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Como a indústria transformou os modelos de produção ao longo da história

Em constante transformação, setor incorpora novas tecnologias em suas linhas de produção

Por Dentro de Minas - Google News (pordentrodeminas - googlenews)

Os diferentes contextos históricos e sociais, ao longo das eras, se expressaram, inclusive, na organização econômica dos povos. De grupos nômades ao desenvolvimento da agricultura sedentária, os sistemas de produção criados pelo homem apresentaram — e continuam apresentando — profundas transformações, fruto de nossa evolução tecnológica e social. 

Nos dias atuais, com o surgimento de novas tecnologias digitais, o setor produtivo enfrenta uma nova revolução, com sistemas de logística integrada, monitoramento da cadeia de produção em tempo real e à distância, gerenciamento automatizado de estoques, entre outras soluções que compõem a indústria 4.0.

Olhando a partir da perspectiva contemporânea, parece que o caminho até aqui foi uniforme e linear — mas isso não é verdade. Em constante evolução, os sistemas produtivos adotados passaram por verdadeiras revoluções desde o surgimento do modo de produção capitalista. 

Aspectos ao longo da história

Após a consolidação do sistema fabril, a partir da evolução do sistema artesanal, a primeira transformação se dá no século 18, com a Primeira Revolução Industrial e a nascente mecanização da produção com a invenção da máquina a vapor (1765). Com isso, a taxa de crescimento da economia mundial dispara. Entre 1800 e 1900, estima-se que o PIB per capita médio mundial tenha dobrado após séculos de quase estabilidade.

Outra consequência da Revolução Industrial foi o aumento populacional e da urbanização, com uma crescente demanda por produtos e serviços da indústria. É nesse contexto que, no século 20, surgem os primeiros modelos de administração, um de seus sistematizadores pioneiros foi Frederick Taylor. Em meio à preocupação com a eficiência industrial americana após a Guerra de Secessão, Taylor publica em 1911 a obra Princípios de Administração Científica, com as bases do sistema taylorista de produção.

Entre as principais diretrizes do taylorismo, estavam a organização racional do trabalho para garantir a máxima produtividade. Para isso, o sistema prevê a máxima divisão de tarefas, com especialização dos funcionários em atividades simples e repetitivas, numa linha de produção. A partir desses conceitos Henry Ford criou, anos depois, o sistema fordista. O empresário incluiu ao modelo taylorista uma esteira automática, que dita o ritmo de produção da fábrica — e dos operários. 

Embora tenham atendido às necessidades iniciais da época, os sistemas fordista e taylorista acabaram contribuindo para uma superprodução. A partir da Crise de 29, as empresas que operavam sob suas diretrizes viram crescer vertiginosamente seus estoques que, sem destino, perdiam valor.

Foi só na década de 60, no contexto pós-Segunda Guerra Mundial, que os japoneses inovaram o sistema fordista, cuja aplicação era inviável num país de menores dimensões e com uma economia fragilizada pela guerra. Desse modo, suas premissas visavam uma produção ajustada à demanda, sem necessidade de grandes estoques.

Diferente do fordismo, o toyotismo previa ainda o emprego do trabalhador em múltiplas tarefas, visando, justamente, a maior flexibilidade da linha de produção. Com isso, o sistema japonês conseguiu criar processos mais enxutos e eficientes, prezando pelo menor esforço humano e o menor emprego possível de capital. 

Segundo alguns historiadores, a revolução industrial é um processo histórico em desenvolvimento. Ou seja, ainda estamos passando por essas transformações e, com a evolução da tecnologia da informação, a busca por um sistema enxuto de produção, com estoques controlados e adaptado às oscilações da demanda, ganhou novos aliados. Programas de computador baseados em inteligência artificial têm contribuído para controles de estoques mais dinâmicos e ajudado a traçar tendências de consumo.

A aplicação dessas tecnologias ao sistema de produção deram origem a um novo conceito de indústria, a indústria 4.0.  Sua constante evolução e adaptação faz com que nós, enquanto sociedade, passemos por mais uma revolução, a quarta desde o século 18. E ao que tudo indica, não será a última.

Entretenimento

Felipe Pimentel: do Brasil para o mundo

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Cada vez mais relevante neste nicho de mercado, o jornalista brasileiro Felipe Pimentel, de apenas 24 anos, é uma referência na web com dicas de lifestyle e posts de imagens que faz em locais incríveis ao redor do mundo, o jovem conta com mais de 520 mil seguidores no Instagram e segue o caminho da fama.

O início

O que no início era apenas um hobby, tornou-se profissão de tempo inteiro e, assim, Felipe construiu sua audiência nas redes. Hoje já está consolidado como digital influencer. Seus conteúdos encontram respaldo por ser licenciado em comunicação, para além de um especialista em marketing digital e empreendedorismo.

Felipe conta que vive o Instagram, trabalha sem parar e responde pessoalmente milhares de comentários e refere que, para quem sonha em encontrar um nicho na internet, a dica é persistir. “Vencer na vida é transformar sofrimento em aprendizagem e nunca desistir por maiores que sejam as quedas”.

Planos e metas para o futuro

Os planos para o futuro são de consolidar-se no mercado europeu, viajar pelo mundo, realizar trabalhos internacionais e ter um repertório cada vez mais diverso para e interessante para os internautas. “Meu estilo de vida precisa estar conectado com o meu trabalho. Não posso e nem quero parar”.

Empreendedorismo digital

Sempre atualizado e a seguir as novas tendências e tecnologias, o jovem fez das redes sociais um grande negócio. “Escolho a dedo as marcas que vou trabalhar para nunca desviar do meu lifestyle, tanto pessoal quanto profissional. Por ser diferente de tudo e ter uma personalidade única, acredito ter feito a diferença no mainstream”, comenta.

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Notícias

Documentário conta a história do Santuário do Caraça e registra os 200 anos de atuação da Congregação da Missão no Brasil

• atualizado em 28/05/2020 às 18:17

Disponível no YouTube, obra audiovisual apresenta depoimentos e informações que ajudam a contar a história de um dos principais destinos turísticos do país e da entidade que ajuda pessoas em todo o mundo

Com a vocação e o intuito de ajudar quem mais precisa, a Congregação da Missão celebra 200 anos de existência no país. Para comemorar, seria realizado um simpósio no Santuário do Caraça, instituição que é administrada pela entidade, mas devido ao fato de as comemorações presenciais não serem possíveis por causa das restrições em virtude da pandemia do novo Coronavírus, foi lançado um documentário que registra a história e o propósito da instituição.

A Congregação da Missão, fundada por São Vicente de Paulo, está presente no mundo inteiro. A iniciativa foi criada para a evangelização dos pobres, formação do clero e dos leigos. A obra audiovisual mostra como é organizada internamente da Província Brasileira da Congregação da Missão e a sua atuação no território brasileiro.

Para assistir o documentário, acesse o vídeo no canal Lazaristas Brasil, no YouTube:

Ficha técnica:

Documentário comemorativo sobre bicentenário da presença dos padres e irmãos Lazaristas (Vicentinos) no Brasil.

Uma realização da Província Brasileira da Congregação da Missão.

Departamento de Comunicação da PBCM – Ir. Adriano Ferreira e Sacha Leite

Entrevistados: Padre Eli Chaves | Padre Lauro Palú | Padre Getúlio Grossi | Padre Geraldo Mól Santos | Padre Agnaldo Aparecido de Paula | Padre Denílson Matias | Padre Emanoel Bedê | Marcos Ferreira | Antônia Barbosa | Danielle Alves | Luis Gaui | Dona Elza | Patrícia Oliveira Silva

Equipe Técnica: Direção: Guilherme Pedreiro | Produção: Bruno Souza | Roteiro: Guilherme Pedreiro e Lucas Lanza | Câmera: Bruno Conde | Drone: Diogo Baía | Som Direto: Rafael Oliveira | Desenho e Tratamento de Som: Fabiano Fonseca | Finalização de Som: Pedro Jácome | Montagem: Guilherme Pedreiro e Guilherme Rocco.

Materiais para a imprensa:

Caso precise fazer o download para extrair imagens de divulgação, o arquivo pode ser encontrado neste link: https://1drv.ms/u/s!AgIV_WB-zBrcgYIrr4Wb-Q5zVrqubA?e=0kzusa.

Link para download de fotos do Santuário do Caraça: https://1drv.ms/u/s!AgIV_WB-zBrcxnrFtcnr33YUcWTO?e=YqaTrg

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Últimas de Variedade

Mãe sugar baby fatura 20 mil libras em um ano

• atualizado em 20/05/2020 às 20:06

Uma mãe faturou 20.000 libras em um ano cobrando homens para namorar com ela – além de ser mimada compras e uma Range Rover, foi o que apurou o site de relacionamentos Meu Rubi.

Samantha, 45 anos, que vive em Londres, ganha entre mil e mil e quinhentos mil dólares por mês com os quatro homens com quem está namorando – que conheceu no Buscando Arranjo, um site sobre bebês com açúcar. A mãe de dois também recebeu uma nova Range Rover

A professora de Pilates, que trabalha em meio período, originária de Perth, na Austrália, está solteira há três anos – desde que se separou do pai de seus filhos, que têm 24 e 18 anos.

Ela se tornou ativa na busca de sugar daddies há dois anos – depois de se mudar para Londres do interior – e já depositou milhares em bancos.

Ela disse: “A maioria dos 15 homens que namorei trabalha em finanças e têm entre 36 e 60 anos. Eles são ricos, alguns deles são milionários”.

Além de seu subsídio mensal, Samantha recebeu um fim de semana em Paris, hotéis chiques de Mayfair, jantares chiques de Londres e lojas de grife.

Ela disse: “Meu encontro mais memorável foi uma viagem a Paris e um passeio de barco ao longo do rio Sena – foi o nosso quarto encontro.

“Fomos para o fim de semana, foi tão bonito. Foi para coincidir com uma de suas viagens de negócios, então voamos em classe executiva.”

“Tive alguns jantares incríveis e fabulosos nos restaurantes Gordon Ramsay, guloseimas em hotéis em Mayfair e viagens de compras. Ganhei uma Range Rover. Eu não perguntei quanto custa, isso seria indelicado.

“Fui levada a lugares como a Dior, para uma bolsa e óculos de sol, mas também para lojas de rua.

Um novo Range Rover custa entre £ 31.600 e £ 83.600 – dependendo do modelo.

“Não preciso de muitos presentes, não sou tão materialista, prefiro receber um subsídio para ajudar nas minhas despesas de subsistência.

“Isso é muito mais importante, é menos superficial. Recebo de 1.000 a 2.000 libras por mês. Depende de quanto eu preciso, não é um valor definido.

“Eu ganhei cerca de 20.000 libras no total, que uso principalmente para alugar no meu apartamento e comida com uma cama. Custa uma fortuna morar em Londres”.

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