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Grupo suspeito cometer estelionato é preso em flagrante em BH

Quatro pessoas foram presas durante operação
Grupo suspeito cometer estelionato é preso em flagrante em BH - Foto: Divulgação/PCMG
Grupo suspeito cometer estelionato é preso em flagrante em BH – Foto: Divulgação/PCMG
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  1. As prisões

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), na quinta-feira (30/9), prendeu em flagrante quatro suspeitos que tentavam abrir contas, com utilização de documentos falsificados, em uma agência bancária situada na região Noroeste da capital mineira. Eles foram autuados pelos crimes de estelionato, associação criminosa e uso de documento falso.

O chefe da Divisão de Fraudes, delegado Eric Brandão, ressalta a importância da parceria existente entre o Departamento de Fraudes e as instituições bancárias. “Essa parceria tem agilizado trocas de informações, possibilitando celeridade em conclusões de investigações policiais e prisão de fraudadores”, revelou.

Foram apreendidos seis telefones celulares, que serão periciados, e uma carteira de identidade em nome de terceiro.

As prisões

Os policiais civis faziam diligências de campo e monitoramento, no sentido de verificar informações sobre possíveis estelionatários que estariam tentando abrir contas falsas em bancos de Belo Horizonte, com utilização de documentos em nomes de terceiros.

Em determinado momento, a equipe da PCMG realizou a abordagem de um dos suspeitos, já no interior do estabelecimento bancário, o qual teria se identificado com um documento falso. Após busca pessoal, foi encontrada a real identificação do indivíduo. Ao ser indagado sobre o documento falso, o investigado confirmou que o utilizaria para abertura de conta na mencionada agência.

Os outros três envolvidos esperavam para buscar o homem, dentro de um veículo, nas proximidades do banco.

Os suspeitos têm 54, 49, 29 e 27 anos de idade. O homem de 54 anos já possui passagens pelos crimes de receptação, falsificação de documento público e uso de documento falso. Já o de 27 anos possui passagens por porte ilegal de arma de fogo e violência doméstica.

A ação foi realizada pela equipe da 2ª Delegacia Especializada em Investigação a Fraudes (DEIF).

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