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Trabalhador terceirizado morre ao cair do prédio da Defensoria Pública, em BH

Vítima era funcionário de uma empresa prestadora de serviços de limpeza e manutenção em fachadas

Foto: Reprodução/Google Street View

Um trabalhador terceirizado de 58 anos morreu durante o inicio da tarde deste sábado, 19, após cair do prédio da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, no bairro de Lourdes, Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Conforme o Corpo de Bombeiro, o acidente ocorreu por volta das 13h30. O homem era funcionário de uma empresa prestadora de serviços de limpeza e manutenção em fachadas. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

Peritos da Polícia Civil estiveram no local para apurar as causas do acidente. O resultado da perícia deve ficar pronto em 30 dias.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser submetidos a exames que podem ajudar a esclarecer o acidente.

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Governador Romeu Zema consegue recurso extra da União para a Saúde no Estado

Serão, ao todo, R$ 196 milhões de incremento do Ministério da Saúde; Brumadinho e outros 17 municípios da região serão contemplados

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, assinam nesta segunda-feira (18/2), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, um conjunto de portarias que vão garantir ao Estado um total de R$ 196 milhões para investimentos em atenção hospitalar, vigilância e atendimento em saúde mental. Desse montante, R$ 4 milhões serão repassados a Brumadinho e outros 17 municípios da região.

O Ministério da Saúde fará, neste ano, repasses em blocos, garantindo um fluxo maior de recursos nos primeiros meses de transferência. A maior parcela do dinheiro, R$ 192 milhões, foi incorporado ao chamado Teto MAC (média e alta complexidade) estadual, ou seja, aos valores que são repassados de forma regular para assistência ambulatorial e hospitalar. Isso quer dizer que, anualmente, o Governo de Minas poderá utilizar os recursos na assistência de urgência e emergência e realizar cirurgias, consultas, exames, diagnósticos.

O valor para o Teto MAC do Estado representa um envio mensal de R$ 16 milhões para a saúde de Minas (R$ 192 milhões em 12 meses). Um acordo do governo estadual e o Ministério da Saúde, no entanto, permitirá que os valores sejam passados em quatro parcelas neste ano. Isso permitirá que, no primeiro mês de vigência da portaria que libera os recursos, o Fundo Estadual de Saúde receba um total de R$ 48 milhões. A medida auxilia o Governo de Minas na reorganização das contas estaduais e na busca de garantir a assistência à saúde da população mineira.

Brumadinho e região

Será anunciado ainda um pacote de medidas para auxílio à saúde da população da região afetada pelo rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, além do acompanhamento da saúde dos profissionais envolvidos no resgate às vítimas da tragédia. Ao todo, serão liberados R$ 4 milhões, sendo que R$ 1,65 milhão serão incorporados ao valor transferido anualmente para a região. As medidas auxiliarão 18 cidades afetadas que, juntas, abrigam cerca de 1 milhão de pessoas.

Em Brumadinho, foram habilitados dois Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e três equipes multiprofissionais de Atenção Especializada em Saúde Mental. Trata-se de uma preocupação com os reflexos da tragédia na vida da população atingida. O objetivo é oferecer assistência psicológica, como aqueles que vivenciaram o desastre ou tiveram amigos e familiares desaparecidos. Em situações semelhantes ao desastre, foram identificados, por exemplo, aumento dos casos de ansiedade e depressão.

O auxílio na cidade será reforçado com o credenciamento de dois Núcleos Ampliados da Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB). As estruturas reforçam o atendimento da atenção básica, responsável por ações de prevenção de doenças e promoção da saúde. Todos os anúncios para a cidades são de incorporação de recursos anuais para a cidade, no total de R$ 1,65 milhão anual. O incremento pode ser usado, ainda, na atenção comunitária, com ênfase na reabilitação e reinserção social.

Outros R$ 2,3 milhões serão liberados em repasse único para as 18 cidades atingidas pelo desastre. Os valores estão destinados para as ações de vigilância, como prevenção e controle de epidemias, para as cidades de Betim, Brumadinho, Curvelo, Esmeraldas, Felixlândia, Florestal, Fortuna de Minas, Igarapé, Juatuba, Maravilhas, Mário Campos, Papagaios, Pará de Minas, Paraopeba, Pequi, Pompéu, São Joaquim de Bicas e São José da Varginha.

O objetivo é acompanhar e prevenir doenças consequentes do desastre, como aumento de casos de dengue, zika, chikungunya e febre amarela. As ações complementam as atividades do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública, que envolvem mais de 50 técnicos do Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde, ainda, vai acompanhar pelos próximos 20 anos cerca de mil profissionais envolvidos no resgate e buscas (Bombeiros, Força Nacional de 2 Segurança, Defesa Civil, Ibama e outros) às vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho. O estudo de coorte (conjunto de pessoas que tem em comum um evento que se deu no mesmo período) vai avaliar doenças que estejam relacionadas diretamente ao desastre, como a contaminação por metais pesados e leptospirose.

O primeiro passo do monitoramento será a coleta de amostras de sangue e urina, que seguirão para análise no Instituto Evandro Chagas (IEC), primeiro laboratório de referência para essa ação. Caso seja necessário, outras instituições referenciadas também poderão ser envolvidas. A ação terá a colaboração de pesquisadores de instituições, como a Fiocruz, as universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e do Rio de Janeiro (UFRJ) e Médicos Sem Fronteiras.

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Defesa Civil cadastra 110 pessoas desalojadas em Nova Lima

Evacuação ocorreu após risco de rompimento de barragem aumentar

Pelo menos 110 pessoas que vivem nos arredores da Mina Mar Azul, em Nova Lima (MG), já se cadastraram como desalojadas, após o aumento do risco de rompimento das barragens B3 e B4 da mineradora Vale. De acordo com a Defesa Civil do estado, esse é o número apenas de quem se cadastrou. A classificação do nível de emergência passou de 1 para 2.

Por determinação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, 170 moradores que vivem nos arredores da mina, localizada a 45 quilômetros de Belo Horizonte, foram retirados da região. A evacuação ocorre 21 dias após o desastre da barragem na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que matou 166 pessoas e deixou 144 desparecidos.

Durante coletiva de imprensa hoje (17), o capitão da Defesa Civil de Minas Gerais, Hebert Aquino, disse que há ainda um bairro, localizado próximo à Mina Mar Azul e que, em caso de rompimento de barragem, seria atingido pelos rejeitos no prazo de uma hora. Segundo ele, autoridades locais e estaduais estão reunidas para definir os próximos passos – incluindo uma possível evacuação desse local.

“As ações estão sendo tomadas pelos agentes tanto do estado quanto do município para preparar as comunidades mais distantes. Se houver alguma necessidade de evacuação, isso será feito”, disse. Pela manhã, homens da Agência Nacional de Mineração (ANM) estiveram na mina, junto a equipes do Núcleo de Emergência Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, fazendo uma vistoria na barragem.

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Chuva deixa pessoas ilhadas durante inundações em BH

Passageiros tiveram que subir em cima dos ônibus

• atualizado em 17/02/2019 às 19:59

Foto: Reprodução/Twitter

A chuva forte que atingiu na tarde deste domingo, 17, em Belo Horizonte, deixou usuários do transporte coletivo ilhados dentro dos ônibus na Avenida Vilarinho, na Região de Venda Nova, na capital.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostras passageiros que tiveram de sair pela janela e ficaram no teto do ônibus. Carros que também estava na avenida ficaram submersos.

Além da Avenida Vilarinho, também ocorreu registro de alagamentos na Avenida Bernardo Vasconcelos, na Região Nordeste.

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