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Polícia prende suspeito de esfaquear homem até a morte no centro da capital

Suspeito de executar morador de rua foi preso horas depois do crime

• atualizado em 28/06/2018 às 11:09

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Menos de 12 horas após o homicídio do morador em situação de rua André Luiz de Morais, 42 anos, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu o suspeito de ser o executor do crime. Marco Túlio da Silva, de 39, é investigado por esfaquear a vítima até a morte, na madrugada do último domingo (24), na Avenida Dom Pedro II, região Noroeste da capital.

Conforme explicou o Chefe do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Delegado-Geral Rogério de Melo Franco, tanto vítima quanto suspeito eram moradores em situação de rua e comercializavam drogas na região da rodoviária.

Durante declarações prestadas à PCMG, o suspeito alegou que dias antes do crime teria repassado a quantia de R$ 86 para André, decorrente da venda de entorpecentes, a fim de que entregasse o dinheiro ao traficante para o qual trabalhavam. Segundo Marco Túlio, a vítima ficou com o dinheiro para si, alegando aos demais traficantes da região que o suspeito teria embolsado o valor arrecadado. Diante dessa informação, outros criminosos da região aconselharam que o suspeito deixasse aquele local. Todavia, Marco Túlio foi tirar satisfação com a vítima, mas Andre ordenou que o suspeito fosse embora. O suspeito terminou suas declarações, informando que ao se afastar, viu dois homens se aproximarem da barraca de André, com quem não teria tido mais contato.

Entretanto, segundo as investigações, Marco Túlio seria o executor do assassinato. Ele teria desferido diversas facadas no tórax, abdômen e perna da vítima, que não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Participaram das investigações o Delegado Rodrigo Otávio Rodrigues, o subinspetor Wellington Nascimento, o escrivão Alexandre Mendes e os investigadores Guilherme Domingos, Harlen Alencar e Guilherme Barbosa.

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Quatro pessoas morrem em acidente na MG-259, em Governador Valadares

Acidente envolveu um ônibus, um caminhão e dois carros de passeio

• atualizado em 07/01/2019 às 19:43

Acidente em distrito de Governador Valadares - Foto: Divulgação

Quatro pessoas – duas crianças e duas mulheres – morreram em uma acidente na MG-259, próximo a São Vítor, distrito de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, na tarde desta segunda-feira, 7.

Conforme o Corpo de Bombeiros, o acidente envolveu um ônibus, um caminhão e dois carros de passeio. A motorista perdeu o controle, invadiu a contramão e acertou um ônibus de frente. O carro capotou na pista e uma caminhonete que vinha atrás atingiu o veículo.

As vítimas fatais estavam no mesmo carro. As crianças, de 6 meses e dois anos, estavam no bebê conforto, além duas mulheres Três pessoas que estava na caminhonete também ficaram feridas.

Uma adolescente de 16 anos foi socorrida em estado grave. A motorista do ônibus também sofreu ferimentos leves. Os feridos foram conduzidos por ambulâncias do Samu e Corpo de Bombeiros ao Hospital Municipal de Valadares.

Acidente em distrito de Governador Valadares – Foto: Divulgação

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Telhado de casa desaba e deixa dois soterrados em Vespasiano, na Grande BH

Homem trabalhava no imóvel quando ocorreu o acidente

Feridos foram socorridos por populares e bombeiros - Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Dois homens ficam feridas após ficarem soterrados na queda de um telhado na tarde desta segunda-feira, 7, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o telhado cedeu e desabou no momento em que as vítimas trabalhavam em uma obra na residência.

Moradores da região retiraram um dos feridos dos escombros. A segunda vítima, um homem de 33 anos, foi resgatado pela equipe de socorro dos Bombeiros e encaminhado para a Upa (Unidade de Pronto Atendimento) de Vespasiano com escoriações pelo corpo.

Ainda não há identidade dos soterrados e o estado de saúde deles não haviam sido divulgados.

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Disque Denúncia 181 completa 11 anos com mais de 812 mil denúncias recebidas

População contribuiu para a prisão de 193 mil pessoas e a retirada de circulação de 38 toneladas de drogas; previsão é de expansão do serviço a partir deste ano

Crédito: Gil Leonardi/Imprensa MG

O 181 Disque Denúncia Unificado (DDU) está completando 11 anos de atuação ultrapassando a marca de 8,1 milhões de ligações recebidas em Minas Gerais, uma média de 736 mil por ano. Dessas chamadas, 812 mil se transformaram em denúncias apuradas pela Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar. Por meio da contribuição dos cidadãos, que repassam informações de forma sigilosa e anônima, foi possível retirar de circulação mais de 38 toneladas de drogas, entre cocaína, maconha e crack; 20,9 mil armas de fogo, como fuzis e submetralhadoras; além de realizar 193,7 mil conduções, prisões, apreensões ou recapturas de criminosos.

O balanço aponta ainda que, em 11 anos de funcionamento, foram apreendidas nas operações policiais desencadeadas devido às denúncias mais de 9,7 mil balanças de precisão e cerca de 236,6 mil unidades de munição. Graças às ligações anônimas, as polícias também apreenderam R$ 27,4 milhões em espécie, oriundos do tráfico de drogas e de jogos de azar. No que se refere à pirataria, 1,16 milhão de CDs e DVDs piratas foram recolhidos.

O 181 é um serviço gratuito, por meio do qual os cidadãos passam informações sobre crimes e sinistros de forma anônima e sigilosa. O canal de comunicação está disponível em todos os municípios mineiros e contribui de forma significativa para o trabalho das forças de segurança pública do Estado.

Para a coordenadora do DDU, Flávia Gomes, os resultados dos últimos 11 anos refletem a confiança da população mineira no serviço, que é operacionalizado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). “Um dos motivos que leva o cidadão a contribuir com o Disque Denúncia Unificado é a certeza de que sua identidade é preservada. As pessoas estão percebendo que, quando denunciam, as ações policiais dão mais resultados, e com isso acabam querendo ajudar cada vez mais”, avalia Flávia, ressaltando a importância da participação dos cidadãos para a efetividade do trabalho policial.

O crescimento da participação popular pode ser percebido na comparação ano a ano dos dados: há um aumento do número de chamadas e, consequentemente, nas denúncias geradas. Em 2008, primeiro ano efetivo de funcionamento do DDU, foram registradas 46.103 denúncias. Somente de janeiro a outubro de 2018, foram 64.467. Para 2019, a expectativa é de aumento ainda maior das denúncias, a partir do incremento nas campanhas de divulgação do serviço.

Ranking de denúncias

O tráfico de drogas é a maior ocorrência denunciada pela população. Em 11 anos, foram cerca de 503 mil denúncias desse tipo de crime, o equivalente a 61% da motivação de todas as chamadas direcionadas ao 181 no período. Em segundo lugar estão denúncias ligadas a atividades do Corpo de Bombeiros (demandas de vistorias e fiscalização, em sua grande maioria), seguida por jogos de azar e, depois, os crimes ambientais. Também entram no ranking denúncias sobre armas de fogo e munições, homicídios, maus tratos a animais, pessoas foragidas e procuradas pela Justiça, comércio ilegal, receptação e desmanche de carros, pirataria, entre outros.

Belo Horizonte, Contagem, Juiz de Fora, Uberlândia, Betim e Ribeirão das Neves são, respectivamente, os seis municípios que mais originaram chamadas ao longo dos 11 anos de atuação do DDU. Os municípios, juntos, representam 48% do total de denúncias registradas pelo serviço. No interior, cidades como Governador Valadares, Divinópolis e Montes Claros também registraram milhares de denúncias.

Balanço de 2018

De janeiro a outubro do último ano, a população mineira realizou 420.706 ligações ao DDU, que resultaram em 64.467 denúncias. Nestes dez meses, foram mais de 24,5 mil pessoas conduzidas, presas, apreendidas e ou recapturadas por meio de informações recebidas via denúncias. Além disso, foram apreendidas 2.564 armas de fogo, 25,9 mil munições e 3.580 animais silvestres.

Com relação à apreensão de drogas, o 181 possibilitou o recolhimento de 478,7 quilos de cocaína, maconha e crack entre janeiro e outubro de 2018, frente a 418,2 quilos no mesmo período do ano anterior. Também foram apreendidas 1.618 balanças de precisão, instrumento importante do tráfico de entorpecentes.

Entre os destaques mais recentes do serviço está a captura de um foragido que estava com mandado de prisão em aberto, além de um indivíduo envolvido em homicídio, pela Polícia Civil. A operação que resultou nas prisões foi realizada em novembro, após uma denúncia anônima recebida pelo 181.

Sigilo Absoluto

Com o slogan “O importante é o que você diz, não quem você é”, o DDU busca aprimorar constantemente o serviço para garantir ao cidadão que as informações repassadas aos atendentes sejam trabalhadas de forma eficiente e qualificada. As ligações são criptografadas, garantindo o sigilo do denunciante.

Para denunciar, basta ligar, gratuitamente, para o número 181, que funciona com uma central de atendimento unificada, formada por profissionais treinados e capacitados que trabalham em regime 24 horas para atender a população.

Quando o telefone chama na central, o tempo médio de espera do denunciante é de vinte segundos. Ao ser atendido, quem faz a denúncia recebe uma senha para acompanhar o andamento das investigações. As informações repassadas a um dos atendentes são registradas e encaminhadas para analistas das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros. Esses servidores analisam, classificam e incorporam à denúncia outras informações, quando já existentes em bancos de dados dessas instituições, que também auxiliam na solução de cada caso.

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