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Cemig informa como evitar acidentes com a rede elétrica neste período pré-carnaval

Veículos e instalações provisórias devem manter distância segura do rede

Muitas cidades de Minas Gerais  já estão em clima de folia, se preparando para a maior festa popular do Brasil, com os ensaios dos blocos e as festas de pré-carnaval. Por isso, a Cemig preparou algumas dicas para que a folia não ofereça riscos a população.

Existem orientações quanto a instalação de iluminação, enfeites e alegorias, tráfego de trios elétricos e carros alegóricos, montagem de palcos e palanques.

A distância de 1,5 metro da rede elétrica deve ser respeitada ao se montar palcos, instalar iluminação e adereços e no deslocamento dos trios e carros de som. Essa distância mínima é determinada para evitar o contato com a rede elétrica que pode acarretar em choques elétricos e curto-circuito.

“A aproximação e o contato dos carros alegóricos e trios elétricos, por exemplo, trazem o risco de acidentes fatais. Em lugares densamente movimentados, como as ruas por onde passam os blocos de carnaval, os danos podem ser imensuráveis”, explica o engenheiro eletricista da Cemig, Demetrio Aguiar.

Deve-se considerar também a presença de redes telecomunicações existentes nas mesmas estruturas que as redes elétricas (postes com uso mútuo). Essas redes encontram posicionadas mais abaixo das redes elétricas, nos mesmos postes.

“A colisão de um trio elétrico com uma dessas redes pode resultar em quebra de poste sobre o veículo e sobre as pessoas que estiverem no local”, afirma Demetrio.

É fundamental que o trajeto dos trios elétricos seja programado de forma que a altura do veículo somada à altura dos foliões que estiverem sobre ele não exceda a distância mínima com as redes aéreas. Outro elemento que pode trazer riscos é o uso de confetes e serpentinas. Comum neste período, esses materiais possuem elementos metálicos que podem provocar acidentes ao entrar em contato com a rede elétrica.

“Os confetes, quando arremessados, antes de se dispersarem, estão concentrados e podem causar curto-circuito nas redes de alta tensão e provocar acidentes. Por precaução, as pessoas não devem atirar nenhum objeto em direção à rede elétrica. Nem mesmo os sprays de espuma”, ressalta o engenheiro.

Em caso de acidentes com a rede elétrica, fios partidos na rua ou danos em postes, a Cemig deve ser acionada imediatamente, por meio do telefone 116, para que uma equipe seja designada ao local para realizar os procedimentos necessários. “Ao encontrar um fio caído ao solo, não se aproxime e não deixe ninguém se aproximar do cabo, pois ele pode estar energizado”, alerta Demetrio Aguiar.

Para as pessoas que gostam de curtir o carnaval com festas em casa, as recomendações são: não ligar aparelhos elétricos próximo a duchas e piscinas, não utilizar gambiarras para ligar diversos aparelhos e respeitar a distância de 1,5 metro da rede elétrica em casos de montagem de estruturas no passeio próximo a residência.

Confira outras dicas:

Iluminação, enfeites e alegorias

• Não lançar artefatos – como serpentinas, confetes, entre outros, na rede elétrica, sejam metálicos ou não;
• Antes de fazer qualquer ligação elétrica ou de instalar enfeites e alegorias, consultar a Cemig;
• Não instalar nenhum enfeite próximo à rede elétrica;
• Não fazer ligações clandestinas (gatos);
• Não jogar líquidos, sprays e água na rede elétrica. Há risco de choque elétrico;

Trios elétricos e carros alegóricos

• Não trafegar sob a rede elétrica se a altura do veículo for igual ou maior que a dos fios elétricos (e também das redes de telecomunicações existentes nas mesmas estruturas), pois, além do risco de choque elétrico, há o risco de colisão com os fios e consequente derrubada dos postes, fios e equipamentos da rede elétrica, que podem cair sobre o próprio veículo ou sobre os foliões;
• Nunca tentar suspender cabos de qualquer natureza para facilitar a passagem de trios elétricos ou carros alegóricos. Em caso de risco de colisão dos veículos com os cabos, acionar a Cemig imediatamente;
• Observar a existência da rede elétrica e tomar cuidado para não se aproximar dela ou não tocá-la;
• Considerar a altura do veículo e das pessoas sobre ele em relação à fiação da rede elétrica e demais obstáculos.

Palanques para apresentação de shows

• A montagem e a desmontagem devem considerar a existência das redes elétricas aéreas e, em caso de escavação, subterrâneas, respeitando a distância mínima de 1,5 metro dos cabos e equipamentos da rede;
• A fixação das coberturas deve ser bem feita para evitar o desprendimento e possível projeção contra a rede elétrica;

Colisão de veículos com postes da Cemig

• Não sair do veículo. A pessoa poderá tomar um choque se houver algum cabo partido em contato com o veículo. Se precisar sair do veículo em função de um incêndio, abrir a porta e pular com os pés juntos, o mais longe possível, sem tocar a lataria do carro e afastar-se do local com pequenos passos;
• Não tentar socorrer as vítimas se houver fio partido. Nesse caso, acionar imediatamente a Cemig e o Corpo de Bombeiros;
• Havendo fios partidos, as equipes de socorro devem aguardar a chegada da Cemig pois eles próprios podem se vitimar com estes fios se estiverem energizados.

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Defesa Civil cadastra 110 pessoas desalojadas em Nova Lima

Evacuação ocorreu após risco de rompimento de barragem aumentar

Pelo menos 110 pessoas que vivem nos arredores da Mina Mar Azul, em Nova Lima (MG), já se cadastraram como desalojadas, após o aumento do risco de rompimento das barragens B3 e B4 da mineradora Vale. De acordo com a Defesa Civil do estado, esse é o número apenas de quem se cadastrou. A classificação do nível de emergência passou de 1 para 2.

Por determinação do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, 170 moradores que vivem nos arredores da mina, localizada a 45 quilômetros de Belo Horizonte, foram retirados da região. A evacuação ocorre 21 dias após o desastre da barragem na mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que matou 166 pessoas e deixou 144 desparecidos.

Durante coletiva de imprensa hoje (17), o capitão da Defesa Civil de Minas Gerais, Hebert Aquino, disse que há ainda um bairro, localizado próximo à Mina Mar Azul e que, em caso de rompimento de barragem, seria atingido pelos rejeitos no prazo de uma hora. Segundo ele, autoridades locais e estaduais estão reunidas para definir os próximos passos – incluindo uma possível evacuação desse local.

“As ações estão sendo tomadas pelos agentes tanto do estado quanto do município para preparar as comunidades mais distantes. Se houver alguma necessidade de evacuação, isso será feito”, disse. Pela manhã, homens da Agência Nacional de Mineração (ANM) estiveram na mina, junto a equipes do Núcleo de Emergência Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, fazendo uma vistoria na barragem.

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Chuva deixa pessoas ilhadas durante inundações em BH

Passageiros tiveram que subir em cima dos ônibus

• atualizado em 17/02/2019 às 19:59

Foto: Reprodução/Twitter

A chuva forte que atingiu na tarde deste domingo, 17, em Belo Horizonte, deixou usuários do transporte coletivo ilhados dentro dos ônibus na Avenida Vilarinho, na Região de Venda Nova, na capital.

Vídeos divulgados nas redes sociais mostras passageiros que tiveram de sair pela janela e ficaram no teto do ônibus. Carros que também estava na avenida ficaram submersos.

Além da Avenida Vilarinho, também ocorreu registro de alagamentos na Avenida Bernardo Vasconcelos, na Região Nordeste.

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Bombeiros localizam mais dois corpos em Brumadinho

Há ainda 144 pessoas que continuam desaparecidas

O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais localizou dois corpos de ontem (16) para hoje (17) em Brumadinho, onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu. Um corpo estava próximo à Instalação de Tratamento de Minério (ITM) e o outro, na região do Remanso 2. Fragmentos de corpos também foram localizados pelas equipes nas últimas horas.

“Uma ação muito importante que iniciamos no dia de hoje foi o rompimento estrutural [demolição] da estrutura colapsada da ITM com maquinário pesado, inclusive com tesoura hidráulica”, informou a corporação. Esse tipo de acesso, segundo o corpo de bombeiros, é importante na localização de eventuais corpos que estejam em locais até então inacessíveis.

“É um trabalho meticuloso, uma vez que existem cilindros de acetileno e GLP [gás liquefeito de petróleo] no local e atmosferas que demandam utilização de equipamentos especiais para respiração”, acrescentou o texto.

O último balanço da corporação, de sexta-feira (15), aponta que a tragédia no município mineiro deixou, até o momento, 166 mortos – todos já identificados. Há ainda 144 pessoas, entre funcionários da Vale, terceirizados que prestavam serviços à mineradora e membros da comunidade, que continuam desaparecidas.

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