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O que é a ascite canina e como preveni-la?

Ascite canina é uma condição também conhecida como derrame abdominal e confere ao cachorro uma aparência de “barriga d’água”

Por Dentro de Minas - Google News (pordentrodeminas - googlenews)

Algumas doenças que acometem os cachorros são desconhecidas e estranhas à maior parte da população. Por apresentarem nomes diferentes dos quais estamos acostumados, o entendimento fica pior ainda. A ascite canina é um bom exemplo. É mais comum do que você imagina e poucas pessoas sabem o que é e como cuidar.

Muita gente acredita que a única maneira de curar algum animal é através de tratamento com remédios. Não é bem assim! Nesse artigo vamos explicar tudo ascite canina, como prevenir, quais os melhores tratamentos e sintomas que seu cãozinho pode apresentar. 

O que é ascite canina

Esse problema, também conhecido por derrame abdominal, consiste no acúmulo anormal de líquidos na cavidade do abdômen do cachorro. 

Se detectada ainda no início, não é uma doença que forneça sérios riscos à saúde do seu companheiro. Inclusive, muitos animais são capazes de conviver com essa situação sem comprometer a qualidade de vida. 

Entretanto, quando não diagnosticada rapidamente, pode se tornar perigosa. Uma evolução possível é quando o diafragma do cachorro é pressionado pela cavidade abdominal cheia de líquido, resultando em sérias dificuldades respiratórias. O mais preocupante, porém, é a causa do acúmulo de fluidos. 

O líquido extra que pode causar a ascite canina pode ser proveniente de órgãos internos, vasos sanguíneos ou dos nódulos linfáticos. 

Dessa forma, a maneira mais eficiente para avaliar a gravidade da situação é realizando o diagnóstico correto, descobrindo a sua causa e tratando-a adequadamente.

Principais sintomas

Alguns sintomas comuns podem ser observados em cães que apresentam o quadro de ascite. O primeiro e mais característico é a distensão abdominal. Inclusive, é possível perceber a olho nu que o cachorro apresenta barriga inchada e anormal. 

Também é fácil notar a presença de outros sintomas, tais como:

  • Perda de apetite;
  • Letargia;
  • Vômitos;
  • Aumento do peso;
  • Sinais de dor;
  • Gemidos ao se mexer ou deitar;
  • Dificuldade para respirar.

Diagnóstico da ascite canina

O diagnóstico correto deve ser feito, é claro, por um veterinário. Para chegar à conclusão, serão pedidos exames de imagem, podendo ser uma ultrassonografia ou radiografia da área abdominal, por exemplo. 

Além disso, o médico pode solicitar um exame de urina para determinar a causa exata da ascite.

Melhores tratamentos para a ascite canina

Os tratamentos para ascite canina variam de acordo com a causa e a gravidade da doença. Sendo assim, essa situação pode ser resolvida tanto por meio de antibióticos, em casos de infecção, ou por meio de intervenção cirúrgica, em casos de aparecimento de tumor. 

Além dos medicamentos ou cirurgias, uma importante mudança deverá ser feita em relação à alimentação. 

Se o seu cachorro apresentar o quadro de ascite, procure trocar sua alimentação por uma com baixo teor de sódio, visto que esse componente facilita o acúmulo de líquidos na cavidade abdominal.

Formas de prevenção

Por não ser uma doença de causa única, é um pouco difícil determinar corretamente quais ações efetivamente podem ser tomadas para prevenir seu cachorro da ascite. Entretanto, é possível recomendar certos hábitos que são benéficos e podem ajudar a afastar essa e outras doenças.

O primeiro ponto que você deve observar é a qualidade da ração que está oferecendo ao seu pet. Tentar economizar na alimentação é a pior decisão que você pode tomar. Pense nisso como um investimento na saúde do seu companheiro e selecione rações balanceadas e indicadas pelo veterinário.

Outro aspecto bastante importante em situações assim é: nunca medique seu cachorro por conta própria. Dar um medicamento errado para ascite pode agravar o quadro ou até levá-lo à morte. 

Outra dica importante na hora de prevenir seu cachorro de apresentar o quadro de ascite é a manutenção das vacinas em dia. Essa pequena ação ajuda a prevenir doenças bacterianas e diminui os riscos de, em caso de ascite, uma infecção se estabeleça no seu cachorro. 

Agora que você já sabe tudo sobre ascite canina, ao menor sinal de barriga estufada do seu companheiro, procure o mais rápido possível o auxílio de um veterinário. 

Lembre-se quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, menor a probabilidade da doença se desenvolver e piorar.

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Focinheiras, enforcadores e coleiras: itens bons ou nocivos aos pets?

Descubra se acessórios podem prejudicar o bem-estar do seu bichinho

Quem tem um cãozinho, em especial de grande porte, sabe que é preciso utilizar alguns mecanismos de controle para momentos de passeio em locais públicos. Em algumas cidades brasileiras, há até leis específicas que regulamentam o uso de coleiras, enforcadores, guias e focinheiras para determinadas raças.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Lei nº 11.531, de 11 de novembro de 2003, determina que os tutores de cães de raças consideradas perigosas, como Pitbull, Rottweiller ou Mastim Napolitano, usem neles enforcador, guia curta ou focinheira sempre que estiverem em locais públicos. 

Em Porto Alegre (RS), a Lei nº 12.353, de novembro de 2005, preconiza o uso de guia curta, enforcador de aço e focinheira aos cães de guarda, combate ou aptidão que se destaquem pela força e agressividade em qualquer local de aglomeração — o que inclui parques e até condomínios.

Com diversas opções no mercado, como saber qual é a que melhor se adéqua ao pet? A seguir, damos algumas dicas para essa decisão tão importante.

Sem uni-duni-tê

Escolher o acessório pela beleza não é o melhor critério a ser usado. Mesmo com muitas variedades de estampas, cores e materiais, é preciso considerar a raça, o porte e a idade do animal para definir qual item será utilizado.

Também é importante pensar no local em que o tutor vive. Em cidades muito quentes e secas, por exemplo, é preciso optar por acessórios de poliéster ou de outro material que não agrida a pele quando em contato prolongado. O médico-veterinário de confiança pode auxiliar nessa decisão, já que é preciso considerar o conforto e o bem-estar do bichinho na hora de optar por uma peça.

Qual deles será?

A seguir, uma lista de acessórios que podem fazer a diferença no passeio com seu pet, e por que optar ou não por ele:

  • Coleira comum: indicada para os cães de porte médio ou pequeno, pode ser feita de diferentes materiais. O indicado é sempre comprar a coleira que seja compatível com o tamanho do pescoço do pet — tanto em altura quanto em diâmetro;
  • Peitoral: ótima para os braquicefálicos, como Pug e Buldogue inglês e francês, também é uma ótima pedida para os cães pequenos. Confortável de usar, não coloca a vida do bichinho em risco;
  • Easy Walk: tem quatro pontos de ajuste e também não provoca tosse, engasgo ou risco de asfixia. É uma boa pedida para os cães maiores: de médio a grande porte, como opção ao peitoral;
  • Guia: deve ser escolhida de acordo com o peso do cachorro, e seu porte também determina o comprimento do acessório. Dependendo do cão, o indicado é uma guia de, no máximo, 1,40 m de comprimento,
  • Head collar: é como uma focinheira de tira, indicada aos cachorros de grande porte e os molossoides. É bom porque prende o focinho, mas não tem perigo de ferir ou enforcar o animal de estimação.

O que demanda atenção especial

Alguns acessórios requerem um cuidado especial em seu uso e, preferencialmente, devem ser utilizados apenas por profissionais de adestramento, pois podem machucar e até matar o animal:

  • Enforcador: é indicado para condicionar os cachorros agressivos, desajustados e deve ser usado por um adestrador. Esse acessório provoca dor e/ou desconforto no animal. Em alguns, pode ter efeito contrário ao desejado, desencadeando estresse e mais agressividade,
  • Carrana: é aquela coleira com espinhos, muito associada aos cães de grande porte e aos agressivos. Deve ser usada unicamente por adestradores experientes em treinos de resistência. Se mal utilizado, pode causar graves ferimentos no bichinho.

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Cachorra ‘compra’ ração sozinha e leva para carro da dona em Pouso Alegre; veja o vídeo

Vídeo foi feito por dono de pet shop mostra a esperteza da Nanny, da raça labrador

• atualizado em 06/06/2019 às 11:08

O vídeo de uma cachorrinha da raça labrador “comprando” a própria ração e levando para o carro da dona viralizou nas redes sociais em Pouso Alegre, no Sul de Minas. A dona do pet shop filmou a ação da “Nanny”, de 7 anos que ocorreu na tarde desta terça-feira (6).

Nela a cachorrinha pega a sacola de ração na boca e indo embora, sem nenhum comando, tranquilamente pelo passeio, até chegar ao carro da dona e deixar a ração lá dentro.

“Ela sempre vem ao pet shop para comprar medicamentos e ração e me falava da cachorra, mas ela nunca tinha vindo até aqui. Eu fiquei espantado com a esperteza dela! Assim que eu coloquei a ração na sacola, ela ficou meio que pedindo para levar”, disse o proprietário do pet shop.

Ainda conforme o proprietário do pet shop, identificado apenas como Hélio, a cachorrinha ajuda a dona desde os quatro anos. “A dona dela me disse que ela pega ferramentas em casa, quando vai ao mercado segura as sacolinhas pela boca”, contou.

O Por Dentro de Minas não conseguiu contato com a proprietária da cachorra.

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Shopping recebe feira de adoção de pets neste fim de semana

Ação tem como objetivo de encontrar um novo lar para animais abandonados

Tathá - 1 ano e meio - Foto: Divulgação/ONG Anjos Peludos

O sonho de ter um animalzinho de estimação pode se tornar realidade. No próximo sábado (27), o Shopping Del Rey recebe a Feira de Adoção de Cães e Gatos, promovida pelas ONGs Anjos Peludos e Grupo de Amparo aos Animais Abandonados e Perdidos (GAAAP). A iniciativa estimula a adoção responsável e a criação de conexão entre as pessoas e os pets.

Ao longo de toda a tarde, uma equipe de profissionais especializados das ONGs estará à disposição do público para esclarecer dúvidas sobre o processo de acolhimento. Os interessados passarão por entrevistas e deverão preencher um termo de adoção, mediante apresentação de comprovante de endereço e documentos pessoais (RG e CPF).  Ao todo, estarão disponíveis para acolhimento 34 cães e 7 gatos, entre adultos e filhotes. Todos os animais já foram castrados, vermifugados e vacinados pelas instituições.

Para Josy Horner, fundadora da Anjos Peludos, mais do que encontrar uma nova casa para os bichinhos, o evento estimula a conversa sobre adoção responsável. “Durante a Feira, vamos conversar pessoalmente com cada possível tutor, esclarecendo a eles a importância desse ato. As pessoas devem estar aptas a cuidar desse animal e suprir todas as suas demandas de afeto, segurança e qualidade de vida. É preciso que esta seja uma decisão pensada e compartilhada com a família”, afirma Horner.

A Feira de Adoção é mais uma iniciativa da programação especial do Shopping Del Rey dedicada ao pets. “Há dois anos, o Del Rey se tornou pet friendly e, desde então, não temos medido esforços para proporcionar a melhorar experiência aos animais no mall. Estamos investindo em uma nova infraestrutura de serviços que traz mais conforto e comodidade às famílias que visitam o empreendimento com seus cachorros”, conta Marina Moura, gerente de marketing do Shopping Del Rey.

Outra novidade do empreendimento para o segmento é o Pet & Play, primeiro pet parque indoor da capital, que reúne atrações exclusivas para os cães, como circuito de agility, piscina de bolinhas e escorregadores. A atração permanece no Del Rey até domingo, dia 28 de abril.

Serviço

Feira Adoção no Shopping Del Rey

Local: Praça de Eventos (1º piso) do Shopping Del Rey (Av. presidente Carlos Luz, 3001, Pampulha)

Funcionamento: Sábado (27), das 13h às 17h

Evento Gratuito

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