Redes Sociais

Últimas de Variedade

Maior exposição sobre Basquiat estreia neste sábado em Belo Horizonte

De 14 de julho a 24 de setembro, mais de 80 obras do pintor norte-americano estarão em cartaz na maior exposição do artista já realizado na América Latina, com entrada gratuita

JEAN-MICHEL BASQUIAT | Linguiça do irmão [Brother’s Sausage], 1983 | Acrílica, tinta a óleo em bastão e colagem de papel sobre tela | [Acrylic, oilstick and paper collage on canvas] 122 x 476 cm | Copyright © The Estate of Jean-Michel Basquiat. Licensed by Artestar, New York.

Próximo de completar seu aniversário de cinco anos, o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte (CCBB BH) traz à capital mineira uma das exposições mais comentadas nos últimos tempos no país. A partir de 14 de julho, mais de 80 obras do gênio Jean-Michel Basquiat, um dos mais famosos artistas norte-americanos, estarão expostas no prédio histórico do CCBB, localizado na Praça da Liberdade. A entrada é gratuita e o visitante poderá conferir uma reunião inédita de quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados pelo artista que até hoje exerce uma influência sem precedentes na cultura pop, mesmo considerando seu curto, porém intenso, período de atividade. Basquiat morreu aos 27 anos, vítima de overdose.

A mostra que o CCBB organizou é a maior exposição de Basquiat já realizada na América Latina e está em turnê pelas quatro unidades dos centros culturais do Banco do Brasil desde o início do ano. Sua passagem pelos CCBB de São Paulo e Brasília foi motivo de sucesso de público e de crítica, reunindo milhares de pessoas. Em Belo Horizonte, ficará em cartaz até 24 de setembro. Depois, seguirá para o CCBB Rio de Janeiro, onde abre ao público em 12 de outubro e permanece até janeiro de 2019.

Com curadoria de Pieter Tjabbes, da Art Unlimited, a retrospectiva Jean-Michel Basquiat é precedente da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat e também de Andy Warhol – amigo e influência direta do pintor, com quem, inclusive, produziu inúmeras obras em parceria.

Resultado de ação conjunta entre o Banco do Brasil e a produtora Art Unlimited, a vinda desse acervo para quatro capitais brasileiras levou cerca de dois anos de negociações e envolveu uma disputa de vários países; entre eles, Coreia do Sul, Japão e Rússia.

“A iniciativa de apresentar a maior retrospectiva do trabalho de Basquiat na América Latina, em quatro capitais brasileiras, ao longo de um ano, com ingressos gratuitos, reforça o compromisso do Banco do Brasil na formação do público para as artes visuais, no acesso à cultura e no valor da diversidade”, afirma Alexandre Alves de Souza, diretor de Marketing do Banco do Brasil.

VIDA CURTA, PRODUÇÃO MARCANTE

Filho de imigrantes afro-caribenhos, o nova iorquino Jean-Michel Basquiat (1960-1988) foi, de acordo com Pieter Tjabbes, uma “personificação das transformações de sua cidade nas décadas de 1970 e 1980”. Sua técnica, inovadora para a época, mesclava sobre a tela elementos como colagens, cópias reprográficas, palavras e imagens da anatomia humanas – estas, inspiradas no livro Gray’s Anatomy, lido por Basquiat na infância, enquanto se recuperava de um acidente. O resultado, como sublinha Tjabbes, são “obras que refletem os ritmos, os sons e a vida urbana nova iorquina, sintetizando o discurso artístico, musical, literário e político da época”.

Tudo isso atraiu a atenção de críticos, curadores e compradores da época. Basquiat tornou-se celebridade das ruas da Big Apple, ganhou notoriedade nas maiores galerias do mundo e, antes mesmo de sua morte súbita, já era comparado a gênios como Picasso, Pollock e Warhol.

Recentes exposições em Nova Iorque, Milão, Roma e Londres valorizaram ainda mais sua produção e suas obras. Em 2017, uma tela sua – Sem título (1982) – foi leiloada por mais de US$ 110 milhões, fazendo deste trabalho a mais cara obra de arte norte-americana já vendida. Neste ano, além do Brasil, Alemanha (Frankfurt) e França (Paris) recebem mostras representativas do artista.

UMA VOZ CONTRA A DISCRIMINAÇÃO

Basquiat foi um dos raros artistas negros de sucesso, no contexto das artes plásticas, em um universo predominantemente branco. Em sua carreira, trouxe à tona a negritude e as vicissitudes e traumas experimentados pelos negros nos EUA. “Eu percebi que não via muitas pinturas com pessoas negras”, explicou o próprio Basquiat, fazendo um adendo depois: “o negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”.

Tjabbes destaca ainda que um dos elementos essenciais na obra de Basquiat é sua composição multi-idiomas: “a justaposição de inglês e espanhol é um dos muitos contrastes culturais dentro da obra, criando sua energia singular. Ele conseguiu incorporar todos os diversos elementos de sua formação cultural e do seu sofisticado auto aprendizado para dentro de pinturas explosivas”, descreve.

DAS RUAS PARA AS GALERIAS

A retrospectiva de Basquiat no CCBB conta com dezenas de obras sobre cada uma das três grandes fases do artista. A primeira, de 1976 a 1979, traça o seu início nas paredes do artístico bairro de Downtown Manhattan e metrô nova-iorquino, numa tag compartilhada com o amigo Al Diaz (SAMO, abreviatura da expressão Same Old Shit, ou Mesma Merda de Sempre) e que, em poucos anos, viria a revelar o artista mais adulado pelo mercado de arte de Nova Iorque.

Nessa trajetória, ganham destaque os desenhos de Basquiat. À época, eles eram menos valorizados pelos marchands e, portanto, caberia afirmar que receberam menos pressão da crítica e do mercado, permitindo, nos dias atuais, uma leitura mais independente do projeto artístico de Basquiat. Um dos destaques entre os diversos desenhos presentes na exposição é Hong Kong (1985).

A segunda, entre 1980 e 1982, revela a influência da faceta multiartística de Basquiat no período considerado como o auge de sua produção. Nesta época, aventurou-se como músico da banda Test Pattern – depois rebatizada como Gray – e interpretou a si mesmo no filme Downtown’81, escrito por Glenn O’Brien e dirigido por Edo Bertoglio, para o qual também participou da produção da trilha sonora. Paralelamente, sua carreira de artista plástico ganhava notoriedade com a realização de sua primeira exposição solo, na galeria Annina Nosei, e elogios da crítica internacional.

É desta época que vêm algumas das peças de maior destaque da exposição, como Hand anatomy (Anatomia da mão, 1982), Old cars (Carros velhos, 1981), Selfportrait (Autorretrato, 1981), Do not revenge (Não se vingue, 1982) e Loin (Lombo, 1982). Muitos dos seus trabalhos desse período foram pintados em portas, esquadrias de janelas e peças de madeira que achava pelas ruas.

PARCERIA COM ANDY WARHOL

A última fase da retrospectiva – 1983 a 1988 – tem como destaque as obras de Basquiat em parceria com Andy Warhol. Os dois se conheceram em 1982 e, rapidamente, tornaram-se amigos, produzindo uma centena de quadros nos anos seguintes. Do trabalho conjunto, o público de Belo Horizonte poderá ver de perto Heart Attack (Infarto, 1984), Thin Lips (Lábios Finos, 1984/85) e Two Dogs (Dois Cachorros, 1984).

Nesse período, Basquiat já era um artista celebrado, disputado pelas galerias e com frequentes exposições internacionais. Apesar do vício em heroína, sua produção se manteve. Em 1988, ano de sua morte, expôs em Paris (França) e em Dusseldorf (Alemanha). Entre os trabalhos desses anos, estará exposta no Brasil Rusting Red Car (Carro Vermelho Enferrujado, 1984). De acordo com Pieter Tjabbes, “a habilidade de projetar sua poderosa personalidade e sua inteligência aguda para dentro de sua obra mantém as realizações de Basquiat sempre vivas”.

CINCO ANOS DE CULTURA

A exposição do mestre das artes plásticas também celebra os cinco anos Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte. Dede que chegou à capital mineira, em 27 de agosto de 2013, o CCBB se tornou uma referência de arte e cultura da cidade, firmando-se também como um importante destino turístico. Situado no Circuito Liberdade, que contempla 16 instituições, o CCBB BH é o espaço mais visitado do chamado Corredor Cultural. Desde a sua inauguração, mais de 3,3 milhões de visitantes já desfrutaram de uma vasta e diversa programação de qualidade em 357 projetos nas áreas de artes visuais, teatro, música, dança, ideias e educativo.

PATROCÍNIO À CULTURA

A chegada das obras ao Brasil é motivo de orgulho para os patrocinadores do projeto: a BB SEGUROS, a BRASILCAP e o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE. Empresa que concentra os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, a BB SEGUROS também reforça que “o patrocínio à exposição fortalece seu posicionamento de companhia fomentadora da democratização da cultura no país”, como explica seu diretor, Sergio Augusto Kurovski. “O patrocínio é uma forma de oferecer à sociedade a experiência de acessar obras tão importantes nos Centros Culturais Banco do Brasil”.

“A BRASILCAP tem imenso orgulho em ajudar a levar para os brasileiros a obra e a genialidade de Jean-Michel Basquiat”, afirma Marcio Lobão, Presidente da BRASILCAP. “A companhia acredita que a cultura é um meio de transformação da realidade e da educação do país”, completa.

“É um projeto importante que traz uma nova visão sobre a arte”, aposta Fernando Barbosa, presidente do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE nas áreas de Vida, Rural e Habitacional. “Basquiat foi um artista intenso, composto pela diversidade e com uma percepção única sobre o mundo”, diz. “Participar de uma mostra dessa magnitude é uma honra para nós”, reforça. Luis Gutiérrez, presidente do GRUPO nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, complementa: “o acesso gratuito para a experiência dessa incrível exposição complementa nosso posicionamento de apoio à cultura e de fomento da arte como propulsores do fortalecimento da sociedade”.

Serviço

Jean-Michel Basquiat – obras da coleção Mugrabi
De 14 de julho a 24 de setembro de 2018 | de quarta a segunda, das 9h às 21h
Entrada gratuita | CCBB Belo Horizonte
Praça da Liberdade, 450 – Funcionários
Telefone: (31) 3431 9400 E-mail: [email protected]

Continua lendo
Publicidade
Comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas de Variedade

Evento realizado em Belo Horizonte apresenta as tendências do varejo mundial

Retail Trends Pós NRF 2019 será realizado no dia 23 de abril, no auditório do Sebrae Minas

Estão abertas as inscrições para o Retail Trends Pós NRF 2019, realizado em Belo Horizonte, no dia 23 de abril. O evento destaca tendências e estratégias do varejo apresentadas no maior evento do setor: o NRF Big Show, que ocorre anualmente em Nova Iorque (EUA) e reúne os mais importantes executivos do mercado de varejo online e offline do mundo. O Retail Trends Pós NRF 2019 acontece no auditório do Sebrae Minas. As Inscrições podem ser feitas pelo site: www.retailtrends.com.br/belohorizonte

O evento já foi realizado no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Recife, Salvador e Porto Alegre. Na capital mineira, o encontro vai mostrar as novidades do varejo com conteúdo personalizado, foco no mercado brasileiro e palestrantes de renome internacional.

Estão confirmadas as presenças dos especialistas em varejo e consumo: Cristina Souza (diretora executiva da GS&Libbra), Janice Mendes (diretora executiva da GS&Malls), Lyana Bittencourt (sócia-diretora do Grupo Bittencourt) e Caio Camargo (sócio-diretor da GS&UP). Entre os temas que serão destacados estão: evolução do varejo, inovação, o novo varejo, tecnologia e inovação.

O evento é realizado pela GS&MD Conteúdo e Relacionamento em parceria com a Livi Gestão e Desenvolvimento e conta ainda com o apoio do Sebrae Minas.

Serviços

Retail Trends Pós NRF 2019
Dia 23 de abril, das 8h30 às 17h
Auditório do Sebrae Minas – Avenida Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada
Inscrições: www.retailtrends.com.br/belohorizonte

Continua lendo

Últimas de Variedade

Festival Nacional de Arte para as Infâncias de BH traz espetáculos de teatro, dança e performance a preços populares

Pioneiro no gênero em Minas e um dos primeiros do país, o FeNAPI conta ainda com uma programação formativa gratuita com seminário, palestra do dramaturgo e jornalista Dib Carneiro (SP), oficinas, publicações de jornalistas convidados e bate-papos

• atualizado em 02/04/2019 às 16:05

Memórias de um Quintal - Foto: Elmo Gomes

Belo Horizonte recebe entre os dias 14 e 21 de abril a primeira edição do FeNAPI – Festival Nacional de Arte para as Infâncias de Belo Horizonte, que vai ocupar 10 locais da capital mineira – teatros, praças e espaços alternativos. As apresentações compreendem 13 trabalhos nas áreas de teatro, dança e performance, originários de Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pindamonhangaba, interior de Minas Gerais, Belo Horizonte e região metropolitana. Os ingressos para os espetáculos serão vendidos a preços populares de R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada), na bilheteria dos teatros ou pelo Sympla. Mais informações para o público: facebook/fenapibh e @fenapi.bh. O FeNAPI – BH tem idealização e realização da Insensata Cia de Teatro – que completa 10 anos este ano -, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte com patrocínio da UNIMED BH.

“O principal objetivo do Festival é afirmar a arte para as infâncias enquanto terreno de fruição, experiência estética e pesquisa, questionando hierarquias e o mercado de consumo”, explica uma das idealizadoras do festival, a pesquisadora de arte para as infâncias, Brenda Campos. Segundo a estudiosa, o conceito de Infâncias, no plural, valoriza a imaginação como sendo algo não pertencente somente à criança, mas à cada indivíduo, em qualquer fase da vida. “A fruição do espetáculo é para todas as idades, antes da lição de moral e do desenvolvimento pedagógico, porque acreditamos que a criança comunga de um mesmo universo que o adulto, de forma horizontal. Muitas produções ainda subestimam a capacidade de percepção dos pequenos”, questiona Brenda, idealizadora e coordenadora do festival que também integra a Insensata Cia de Teatro – o grupo desenvolve desde 2009 pesquisa dedicada às infâncias.

Para a curadora do FeNapi, Carol Fescina, o desejo é que o Festival funcione como um grande quintal, onde o encontro e as infâncias sejam protagonistas. “Acreditamos que construções coletivas e que prezam pela porosidade contribuem para criarmos lugares sociais mais amplos e horizontais”.

Nesta primeira edição será apresentado um panorama de 13 trabalhos de artistas e grupos brasileiros comprometidos com as crianças em todo o Brasil, alguns deles inéditos em Belo Horizonte, como“Pequenices: Minipeça Viajante de Dança (RS) e Juvenal, Pita e o Velocípede (Rio de Janeiro / RJ). A curadoria do festival considerou, como critério de seleção, espetáculos com foco na experimentação artística e que compreendam temas e estéticas destinados ao público de todas as idades. As propostas foram selecionadas por meio de chamamento público, divulgado nas redes sociais da Insensata Cia de Teatro e do festival.

Além dos espetáculos e performances, o festival prevê ainda uma programação gratuita como a palestra com o jornalista e dramaturgo Dib Carneiro, oficinas, bate-papos, seminário e o painel crítico, que irá reunir textos de jornalistas convidados sobre a programação. “O objetivo das atividades formativas é quebrar com as barreiras que ainda existem entre as produções, os projetos de pesquisas e a atividade acadêmica dedicada às infâncias, estimulando a atividade reflexiva”, completa Keu Freire, idealizador e coordenador do festival.

Para o jornalista, crítico e dramaturgo Dib Carneiro Neto (SP), que dará a palestra “Valorizando a imaginação”, iniciativas com foco na pesquisa cênica e reflexão sobre as infâncias ainda precisam de muito apoio para a quebra de preconceitos e de tabus. “A essência do teatro é o encontro. Quando surge um novo festival, é isso o que primeiro deve ser compreendido e aplaudido: a possibilidade de encontro. Encontro dos artistas com o público, encontro do público com as infinitas possibilidades de manifestações cênicas, encontro dos pensadores de teatro com os artistas e com o público, encontro das autoridades locais com a magia dos palcos. Celebrações que levam a descobertas e aprendizados“, afirma dramaturgo premiado que já passou por veículos como Veja São Paulo e O Estado de S. Paulo e atualmente é responsável, em São Paulo, pelo site Pecinha É a Vovozinha, portal de notícias sobre teatro infantil, do qual é fundador e editor-chefe.

PROGRAMAÇÃO  RESUMIDA

A abertura do FeNAPI, no dia 14 de abril (domingo), na Praça da Liberdade, conta com a intervenção “Intermitentes ou vai e vem” (grupo Teatro & Cidade), às 17h, e o espetáculo “Memórias de um Quintal” (BH), da Insensata Cia de Teatro, às 18h, além de um Quintal – espaço aberto para brincadeiras, jogos, lanche, trocas de ideias e compartilhamento de vivências entre os participantes – espaço que será montado ao longo do festival em diferentes dias na Praça da Liberdade e no Parque Municipal.

A programação do festival, que se estende ao longo de uma semana em teatros e espaços públicos, promoverá 13 apresentações cênicas (6 de BH, 3 de cidades do interior de Minas e 4 de outros estados do país), com Painel Crítico de análise dos espetáculos por convidados ao final. Serão oferecidas duas oficinas nacionias – “Jogos teatrais com objetos”, com Henrique Sichtin (Cia Truks), e “CBTIJ,  ASSITEJ  e  ITYARN:  instituições  de  fomento  ao  teatro  para  crianças e  jovens”, com Paulo Merisio (Trupe de Truões); uma palestra com o jornalista e dramaturgo Dib Carneiro Neto (SP), com o tema “Valorizando a imaginação”, e o Seminário “Arte Infância”, com comunicações de pesquisadores que investigam a arte para as infâncias.

SOBRE INSENSATA CIA DE TEATRO

O 1º FeNAPI é idealizado e realizado pela Insensata Cia de Teatro, no ano em que comemora 10 anos de existência. Fundada em 2009 a companhia vem, desde 2014, de maneira ininterrupta, desenvolvendo pesquisa dedicada ao teatro para as infâncias. “A gente defende a fruição do espetáculo pra todas as idades antes de qualquer coisa, antes da lição de moral, do desenvolvimento pedagógico, porque acreditamos que a criança compartilha de um mesmo universo que o adulto, sem hierarquia ou um distanciamento de ficar supondo o que a criança precisa”, diz Brenda Campos.

Em nossa cultura ainda prevalece uma concepção de infância que coloca a criança como incapaz, o que leva a construção de muitos tabus, do que se pode ou não fazer e discutir nas produções destinadas a tal público. “Na tentativa de quebrar com as barreiras que ainda existem entre a prática e a produção crítica e acadêmica, além das apresentações que já se caracterizam como atividade de formação de público, nas palestras, nas oficinas, bate-papos e críticas que serão desenvolvidas em parceria com críticos e pesquisadores da área, pretendemos impulsionar o pensamento crítico sobre o Teatro para as Infâncias”, diz Keu Freire.

SERVIÇO

FeNAPI – Festival Nacional de Arte para as Infâncias de Belo Horizonte

Quando: 14 a 21 de abril (domingo a domingo)

Espetáculos – Oficinas – Palestras – Painel Crítico – Seminário – Quintal de vivências

Onde:

Cine Theatro Brasil (Teatro de Câmara) – Av. Amazonas, 315 – Centro

Palácio das Artes (Sala João Ceschiatti) – Av. Afonso Pena, 1537 – Centro.

Parque Municipal – Av. Afonso Pena, 1377 – Centro.

Praça da Liberdade: Praça da Liberdade, s/n – Funcionários.

Praça Duque de Caxias: Praça Duque de Caxias, 220 – Santa Tereza.

Sesc Palladium (Grande Teatro) – Av. Augusto de Lima, 420 – Centro.

Teatro Espanca! – R. Aarão Réis, 542 – Centro.

Teatro Nossa Senhora das Dores- Av. Francisco Sales, 77 – Floresta.

UFMG (Escola de Belas Artes e Teatro Universitário): Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 – Pampulha.

Quanto: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada)

Vendas: bilheterias e sites dos teatros

Mais informações[email protected]

Inscrições para oficinas, seminários e palestras pelo formulário online disponível nas redes sociais do festival ou solicitado pelo email [email protected]

Mais informações para o público: facebook/fenapibr e @fenapi.bh

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Rizoma Comunicação e Arte

Beatriz França – (31) 9.9733.3127 e João Marcos Veiga – (31) 9.8788.4534

E-mail: [email protected]

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Quintal – 14 a 20 de abril. Mediação: Júlia Castro, Dário Marques, Cláudio Márcio e Uatatá brincadeiras

(Espaço aberto para brincadeiras, jogos e troca de ideias onde as várias infâncias se encontram. Traga seu lanche e junte-se a nós nessa manhã de convívio)

14 de abril às 19h: Praça da Liberdade

19 de abril às 11h: Praça da Liberdade

20 de abril às 14h no Parque Municipal Américo Renné Giannetti

2º Seminário Arte Infâncias – Corpos Expressivos

17 de abril às 09h: Auditório Álvaro Apocalypse – Escola de Belas Artes / UFMG

Idealização: Brenda Campos, Carla Gontijo, Keu Freire e Neide das Graças

Mediação: Profª. Dr. Neide das Graças (PPGAC UFOP)

Comunicações:

“Corpo (In)verso – Coreografia de Cordel” – Ms. Carla Gontijo (PPG EBA UFMG)

“Criação autoral no teatro para as Infâncias” – Brenda Campos (PPGAC – UFOP) e Keu Freire (Idealizadores e Coordenadores do FeNAPI – BH)

“Pandalelê CP – UFMG, Rodapião e Serelepe EBA-UFMG: experiências artísticas dedicadas às crianças” – Prof. Dr.Eugênio Tadeu Pereira (UFMG)

Painel Crítico

Buscando contribuir para o pensamento no território do teatro infantil, as apresentações serão desdobradas em textos analíticos e reflexivos através do exercício da crítica.

Compõem o corpo crítico do FeNAPI – BH:

Anderson Feliciano: Dramaturgo e Performer. Mestrando em Dramaturgia (UNA-Buenos Aires)

Clóvis Domingos – artista, professor, pesquisador e crítico teatral no site Horizonte da Cena.

Diogo Horta – Mestre em Artes pela UFMG, programador cultural do Sesc Palladium e crítico do Horizonte da Cena.

Dib Carneiro Neto – Dramaturgo, jornalista e crítico especializado em teatro infantil.

Neide das Graças – Doutora em artes pela UFMG e professora da UFOP. Pesquisa as interfaces nos campos da literatura, teatro, imagem e educação.

Carol Braga – Jornalista responsável pelo Culturadoria – Curadoria de informação sobre artes e espetáculos.

Felipe Cordeiro – Artista de teatro, crítico, editor e pesquisador. Doutorando em Literaturas Modernas e Contemporâneas pela FALE/UFMG.

As escritas críticas/reflexivas serão divulgadas durante a realização do festival nas nossas redes sociais: facebook: facebook.com/fenapibh e Instagram: @fenapi.bh

*Os textos serão divulgados durante a realização do festival nas nossas redes sociais: facebook: facebook.com/fenapibh e Instagram: @fenapi.bh

Palestra

Valorizando a Imaginação” – Dib Carneiro Neto

19 de abril às 20h: Sesc Palladium (Sala de Cinema)

Entrada gratuita. Retirada de senhas 30 minutos antes do início.

Nas peças para crianças e jovens, atuar no imaginário é mais eficiente do que o dedo em riste das lições de moral. Não é necessário invadir a imaginação da criança com as chamadas regras de conduta. Vale mais a pena, e é até mais honesto, tentar contar livremente uma história e deixar que a criança se identifique e a vivencie por si mesma. Teatro infantil não tem a obrigação de encerrar em si uma bela lição construtiva. Ele pode e deve querer “apenas” ser arte ou divertir.

Dib Carneiro Neto é um dos principais nomes do jornalismo cultural brasileiro contemporâneo. Atuante mercado da imprensa, já passou por veículos como Veja São Paulo e O Estado de S. Paulo. Dramaturgo premiado, é responsável pelo site Pecinha É a Vovozinha, portal de notícias sobre teatro infantil, do qual é fundador e editor-chefe.

Oficinas

“Jogos Teatrais com Objetos – Henrique Sitchin (Cia Truks)

Dia 15 de abril de 15h30 às 18h e 16 de abril de 08h às 11h – Teatro Universitário da UFMG (Sala Paula Lima)

Aqui o jogo é ressignificar objetos comuns, ou seja, brincar de fazer com que as coisas se transformem em outras. Ou seja, revisitar a infância, quando as coisas são transformadas poeticamente pelas crianças.

15 de abril: Profissionais, estudantes de teatro, interessados e curiosos (a partir de 16 anos)

16 de abril Crianças de 05 a 12 anos. (Os adultos que fizerem a oficina no dia anterior serão convidados a assistir)

Número de vagas: 20

Inscrições até dia 12 de abril pelo formulário disponibilizado nas redes sociais do festival ou pelo email: [email protected]

Henrique Sitchin é autor, ator e diretor teatral. Coordenador da Cia Truks – Teatro de Bonecos e Objetos, escreveu o livro “Teatro para crianças: problemáticas e solucio-lunáticas”.

 “CBTIJ,  ASSITEJ  e  ITYARN:  instituições  de  fomento  ao  teatro  para  crianças e  jovens”  – Conversa com Paulo Merisio (Trupe de Truões)

17 de abril, de 16h às 18h30, no Auditório Álvaro Apocalypse (Escola de Belas Artes / UFMG)

Público-alvo: artistas, pesquisadores,professores e interessados em geral.

Vagas: 30

Inscrições até dia 12 de abril pelo formulário disponibilizado nas redes sociais do festival ou pelo email: [email protected]

Paulo  Merisio é fundador e diretor  artístico  da  Trupe  de Truões e professor  do  curso  de  teatro da  UNIRIO  na modalidade  pedagogia  teatral. Atualmente  é  membro  da  diretoria executiva  do  CBTIJ e  da  ITYARN,  e  tem representado  o Brasil  em  diversos eventos da ASSITEJ  na última década.

APRESENTAÇÕES

14 de abril

INTERMITENTES OU VAI E VEM (Teatro e Cidade – Belo Horizonte / MG)

17h na Praça da Liberdade

Como um balão que de repente estoura. PUM! Eles surgem. Uma família? Talvez, turistas? Uma liga de super-heróis? Palhaços? Manifestantes? Caminham, ora em grupo, ora sozinhos, descobrindo, desbravando, brincando com o que há ao seu redor. Tudo é muito novo, mas estranhamente familiar. Num ir e vir descontraído, eles chamam a atenção das pessoas, com ações aparentemente comuns, mas que vão se transformando até adquirirem uma dimensão absurda ou fantástica.

MEMÓRIAS DE UM QUINTAL (Insensata Cia de Teatro – Belo Horizonte/ MG)

18h na Praça da Liberdade

Em meio a músicas e brincadeiras populares, “Memórias de um Quintal” traz à cena o duelo entre uma criança e um pardal. Manguinha sonhava em acertar um pássaro com o seu bodoque, mas sua péssima pontaria fazia dele motivo de chacota. Determinado, depois de muito treinar, finalmente consegue acertar um pardal! Mas o que sentiu nesse momento não foi exatamente a alegria que sempre esperou. A dramaturgia é livremente inspirada na obra “O Matador”, texto de Wander Piroli que se mistura com as memórias dos próprios atores, que narram e comentam seus apelidos e brincadeiras de infância.

15 de abril

DESENHO (Margô Assis e Eugênio Paccelli Horta – Belo Horizonte / MG)

14h30 no prédio de Teatro da UFMG (Sala Paula Lima)

“Desenho” é o encontro de uma bailarina com um artista plástico com o propósito de criarem juntos um espaço de ações. Através de materiais usuais como papel, barbante, fita crepe e tesoura, vão povoando o ambiente com imagens que por vezes permanecem, e em outras se transformam.

16 de abril

PROCURANDO FIRME (Coletivo Aberto – Ipatinga / MG)

14h30 no Grande Teatro do Sesc Palladium

Inspirado na obra homônima de Ruth Rocha, Procurando Firme explora a linguagem épico-dramática para o público infantil, parodiando e questionando os velhos valores do mundo das princesas. Com muita música e agilidade, introduz o pensamento feminista ao público infantil.

17 de abril

O FELIZARDO (Ovorini Carpintaria Cênica – Sete Lagoas / MG)

14h30 na Casa de Candongas

O Felizardo conta as aventuras de João, cuja felicidade maior é o desapego. Após sete anos de trabalhos, ele tem o desejo de reencontrar sua mãe. Depois de ganhar como recompensa uma barra de ouro, João se mete em diversas trocas.

18 de abril

YAGA – UMA HISTÓRIA PARA CRIANÇAS CORAJOSAS

(Severina Cia de Teatro – Pindamonhangaba / SP)

15h – Teatro Nossa Senhora das Dores

Neste espetáculo, inspirado no conto russo “Vasalisa, a sabida”, as fantasiosas lentes do olhar infantil junto às possibilidades lúdicas de um quintal conduzem suas personagens à uma aventura cheia de desafios, suspense e magia rumo à casa da bruxa Baba Yaga.

PEQUENICES (Consonante Cultura – Porto Alegre/ RS)

18h no Palácio das Artes – João Ceschiatti

É uma peça interativa de dança voltada para público infantil que nasce de uma intensa e potente convivência com as crianças. Nossos encontros, destinados à experimentação com dança, foram matéria e inspiração para este trabalho. O tema “viagem” é o mote que conduz a apresentação e, como um jogo, a proposta convida as crianças a literalmente “viajar nessa dança”, ou seja, os pequenos e pequenas tornam-se também protagonistas da peça. Em cena, participam até 15 crianças. Adultos e acompanhantes compõem a plateia e apreciam. De preferência, sem moderação.

 

19 de abril

INTERVENÇÃO COM CAIXAS DE TEATRO LAMBE-LAMBE

(Cia LuaPraRua – Teatro de Formas Animadas – Catas Altas / MG)

10h na Praça da Liberdade

A “Intervenção com caixas de Teatro Lambe – lambe” reúne três diferentes caixas: “Quintal”, “Como Água Pro Sertão” e “A Lavadeira”. Cada uma com sua encantadora história, convida o público a adentrar e se surpreender com o universo do teatro em miniatura.

MALASSOMBROS – CONTOS DO ALÉM SERTÃO (Teatro de Retalhos – Arcoverde / PE)

18h30 na praça Duque de Caxias – Santa Tereza

Dona Nina abre o terreiro de sua casa para receber todo mundo que gosta de ouvir histórias. Mas não qualquer história! As dela são de dar calafrio e arrepiar os cabelos! Mas não precisa fugir correndo, com a ajuda dos vizinhos Seu Biu e Zé das Cangas, nossa anfitriã pode acabar arrancando umas boas risadas.

20 de abril

ABENA (Cia Bando – Belo Horizonte / MG)

15h no Parque Municipal  Américo Renné Giannetti

Que Abena é uma das princesas mais belas de todo o mundo, não há quem discorde! Pretendentes de todas as partes esperavam ter sua mão em casamento. Diante de tanto cortejo o jeito foi fazer uma grande disputa! Mas o coração de Abena… Ah, o coração já estava preenchido de amor por alguém. Mas nessa disputa, quem será o vencedor?

JUVENAL, PITA E O VELOCÍPEDE (Pandorga Cia de Teatro – Rio de Janeiro / RJ)

17h00 no Teatro Espanca!

Juvenal relembra as histórias dos tempos de infância a bordo de um velocípede e na companhia da melhor amiga, a Pita. Enquanto espera a amiga chegar ao teatro, ele relembra diversas histórias dos tempos de criança: como ele recebeu o nome Juvenal, o dia em que ganhou o velocípede do tio, a paixão pelo personagem japonês Ultraman, como ele conheceu a Pita, entre outras.

21 de abril

PATUSCADA (Rafael Protzner – Belo Horizonte / MG)

15h no Cine Teatro Brasil Valourec (Teatro de Câmara)

Festa, balbúrdia, bagunça! Em um encontro festivo e divertido com o público, o ator improvisa cenas vestindo diferentes máscaras – personagens desenvolvidos a partir das máscaras do teatro balinês, o Topeng. As cenas são totalmente improvisadas e a cada apresentação tem-se um espetáculo diferente.

A FESTA DO PIJAMA (Grupo Oriundo de Teatro – Belo Horizonte / MG)

18h no Grande Teatro do Sesc Palladium

“A Festa do Pijama” é uma grande celebração ao mundo da criança, povoado por brincadeiras, disputas, histórias e estados emocionais todo próprios do universo infantil como a pirraça e o medo de assombração. Tudo revelado e vivenciado por atores em cena e com trilha sonora executada ao vivo.

Continua lendo

Últimas de Variedade

Conheça o templo dos Santos dos Últimos Dias no Brasil

• atualizado em 12/03/2019 às 20:32

A Igreja dos Santos dos Últimos dias, erroneamente conhecida como Igreja Mórmon, começa sua história no Brasil em 1913, com a chegada dos alemães Max e Amelie Zapf.

Quase 20 anos depois, foi construída a primeira capela da igreja em Joinville para receber aos 148 membros que existiam nessa época e desde então a igreja não parou de crescer.

Atualmente dos 159 templos existentes da Igreja, 6 se encontram no Brasil e se espera que nos próximos anos seja construindo um sétimo templo para atender a mais de um milhão de membros no país.

Os templos no Brasil

Um templo é o lugar mais sagrado de adoração para os membros da Igreja. Ali, além de aprenderem mais sobre o Evangelho de Jesus Cristo, os membros participam em cerimônias sagradas.

Templo de São Paulo – Foto: Divulgação

Templo de São Paulo

Foi inaugurado em 30 de outubro de 1978 e foi o primeiro templo da igreja que foi construído no Brasil e em toda América do Sul. Está localizado na Avenida Professor Francisco Morato, 2390, Caxingui.

O Templo possuí duas salas de ordenações e quatro salas de selamento, e tem uma área total de 5.504 m2.

Templo de Recife

Foi inaugurado faz 19 anos e se encontra na rua Dr. José de Góes, 280, Parnamirim. Foi o segundo Templo construído no país e conta com 3.460 m2 de construção, dois salões para as ordenações e três salões de selamento matrimonial.

Templo de Porto Alegre

Foi inaugurado dois dias depois do de Recife, em 17 de dezembro de 2000 e é o terceiro Templo no país. Está localizado na Rua General Salvador Pinheiro, 50, sobre uma colina no distrito de Vila Jardim.

Foi construído com granito branco extraído do estado do Ceará e conta com dois salões para as ordenações e dois salões de selamento matrimonial.

Templo de Campinas

Está localizado na Rua James Esdras Faust, 400, Notre Dame desde o dia 17 de maio de 2002. O terreno do templo conta com 2.5 hectares e 4,470 m2 de construção. Possui quatro salões para as ordenações e três salões de selamentos matrimoniais. Foi o quarto templo construído no Brasil.

Templo de Curitiba – Foto: Divulgação

Templo de Curitiba

Está localizado na Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 3641, Mossunguê e desde o dia 1 de junho de 2008. Tem um total de 2.590 m2 de construção sobre um terreno de 4,4 hectares e conta com dois salões para as ordenações e dois salões de selamentos matrimoniais.

Templo de Manaus

O sexto Templo no país está localizado na Avenida Coronel Teixeira, 3162, Ponta Negra e foi inaugurado no dia 12 de junho de 2012. Tem aproximadamente 3.000 m2 de construção e uma altura total de 38,4 metros.

Tem apenas um pináculo onde está localizada a tradicional estátua dourada de Moroni, com quatro metros de altura. Foi construído em uma propriedade de 3,2 hectares. Conta com dois salões para ordenações SUD com capacidade para 84 pessoas e dois salões de selamentos matrimoniais.

Templo de Fortaleza

Atualmente está sendo construído e será o sétimo templo no país. Ainda não se sabe a data de inauguração.

O edifício contará com apenas uma torre e uma cúpula construída sobre uma colina ligeiramente ascendente para oferecer lindas vistas da cidade. O projeto para a construção também inclui a instalação de um edifício de residências para patronos viajantes de longas distâncias, uma capela e um edifício de manutenção.

Quem pode entrar nos templos

Como mencionamos anteriormente, os templos não estão abertos ao público. Mas por um tempo, especialmente quando os templos foram recém construídos, existem “open houses”. Durante esses eventos as pessoas de todas as idades e religiões são bem-vindas para entrarem e andarem no templo.

Uma vez inaugurado, a entrada ao templo está reservada aos membros que se comprometeram a viver o evangelho de Jesus Cristo e que estão preparados para participar das ordenações, embora os terrenos ao redor do templo permaneçam abertos ao público. Para entrar, os membros são recebidos na entrada onde apresentam um cartão certificado pelo chefe da Igreja local.

O vestuário dos templos

Os membros da Igreja que entram no templo devem mudar de roupa para uma roupa branca antes de participar dos serviços do templo. Essa mudança de roupa serve como uma lembrança de que estão entrando em um lugar sagrado. O vestuário branco simboliza a pureza, enquanto que se vestir igual no templo cria um sentido de unidade e igualdade.

A diferença entre um templo e uma capela

Os centros de reuniões regulares (capelas) são utilisadas para os serviços de adoração dominicais e as atividades diárias, como grupos juvenis, eventos sociais e eventos esportivos. Esses estão abertos ao público em geral e os visitantes podem observar ou participar, diferente dos templos.

Devido ao crescimento da Igreja, várias pessoas se perguntam sobre o que os Santos dos Últimos Dias acreditam; se você também tem essa dúvida te convidamos a visitar o página na internet.

Continua lendo