem patrocínio da CTG Brasil, via Lei Rouanet, e realização da Ciência Divertida Brasil – empresa líder em atividades teatrais interativas para público de 4 a 17 anos. No ano passado, também sob o patrocínio da empresa, o espetáculo circulou em 40 municípios paulistas e paranaenses na região das hidrelétricas do Rio Paranapanema, alcançando cerca de 8.000 crianças.

De acordo com a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete da Hora, a companhia participa da vida dos municípios vizinhos aos seus empreendimentos também por meio dos projetos culturais, esportivos, sociais e de educação ambiental que apoia visando contribuir com o desenvolvimento local. “Essa proximidade com as comunidades é muito importante para nós”, ressalta.

Espetáculo interativo
Ursa Rosa, que mora no Polo Norte, pede socorro ao ver o gelo derretendo e o nível do mar, subindo. Cientistas recebem a mensagem e convidam a plateia a pensar sobre as mudanças climáticas que afetam a Terra e colocam em risco a vida da ursa e de todos os seres vivos.

Com uma linguagem simples, muita interação com o público e experiências científicas no palco, a peça sobre as mudanças climáticas torna o assunto acessível e interessante. “O Projeto Iceberg foca em entreter e ensinar o público infanto-juvenil, integrando a plateia na atuação e nas vivências do espetáculo”, diz diretor da Ciência Divertida, Júlio Martinez. “Os alunos entendem a importância de discutir o aquecimento global, conseguem compreender o tema de maneira mais clara, participam e refletem sobre aquilo”, complementa.

Serviço

Peça: “Projeto Iceberg – Entendendo as Mudanças Climáticas”

Data: 04 de setembro
Hora: 9h
Local: Centro Cultural Aldariza De Freitas Machado
Endereço: Av. Suburbana Viela Sanitária, 218 – 554, Iturama

Data: 04 de setembro
Hora: 15h
Local: EM Antônio Vicente Fonseca
Endereço: Av. Argentina, 770 – Joamário, Limeira do Oeste

Data: 05 de setembro
Hora: 9h
Local: EM Vicente Luiz Alves
Endereço: R. José Ambrósio de Queiroz, 970 – Centro, Carneirinho

Data: 13 de setembro
Hora: 14h
Local: Santa Vitória
Endereço: A definir

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Thiago Arancam apresenta “Bela Primavera” no Grande Palácio das Artes

Ingressos já estão à venda nas bilheterias do teatro ou no site ingressosrapido.com; Artista é protagonista da superprodução musical ‘O Fantasma da Ópera’

O Fantasma – Thiago Arancam – Crédito: Pedro Dimitrow

No dia 1º de setembro (sábado), às 21 horas acontece no Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537 – Centro – BH) apresentação de espetáculo “Bela Primavera” com Thiago Arancam, um dos maiores tenores da atualidade. Ingressos a partir de R$25,00 nas bilheterias do teatro ou no site ingressosrapido.com.

Thiago Arancam promete arrebatar o público mineiro com seu espetáculo “Bela Primavera” que além de cenários, orquestra, coral com a interpretação declássicos da música internacional, que fazem parte da sua memória afetiva e da sua formação como artista. “Todas as músicas desse show me tocam muito. Sou um cara muito sincero no palco e gosto de interpretar aquilo que sinto”, revela o cantor.

O cantor Thiago Arancam trará novidades especiais para a temporada 2018/2019 além de um repertório vibrante – inspirado no último CD “Bela Primavera” e na sua participação na montagem brasileira de O Fantasma da Ópera – o tenor apresentará clássicos da música internacional que fazem parte da sua história. Esta apresentação faz parte da turnê que Thiago Arancam apresentará em mais de 11 capitais brasileiras. Em BH, Thiago receberá a soprano brasileira Carmen Monarcha.

Lançado em 2017, o CD que inspira o show traz regravações de “Hallelujah”, de LeonardCohen; “StraniAmori”, de AngeloValsiglio, Roberto Buti, Cheope, Marco Marati e FrancescoTanini, e “Céu de Santo Amaro”, de Flávio Venturini. Na lista das inéditas, “Magico Amore”, de Eddie Oliva, e “Delirio”, do próprio Arancam, em parceira com Maycon Ananias e JorgeZarath.

Repertório Afetivo

Além das canções do novo disco, o show contará com canções como “Ave Maria” e “BellaCiao”, o hino da resistência italiana na Segunda Guerra Mundial, popularizada atualmentepela série espanhola “La Casa de Papel”. “Eu tenho uma história muito forte ligada à Itália. Meu filho é italiano e eu vim de escola de origem italiana. Essa música me acompanha há muito tempo”, explica o tenor.

O repertório traz ainda “How Can I GoOn”, música imortalizada por Freddie Mercury e Montserrat Caballé e “Can´t Help Falling in Love”, de Elvis Presley. “São músicas que memarcaram, algumas delas eu cantava no início da carreira e outras evidenciam as influênciasda minha formação musical”, explica Arancam.

O repertório conta ainda com canções em Italiano, Espanhol e Inglês e grandes sucessos como “Viva La Vida”, do Coldplay; “Pride”, do U2, e “Crazy”, de Seal.

Arancam mostra asinfluências do mundo lírico nos clássicos da ópera “NessunDorma”, “Com Te Partiro” e “IlMondo”.

O Fantasma da Ópera

Protagonista na produção brasileira de O Fantasma da Ópera, que estreia em agosto de 2018, Thiago Arancam levará para a sua turnê o clima e a emoção do musical da Broadway. Além de “The Music of The Night”, canção do personagem central, o repertório terá “ThePhantomof The Opera” e o tema do Fantasma da Ópera, “All I AskofYou”. “Ter as músicas da peça no meu show é uma forma de unir o projeto Bela Primavera comessa nova fase da minha carreira, que envolve O Fantasma da Ópera”, explica o tenor.

Parceira de Thiago Arancam no musical, a soprano brasileira Carmen Monarcha estará presente em algumas apresentações da turnê Bela Primavera. “Estou muito feliz com a participação de Carmen no meu show. É uma expectativa grande, porque somos amigos de longas datas e sou admirador do trabalho dela”, conta.

Produção Tour Bela Primavera

Irma Vidal e VJ Gabiru dividem a criação cenográfica e a direção artística do espetáculo, quepossui estéticas barroca, clássica e neoclássica, a partir da arte e arquitetura, aplicadas a umcontexto de arte e tecnologia, onde luz e imagem em cenários efêmeros e em movimentodialogam com a música. Na produção musical, Yacoce Simões e na produção executiva a NovoPalco, do empresárioRodolpho Tourinho.

TURNÊ BELA PRIMAVERA 2018

01/09 – Belo Horizonte
26 e 27/10 – Rio de Janeiro
10/11 – Salvador

2019
São Paulo – Porto Alegre – Brasília – Recife – Natal – Fortaleza – Belém – Manaus – Porto Alegre – Curitiba

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