Uma força-tarefa formada pela Secretaria de Fazenda, Ministério Público Estadual, Advocacia-Geral do Estado e Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (30/4), 14 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte.
As ordens expedidas pela Justiça foram cumpridas durante mais uma operação de combate à sonegação fiscal e concorrência desleal desenvolvida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA).
Desta vez, o alvo da operação foi o grupo Baby, que atua no comércio de roupas infantis e tem lojas em vários shoppings da capital mineira. Segundo investigações, o grupo acumula uma dívida tributária de mais de R$ 9 milhões, decorrente do não pagamento do ICMS.
O levantamento feito pelo CIRA aponta ainda a existência de um esquema que usa ‘laranjas’ para a abertura de empresas de fachada para onde é transferido o faturamento das empresas inadimplentes.
Além disso, para proteger o patrimônio acumulado pelos verdadeiros sócios, foram criadas empresas de participação que receberam vários imóveis em operações simuladas de compra e venda. Os mandados de busca e apreensão incluíram as residências desses sócios.
A operação teve a participação de 35 servidores da Receita Estadual, três promotores de Justiça, três delegados e 29 agentes da Polícia Civil.
O Por Dentro de Minas não conseguiu contato com o Grupo Baby.
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