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Polícia realiza operação em Patos de Minas contra falsificação de carteiras de estudante

Inicialmente, três mandados de busca e apreensão foram cumpridos após representação embasada em levantamentos realizados pela polícia

• atualizado em 16/05/2018 às 15:24

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em Patos de Minas realizou, nessa terça-feira (15), operação na região para combate à falsificação de documentos, com foco específico em carteiras de estudantes. Foram cumpridos, inicialmente, três mandados de busca e apreensão, após representação embasada em levantamentos realizados pela PCMG.

Durante a operação, denominada “Terceiro Grau”, cinco pessoas foram conduzidas à delegacia, sendo apreendidos diversos materiais falsos. Inicialmente, foram contabilizados 1.147 casos de adulteração de carteiras de estudantes, sendo apreendidos, ainda, duas impressoras e um computador utilizados para a prática do crime e mais 754 carteiras em branco, que seriam utilizadas para novas falsificações.

O Chefe do Posto Integrado de Perícias em Patos de Minas, Reginaldo Cadete, informou que o número pode ser maior, já que, em análise preliminar, constataram-se os nomes de 24.336 supostos alunos, espalhados por todo o Brasil. O Delegado Regional, Luiz Mauro, ressaltou o empenho da equipe de policiais civis, informando que investigações como esta serão constantes, já que fomentam toda espécie de crimes. “O número surpreende. Mais ainda, o que assusta é o risco que essas próprias pessoas correm ao fornecer seus dados para estelionatários e falsificadores”, disse.

O Chefe do Departamento, Delegado Felipe Colombari, informou que as pessoas que utilizam indevidamente dos documentos falsos estão sujeitos à prisão em flagrante, sem direito a fiança. Adiantou, ainda, que a relação de fraudadores será encaminhada para a chefia do Executivo municipal e para as universidades/faculdades e Sindicato de Produtores Rurais de Patos de Minas como forma de auxiliarem na fiscalização. “São atitudes como essa que encarecem ingressos de eventos para o lazer e passagens de transporte público. Há sempre alguém que paga a conta e não pode ser a população de bem, que age dentro da legalidade”, afirmou. “Esse é mais um mecanismo que leva à corrupção generalizada e não pode ser tolerado”, alertou Colombari.

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Suspeitos de fraudes no ISS são preso pela Polícia Federal em Minas Gerais

Fraudes causaram um prejuízo de aproximadamente R$ 2,9 milhões aos cofres públicos, segundo PF

• atualizado em 19/09/2018 às 15:12

Um operação da Polícia Federal (PF) predeu três pessoas suspeitas de fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As prisões foram em Contagem, na Grande BH, e em Almenara, na Região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais.

A “Operação Alhures” teve como objetivo desarticular um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários que causaram um prejuízo de aproximadamente R$ 2,9 milhões aos cofres públicos. Foram cumpridas, também dos dois mandados de prisão temporária, um mandado de prisão preventiva em Almenara e cinco mandados de busca e apreensão – um em Contagem e quatro em Almenara.

Nas fraudes, o mentor e líder do grupo, que mora em Almenara, usava dados de segurados da Previdência Social já mortos. O grupo de estelionatários forjava o nascimento de menores e dava entrada no INSS com processos de obtenção de pensões por morte.

A quadrilha também utilizava documentos falsos por pessoas aliciadas pela quadrilha para se passarem pelas representantes legais dessas crianças fictícias.

As fraudes foram descobertas nas cidades mineiras de Almenara, Itaobim, Araçuaí, Ibirité, Vespasiano, Sabará, Caeté, Betim e Belo Horizonte; e nos municípios baianos de Itabela e Eunápolis.

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Cinco pessoa morre em acidente na BR-040, em Conselheiro Lafaiete

Vítimas fatais estava em um carro que capotou e parou em uma ribanceira

Foto: Via 040/Divulgação

Mais um grave acidente foi registrado na BR-040. Desta vez, cinco pessoas em um acidente envolvendo uma carreta e dois carros ocorreu na manhã desta terça-feira, 18, próximo a Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal  (PRF), os dois carros foram atingidos pela carreta no km 624 por volta de 9h, com isto, foram arremessados para fora da pista e caiu em uma ribanceira.  Testemunhas contaram que a carreta atingiu a traseira de um Uno que invadiu a contramão e bateu de frente com outro carro que vinha no sentido contrário.

Viaturas do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Via 040, concessionária responsável pela rodovia, foram ao local socorrer às vítimas que foram levados para o Hospital São José, em Conselheiro Lafaiete.

As cinco pessoas que morreram na hora estava em Logan que capotou após serem atingidos. A perícia da Polícia Civil e o carro do Instituto Médico Legal (IML) foram chamados.

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Cassino na Cidade Administrativa?

• atualizado em 19/09/2018 às 08:41

Foto: Osvaldo Afonso/Imprensa-MG

Já imaginou um cassino funcionando na Cidade Administrativa de Belo Horizonte? A notícia passou um pouco despercebida, mas essa pode ser uma solução de futuro para um problema do presente.

O grande projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, desenhado para ser a sede do governo de Minas Gerais, está dando cada vez mais despesa. Em fevereiro de 2018, o governador Fernando Pimentel (PT) anunciou que o edifício Tiradentes seria desativado para diminuir os custos. E em julho, o site O Tempo acusou Pimentel de ter fornecido números errados quanto aos gastos com ar condicionado, em declarações recentes; o PT mineiro respondeu que o conjunto é um “elefante branco com custos injustificáveis” e que o prejuízo é tanto que é fácil alguém se enganar sobre seus números.

A notícia

No final de março de 2017, a notícia de que a Cidade Administrativa poderia virar cassino surgiu na mídia mineira e nacional. Em meio ao ambiente favorável à liberação dos cassinos, surgiu a hipótese de a Cidade Administrativa poder vir a receber um estabelecimento desse gênero no futuro. Os custos de manutenção da estrutura (e o fato de não estar sendo aproveitada em sua totalidade) estariam pesando na decisão e poderiam favorecer um negócio bom para todas as partes.

Para o governo estadual, seria uma forma de conseguir receita e mudar sua estrutura para algo mais modesto; para os investidores, a possibilidade de conseguir um edifício com características únicas. Em termos de patrimônio, seria até benéfico que esse conjunto arquitetónico arrumasse um jeito de ser devidamente utilizado.

A questão dos jogos de azar

Pelo menos desde 2015 que vem se falando com renovada insistência na liberação dos jogos de azar. Um novo projeto de lei vem sendo debatido em Brasília. A própria notícia da Cidade Administrativa saiu pouco tempo antes do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, receber um magnata de Las Vegas (o famoso Sheldon Adelson, um dos 25 homens mais ricos do mundo de acordo com a revista Forbes).

Até ao momento, e devido à forte oposição – com raízes históricas bem fundas e compreensíveis – de grandes setores da opinião pública brasileira, não foi possível reverter a lei atual. Os brasileiros podem apenas acessar plataformas de jogos online como o casino.netbet.com que, por estarem baseadas no exterior, estão fora do alcance da lei nacional. Mas há fortes motivos para pensar que esse cenário será alterado. Se o próprio prefeito Crivella, defensor dos valores conservadores, se mostra disponível para isso, as resistências serão cada vez menores.

A possibilidade e a ironia histórica

Belo Horizonte acolheu, no passado, um cassino projetado por Oscar Niemeyer, o cassino da Pampulha, que reunia a alta sociedade mineira na década de 1940. Depois de seu encerramento, por força da proibição dos cassinos em 1946, o Cassino virou Museu de Arte, tendo essa função até hoje.

Se esse projeto avançar, será uma ironia histórica bem curiosa. Belo Horizonte voltará a ter um cassino projetado por Oscar Niemeyer. Entretanto, o edifício que ele projetou para essa finalidade será outra coisa, enquanto o edifício que ele projetou para outra finalidade virará um cassino.

*esse conteúdo não representa a opinião do portal

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