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Finalista! América empata clássico no Mineirão e vai pra final do Mineiro!

O América está na grande final do Campeonato Mineiro 2016. Depois de vencer o primeiro jogo no Independência por 2 a 0, o Coelho segurou o empate em 0 a 0 no Mineirão e agora vai em busca do titulo na decisão contra o Atlético nos dois próximos finais de semana.

Na briga pelo caneco, o Atlético tem a vantagem por ter feito melhor campanha que o time americano na primeira fase da disputa.

No duelo desta tarde no Mineirão, o Cruzeiro teve mais posse de bola. Porém, o time estrelado pecou na falta de objetividade no momento das finalizações.

Já o América seguiu à risca o esquema tático montado por Givanildo. Neutralizou os principais homens de criação da equipe estrelada, jogou por um contra-ataque para matar o jogo e carimbou a vaga.

O jogo

Precisando da vitória por dois gols de diferença para se classificar, o Cruzeiro começou o clássico pressionando o América. Com a vantagem de poder perder por um gol embaixo do braço, o Coelho se defendia e buscava o contra-ataque para ampliar a vantagem conquistada no primeiro jogo.

A primeira boa oportunidade da partida foi americana. Aos sete minutos, Osman cruzou da direita e Tony tentou o chute de primeira. A bola passou por cima da meta de Fábio.

Não valeu!

A resposta celeste aconteceu aos 12 minutos. Alisson cobrou falta do lado direito e Bruno Rodrigo, livre de marcação, cabeceou para o fundo das redes de João Ricardo. O bandeira anulou o gol alegando impedimento do zagueiro celeste.

Foi pênalti?

No lance seguinte, o América reclamou de pênalti. Victor Rangel foi lançado na entrada da área. Ele foi derrubado por Fabricio. O árbitro não deu o pênalti o que gerou muita reclamação por parte dos jogadores do Coelho.

O Cruzeiro tinha mais posse de bola e chegava com perigo especialmente quando atacava pelos lados do campo. Aos 31, Alisson fez bela jogada pela esquerda. Na entrada da area, ele limpou o lance e bateu para o gol. Bem colocado, João Ricardo fez a defesa.

Quem teve a primeira oportunidade da etapa complementar foi o Coelho. Aos cinco minutos, Osman arrancou em velocidade pela direita e cruzou rasteiro para área. Vitor Rangel tentou a finalização mas a defesa do Cruzeiro se antecipou e conseguiu mandar a bola pela linha de fundo.

Mudança de esquema

Aos 11 minutos, o técnico Deivid mudou o esquema de jogo do Cruzeiro. Sacou Ariel Cabral para a entrada de Rafael Silva. A pressão em busca dos gols tinha que aumentar no Mineirão.

O Cruzeiro tinha mais posse de bola e pressionava a marcação no campo americano. No entanto, pecava na finalização. Faltava qualidade no momento de definir as jogadas. Já o Coelho continuava se defendendo e lutando pelo contra-ataque para matar o jogo.

A última cartada do treinador estrelado foi a saída de Arrascaeta do time. Após uma atuação discreta do uruguaio, Deivid optou por apostar em Pisano para dar mais velocidade ao ataque estrelado.

Na trave!

Aos 36, Allano fez bom cruzamento da esquerda. A zaga americana tentou o corte e a bola sobrou para Fabricio. O lateral tentou o chute de primeira e a bola explodiu na trave esquerda do gol de João Ricardo.

Sem poder de finalização, o Cruzeiro não conseguiu levar perigo ao gol de João Ricardo na reta final da partida. Já o Coelho fez o feijão com arroz, administrou a boa vantagem obtida no primeiro jogo e carimbou o passaporte para a decisão do Estadual contra o Atlético.

Ficha técnica

CRUZEIRO X AMÉRICA
Motivo: 2º jogo da semifinal do Mineiro 2016
Data/horário: 24/04/2016, domingo, 16h
Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto
Auxiliares: Sidmar dos Santos Meurer e Magno Arantes Lira
Cartões amarelos: Ariel Cabral, Willian, Pisano e Rafael Silva (Cruzeiro); Osman, Pablo, Bryan e Victor Rangel (América)
Público: 35.214 Renda: R$ 663.766,00

Cruzeiro – Fábio; Henrique, Bruno Viana, Bruno Rodrigo e Fabrício; Gino e Ariel Cabral (Rafael Silva); Elber, De Arrascaeta (Matías Pisano) e Alisson (Allano); Willian Técnico: Deivid

América – João Ricardo; Pablo, Alison, Sueliton e Bryan; Leandro Guerreiro, Claudinei, Tony e Rafael Bastos (Ernandes); Osman (Danilo) e Victor Rangel Técnico: Givanildo Oliveira

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