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Deu mole! Galo bobeia e toma virada do Flu no Rio

Atlético tomou a virada e foi derrotado pelo Fluminense por 4 a 2, em Edson Passos, com Magno Alves inspirado, três assistências no jogo, quebrou um tabu de 11 jogos sem triunfos contra o Galo.

Não deu! Após um segundo tempo abaixo da crítica, o Atlético tomou a virada e foi derrotado pelo Fluminense por 4 a 2, em Edson Passos. A verdade é que o Atlético errou demais. Deu várias oportunidades para o Tricolor que mudou a forma de jogar e, com Magno Alves inspirado, três assistências no jogo, quebrou um tabu de 11 jogos sem triunfos contra o Galo.

Robinho abriu o marcador para o Atlético ainda no primeiro tempo. No segundo tempo, as redes balançaram mais cinco vezes. Levir Culpi mudou a maneira de jogar, apostou em Magno Alves, Marquinho e Maranhão e o time cresceu. Mais organizado, com as linhas de marcação adiantadas, marcou quatro gols: Douglas, Marquinho, Gustavo Scarpa e Maranhão. O venezuelano Otero ainda diminuiu para o Atlético.

Com a derrota, o Atlético permanece na terceira colocação do Brasileiro com 42 pontos. No entanto, vê Palmeiras e Flamengo se afastarem na briga pela ponta. O Palmeiras lidera com 47 e o rubro-negro carioca tem 46. Já o Fluminense aparece em sétimo lugar com 37.

Duelo contra o Leão

Antes do clássico contra o Cruzeiro no final de semana, o Atlético terá a oportunidade de se recuperar no Brasileirão. O Galo receberá o Sport, quinta-feira, às 19h30, no Independência.

O jogo

A primeira chance de gol foi atleticana. Aos cinco minutos, Robinho cruzou na cabeça de Leo Silva. O zagueiro cabeceou e a bola passou rente ao gol de Júlio César que foi um expectador privilegiado. Depois deste lance o duelo ficou equilibrado. A partida se concentrou no meio de campo com os dois times tendo dificuldades para transpor os sistemas defensivos.

Gol de Robinho!

Na primeira bobeada que o Fluminense deu, o Atlético abriu o placar em Edson Passos. Aos 27 minutos, Maicosuel achou Robinho livre na esquerda. Dentro da área e em posição legal, o artilheiro atleticano só teve o trabalho de tirar do goleiro e sair para o abraço.

Jogando em casa, o Fluminense se abriu em busca do empate. Levir tentava fazer o time jogar pelos lados do campo mas cometia muitos erros o que facilitava a vida da zaga alvinegra. Com a bola nos pés, o Galo saia nos contra-ataques.

Aos 35, o Fluminense teve uma ótima oportunidade para deixar tudo igual. Wellington fez excelente jogada pela esquerda e cruzou para a área. A bola passou por toda a extensão da área e chegou em Gustavo Scarpa. O prata da casa tricolor ajeitou o lance e bateu rasteiro. Victor acompanhou e a bola passou rente ao poste direito.

Aos 38, Robinho deu o troco. Ele recebeu na esquerda e bateu de fora da área. A bola saiu com perigo à esquerda da meta de Julio César.

O jogo era bom em Edson Passos com o Fluminense lutando pelo empate. No lance seguinte, Marcos Júnior recebeu entre os zagueiros do Atlético. Ele teve tempo de girar e bater para o gol. A bola saiu à direita da meta alvinegra.

A pressão do Tricolor aumentava. Danilinho fez boa jogada aos 42. Ele foi a linha de fundo e rolou para Scarpa. Ele bateu cruzado e a bola triscou a trave esquerda de Victor.

Magno Alves em campo!

O Fluminense voltou diferente para a etapa complementar. Levir Culpi apostou na experiência de Magno Alves e colheu frutos aos três minutos. Após ótima jogada de Scarpa, Magno Alves recebeu pela direita e cruzou na medida para Douglas. O centroavante só teve o trabalho de tocar na saída de Victor deixando tudo igual.

O empate deu moral aos donos da casa. Levir adiantou as linhas de marcação e dificultou a criação das jogadas dos meias atleticanos. Sem Fred e com o venezuelano Otero, Robinho e Prato não tinham mais tanta liberdade para movimentação.

Brilha a estrela de Levir

Levir, o “burro com sorte”, viu a estrela dele brilha intensamente aos 27 minutos. Ele sacou Marcos Júnior para a entrada de Marquinhos. No primeiro toque na bola, o meia virou o jogo para o tricolor. Após bobeada da defesa, Magno Alves encontrou Marquinho livre no meio da zaga. Ele só teve o trabalho de tocar na saída de Vitor e correr para o abraço.

Que bobeira! Que golaço!

O Galo sentiu muito a virada tricolor e o time começou a errar. Aos 31, Victor saiu jogando errado e deu de graça a bola para Magno Alves. Edcarlos foi obrigado a derrubá-lo na entrada da área e ainda tomou o amarelo. Gustavo Scarpa foi para a cobrança e fez um golaço. Victor nem se mexeu.

O Atlético teve uma boa chance para diminuir aos 39. Fábio Santos recebeu pela esquerda, foi à linha de fundo e cruzou rasteiro. Atento, o goleiro Júlio Cesar interceptou antes que a bola chegasse em Lucas Pratto.

Que final!

Na pressão o Atlético conseguiu diminuir a vantagem tricolor. Aos 43, Robinho recebeu pela direita e cruzou para a área. Pratto ajeitou para o meio da área e o venezuelano Otero dividiu com a zaga para tocar no fundo das redes. Primeiro gol dele com a camisa alvinegra.

Quando todos esperavam que o Atlético pressionasse em busca do empate, o Fluminense matou o jogo. Magno Alves, recebeu livre no meio e imediatamente serviu Maranhão pela esquerda. O atacante arrancou, invadiu a área e tocou por baixo do goleiro Victor. Gol que deu mais três pontos para o Fluminense no Brasileirão 2016.

FLUMINENSE 4 X 2 ATLÉTICO

Motivo: 24ª rodada do Campeonato Brasileiro

Estádio: Giulite Coutinho, em Mesquita, no Rio de Janeiro

Data e hora: segunda-feira, 12 de setembro, às 20h

Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao (GO)

Assistentes: Adailton Fernando Menezes (GO) e Edson Antonio de Sousa (GO)

Gols: Robinho, aos 27 minutos do 1º tempo; Douglas, aos 3 minutos; Marquinho, aos 28 minutos; e Gustavo Scarpa, aos 32 minutos; Otero, aos 42 minutos; Maranhão aos 46 minutos do 2º tempo

Cartões amarelos: Wellington (Fluminense); Otero, Edcarlos e Carlos César (Atlético)

Fluminense – Júlio César, Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Douglas, Cícero, Danilinho (Magno Alves) e Gustavo Scarpa; Wellington (Maranhão) e Marcos Júnior (Marquinho) Técnico: Levir Culpi

Atlético – Victor; Carlos César, Leonardo Silva, Edcarlos e Fábio Santos; Rafael Carioca, Lucas Cândido (Carlos Eduardo), Maicosuel (Júnior Urso) e Robinho; Lucas Pratto e Fred (Otero) Técnico: Marcelo Oliveira

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