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Maior exposição sobre Basquiat estreia neste sábado em Belo Horizonte

De 14 de julho a 24 de setembro, mais de 80 obras do pintor norte-americano estarão em cartaz na maior exposição do artista já realizado na América Latina, com entrada gratuita

JEAN-MICHEL BASQUIAT | Linguiça do irmão [Brother’s Sausage], 1983 | Acrílica, tinta a óleo em bastão e colagem de papel sobre tela | [Acrylic, oilstick and paper collage on canvas] 122 x 476 cm | Copyright © The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York.

Próximo de completar seu aniversário de cinco anos, o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) traz à capital mineira uma das exposições mais comentadas nos últimos tempos no país. A partir de 14 de julho, mais de 80 obras do gênio Jean-Michel Basquiat, um dos mais famosos artistas norte-americanos, estarão expostas no prédio histórico do CCBB, localizado na Praça da Liberdade. A entrada é gratuita e o visitante poderá conferir uma reunião inédita de quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados pelo artista que até hoje exerce uma influência sem precedentes na cultura pop, mesmo considerando seu curto, porém intenso, período de atividade. Basquiat morreu aos 27 anos, vítima de overdose.

A mostra que o CCBB organizou é a maior exposição de Basquiat já realizada na América Latina e está em turnê pelas quatro unidades dos centros culturais do Banco do Brasil desde o início do ano. Sua passagem pelos CCBB de São Paulo e Brasília foi motivo de sucesso de público e de crítica, reunindo milhares de pessoas. Em Belo Horizonte, ficará em cartaz até 24 de setembro. Depois, seguirá para o CCBB Rio de Janeiro, onde abre ao público em 12 de outubro e permanece até janeiro de 2019.

Com curadoria de Pieter Tjabbes, da Art Unlimited, a retrospectiva Jean-Michel Basquiat é precedente da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat e também de Andy Warhol – amigo e influência direta do pintor, com quem, inclusive, produziu inúmeras obras em parceria.

Resultado de ação conjunta entre o Banco do Brasil e a produtora Art Unlimited, a vinda desse acervo para quatro capitais brasileiras levou cerca de dois anos de negociações e envolveu uma disputa de vários países; entre eles, Coreia do Sul, Japão e Rússia.

“A iniciativa de apresentar a maior retrospectiva do trabalho de Basquiat na América Latina, em quatro capitais brasileiras, ao longo de um ano, com ingressos gratuitos, reforça o compromisso do Banco do Brasil na formação do público para as artes visuais, no acesso à cultura e no valor da diversidade”, afirma Alexandre Alves de Souza, diretor de Marketing do Banco do Brasil.

VIDA CURTA, PRODUÇÃO MARCANTE

Filho de imigrantes afro-caribenhos, o nova iorquino Jean-Michel Basquiat (1960-1988) foi, de acordo com Pieter Tjabbes, uma “personificação das transformações de sua cidade nas décadas de 1970 e 1980”. Sua técnica, inovadora para a época, mesclava sobre a tela elementos como colagens, cópias reprográficas, palavras e imagens da anatomia humanas – estas, inspiradas no livro Gray’s Anatomy, lido por Basquiat na infância, enquanto se recuperava de um acidente. O resultado, como sublinha Tjabbes, são “obras que refletem os ritmos, os sons e a vida urbana nova iorquina, sintetizando o discurso artístico, musical, literário e político da época”.

Tudo isso atraiu a atenção de críticos, curadores e compradores da época. Basquiat tornou-se celebridade das ruas da Big Apple, ganhou notoriedade nas maiores galerias do mundo e, antes mesmo de sua morte súbita, já era comparado a gênios como Picasso, Pollock e Warhol.

Recentes exposições em Nova Iorque, Milão, Roma e Londres valorizaram ainda mais sua produção e suas obras. Em 2017, uma tela sua – Sem título (1982) – foi leiloada por mais de US$ 110 milhões, fazendo deste trabalho a mais cara obra de arte norte-americana já vendida. Neste ano, além do Brasil, Alemanha (Frankfurt) e França (Paris) recebem mostras representativas do artista.

UMA VOZ CONTRA A DISCRIMINAÇÃO

Basquiat foi um dos raros artistas negros de sucesso, no contexto das artes plásticas, em um universo predominantemente branco. Em sua carreira, trouxe à tona a negritude e as vicissitudes e traumas experimentados pelos negros nos EUA. “Eu percebi que não via muitas pinturas com pessoas negras”, explicou o próprio Basquiat, fazendo um adendo depois: “o negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”.

Tjabbes destaca ainda que um dos elementos essenciais na obra de Basquiat é sua composição multi-idiomas: “a justaposição de inglês e espanhol é um dos muitos contrastes culturais dentro da obra, criando sua energia singular. Ele conseguiu incorporar todos os diversos elementos de sua formação cultural e do seu sofisticado auto aprendizado para dentro de pinturas explosivas”, descreve.

DAS RUAS PARA AS GALERIAS

A retrospectiva de Basquiat no CCBB conta com dezenas de obras sobre cada uma das três grandes fases do artista. A primeira, de 1976 a 1979, traça o seu início nas paredes do artístico bairro de Downtown Manhattan e metrô nova-iorquino, numa tag compartilhada com o amigo Al Diaz (SAMO, abreviatura da expressão Same Old Shit, ou Mesma Merda de Sempre) e que, em poucos anos, viria a revelar o artista mais adulado pelo mercado de arte de Nova Iorque.

Nessa trajetória, ganham destaque os desenhos de Basquiat. À época, eles eram menos valorizados pelos marchands e, portanto, caberia afirmar que receberam menos pressão da crítica e do mercado, permitindo, nos dias atuais, uma leitura mais independente do projeto artístico de Basquiat. Um dos destaques entre os diversos desenhos presentes na exposição é Hong Kong (1985).

A segunda, entre 1980 e 1982, revela a influência da faceta multiartística de Basquiat no período considerado como o auge de sua produção. Nesta época, aventurou-se como músico da banda Test Pattern – depois rebatizada como Gray – e interpretou a si mesmo no filme Downtown’81, escrito por Glenn O’Brien e dirigido por Edo Bertoglio, para o qual também participou da produção da trilha sonora. Paralelamente, sua carreira de artista plástico ganhava notoriedade com a realização de sua primeira exposição solo, na galeria Annina Nosei, e elogios da crítica internacional.

É desta época que vêm algumas das peças de maior destaque da exposição, como Hand anatomy (Anatomia da mão, 1982), Old cars (Carros velhos, 1981), Selfportrait (Autorretrato, 1981), Do not revenge (Não se vingue, 1982) e Loin (Lombo, 1982). Muitos dos seus trabalhos desse período foram pintados em portas, esquadrias de janelas e peças de madeira que achava pelas ruas.

PARCERIA COM ANDY WARHOL

A última fase da retrospectiva – 1983 a 1988 – tem como destaque as obras de Basquiat em parceria com Andy Warhol. Os dois se conheceram em 1982 e, rapidamente, tornaram-se amigos, produzindo uma centena de quadros nos anos seguintes. Do trabalho conjunto, o público de Belo Horizonte poderá ver de perto Heart Attack (Infarto, 1984), Thin Lips (Lábios Finos, 1984/85) e Two Dogs (Dois Cachorros, 1984).

Nesse período, Basquiat já era um artista celebrado, disputado pelas galerias e com frequentes exposições internacionais. Apesar do vício em heroína, sua produção se manteve. Em 1988, ano de sua morte, expôs em Paris (França) e em Dusseldorf (Alemanha). Entre os trabalhos desses anos, estará exposta no Brasil Rusting Red Car (Carro Vermelho Enferrujado, 1984). De acordo com Pieter Tjabbes, “a habilidade de projetar sua poderosa personalidade e sua inteligência aguda para dentro de sua obra mantém as realizações de Basquiat sempre vivas”.

CINCO ANOS DE CULTURA

A exposição do mestre das artes plásticas também celebra os cinco anos Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte. Dede que chegou à capital mineira, em 27 de agosto de 2013, o CCBB se tornou uma referência de arte e cultura da cidade, firmando-se também como um importante destino turístico. Situado no Circuito Liberdade, que contempla 16 instituições, o CCBB BH é o espaço mais visitado do chamado Corredor Cultural. Desde a sua inauguração, mais de 3,3 milhões de visitantes já desfrutaram de uma vasta e diversa programação de qualidade em 357 projetos nas áreas de artes visuais, teatro, música, dança, ideias e educativo.

PATROCÍNIO À CULTURA

A chegada das obras ao Brasil é motivo de orgulho para os patrocinadores do projeto: a BB SEGUROS, a BRASILCAP e o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE. Empresa que concentra os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, a BB SEGUROS também reforça que “o patrocínio à exposição fortalece seu posicionamento de companhia fomentadora da democratização da cultura no país”, como explica seu diretor, Sergio Augusto Kurovski. “O patrocínio é uma forma de oferecer à sociedade a experiência de acessar obras tão importantes nos Centros Culturais Banco do Brasil”.

“A BRASILCAP tem imenso orgulho em ajudar a levar para os brasileiros a obra e a genialidade de Jean-Michel Basquiat”, afirma Marcio Lobão, Presidente da BRASILCAP. “A companhia acredita que a cultura é um meio de transformação da realidade e da educação do país”, completa.

“É um projeto importante que traz uma nova visão sobre a arte”, aposta Fernando Barbosa, presidente do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE nas áreas de Vida, Rural e Habitacional. “Basquiat foi um artista intenso, composto pela diversidade e com uma percepção única sobre o mundo”, diz. “Participar de uma mostra dessa magnitude é uma honra para nós”, reforça. Luis Gutiérrez, presidente do GRUPO nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, complementa: “o acesso gratuito para a experiência dessa incrível exposição complementa nosso posicionamento de apoio à cultura e de fomento da arte como propulsores do fortalecimento da sociedade”.

Serviço

Jean-Michel Basquiat – obras da coleção Mugrabi
De 14 de julho a 24 de setembro de 2018 | de quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada gratuita | CCBB Belo Horizonte
Praça da Liberdade, 450 – Funcionários
Telefone: (31) 3431 9400 E-mail: [email protected]

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8ª edição do Festival do Japão em Minas será em fevereiro no Expominas

Evento será entre os dias 22 e 24/02 e terá apresentações culturais, oficinas de arte, exposições, campeonato de hashi, concursos e muitas outras atrações

Uma verdadeira imersão nas tradições, delicadeza, beleza, cultura e muita diversão aguardam os visitantes do 8º Festival do Japão em Minas, entre os dias 22 e 24 de fevereiro de 2019, no Expominas, em Belo Horizonte. É o maior evento do Estado sobre a cultura japonesa e vem sendo realizado na capital mineira desde 2012, com foco em propagar a cultura e possibilitar o intercâmbio cultural, social e econômico.

O tema desta edição aborda a história do Japão feudal, seus castelos e samurais. A exposição “História do Japão Feudal, seus Castelos e Samurais” vai apresentar os três castelos que receberam o título de Patrimônio da Humanidade pela Unesco, além dos tesouros nacionais e outros castelos famosos do Japão. Há também o destaque aos samurais, sua origem e seu rígido código de conduta, lealdade e disciplina, o Bushido. O festival conta com a exposição “Províncias Japonesas e Cidades Históricas Mineiras”, com detalhes e curiosidades das duas nações e a exposição de Ikebanas, os famosos e artísticos arranjos florais japoneses.

O evento busca aproximar o público mineiro da cultura japonesa, trazendo diversos grupos nacionais e locais. A programação se ampliar a cada ano e inclui apresentações culturais, oficinas de arte, concursos e áreas de experimentação, além dos estandes institucionais e empresariais, games, gastronomia e bazares.

Apresentações e oficinas

Entre as apresentações artísticas, grupos selecionados confirmaram sua presença para mostrar a beleza e força da música e tradição japonesas: Rio Nikkei Taiko (RJ), Grupo de Taiko Mitsuba (SP), Mitsuba Yosakoi Soran (Nipo Campinas – SP), Mitsuba Wadaiko (Nipo Campinas – SP), Pop Mania (Nipo Campinas – SP) e também o Rizumo Taisso (SP). Além disso, temos os grupos de taiko, danças tradicionais japonesas e artes marciais de Minas Gerais, entre outras atrações.

Este ano serão oferecidas 12 oficinas, com diversas turmas, dentre as modalidades: Taiko, Orinuno, Oshibana-ê, Washi-ê, Sumi-ê, Oshi-ê, Furoshiki, Mangá, Pipamodelismo e Ikebana. Os horários previstos são das 15h às 21h no dia 22/02 (sexta-feira); de 11h às 13h e das 14h às 20h30, no dia 23/02 (sábado) e das 11h às 13h e 14h às 16h, no domingo (24/02). As vagas são limitadas e as inscrições serão feitas por ordem de chegada. Para participar, basta procurar a área de oficinas no Expominas e se inscrever 10 minutos antes de cada atividade.

A oficina de Taiko ensina mais sobre essa espécie de tambor, que é um importante instrumento de percussão da cultura japonesa. Kirigami é a arte refinada de recortar papéis e Orinuno é a arte japonesa de dobradura de tecido. Oshibana-ê é uma técnica de desidratar flores, folhas, galhos, frutas e verduras mantendo sua textura e cor originais com o objetivo de transformá-las em trabalhos artísticos e a técnica de Washi-ê utiliza papel produzindo artesanalmente no Japão para formar e construir desenhos.

Sumi-ê significa tinta preta e ê significa pintura, desenho e traduz-se como a arte de produzir pinturas singelas com temas da natureza e do cotidiano. O Oshi-ê consiste em compor figuras como flores, pássaros e personagens através de desmembramentos de várias partes as quais são recortadas em papelão forrado com espuma e algodão. Já o Furoshiki é a técnica tradicional de embrulho japonês, uma modalidade eco-friendly pela reutilização de tecidos. O Mangá, mais conhecido entre os brasileiros é uma técnica de desenho para quadrinhos, assim como o Pipamodelismo é a técnica de criação de pipas. Por fim, a Ikebana é a arte japonesa de arranjos florais.

Mais atrações

Uma das atrações mais apreciadas de todas as edições é a famosa Cerimônia do Chá. É uma manifestação que pode ser considerada a síntese de todas as expressões culturais do Japão, onde se encontram os conceitos contemplativos e meditativos do zen, entre outros. Esta cerimônia vai muito além de uma simples degustação de chá, sendo um verdadeiro caminho praticado para despertar e conscientizar os valores humanos. Seus princípios são a harmonia, respeito, pureza e tranquilidade.

Várias outras áreas permitem a participação do público como a Experimentação de Origami (a tradicional arte japonesa de dobradura de papel criando quaisquer figuras e objetos com as dobras “geométricas” de papel), a Experimentação de Baseball (com detalhes sobre esse esporte tão popular no Japão) e também  a Experimentação de Artes Marciais Japonesas, onde quem visitar o festival poderá ver e aprender um pouco sobre os diversos tipos de artes marciais com professores e praticantes de alto nível.

Outra área concorrida que envolve o público é o campeonato de hashi. Em poucos minutos, quantos grãos de feijão uma pessoa consegue pegar usando os hashis, os famosos palitinhos japoneses que funcionam como talheres? Além de habilidade, é preciso saber como segurar e usar corretamente os palitos ou o feijão pode escapar e essa é a premissa do campeonato, que movimenta o público do festival e rende muita diversão.

A Área de Cultura Pop Japonesa terá diferentes atrações para o público como a exposição inédita de “Hobby Japan- Action Figures, Estátuas e Plastimodelismo” e a Exposição de Ilustrações de Shojo Mangá. O espaço também terá um local dedicado aos quadrinhos, apresentações de grupos cover e de J-pop, karaokê de músicas de anime e games.

O concurso Miss Nikkey Minas Gerais 2019 será realizado no sábado (23/02), às 19h30, durante o Festival do Japão em Minas. Seu foco é promover a integração das descendentes japonesas de diferentes cidades, divulgar a beleza nipo-mineira e também preservar e exaltar a cultura japonesa. Nossas misses tem destaque no cenário nacional. As inscrições são gratuitas. Podem participar candidatas com ascendência japonesa de qualquer grau, inclusive mestiças, de 15 a 30 anos de idade.

As candidatas desfilarão com três trajes: vestido longo, traje japonês e traje casual ou banho. A primeira colocada, além de receber o título de Miss Nikkei Minas Gerais 2019, ganhará uma viagem para São Paulo para participar do Miss Nikkey Brasil em julho. As vencedoras receberão também prêmios oferecidos pelos patrocinadores.

Também neste ano temos o concurso Harajuku Fashion. Harajuku é o bairro da moda de Tóquio. Nas suas ruas principais encontram-se tanto as butiques mais prestigiosas do mundo, como algumas lojas que uma pessoa desavisada não saberia o que pegar se a roupa fosse grátis. É um fenômeno tratado acima do conceito de moda, como um estilo de vida para homens e mulheres. A ideia do concurso é a de trazer exemplos do estilo que faz a cabeça dos jovens japoneses.

Já o concurso de Cosplay será realizado no domingo (24/02), às 16h30. Seu objetivo é estimular a prática e mostrar aos presentes um pouco dessa tendência símbolo da cultura pop japonesa. Os troféus serão entregues para 1º, 2º e 3º lugares. Cosplay é a abreviação do termo em inglês costume play (costume/fantasia+play/brincar), podendo ser traduzido como “representação de personagem a caráter”. Os jovens se fantasiam de personagens oriundos de animes, mangás, quadrinhos, jogos ou ainda de grupos musicais. A diferença do cosplay para uma fantasia comum é que a pessoa incorpora a personagem em todos os aspectos, reproduzindo seus movimentos e trejeitos. Os participantes (ou jogadores) dessa atividade chamam-se, por isso, cosplayers.

Ações de Responsabilidade Social

A organização do Festival desenvolve diversas as ações de promoção à cidadania, como a disponibilização de 1.600 ingressos gratuitos para alunos de escolas públicas municipais da cidade de Belo Horizonte. Além disso, serão distribuídas mudas de cerejeiras, como forma de fomento à sustentabilidade, por meio de sorteio entre os participantes.

Além da infraestrutura acessível do Expominas, o evento conta com um intérprete de libras, que permanecerá durante toda a programação no palco principal, e também haverá um painel em braile para deficientes visuais conhecerem e acompanharem as mais de 30 atividades previstas.

Assim como na edição passada, haverá coleta seletiva de lixo produzida pelo evento. As novidades da 8ª edição são a divulgação do “Projeto Piloto de Reciclagem de Veículos”, do CEFET de Minas Gerais, que foi empreendido com tecnologia japonesa e desenvolvido em parceria com o Consulado.

Quem faz

O Festival do Japão em Minas é uma realização da Associação de Cooperação em Cultura e Tecnologia Brasil-Japão e do Escritório do Cônsul Geral Honorário do Japão em Belo Horizonte e do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro (Jurisdição Minas Gerais). O evento conta com apresentação da CBMM e patrocínio da CEMIG, Cenibra, Usiminas, VSB, Bradesco, além do apoio da BELOTUR/Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, por meio de patrocínio de editais e das Leis Federal e Estadual de Minas Gerais de Incentivo à Cultura.

O visitante do Festival do Japão pode aproveitar a vinda ao evento para conhecer os atrativos de Belo Horizonte, uma cidade surpreendente que proporciona novas experiências como uma forma de promovermos uma integração entre culturas tão ricas e diversas. Vale à pena conferir a riqueza da tradição japonesa e conhecer Belo Horizonte!

8º Festival do Japão em Minas – edição 2019

Data: 22 a 24 de fevereiro de 2019

Horários: Dia 22/02 – sexta-feira, das 14h às 22h

Dia 23/02 – sábado, das 10h às 22h

Dia 24/02 – domingo, das 10h às 19h

Local: Expominas – Avenida Amazonas, 6200 – Gameleira – Belo Horizonte – Minas Gerais

Ingressos: R$18,00 inteira, R$9,00 meia-entrada – por dia de evento, vendidos na portaria

Mais informações: http://www.festivaldojapaominas.com.br

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Premiação e festa são destaques da 1ª BH Dance Conference

Cena eletrônica mineira viverá importante encontro para networking, balanço e celebração da música e seus grandes personagens, como DJ’s e empreendedores da área

O Expominas receberá, no próximo dia 31 de janeiro, a primeira edição da BH Dance Conference, um encontro de produtores, DJs e interessados pela música eletrônica. Na pauta, discussões no formato de painéis, premiação e festa farão parte do roteiro oferecido ao público. O evento promete apresentar grandes nomes da cena nacional para reflexões sobre o segmento, além de um intercâmbio focado na troca de experiências de quem vive da Techno music e a respeito dos principais festivais do país – com relatos de seus próprios organizadores, como Luiz Eurico – responsável pelo Skol Beats e a Tomorrowland Brasil, Du Serena – DJ e sócio do “Tribe”,e Fabrício Capute, comandante de uma das festas mais comentadas de Minas Gerais: o Sunset Festival.

As categorias “Personalidade”, “Melhor DJ / Produtor”, “Melhor DJ do Interior (de MG)”, “DJ Revelação”, “Melhor VJ”, “Melhor Casa Noturna” e “Melhor Festa” surgem para incentivar os profissionais e aspirantes, bem como destacarem os talentos que o Estado vem projetando na área do entretenimento musical. A escolha será feita pelo público, a partir do dia [acrescentar data correta], por meio de votação popular disponibilizada no site bhdanceconference.com.br. A partir de 21h30, logo após as conferências, o “Melhores da Cena Mineira” apresentará os grandes nomes escolhidos pelos internautas.

No encerramento, o gran finale do BH Dance Conference reserva uma festa especial na Arena Expominas – com estimativa de público em três mil pessoas. Às 22h30, os DJs Gabe, Meme, Breno Rocha, Capute e The Fish House e diversos convidados agitarão os presentes. O acesso à BH Dance Conference será gratuito e mediante à doação de 1Kg de alimento não perecível, a ser destinado para o Servas – Serviço Voluntário de Assistência Social, associação civil, sem fins econômicos, que tem como objetivo promover e executar ações sociais em Minas Gerais.

SERVIÇO:

 

BH DANCE CONFERENCE

Data: 31 de janeiro (quinta-feira)

Horário: de 14h às 05h

Local: Expominas

Programação:

14h – Abertura – palestra com Aluízer Malab (Presidente

Belotur) e Gustavo Ziller (7 Cumes)

15h – Clubes & Festas: Tamanho é documento? Qual a

próxima tendência? Léo Ziller – MEDIADOR (BH Dance

Festival e #Secreto)

Eduardo Phillips (Green Valley)

Kiko Gravatá (naSala e NS Eventos)

Mário Sérgio Albuquerque (Laroc Club)

Octávio Fagundes (Privilège)

Otacílio Mesquita (OTM Produções)

Romeu Marques (Plim Produções)

16h – Booking & Managment: painel com as maiores

agências do país

Anderson Noise – MEDIADOR (DJ e Produtor)

 

Albie – Boost Management/Nova Bookings/Hub Records

Anderson Rago (Artist Factory)

Du Serena (Kontrol e Tribe)

Luiz Eurico (PlusNetwork)

Octávio Fagundes (Grupo Privilège)

Ralpho Albuquerquee (Season Bookings)

 

17h – Produção Musical: grandes produtores, grandes

carreiras

Anderson Rago – MEDIADOR (Artist Factory)

Anderson Noise (DJ e Produtor)

Fabrício Capute (DJ e Produtor)

Gabe (DJ e Produtor)

KVSH (DJ e Produtor)

Memê (DJ e Produtor)

 

18h – DJs: As definições de DJ foram atualizadas?

Cláudio da Rocha Miranda Filho – MEDIADOR (Brazil Music

Conference)

Anderson Noise (DJ e Produtor)

Breno Rocha (DJ e Produtor)

Du Serena (DJ e Produtor)

Fabrício Capute (DJ e Produtor)

Gabe (DJ e Produtor)

Memê (DJ e Produtor)

Pete Tha Zouk (DJ e Produtor)

 

19h – Marketing update: mixando mídias & experiências

Felipe Marreco – MEDIADOR (Behub e Major Lock)

Albie – Boost Management/Nova Bookings/Hub Records

Claudio da Rocha Miranda Filho – (BRMC e Rock in Rio)

Felipe Senne – (Boost Management/Nova Bookings/ Hun Records & Sonzeira)

Luiz Eurico – (Plusnetwork)

Pete The Zouk – (DJ e Produtor)

 

20h – Grandes Festivais: temos um belo passado pela

frente

Cláudio da Rocha Miranda da Rocha Filho – MEDIADOR (Brazil Music

Conference)

Didio Mendes (Label #12)

Du Serena (Tribe)

Eduardo Philipps (Green Valley)

Luiz Eurico (Plusnetwork & Tomorrowland Brasil)

Mario Sergio Albuquerque (Laroc Club & Tomorrowland Brasil)

Octavio Fagundes (Grupo Privilège)

Otacílio Mesquita (OTM Produções)

Romeu Marques (Plim Produções & Tr3nds Agency)

 

21h30 – Premiação Melhores da Cena Mineira

22h30 – Festa

05h – Encerramento

Informações e votação: www.bhdanceconference.com.br

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VAC 2019 reúne 24 atividades em 11 espaços culturais de BH

De 23 de janeiro a 17 de fevereiro, o Verão Arte ocupará 11 espaços culturais da cidade com 24 atrações; João das Neves e Agnès Varda serão homenageados no VAC 2019

Verão Arte Contemporânea (VAC) chega a sua 13ª edição e traz inúmeras atrações para os belo-horizontinos de 23 de janeiro a 17 de fevereiro. Durante 26 dias, serão 24 atividades em 11 espaços culturais da capital mineira. Artes Visuais, literatura, gastronomia, música, dança, cinema e teatro estão na programação do Verão Arte. O festival é realizado e idealizado pelo Grupo Oficcina Multimédia (GOM), que em 2018 completou 40 anos de existência. Toda a programação do VAC tem preços populares ou entrada franca. Nas atrações gratuitas é necessário retirar convite uma hora antes do espetáculo.

Ione de Medeiros, diretora do GOM, ressalta que o VAC tem, desde a sua primeira edição, a proposta de incentivar a pesquisa e a experimentação nas artes. “É uma característica do festival valorizar a criação artística local e introduzir novidades a cada edição. O GOM investe na organização do VAC e na curadoria das atrações. A diversidade das artes também é algo que caracteriza o VAC”.

O destaque para a edição de 2019 fica por conta das homenagens especiais que serão realizadas para dois grandes nomes, um do teatro e outro do cinema. No teatro, o VAC vai fazer uma homenagem póstuma ao dramaturgo e diretor João das Neves. A homenagem será realizada em um evento de encerramento no CCBB. Com duração de três dias, o evento terá duas apresentações do espetáculo Madame Satã e um show reunindo músicos como Titane e Rufo Herrera e convidados. Também haverá leituras de textos escritos por João das Neves com a presença de Frei Chico e Pedrina com a Guarda de Congados de Oliveira.

A outra homenageada será a cineasta Agnès Varda, considerada uma das mais importantes representantes da Nouvelle Vague. A mostra será realizada em parceria com o Instituto Francês, Cinemateca da França no Brasil, Embaixada da França no Brasil, Cine Sesc Palladium, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Cine Humberto Mauro, Fênix Distribuidora de Filmes e Instituto Moreira Salles. Para esta mostra, no Cine Sesc Palladium e CCBB haverá um debate com o público com a participação do crítico e jornalista francês Serge Kaganski, inaugurando uma parceria entre o VAC e o Instituto Francês, por meio do adido de cooperação e ação cultural da Embaixada da França em Minas Gerais, Philippe Makany.

O VAC 2019 se estende para o interior de Minas, em parceria com o projeto Poente Cultural UFMG do Campus Cultura UFMG em Tiradentes com a apresentação do espetáculo O Atormentador no Museu Casa Padre Toledo.

Este ano, o VAC conta com a parceria das instituições: UniBH, Centro Cultural Banco do Brasil, Sesc em Minas, Centro de Referência da Juventude, Fundação Municipal de Cultura, Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura de Belo Horizonte, Cinema Belas Artes, Restaurante Bem Natural, Restaurante Cantina do Lucas, Hotel Dayrell, Fênix Distribuidora de Filmes, Textura, Impressões de Minas, Bird House, Cinemateca da Embaixada da França, Instituto Francês, Embaixada da França no Brasil, Instituto Moreira Salles, Museu Casa Padre Toledo, Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade, Campus Cultural UFMG, Diretoria de Ação Cultural da UFMG, Minas Tênis Clube, Fundação Clóvis Salgado, Rede Minas, Memorial Minas Gerais Vale, Circuito Liberdade, IEPHA, Secretaria Estadual de Cultura de MG, Governo de Minas, Governo Federal, além das parcerias com os artistas loca is.

“Além dessas importantes parcerias, temos que destacar a apresentação e patrocínio do Banco do Brasil e do UniBH. Isso nos possibilita uma festival com melhores condições financeiras, retorno para os artistas e uma melhor divulgação do evento”, ressalta Ione de Medeiros. O Verão Arte Contemporânea 2019 é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Abertura

O show “Caminhando contra o vento” abre a programação do VAC 2019 com a Orquestra UFSJazz Big Band, de São João Del Rei, e Aline Calixto com participação especial de Assucena Assucena e Raquel Virgínia(As Bahias e a Cozinha Mineira). A apresentação será no dia 23 de janeiro, às 20h, no Grande Teatro do Sesc Palladium. Os ingressos serão vendidos por R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia). A classificação é livre. “Vamos lançar o evento em clima de festa homenageando o direito à liberdade criativa. Com esta proposta queremos promover uma reflexão sobre os tempos atuais”, conta Ione de Medeiros.

Teatro

De 25 a 28 de janeiro, o CCBB recebe o espetáculo “O Atormentador”, com direção de Eid Ribeiro. A peça é inspirada na história política e poética da América Latina, experiência extremamente rica com pinceladas de humor, a trama mescla lendas, fábulas, utopias e distopias. Com apresentações sempre às 19h, os ingressos para “O Atormentador” serão vendidos por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). A classificação é 12 anos. Este mesmo espetáculo será apresentando no dia 22 de janeiro em Tiradentes no Museu Casa Padre Toledo às 20 horas. Com entrada franca.

O coletivo Toda Deseo entra em cartaz com o espetáculo “Glória” de 01 a 04 de fevereiro, também no CCBB. A montagem da companhia formada por artistas mineiros debate o papel das religiões e a relação com o preconceito contra LGBTs. O coletivo define “Glória” como uma tentativa árdua de criar outra narrativa sobre o pecado, um manifesto pela anti-culpa. Um trabalho sobre liberdade. Os ingressos serão comercializados por R$ 30,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). A classificação é 18 anos.

Já de 08 a 11 fevereiro é a vez do Coletivo Bacurinhas ocupar o Teatro II do CCBB com o espetáculo “Ópera Bruta”. A peça lança um olhar para aquilo que nos soa masculino. As narrativas sobre o homem e a partir do homem. Em cena as artistas Ana Cecília, Fernanda Rodrigues, Manu Pessoa, Michelle Sá e Idylla Silmarovi. A direção é de Juan Castrel. Os ingressos serão vendidos por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). A classificação é 18 anos.

“Jornada” do Planos Incríveis estreia no VAC 2019 no dia 13 de fevereiro e fica em cartaz até o dia 16 de fevereiro, no Teatro II do CCBB. O espetáculo conta a história de três mulheres que se encontram numa jornada rumo a outro país. A peça é dividida em três partes e o elenco é formado por Camila Morena da Luz, Gláucia Vandeveld e Juliana Martins. De quarta a sábado, às 18h. Ingressos por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). A classificação é de 14 anos.

Encerrando a programação teatral do VAC, o Grupo dos Dez apresenta “Madame Satã” homenageando João das Neves. Madame é um espetáculo poético e político sobre a luta de invisíveis. No espetáculo, o Grupo das Dez se vale da biografia de um dos mais peculiares personagens brasileiros para dialogar com questões que permeiam a crítica contra a homofobia e o racismo. Apresentações serão realizadas nos dias 15 e 16 de fevereiro, sexta e sábado, às 20h, no Teatro I do CCBB. Ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia. Classificação 16 anos.

Música

Formado pelos músicos Joanna Bello, Rodrigo Bustamante, Gerry Varona e Isabele Alves, o Quarteto Guignard apresenta o “Concerto de Música de Câmara” no dia 24 de janeiro, quinta-feira, às 19h, no Teatro II do CCBB. O programa escolhido para a apresentação no VAC abrange obras dos compositores brasileiros Arthur Barbosa, Maria Cimbleris, Daniel Wolff e Ernesto Nazareth, além dos compositores Bela Bartok e Claude Debussy. Os ingressos para o concerto custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). A classificação 10 anos.

Já no dia 31 de janeiro, quinta-feira, às 19h, os cantores Felipe Continentino e Fred Selva se apresentam no Teatro II do CCBB. Com um repertório baseado na experimentação e na improvisação a partir de um roteiro previamente definido, o duo explora as sonoridades possíveis com a mescla entre bateria, vibrafone e ferramentas da música eletrônica. Na apresentação, o duo receberá a participação especial de instrumentistas e artistas visuais. Ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Classificação livre.

O projeto Poliphonicos ocupa o Teatro II do CCBB no dia 1º de fevereiro, sexta-feira, às 19h. Os DJ’s Preto C e Tobias realizam releituras ao vivo de clássicos da Black Music Nacional. Acompanhados do guitarrista Helder e do baixista Luiz Prestes, eles apresentam hits de Jorge Ben Jor, Tim Maia e outros grandes nomes da MPB. Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A classificação é livre.

A banda mineira Unión Latina apresenta o show “La Negra Tierra” no Teatro I do CCBB. O repertório do show será baseado no disco de mesmo nome misturando diferentes ritmos latinos como salsa, son, cumbia, maracatu, samba, latin jazz, entre outros. O show será no dia 07 de fevereiro, quinta-feira, às 20h. Ingressos por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Classificação livre.

O músico Artur Andrés apresenta o show “Artur Andrés Ensemble” nos dias 09 e 10 de fevereiro, sábado e domingo, às 20h, no Teatro I do CCBB. O espetáculo apresenta músicas do flautista e compositor que é ex-integrante do Grupo Uakti. Artur estará acompanhado pelos músicos Alexandre Andrés, José Henrique Soares, Natália Mitre, Bruno Vellozo e Regina Amaral. Ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Classificação livre.

O Duo Qattus (cello e percussão) se junta ao grupo Sonante 21 (voz, flautas, piano, guitarra, contrabaixo e percussão) para o concerto Coming Together, de Frederic Rzewski, e improvisações sobre filmes mudos. A apresentação será no dia 13 de fevereiro, quarta-feira, às 20h, no Teatro I do CCBB. Classificação livre.

Também no dia 13 de fevereiro, Gustavito Amaral e Thiago Braz lançam o álbum “Universo Reflexo”, às 21h, no Teatro do Minas Tênis Clube. Universo é o terceiro álbum de Amaral em parceria com Braz. São duas vozes e violões que trazem uma sonoridade leve com a participação de convidados especiais. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). E a classificação é livre.

Já no dia seguinte, 14 de fevereiro, quinta-feira, a cantora Júlia Branco apresenta o show “Soltar os Cavalos”, baseado em seu primeiro álbum solo produzido e dirigido por Chico Neves. Com repertório de composições próprias ou de parcerias com artistas como Letrux, Júlia é acompanhada por Chico e Luiza Brina no palco. O trabalho da artista apresenta versões em CD, vinil e vídeo-álbum. A apresentação será no Teatro I do CCBB, às 20h. A classificação é livre e os ingressos serão vendidos por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Classificação Livre.

Titane, Rufo Herrera e convidados encerram o VAC 2019 com uma homenagem a João das Neves reunindo música, textos e vídeo com imagens e depoimentos de João das Neves.A cantora Titane convida renomados artistas mineiros para um show que homenageará o diretor e dramaturgo João das Neves, falecido em 2018. A apresentação será no Teatro I do CCBB no dia 17 de fevereiro, domingo, às 20h. Ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Classificação livre.

M.A.R.P

O Movimento de Arte e Reflexão Política, M.A.R.P, foi criado em 2006, retornou ao VAC em 2018 e se mantém na programação do festival este ano. O M.A.R.P. pretende refletir sobre inquietações relacionadas à arte e à cultura na atualidade. No dia 08 de fevereiro, sexta-feira, às 19h, o Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil recebe a exibição do filme “Slam – Voz de Levante”, com direção de Tatiana Lohman e Roberta Estrela D’Alva. O filme será comentado pelo poeta Ricardo Aleixo, com mediação de Nilcéa Moraleida. A entrada é franca e a classificação é 16 anos.

Gastronomia

O “VER(ÃO) – O Jantar Secreto” será realizado no dia 25 de janeiro, sexta-feira, às 19h, no CRJ – Centro de Referência da Juventude/PBH. Nesse jantar, é montada uma grande mesa para 30 pessoas desfrutarem de uma refeição, cujo cardápio é mantido em segredo até o momento da degustação. “O Jantar nasceu para formar significados, para nomear aquilo que sentimos dentro, sem a necessidade sequer de buscar por sinônimos. É uma noite com experiências e sensações desafiadoras que despertam a imaginação e a cumplicidade”, conta Jonnatha Horta Fortes, coordenador do VAC.

A refeição será preparada pelo chef Carlos Normando que servirá entrada, prato principal e sobremesa. A entrada para o “VER(ÃO) – O Jantar Secreto” é gratuita e os interessados devem retirar convite uma antes do evento no CRJ, limitado a um convite por pessoa.

Artes visuais

Este ano, o VAC participará do Projeto Parede do Sesc Palladium com o artista Daniel Jack. O artista usa das linguagens dos meios de comunicação de massa, tais como a publicidade, design gráfico, tipografia e a mídia impressa, fazendo recortes e sobreposições de elementos em diferentes escalas, brincando com as improváveis formas que os cartazes rasgados assumem. Para Daniel, uma única imagem pode abrigar muitas imagens distintas. O trabalho poderá ser acompanhado de 24 de janeiro a 17 de fevereiro, de terça a domingo, das 9h às 21h. A obra ficará em exposição até 21 de abril no Foyer Augusto de Lima do Sesc Palladium.

Nas Artes Visuais, de 02 a 06 de fevereiro, a instalação Fatality será realizada no Teatro 2 do CCBB com o artista plástico Desali e o Coletivo Videoardi, mudando o perfil do espaço originalmente voltado par o teatro e a dança. A entrada é franca e a classificação 18 anos.

Literatura

No dia 07 de fevereiro, quinta-feira, às 20h, dando continuidade a parceria com o Sarau do Memorial Minas Gerais Vale. O VAC recebe o poeta Ricardo Aleixo, apresentando e lendo trechos do seu livro mais recente “Pesado demais para a ventania”, lançado em 2018. A entrada é franca e a classificação livre.

No dia 16 de fevereiro, sábado, de 11h às 17h, o bairro Prado recebe a “Feira Textura”, pequena feira de impressões e literatura. O evento, pensado pela Impressões de Minas, é uma feira que mescla publicações independentes e objetos que se relacionem com a literatura em seus diferentes suportes. O objetivo é abrir espaço para que editores, artistas e designers locais mostrem seu trabalho, contribuindo para a aproximação das linguagens literárias e das editoras independentes à gastronomia, às artes plásticas e a outros modos de colocar o texto em prática. A entrada é franca e a classificação livre.

Dança

O “Palco Hip Hop – Danças Urbanas” ocupa o Grande Teatro do Sesc Palladium nos dias 02 e 03 de fevereiro. O Palco propõe a valorização, difusão e promoção das danças da cultura hip hop. O centro cultural receberá apresentações de MCs, DJs, grupos de danças e grafiteiros, além de batalhas de danças urbanas. Ingressos a R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). No sábado, a apresentação será às 20h. E, no domingo, às 19h. Classificação Livre.

Cinema

Este ano, o VAC homenageia Agnès Varda realizando uma Perspectiva da cineasta com exibições de filmes e bate-papo. A mostra será realizada em parceria com o Instituto Francês, Cinemateca da França no Brasil, Embaixada da França no Brasil, Cine Sesc Palladium, CCBB, Cine Humberto Mauro, Fênix Distribuidora de Filmes e Instituto Moreira Salles.

Nesta perspectiva, serão exibidos os filmes “Visages, Villages” (2018); “As praias de Agnès” (2011); “Jacquot de Nantes” (1991) e “As duas faces da felicidade” (1965). De 5 a 10 de fevereiro, de terça a domingo, será no Cine Sesc Palladium, às 20h. No dia 10 de fevereiro, após a exibição do filme “As duas faces da felicidade”, haverá um bate-papo com o crítico e jornalista francês Serge Kaganski. Na segunda, 11 de fevereiro, é a vez do CCBB receber o filme “Visages, Villages”, às 20h. Neste dia haverá também um bate-papo com o crítico e jornalista francês Serge Kaganski.

De 12 a 14 de fevereiro, terça a quinta, às 17h, 19h e 21h, o Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, recebe também exibições desta Perspectiva. Toda a mostra tem entrada franca, com retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão. Classificação 16 anos.

Serviço

Verão Arte Contemporânea 2019

Data: de 23 de janeiro a 17 de fevereiro

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Há espetáculos com entrada franca, mediante retirada de ingressos uma hora antes do evento

Informações: www.veraoarte.com.br

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