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Conforme explicou o Chefe do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Delegado-Geral Rogério de Melo Franco, tanto vítima quanto suspeito eram moradores em situação de rua e comercializavam drogas na região da rodoviária.
Durante declarações prestadas à PCMG, o suspeito alegou que dias antes do crime teria repassado a quantia de R$ 86 para André, decorrente da venda de entorpecentes, a fim de que entregasse o dinheiro ao traficante para o qual trabalhavam. Segundo Marco Túlio, a vítima ficou com o dinheiro para si, alegando aos demais traficantes da região que o suspeito teria embolsado o valor arrecadado. Diante dessa informação, outros criminosos da região aconselharam que o suspeito deixasse aquele local. Todavia, Marco Túlio foi tirar satisfação com a vítima, mas Andre ordenou que o suspeito fosse embora. O suspeito terminou suas declarações, informando que ao se afastar, viu dois homens se aproximarem da barraca de André, com quem não teria tido mais contato.
Entretanto, segundo as investigações, Marco Túlio seria o executor do assassinato. Ele teria desferido diversas facadas no tórax, abdômen e perna da vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Participaram das investigações o Delegado Rodrigo Otávio Rodrigues, o subinspetor Wellington Nascimento, o escrivão Alexandre Mendes e os investigadores Guilherme Domingos, Harlen Alencar e Guilherme Barbosa.
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