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Tragédia em Mariana
A luta para livrar a água do composto à base de minério de ferro fica ainda mais difícil no período chuvoso, quando a erosão do material localizado às margens dos rios aumenta e o rejeito é arrastado para a água.
Entre os dias 7 e 18 de novembro, os projetos readequados pela Fundação Renova serão avaliados e discutidos em 20 oficinas, realizadas em Mariana e conduzidas pelos moradores.
Após dois anos da tragédia de Mariana, em Minas Gerais, atingidos e autoridades denunciam a demora na reconstrução das casas.
Ainda se espera pelo reassentamento, pela indenização, pelo rio límpido, cujas ações de reparo, complexas, enfrentam atrasos e obstáculos que desafiam os órgãos envolvidos.
Ainda não é possível vislumbrar as novas vilas a serem construídas para abrigar as vítimas. Os desenhos urbanísticos estão em processo final de elaboração.
A previsão inicial da companhia era retomar a produção no segundo semestre deste ano.
Equipes do banco estão percorrendo o estado para revitalizar a economia das regiões afetadas. Próximo encontro será em Governador Valadares.
Estimativas da Fundação Renova sugerem que o reflorestamento de uma área superior a 40 mil hectares na bacia do Rio Doce terá o custo de aproximadamente R$1,1 bilhão, a serem investidos ao longo de 10 anos.
O retorno da mineradora Samarco ao município de Mariana poderá atrasar devido a um impasse com a prefeitura de município mineiro.
Para reflorestar os 40 mil hectares de vegetação impactados pela tragédia de Mariana (MG) serão necessários até 20 milhões de mudas nativas, principalmente da Mata Atlântica.
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) atendeu a um pedido da Samarco e concedeu liminar suspendendo a tramitação de diversas ações que envolvem a qualidade da águas afetada pela tragédia de Mariana, em novembro de 2015.
O Ministério Público Federal contestou o pedido da Samarco para a troca da vara judicial que julga uma das ações propostas após o rompimento de sua barragem em 2015 em Mariana, Minas Gerais.
Um ano após o desastre de Mariana, considerada a maior tragédia ambiental do Brasil, as obras para reforçar as estruturas e impedir que a lama siga se espalhando seguem em ritmo acelerado.
A interrupção das operações da Samarco amplificou em Mariana, os efeitos da crise que atinge todo o país.
O turismo caiu, o desemprego cresceu em demasia e o prognóstico é de que a arrecadação municipal sofra uma queda.
Obras das estruturas consideradas fundamentais para evitar que as chuvas levem mais lama ao curso do Rio Doce.








