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Tragédia de Mariana: moradores sofrem com depressão e outros problemas de saúde

Ainda se espera pelo reassentamento, pela indenização, pelo rio límpido, cujas ações de reparo, complexas, enfrentam atrasos e obstáculos que desafiam os órgãos envolvidos.

Por Dentro de Minas - Google News (pordentrodeminas - googlenews)

• atualizado em 26/04/2020 às 11:55

Ruínas em Paracatu de Baixo, distrito de Mariana, após dois anos da tragédia do rompimento da Barragem de Fundão da Samarco – Foto: José Cruz/Agência Brasil


Há dois anos, a folha do calendário das casas de dois distritos de Mariana e um de Barra Longa, em Minas Gerais, foi virada pela última vez. O dia 5 de novembro de 2015 se eternizou nas paredes das casas que ficaram de pé em Bento Rodrigues, Paracatu e Gesteira. Desde então, a vida dos atingidos pela lama da mineradora Samarco está suspensa – 730 dias depois do rompimento da Barragem de Fundão, ainda se espera pelo reassentamento, pela indenização, pelo rio límpido, cujas ações de reparo, complexas, enfrentam atrasos e obstáculos que desafiam os órgãos envolvidos.

A espera e a mudança brusca de vida se tranformam em depressão nas comunidades. Algumas pessoas não viveram para testemunhar as mudanças. Seus parentes apontam a tristeza como o agente catalisador dos problemas de saúde. São os novos mortos da tragédia de Mariana. A Agência Brasil e a Rádio Nacional apresentam nos próximos dias uma série de reportagens sobre a situação nas áreas atingidas pela lama, tragédia que completa dois anos no próximo domingo (5).

SAIBA MAIS

Vilarejos para reassentar vítimas da tragédia de Mariana não saíram do papel

“Meu pai morreu de tristeza”

Enquanto faz arroz na cozinha da casa alugada e mobiliada pela mineradora Samarco, na sede do município de Mariana, em Minas Gerais, Leonídia Gonçalves, de 46 anos, lembra que um dos maiores prazeres do pai, de 67 anos, Alexandre, era tocar moda de viola e jogar baralho todas as noites, no bar de Paracatu de Baixo. As filhas dela, gêmeas, brincavam na rua quando queriam. Todos moravam lado a lado, já que, ao se casar, Leonídia construiu sua casa no terreno do pai. Agora, essa é uma lembrança que não se repetirá nem mesmo quando a família for reassentada na nova Paracatu, que deve ser construída como reparação. Alexandre morreu em março deste ano, de infarto.

Leonídia Gonçalves, de 46 anos, na cozinha da casa alugada e mobiliada pela mineradora Samarco, em Mariana, dois anos após a tragédia do rompimento da Barragem de Fundão – Foto: José Cruz/Agência Brasil

A agricultora tem a convicção, no entanto, de que a causa verdadeira da morte é a depressão. Seu pai foi diagnosticado e chegou a tomar medicamento para tentar reverter a doença. “A gente era feliz. Tinha de tudo. Hoje, tá todo mundo distante. Lá era todo mundo família, era um na casa do outro, à noite a gente ficava na rua, não tinha perigo de nada. E chegando à cidade agora, a gente se assusta,”, relata, ao falar sobre a mudança de hábitos do meio rural para o urbano.

Quando os 39,2 milhões de metros cúbicos de rejeito avançaram pelo Rio Gualaxo do Norte (afluente do Rio Doce) e chegaram às ruas de Paracatu, um modo de vida foi soterrado. Para abrigar os moradores, a Samarco alugou residências na cidade de Mariana, de acordo com a disponibilidade do mercado, sem que as casas dos familiares ficassem próximas. Os atendidos devem aguardar até que o novo distrito seja construído.

Rio Gualaxo do Norte após dois anos da tragédia do rompimento da Barragem de Fundão da Samarco –
Foto: José Cruz/Agência Brasil

Foi assim que Alexandre e Leonídia viraram moradores de bairros diferentes. O aposentado, transferido de casa mais de uma vez, mudou também de hábitos. Não saía de casa, emagreceu de forma repentina e, hipertenso, passou a adoecer com frequência. Os filhos o levavam ao médico, mas ele não se recuperava. Ficou depressivo. E é das últimas palavras que trocou com a filha que a agricutora tira a argumentação mais forte sobre o motivo de sua morte.

“O fim de semana em que ele morreu, estava aqui comigo. À tardezinha falou: minha filha, eu não quero que vocês briguem. São seis irmãos. E não chora, não. Eu perguntei porque ele tava falando isso. “Eu sei que estou dando amolação para vocês, vocês chegam do trabalho, têm que ir lá para casa”. Eu falei: “Vem morar comigo então, perto das duas meninas”, porque ele era apaixonado por elas. Aí meu irmão levou ele embora. Às 19h30, minha irmã ligou e disse que ele tinha ido para o hospital. Quando cheguei lá, já tava morrendo. A gente culpa é essa lama”. Era dia 5 de março de 2017. No domingo, 5 de novembro, aniversário de dois anos da tragédia de Mariana, ela passará o dia nos escombros de Paracatu para lembrar os oito meses de falecimento do pai.

“Caso não é isolado”

Embora a Comissão de Atingidos da Barragem de Fundão não tenha um levantamento de todas as vítimas, o caso de depressão e morte pós-desastre de Alexandre Gonçalves não é o único. Quando a reportagem pediu para se lembrarem de histórias semelhantes, citaram pessoas – sobretudo idosos – que morreram nos últimos dois anos, normalmente depois de sintomas que os levam a acreditar que a causa foi a tristeza.

Na própria família de Leonídia, há casos de agravamento de doenças que ela atribui à lama. Sua sogra atualmente está internada em Ouro Preto por causa de um problema no coração. Sintomas como medo de sair de casa, tristeza profunda e constante e esquecimento de fatos recentes estão nos relatos da maioria das pessoas ouvidas pela reportagem. Como no caso de Marino D’ângelo Júnior, de 47 anos, morador de Paracatu de Cima e membro da Comissão de Atingidos.

“Fiquei um tempo sem aguentar trabalhar, porque tive depressão. Hoje eu tomo dois antidepressivos, o que aumentou minha glicose. Fiz exame e chegou a dar diabetes, estou esperando para ver se vou ficar mesmo. Mas, antes de tomar esses remédios, eu só chorava”, conta. “Depois do rompimento, a gente tem que aprender a viver de novo. E o pior é que, além de passar por tudo, você tem que lutar para conseguir as coisas”.

Mariana (MG) – Reunião de membros da Comissão de Atingidos com moradores de Paracatu, dois anos após a tragédia do rompimento da Barragem de Fundão, da mineradora Samarco – Foto: José Cruz/Agência Brasil

Preconceito

Existe ainda o sofrimento causado pelo preconceito. São muitos os relatos de hostilidades sofridas pelos atingidos que foram morar em Mariana. Luzia Nazaré Mota Queiroz, de 52 anos, moradora de Paracatu de Baixo,“vendia sonhos” em uma loja de noivas da cidade de Mariana antes da tragédia. Ela saiu do emprego porque não aguentava mais ouvir comentários de clientes.

“Eu tinha que estar sempre sorridente, alegre. Com o tempo, as pessoas entravam na loja e diziam: ‘eu não aguento mais esse povo falando da barragem’. Tinha uns que diziam que a gente era folgado”. Segundo Luzia, a dona da loja a apoiou, mas ela optou por pedir demissão. “Ou eu vou sofrer alguma coisa, ou a senhora vai sofrer alguma coisa. Ela relutou, mas depois entendeu”, disse.

“Pessoas que moram em Mariana acham que os atingidos se aproveitam da situação. Porque a Samarco é quem move a economia da cidade, é quem gera emprego. Mas a gente não construiu barragem para romper em cima da gente”, argumenta Marino D’ângelo.

O desemprego em Mariana passou de 20%. Há placas na cidade pedindo a volta da Samarco. O prefeito Duarte Júnior (PPS) afirma que 89% da receita do município vêm da mineração e da arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que caiu de R$ 11 milhões para R$ 8 milhões. Ele projeta nova queda, para R$ 6,5 milhões, no próximo ano, quando a Samarco, até hoje com atividade paralisada, zera o pagamento do imposto.

Mariana (MG) – Luzia Nazaré Mota Queiroz, de 52 anos, moradora de Paracatu de Baixo, durante reunião da Comissão de Atingidos, dois anos após a tragédia do rompimento da Barragem de Fundão, da mineradora Samarco – Foto: José Cruz/Agência Brasil

O prefeito respondeu ao questionamento da Agência Brasil sobre o motivo pelo qual essa dependência não foi reduzida antes da tragédia. “Quando assumimos, começamos a pensar em um distrito industrial. Mas, o que realmente acontece é que Mariana sempre foi uma cidade muito rica. Então, era muito mais interessante você receber esse dinheiro que vinha e gastar sem ter que se preocupar. Ninguém nunca se preocupou com a possibilidade de a mineração acabar, então ninguém tomava a primeira atitude. Tivemos que tomar esse tapa na cara”.

Atendimento psicológico

A Fundação Renova, criada para desenvolver as ações de reparação e compensação dos estragos provocados pelo rompimento de Fundão, não dispõe de um levantamento de pessoas atingidas que estão em depressão ou morreram durante esses dois anos, mas pretende fazer um estudo sobre o tema. É o que diz Albanita Roberta de Lima, líder do Programa Saúde de Bem-Estar Social da instituição, financiado pela Samarco e orientado por um Comitê Interfederativo (CIF), composto por órgãos públicos e a sociedade civil.

Albanita argumenta também que existe um serviço disponível aos atingidos para trabalhar com a questão da saúde mental. “Desde o dia do rompimento, já foi disponibilizado um conjunto de profissionais, que vão de médicos a psiquiatras, primeiro contratado pela Samarco e depois pela fundação”, diz. “A gente entende que é um sintoma normal, porque mexemos com a vida dessas pessoas. Elas foram tiradas da sua vida, do seu cotidiano, e isso precisa ser reparado. É preciso lembrar que determinadas pessoas têm mais dificuldade para superar esse, vamos dizer assim, inconveniente que ocorre em sua vida”.

A Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) vai desenvolver o projeto Prismma, para pesquisar a situação da saúde mental das famílias atingidas pela tragédia. A equipe estará em Mariana entre os dias 15 e 17 de novembro para aplicar um questionário a 1,2 mil vítimas.

Sofrimento será cobrado na indenização, diz promotor

O promotor do Ministério Público de Minas Gerais, Guilherme Meneghin, atua em ações e acordos extrajudiciais para garantir os direitos dos moradores de Mariana. Ele diz que existe uma complexidade na questão, por não existir a causa de morte por depressão, mas confirma que os casos de sofrimento mental são comuns. Não só pelo trauma que viveram há dois anos, mas pelas consequências de mudança de moradia do meio rural para o urbano, as confusões com o cadastro de atingidos e o atraso na construção dos reassentamentos.

“Tivemos uma audiência na semana pessada, em que metade das pessoas era idosa e não foi contemplada com os auxílios. Várias delas desmaiaram. Saíram chorando da audiência. Quem era contemplado, de emoção. Quem não era, de profundo ultraje”, relata.

A Samarco e suas acionistas Vale e BHP Billiton, além da companhia contratada VogBR e 22 pessoas, entre dirigentes e representantes, já respondem a um processo criminal pela morte das 19 vítimas de 5 de novembro de 2015. A acusação é de homicídio com dolo eventual. A ação é de responsabilidade do Ministério Público Federal.

De acordo com o promotor do MPMG, Guilherme Meneghin, é difícil enquadrar as mortes de atingidos com depressão no contexto criminal, mas é possível atuar na área cível. “Esse sofrimento será cobrado na indenização”.

Até agora, os custos com velório e o enterro do pai de Leonídia foram da família. Segundo ela, nunca receberam uma ligação para manifestar pesar pela morte de Alexandre. Mas Leonídia diz que não quer nada disso. Seu maior desejo é ir embora da cidade. “A única coisa que quero é que eles entreguem minha casa. A de todo mundo. Eles têm que agilizar a compra do terreno. Aqui tem muita família que não está feliz. Eu quero ir embora. A gente era muito feliz”, repete durante a entrevista.

MF Press Global

Do Brasil para o mundo: Instituto Nossa Missão leva ajuda para apátridas da República Dominicana

Por

Reprodução / MF Press Global

Em 2019, quatro amigos se reuniram com o objetivo de cuidar de pessoas vulneráveis e em situação de risco, realizando obras de caridade em Brasília. Assim surgia o Instituto Nossa Missão, que hoje atua no Distrito Federal cuidando de menores e na República Dominicana em um trabalho desenvolvido com apátridas naquele país.

Erika Helenn, diretora do Instituto, revela um pouco da história do Instituto: “Motivados por preceitos e valores cristãos, nos unimos em prol daqueles que estão à margem da sociedade. Por isso a logo do Instituto possui quatro corações: um verde que simboliza esperança e saúde, um azul que passa serenidade, harmonia e amizade, um amarelo simbolizando otimismo e alegria e um coração laranja simbolizando sucesso, e por fim a cor branca da paz.

Atuação Internacional

Os diretores do Instituto Nossa Missão vão à República Dominicana a cada 4 meses para levar mais doações e ficarem mais próximos desse projeto, que começou durante a primeira visita de Erika Helenn e seu esposo Fause Nabil El Haje ao país caribenho: “presenciamos o preconceito e a segregação étnica, manifestos no racismo e na discriminação que afeta dominicanos de ascendência haitiana e os haitianos que vivem naquele país. Muitos meninos e meninas, que nasceram nas províncias da República Dominicana, quando tentam tirar seu registro civil para obter a sua cédula de identidade, os oficiais lhe negaram porque seus pais eram haitianos, negando-lhes os direitos civis”, relata a diretora do Instituto.

Segundo a ONG, apesar de o Estado dominicano reconheceu como cidadãos dominicanos, os filhos e filhas nascidos em seu território de pais estrangeiros, sem importar seu status migratório, essas pessoas se depararam com uma sentença do Tribunal Constitucional da República Dominicana que transformou da noite para o dia mais de 200 mil pessoas sem pátria.
Segundo dados da Anistia Internacional, a República Dominicana está entre os cinco países do mundo com mais pessoas apátridas: cerca de 250.000, por serem descendentes de haitianos.

Projeto Filhos do Acaso

O projeto Filhos do Acaso, desenvolvido pelo Instituto Nossa Missão na República Dominicana consiste em atender as crianças apátridas e suas famílias descendentes de haitianos ou haitianos imigrados recentemente para lá em situação de extrema pobreza e vulnerabilidade social: “Essas famílias vivem em casas feitas de latas, onde não há o mínimo de saneamento básico e nem consumo de água potável”, relata Erika.

Como ajudar?

O Instituto Nossa Missão entrega cestas básicas para essas famílias, doação de roupas e calçados principalmente para as crianças, vitaminas, kit dental e sabonete para higiene das mãos antes das refeições e após fazerem suas necessidades fisiológicas. Também fazem a doação de anticoncepcionais para as mulheres da comunidade, atuando no planejamento familiar.

Para fazer doações é possível entrar em contato pelo site http://www.institutonossamissao.com.br

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Notícias

Culturadoria lança curso Divulgação de Negócios Criativos

• atualizado em 06/04/2020 às 13:20

Foto: Carol Braga – Crédito: Arthur Senra 

TURMA #1

A constante transformação do cenário da comunicação exige atualizações periódicas, tanto de técnicas como de pensamento sobre o funcionamento das principais mídias da atualidade. Pensando em capacitar cada vez mais os diversos setores da área cultural afetado pela crise, o Culturadoria, por meio do Culturadoria Lab, expande sua atividade e lança o primeiro curso on-line do portal voltado para a Divulgação de Negócios criativos. As aulas serão on-line e ao vivo, por meio da plataforma Zoom, nos dias 14 e 15 de abril, entre 15h e 17h15.

Divido em dois módulos, o objetivo é capacitar profissionais da cadeia criativa para o uso estratégico das ferramentas disponíveis para comunicação digital. O conteúdo ministrado pela jornalista Carol Braga, é voltado para o crescimento de negócios em redes sociais nas áreas da moda, artesanato, mídias, editorial, gastronomia, serviços culturais em geral, música e artes cênicas.

“Percebemos que neste contexto de crise a divulgação por meio dos canais digitais é ainda mais importante. Reuni a experiência como jornalista na área e também como consultora de comunicação no Sebrae para oferecer um conteúdo especializado para quem vive de produzir cultura”, explica Carol.

Além de um momento dedicado à compreensão teórica sobre o que caracteriza as lógicas de comunicação na contemporaneidade, o curso também prevê uma efetiva parte prática. Ou seja, com o auxilio de Carol Braga, os participantes vão planejar o conteúdo paras próprias redes sociais além de definir as estratégias de ação nos respectivos espaços digitais.

Sobre o Culturadoria Lab
O curso “Divulgação de Negócios Criativos” é também a primeira ação do Culturadoria Lab. O projeto educacional é um laboratório de desenvolvimento de habilidades sócioemocionais e ampliação de repertório para criatividade. Além disso, também é um espaço de formação na área de comunicação digital.
Com mais de 20 anos de experiência em comunicação, com passagens por veículos como Rádio Guarani, TV Alterosa e Jornal Estado de Minas, Carolina Braga fundou o Culturadoria em 2016. É um projeto de curadoria de informação sobre artes e espetáculos, que inicia a expansão para a área da educação para criatividade. É multiplataforma, composto pelo site www.culturadoria.com.br, hospedado do Portal Uai, perfis no Instagram, Facebook e Twitter além de um canal no YouTube. Culturadoria também é uma coluna apresentada por Carol Braga na Rádio CBN-BH.

Sobre Carol Braga
Carolina Braga é jornalista cultural desde 2001, com experiências na Rádio Guarani, TV Alterosa e como repórter e crítica do caderno de cultura do Jornal Estado de Minas. Colaborou com veículos como Revista Bravo e Correio Braziliense. É professora nos cursos de comunicação do UNI-BH e consultora no Sebrae-MG.

É doutora em Comunicação e sociabilidade contemporânea pela Universidad Autónoma de Barcelona em convênio com a UFMG, mestre em Jornalismo e novas linguagens também pela Universidad Autónoma de Barcelona e pós-graduada em Crítica de música pop e cinema pela Universidad Ramon Llull, de Barcelona. Realizou estágio pós-doutoral na Universidade Federal de Minas Gerais com projeto sobre narrativas transmídia no jornalismo.

FORMATO CURSO LIVRE – DIVULGAÇÃO DE NEGÓCIOS CRIATIVOS
– 2 aulas online (ao vivo) com duas horas de duração e um intervalo de quinze minutos entre elas.
– O curso será dado na plataforma Zoom. O link de acesso será distribuído no dia da aula.
– Datas e horários: 14 e 15 de abril das 15h às 17h15.
– Investimento: R$ 89.90 (preço promocional) https://www.sympla.com.br/divulgacao-de-negocios-criativos-com-carol-braga__831128

Conheça o conteúdo programático do curso

DIA 01 – 2h com intervalo de 15 min – 15h às 17h15
>> Introdução
Por que as redes sociais são fundamentais para os negócios criativos?
Entendendo as lógicas de comunicação para fazer uso delas;
>> Ecossistema midiático contemporâneo
História das mídias sociais
Características predominantes Instagram, YouTube, Twitter, Facebook, WhatsApp

DIA 02 – 2h com intervalo de 15 min – 15h às 17h15
>> Planejamento estratégico para redes sociais
O que são algoritmos: de que forma isso afeta meu negócio criativo?
Criação de conteúdo
Planejamento Editorial
Estratégias de engajamento em textos, fotos e vídeos
>> Métricas
Métricas específicas dos principais canais
Análise de desempenho, relevância e envolvimento

SERVIÇO
O QUE: CURSO “Divulgação de negócios criativos”, com Carol Braga
QUANDO: 14 e 15 de abril, das 15h às 17h15
QUANTO: Investimento: R$ 89.90 (preço promocional) (https://www.sympla.com.br/divulgacao-de-negocios-criativos-com-carol-braga__831128)
ONDE: Online, por meio de plataforma Zoom

Para agendamento de entrevistas:
(31) 98761-0144 ou pelo e-mail [email protected]
Thiago Fonseca

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Economia

Empresária de Belo Horizonte lança plataforma de cursos para especialização em beleza e estética

• atualizado em 30/03/2020 às 16:56

Foto | Crédito – Fotógrafa Marcele Valina. 

Amanda Dâmaso é a criadora do Aprenda Beleza, que surgiu da vontade de empoderar mulheres que querem empreender no ramo da beleza

Das boas experiências que vivemos podem surgir ótimas ideias. Mas, daquelas situações que complicam nossa vida e trazem certo desconforto, também é possível tirar lições importantes e até o estímulo que faltava para iniciar um projeto novo. Após algumas mudanças de vida pessoal e profissional, Amanda Dâmaso, decidiu criar a plataforma de cursos ‘Aprenda Beleza’.

De acordo com a empresária, o projeto surgiu da vontade de empoderar mulheres que querem empreender no ramo da beleza. “Uma mulher empoderada passa por diversos desafios diários para alcançar os seus objetivos. O nosso foco, além de ampliar os horizontes e expandir o conhecimento, nossa missão é tornar as mulheres cada dia mais independentes e fortalecer cada vez mais o mercado de trabalho feminino”, explica.

Amanda também ressalta que os cursos online são para todos os públicos e é uma maneira fácil e prática de adquirir conhecimento. “As professoras são mulheres capacitadas, renomadas e que possuem experiência no mercado. Outro ponto importante é o preço acessível, ou seja, alinhamos qualidade e preço”, diz.

Dâmaso reforça que o projeto para este ano é levar o curso para toda a América Latina. Já a expectativa para 2021 é expandir o projeto para outros países. “O projeto é levar os cursos para o Canadá e Estados Unidos. Para isso, já estamos gravando os cursos em inglês e preparando todo o material”, finaliza.

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