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Gastronomia

Projeto Fartura encerra 48 horas de festival com mais de 160 atrações de gastronomia e cultura

Foram 48 horas de programação gratuita com mais de 160 atrações gastroômica e cultural envolvendo chefs e artistas mineiros e nacionais

Por Dentro de Minas - Google News (pordentrodeminas - googlenews)

Caio Soter - Foto Debora Gabrich/Divulgação

Caio Soter – Foto Debora Gabrich/Divulgação

Inovador desde a sua concepção, o Projeto Fartura – Comidas do Brasil lança, nos dias 19, 20 e 21 de junho, a edição digital do festival “Fartura – Belo Horizonte”. A capital mineira, cidade criativa da gastronomia pela Unesco, foi escolhida para a estreia do novo formato, inédito no país. O festival conta com uma extensa programação que vai da gastronomia à cultura, contemplando também lives de economia criativa e agronegócios. Serão mais de 160 atrações adiantando a celebração dos 300 anos de Minas Gerais, em 48 horas de programação gratuita, que poderá ser acessada pelo site (farturabrasil.com.br).

“O principal objetivo do Fartura nesta edição é dar continuidade ao projeto gastronômico mineiro, ajudando na recuperação econômica do estado e da cidade e, ao mesmo tempo, estimular a autoestima dos mineiros”, explica o diretor do projeto, Rodrigo Ferraz. Trata-se de uma ação coletiva, que além dos patrocinadores envolve o apoio institucional da Abrasel, CDL-BH, ABAV-MG, ACM – Minas, do Governo do Estado de Minas Gerais, Prefeitura de Belo Horizonte e Federações de Comércio por meio do Sesc e do Senac. E também solidária, pois para a cada prato vendido serão doados cobertores e refeições para os moradores de rua da cidade.

“É um movimento verdadeiro, pois vamos levar para a casa das pessoas, de forma online, as nossas essências: a gastronomia, que nos mantém vivo e a cultura, que é nossa história”, completa Ferraz.

O Fartura – Belo Horizonte está sendo produzido com todo cuidado e atenção, obedecendo os protocolos da OMS. Confira, abaixo, cada seção que estará disponível na programação.

PROGRAMAÇÃO GASTRONÔMICA

Chef em casa

Mais de 35 restaurantes mineiros participam desta seção em que o público confere vídeos dos chefs preparando pratos, lanches e sobremesas, que estarão disponíveis para delivery. Após o evento, será possível baixar um e-book com todas as receitas. Participam nomes como Caetano Sobrinho (Caê); Caio Soter (Alma Chef); Flávio Trombino (Xapuri); Jana Barrozo (Cabernet Butiquim), entre outros.

Receita do chef

Compartilhar conhecimento sempre fez parte do DNA do Fartura. Profissionais renomados da gastronomia como Neide Rigo, André Mifano, Neli Pereira, Helena Rizzo, Lucas Corazza e Natalie Passos ministram aulas ao vivo em streaming.

Dica do chef

40 vídeos de um minuto de preciosas dicas de um time de especialistas também compõem a grade, para quem quer se aperfeiçoar na cozinha. Entre eles: Ilmar de Jesus (Casa Cheia); Naiara Faria (La Palma); André de Melo (Bravo Catering), Igor Anaxágoras (Café com Letras), Mariana Gontijo (Roça Grande/O Tacho) etc.

Mercearia Fartura – Sebrae

Os pequenos produtores, assim como na versão presencial dos Festivais Fartura, terão espaço garantido na versão digital. Serão mais de 30 produtores mineiros reunidos em e-commerce para que o público possa receber os produtos em casa. Entre as opções, mel Coopemapi (Bocaiuva); cachaças Bem Me Quer (Pitangui); queijos Catauá (Coronel Xavier Chaves), Trem Ruá (Serro), Senzala (Sacramento) e Capril Santa Cecília (Itaguara); cafés Cócolo (Araguari) e Campos Altos (Campos Altos); molhos Chef N’boss (Nova Lima), La Pimentaria (Ouro Preto) vinhos Estrada Real (Três Corações); Charcuteria Sagrada Família (Montes Claros); entre muitos outros. Ao clicar nos nomes das cidades, o usuário também acessa informações turísticas de cada local.

Cursos de capacitação/ Senac

Para a capacitação de profissionais do setor e do público em geral, serão oferecidos cursos gratuitos, de segurança alimentar e boas práticas para manipuladores de alimentos conforme a regulamentação da Anvisa.

Origem ao prato – food network

Para quem quer mergulhar fundo na gastronomia, o Projeto Fartura disponibiliza um rico conteúdo com vídeos de 25 estados que mostram a trajetória dos ingredientes até a finalização do prato.

Livros e Filmes

Serão disponibilizados gratuitamente os premiados filmes realizados pela Plataforma Fartura, como por exemplo o curta “O Mestre da Farinha” vencedor das categorias internacionais “Best South American Film” e “People’s Choice Awards”. E os cinco livros da coleção “Expedição Brasil Gastronômico”, que contempla todos os estados brasileiros e também venceu importantes prêmios como o Jabuti, estão disponíveis para venda online.

Para crianças

Um conteúdo especial para o público infantil foi pensado com música, contação de histórias, dicas de chefs para preparar pratos em família, além de um e-book com receitas infantis para colorir, ilustrado pela artista e ilustradora nacionalmente reconhecida Ana Strumpf, que já criou produtos para marcas como Walt Disney. Já a mineira Lu Simão traz seu talento nas aquarelas para o e-book “Minas para colorir”.

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

Música e teatro / Sesc

Os curadores Rafael Vogt Maia Rosa e Pedro Martins Tarchi Crivellari trazem mais de 15 artistas mineiros, como Flávio Venturini, Túlio Araújo, Nath Rodrigues, Manu Diniz, Maurício Tizumba, Pedro Morais, Flávio Renegado entre outros para lives especiais. Ao longo dos três dias, a programação conta também com artes cênicas e contação de histórias com Alessandra Vicentin, Grupo Trampulim e Fusion Cia de Danças Urbanas.

Fotografia e vídeo

O fotógrafo e cineasta João Wainer, vencedor de prêmios como o Esso de Jornalismo e Bolsa Fnac, captou imagens de drone sobrevoando e registrando os impactos da pandemia no Inhotim e no Complexo Internacional da Lagoa da Pampulha. O público poderá assistir em primeira mão o vídeo exclusivo, além de acompanhar os bastidores e outros registros do videomaker mineiro Thiago Santos, diretor da Amarante Filmes.

Arte urbana

O multi-artista que ganhou notoriedade por sua arte urbana em São Paulo, Felipe Morozini, traz seu trabalho sensível com projeções de frases em Belo Horizonte sobre o contexto atual que o mundo está vivendo.

Artes manuais – faça você mesmo

Dois ícones da internet para quem gosta de decoração, Paulo Biacchi e Edu Mendes também integram a programação e ensinam o passo-a-passo da criação de utensílios de cozinha.

 

EMPREENDEDORISMO E NEGÓCIOS

A economia criativa também está contemplada na programação com lives especiais, com os temas: “Meu negócio para chamar de seu” e “O futuro do agronegócio”; o curso em três módulos “Empreendedorismo gastronômico”; e dois painéis promovidos pelo NovoAgro Ventures, que abordam soluções tecnológicas para o agronegócio.

SERVIÇO:

Fartura – Belo Horizonte
19, 20 e 21 de junho
www.farturabrasil.com.br

Mais informações:
Instagram.com/FarturaBrasil
Facebook.com/FarturaBrasil

A Por Dentro de Minas é um portal que traz as principais notícias do Estado de Minas Gerais.

Gastronomia

Cerveja x Chopp, quais as principais diferenças?

Apesar de ambas as bebidas serem consagradas pelo gosto popular, procedimentos e métodos durante a produção as tornam diferentes

• atualizado em 25/04/2020 às 08:29

Seja após um longo dia de trabalho, durante um jantar com a família ou curtindo a praia com os amigos, apreciar um bom copo de cerveja é sempre uma opção bem-aceita. Entretanto, apesar da apreciação, sempre há quem prefira uma bela caneca de chopp. Mas afinal, realmente há diferenças significativas nessa escolha?

Na realidade, grande parte dos países empregam a mesma denominação para caracterizar a cerveja, desconsiderando, para isso, as diferentes maneiras e métodos de acondicionamento, como o engarrafamento, lata e barril.  

A exceção é brasileira: por aqui, toda cerveja armazenada sob pressão, consequentemente em barris, é reconhecida como chopp. Segundo o costume popular, esse hábito é decorrência direta da imigração alemã para o Brasil, uma vez que o nome da bebida deriva de schoppen, expressão germânica que indica um copo de meio litro.

Os alemães que aqui se instalaram costumavam utilizar constantemente a medida de 500 ml para realizar seus pedidos justamente em bares que serviam cervejas diretamente do barril. Dessa maneira, com o tempo e a adaptação, o termo passou a ser integrado ao “vocabulário tupiniquim”.  

Contudo, há, de fato, diferenças entre a bebida de cevada sob pressão, autenticada como chopp, e a tradicional cerveja, encontrada em lata e garrafa. Neste artigo, você vai conferir os aspectos de uma e de outra.

Principais características de composição

Pasteurização

Comecemos com aquele que pode ser considerado o principal diferencial tanto para a produção quanto para a designação: o processo de pasteurização. Pode-se dizer que ambas as bebidas apresentam os mesmos ingredientes, além de serem preparadas segundo um mesmo processo, variante de acordo com o método adotado pelo mestre cervejeiro responsável.

A diferença, então, ocorre dentro das fábricas, em que, ao fim do procedimento, pode ou não ocorrer a pasteurização. É exatamente aqui que se encontra a grande diferença, já que a cerveja tradicional passa pelo processo e o chopp não.   

Em 1864, o cientista francês Louis Pasteur desenvolveu um procedimento físico que garante a esterilização de alimentos: uma bebida, por exemplo, é aquecida até a temperatura de 70°C, de cinco a dez minutos; após um resfriamento súbito, que provoca choques térmicos, os possíveis microorganismos patogênicos presentes são completamente destruídos.  

A concepção da pasteurização foi responsável, assim, pelo prolongamento do tempo de vida das cervejas, fator que facilitou amplamente a comercialização da bebida.  

Em suma, podemos concluir que, ao passar pelo procedimento físico, temos a preparação da cerveja, caso contrário, o resultado é o chopp.

Prazo de validade

Evidentemente, por ser pasteurizada durante a produção, a cerveja apresenta um período de validade mais amplo que o do chopp.

Uma cerveja engarrafada, por exemplo, dura uma média de 8 meses em temperatura ambiente, devendo ser consumida rapidamente depois de aberta. Já o chopp, sob refrigeração, costuma vencer entre 10 e 40 dias, dependendo dos ingredientes e processos de fabricação utilizados. Após ser aberto, o período máximo para o consumo pode ser de 2 a 5 dias, desde que, novamente, esteja refrigerado.  

Textura e sabor

Mesmo que de maneira sutil, a pasteurização altera o sabor final da bebida, além de que a filtração decorrente do processo geralmente acaba retirando parcialmente os elementos que elevam o corpo da cerveja — por isso a característica mais aguada.

Por sua vez, o chopp tende a ser mais encorpado, caracterizando-se pela maior cremosidade e sabor mais marcante, tornando-se, assim, um líquido em que a apreciação é muito mais bem definida, com perceptíveis nuances no paladar.

Claramente, a preferência ocorre conforme gostos particulares.  

Envasamento padrão

De modo geral, o chopp é acondicionado em barris que variam entre 10 e 50 litros, enquanto a cerveja é envasilhada em garrafas que vão de 300 ml a 1 litro ou em latas.

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Gastronomia

Comida nacional: os benefícios de optar pelo cardápio brasileiro

São tantas as opções e as razões para comer a comida brasileira, que quem a escolhe não se arrepende

Você conhece o Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado pelo Ministério da Saúde? Se trata de um documento que recomenda uma rotina alimentar saudável especialmente para nossa população. O guia sugere uma alimentação à brasileira, ou seja, baseada nos alimentos tipicamente produzidos na nossa terra.

É comum que na correria do dia a dia, as pessoas optem por fast-food ou mesmo congelados que precisam de apenas alguns minutos no microondas para estarem prontos para consumo. Por mais que haja a impressão de ganho de tempo com essas comidas rápidas, o ônus é enorme.

Um dos problemas dessa forma de se alimentar é a pandemia global de obesidade que estamos enfrentando. Os números são alarmantes e parte da causa é a escolha de uma alimentação ultraprocessada em detrimento de alimentos in natura

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de crianças e adolescentes obesos saltou de 11 milhões para 124 milhões nos últimos 40 anos, e o número segue crescendo. Adultos também são diretamente afetados por essa doença, e isso é impulsionado pelo atual modo de vida ocidental.

A culinária brasileira e sua “comida de verdade” 

Por mais que estejamos sempre em uma correria que parece nunca acabar, é preciso se atentar à saúde. 

Ao chegar em casa, é mais fácil preparar uma lasanha congelada no microondas e a consumir rapidamente, mas o custo disso é alto para a saúde. O mesmo vale para o fast-food.

Ao optar por uma alimentação mais saudável, é possível não apenas prevenir a obesidade como também outras doenças crônicas não transmissíveis. Começar essa mudança exige dedicação, mas é muito mais prazeroso do que o sabor da comida congelada. 

Uma forma de iniciar é aprendendo a cozinhar e conhecendo mais a fundo a riquíssima culinária brasileira. Por aqui, há uma enorme variedade de frutas, legumes, verduras e cereais que podem compor as refeições. Ou seja, para aderir a uma alimentação saudável não é preciso apostar em comidas complexas ou raras.

Cada região produz determinados alimentos e tem sua própria cultura alimentar. Ou seja, diferentes comidas atendem às necessidades de diferentes perfis de pessoas e culturas. Por aqui, o nosso “arroz e feijão” atende perfeitamente às necessidades da nossa população. 

Além das questões culturais envolvidas na adesão à comida típica brasileira, essa opção é importante também para o mercado interno da agricultura. Ao comermos os alimentos produzidos por aqui, aumentamos nossa demanda interna e fazemos a economia girar. Logo, aqueles produtos são popularizados e os preços tendem a cair. 

Outro modo de consumir alimentos in natura, brasileiros e com preço mais baixo é dando preferência aos alimentos sazonais, ou seja, que estão na safra. Existem épocas que são melhores para a produção de determinados alimentos, e nessas épocas eles tendem a ter um menor preço e uma qualidade superior.

Benefícios da atenção aos alimentos

Os alimentos da estação vigente, produzidos aqui, são plantados e colhidos nas condições climáticas ideais, então, não à toa que ficam mais saborosos. Além disso, com a produção facilitada pelo clima, eles chegam mais baratos até a mesa do consumidor, que, de quebra, compra alimentos com menos agrotóxicos, já que estes estão mais resistentes. 

Ao abrir mão do fast-food ou da comida congelada e colocar a mão na massa, o contato direto com o preparo da comida pode ter efeito relaxante. Além disso, essa pode ser uma boa oportunidade para reunir a família e fazer uma atividade que resultará em uma saborosa e divertida refeição.

A saúde agradece demais quando alimentos ultraprocessados são ignorados. Vale muito a pena trocar o nugget por um legume preparado em casa, assado, por exemplo.

Optando por esta última opção, será possível descobrir tantos sabores e combinações que provavelmente o hambúrguer cheio de gordura e molhos não fará falta, e as comidas inspiradas em países distantes, também não. Os pratos típicos do Brasil são opções ideais. 

As propriedades nutricionais de cada alimento podem surpreender. Uma alimentação baseada nas recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira é rica nutricionalmente, ou seja, garante todos os nutrientes necessários para uma boa saúde.

Quem dá uma chance para a comida brasileira não se arrepende.

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Receitas

Pão de Queijo Mineiro

Pão de Queijo Mineiro

Pão de Queijo - Foto: Por Dentro de Minas

Total Time1 hr 30 mins

INGREDIENTES
 4 copos (americano) de polvilho
 3 copos (americano) de queijo ralado
 2 copos (americano) de água
 1 copo (americano) de óleo
 1 colher (sopa) rasa de sal
 6 ovos inteiros

MODO DE PREPARO
1

Em uma vasilha coloque o polvilho. Deixe a ferva a água, o óleo e o sal e despeje por cima do polvilho. Misture até amornar. Em seguida, acrescente o queijo e misture. Vá colocando os ovos um a um até o ponto de enrolar. Enrole e coloque em forno médio até corar.

Ingredients

INGREDIENTES
 4 copos (americano) de polvilho
 3 copos (americano) de queijo ralado
 2 copos (americano) de água
 1 copo (americano) de óleo
 1 colher (sopa) rasa de sal
 6 ovos inteiros

Directions

MODO DE PREPARO
1

Em uma vasilha coloque o polvilho. Deixe a ferva a água, o óleo e o sal e despeje por cima do polvilho. Misture até amornar. Em seguida, acrescente o queijo e misture. Vá colocando os ovos um a um até o ponto de enrolar. Enrole e coloque em forno médio até corar.

Pão de Queijo Mineiro

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