A Justiça condenou um investigador acusado de integrar uma organização criminosa que atuava na exploração ilegal de jogos de azar na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A denúncia foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial de Nova Lima.
De acordo com as investigações, o policial exercia papel estratégico no esquema ao receber propina do líder da organização para não apreender máquinas de caça-níqueis. Além disso, ele participava de reuniões com outros envolvidos e recebia valores indevidos para realizar operações direcionadas, apreendendo equipamentos pertencentes a grupos rivais e favorecendo o grupo criminoso.
O investigador também utilizava sua função pública para repassar informações sigilosas ao chefe da organização, garantindo vantagem indevida e dificultando a ação das autoridades contra o esquema.
A condenação é um dos desdobramentos da Operação Hexagrama, iniciada em 2020 com o objetivo de desarticular uma organização voltada à exploração de jogos de azar, além de apurar crimes de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na Grande BH.
A operação foi realizada em três fases e contou com o apoio do Batalhão Rotam, da Corregedoria-Geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), do Corpo de Bombeiros Militar e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil.
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