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Composições – uma história fotográfica do Jazz em BH
8 de janeiro de 2020 | 08:00 - 15 de fevereiro de 2020 | 17:00
GratuitoDe 08 de janeiro a 15 de fevereiro no SESI Museu de Artes e Ofícios em Belo Horizonte, o fotógrafo mineiro Leonardo Ramos apresenta “Composições – uma história fotográfica do Jazz em BH”. A exposição, como o nome sugere, é uma experimentação de linguagens fotográficas e formas narrativas da história do Jazz na capital mineira. “Uma história nunca antes registrada e que visa construir uma linha imagética/diegética sobre a qual se sustente um acervo fotográfico do Jazz que acontece em bares de Belo Horizonte, remontando às origens do estilo em clubes nos Estados Unidos”, explica Leonardo. O trabalho retrata também o artesanato cotidiano dos instrumentistas que mantêm o Jazz vivo e popular para além do movimento organizado dos festivais ou do acesso restrito dos teatros. A entrada para exposição é gratuita.
Com formação em Música e Literatura, o fotojornalista Leonardo Ramos tem ambas as principais influências para a incursão no mundo da fotografia urbana. Atuante na cena musical belorizontina entre os anos de 2005 e 2016 em diversas bandas autorais, passou a compreender como o registro fotográfico é importante para a memória cultural das cidades: além da consequência dos processos artísticos vivenciados, fotografar é também a escolha de um caminho a ser construído. É sua primeira exposição fotográfica.
“Há não mais que vinte anos, existe um movimento organizado, de festivais como o Savassi Jazz, BH Jazz e I Love Jazz, que busca re-popularizar o estilo, trazendo nomes de grande destaque no cenário musical brasileiro e internacional para tocar em praças e locais públicos gratuitamente. Porém, há muito mais tempo, os músicos da cena belorizontina estão, diariamente, executando e construindo o Jazz como ele é: um ritmo popular, urbano e acessível. Célio Balona, Chico Amaral, Toninho Horta, ao lado de uma geração que acaba de chegar, com nomes como Felipe Vilas Boas, Gabriel Bruce e Deangelo Silva, são alguns dos músicos que participam dessa construção”, explica Leonardo Ramos.
Abertura
O lançamento da exposição terá apresentação do Projeto Quarta Jazz que é formado por: João Machala, Breno Mendonça, Gabriel Bruce, Aloísio Hora e Expedito Andrade. E marca também o lançamento digital do Circuito de Jazz. O Circuito é um mapeamento da cidade em busca de estabelecimentos que abrem suas portas para o jazz, e tem como intuito promover um roteiro turístico da cultura jazzística local. Instagram: @circuitodejazz
“Em Belo Horizonte há em torno de 30 casas que têm o jazz em suas programações”, cita Karla Danitza, idealizadora e coordenadora do projeto. A campanha para lançamento e promoção do Circuito de Jazz é uma parceria com o Savassi Festival. Em 2020, o Fotografe o Jazz, edital que compõe a programação do festival, será lançado na exposição, como convite à expansão dos olhares para o jazz que circula na cidade.
Ainda como programação da exposição e de olho na cena local, no dia 1º de fevereiro, sábado, o Bloco Magnólia faz um ensaio aberto no Hall do Museu. Inspirado nos cortejos de Jazz de Nova Orleans, o Magnólia nasceu em Beagá e já é programação garantida no carnaval da cidade.
SERVIÇO
De 08 de janeiro a 15 de fevereiro
Galeria L – Sala 4
Pça. Rui Barbosa 600 (Praça da Estação) Centro | Belo Horizonte MG
Abertura dia 08 de janeiro às 11h com apresentação do Projeto Quarta Jazz que é formado por: João Machala (trombone), Breno Mendonça (sax), Gabriel Bruce (bateria), Aloísio Horta (baixo) e Expedito Andrade (guitarra). Link para ingresso: Garanta seu ingresso aqui
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