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Seis veículos são destruído pelo fogo no pátio da Prefeitura de Betim

Veículos destruído pelo incêndio são micro-ônibus e ambulâncias

• atualizado em 28/08/2018 às 00:29

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Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

A Polícia Civil está investigado o que causou um incêndio durante a noite deste domingo, 26, no pátio da Prefeitura de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, três micro-ônibus, duas ambulâncias e um outro veículo foram destruído pelo incêndio. Foram utilizados três viaturas para o combate as chamas e cerca de três mil litros de água foram gastos para apagar o fogo.

O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil. Ninguém se feriu.

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Senado decide instaurar CPI para apurar tragédia de Brumadinho

Deputados reagem à rejeição da proposta de comissão mista

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), informou hoje (27) que a Casa vai abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) própria para investigar o rompimento da barragem da Vale na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), ocorrido em 25 de janeiro. Na tragédia, morreram 179 pessoas e 131 estão desaparecidas. Com a decisão, foi rejeitada a proposta de instalação de uma comissão mista, como queriam deputados mineiros.

A iniciativa gerou críticas de parlamentares da Comissão Especial da Câmara criada para acompanhar o caso e discutir medida para melhorar a segurança de barragens.

“Nós fizemos ontem a reunião dos líderes pra decidir a CPI. Eu vou aguardar até dia 11 para que os partidos façam suas indicações. A CPI do Senado está pronta. Já se passou um mês, e a gente vai ficar num impasse? Nós vamos cumprir nosso papel, o Senado vai instalar sua CPI a partir do dia 12”, afirmou Alcolumbre.

Na audiência da Comissão Especial da Câmara, deputados questionaram fortemente a opção. Para eles, a motivação é a não garantir efetividade nos trabalhos. “Infelizmente os interesses pessoais sobressaem sobre o das vidas das pessoas”, disse o deputado José Silva (SD-MG).

Os deputados Júlio Delgado (PSB-MG), André Janones (Avante-MG) e Rogério Correia (PT-MG) também criticaram a rejeição à comissão mista. “A expectativa é grande para que a gente não deixe cair na impunidade”, disse Correia.

A CPI da Câmara depende apenas da leitura em plenário pelo presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). O requerimento com o número de assinaturas já foi protocolado. A partir dele, com parecer favorável, Maia solicitou a elaboração do ato de criação. A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara informou à Agência Brasil que o ato já está pronto, precisando apenas da leitura em plenário.

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Emprego em Minas Gerais: estado deve gerar mais oportunidades em 2019

Mesmo com a difícil situação fiscal do estado, emprego em Minas Gerais deve crescer em 2019. Veja como se aproveitar da situação para se recolocar no mercado de trabalho

Devido à crise econômica que atinge o Brasil, todas as unidades da federação tiveram que apertar os cintos e reduzir seus orçamentos. Porém, algumas delas, afogadas em despesas obrigatórias, não puderam fazer isso. O resultado é uma péssima situação fiscal, o que, por sua vez, prejudica a economia local.

Um dos estados em situação mais crítica é Minas Gerais. O recém-eleito governador mineiro, Romeu Zema, sancionou o orçamento de 2019 prevendo um déficit superior aos R$ 11 bilhões. Como o Estado é uma das forças motrizes da economia, isso leva muitas pessoas a pensar que a população enfrentará uma onda de demissões, tanto nos setores público quanto no privado.

Esse, porém, não é o caso desse estado do sudeste do país: ao que tudo indica, a taxa de empregos em Minas Gerais deve, enfim, melhorar ao longo de 2019.

Mercado de trabalho deve melhorar em 2019

Uma pesquisa feita pela consultoria Deloitte revelou que os empresários, de modo geral, pretendem contratar mais esse ano do que no ano passado. O levantamento, realizado apenas entre esse público, revelou que apenas 7% devem reduzir o seu quadro de colaboradores, e que isso deve acontecer por conta da automação de tarefas. Da mesma maneira, 97% planejam novos investimentos em 2019 e 80% preveem um aumento em suas vendas.

Assim, por mais que o Ministério do Trabalho tenha sido extinto e as medidas de geração de empregos pulverizadas entre os órgãos da administração federal, 2019 deve trazer mais oportunidades a profissionais de todo o país. Deste modo, a tendência é que os índices de 12,3% de desemprego e mais de quatro milhões de desalentados (pessoas que desistiram da busca) se invertam.

Apesar da situação financeira do estado, emprego em Minas Gerais deve crescer

Por mais que o otimismo seja generalizado, especialistas afirmam que a geração de novas posições de trabalho deve ser concentrada em certas regiões do país. O emprego em Minas Gerais, por exemplo, tende a crescer: um levantamento, realizado pelo portal Trabalho Hoje, a pedido do poder Executivo mineiro, aponta que o estado foi o segundo maior gerador de oportunidades em todo o país, perdendo apenas para São Paulo.

Isso só é possível, pois, em que pese a complicada situação fiscal dessa unidade federativa, Minas Gerais tem se consolidado como polo empreendedor, abrigando 12% das startups de todo o país, conforme dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). É a segunda maior concentração de empreendimentos dessa categoria em todo o país.

Por mais que o fenômeno se faça notar em todo o seu território, especialistas apontam que há uma região específica onde a quantidade de startups se destaca: as localidades de Alfenas, Itajubá, Lavras, Santa Rita do Sapucaí e Varginha, no sul do estado, concentram quase 60 negócios que se enquadram nessa categoria, respondendo por quase 10% do total de Minas Gerais. Analistas apontam que o fomento proporcionado pelo poder público, junto com a presença de universidades que investem em inovação e na indústria, que atua como agente transformador, são fatores decisivos para esses números. Tudo isso deve colaborar com a melhora dos índices de emprego em Minas Gerais ao longo desse ano.

Melhora no mercado pode ser oportunidade para se recolocar

O otimismo dos empresários muitas vezes é compartilhado pelos profissionais. Afinal, tanto quem tenta se recolocar quanto quem almeja uma posição mais vantajosa e que proporcione a realização de um grande passo na carreira costumam se animar com a perspectiva de um ano com geração de mais empregos.

Porém, é preciso ter em mente que o aumento de oportunidades por si só não garante que uma pessoa conquiste o emprego dos sonhos: ela também deve se preparar para a busca. Geralmente, coaches e analistas de recursos humanos sugerem que os pretendentes a uma nova posição tomem medidas como:

  • Acionamento de sua rede de contatos;
  • Atualização do currículo;
  • Investimento em qualificação;

Atitude criteriosa nas candidaturas, enviando o currículo apenas às posições condizentes com seu perfil e pretensão salarial.
Deste modo, as chances de que a recolocação deixe de ser sonho para se converter em realidade são grandes.

Crescimento na quantidade de vagas também exige preparação de empresas

Por outro lado, estabelecimentos que pretendem abrir novas vagas de emprego em Minas Gerais, bem como em outras unidades federativas, também devem se preparar para tal. A ideia é tornar a empresa atraente para talentos de alto nível, que servirão de suporte para um crescimento sustentável.

De acordo com especialistas, uma das medidas mais interessantes nesse sentido é o oferecimento de um plano de carreira consistente. Dessa forma, a tendência é que os candidatos não considerem apenas o salário inicial, como, também, as possibilidades de crescimento.

Da mesma maneira, é fundamental que o negócio mostre-se preocupado com a qualidade de vida dos funcionários, proporcionando benefícios como plano de saúde de qualidade, horários flexíveis e a possibilidade de home office. Assim, as chances de que candidatos mais qualificados se interessem pela posição ficam maiores.

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Justiça dá 5 dias para Vale comprovar ações preventivas em barragens

Juiz exigiu que a mineradora Vale comprove que está cumprido as medidas preventivas determinadas em uma ação civil pública

O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias, Michel Curi, exigiu que a mineradora Vale comprove que está cumprido as medidas preventivas determinadas em uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) e pelo governo estadual.

Na decisão, tornada pública ontem (26), o magistrado estabelece um prazo de cinco dias para a mineradora apresentar a documentação necessária. O prazo começa a contar a partir da intimação da empresa. Em caso de descumprimento, a Vale será multada em R$ 1 milhão por dia de atraso. Procurada por e-mail, a empresa ainda não informou se já foi notificada e quais providências adotou.

Em 1º de fevereiro, o mesmo juiz já havia acatado manifestação do MP determinando que, para “assegurar a preservação do meio ambiente e a primazia da segurança humana face os ganhos econômicos”, a empresa deveria apresentar relatórios de firmas de auditoria técnica independentes que garantissem a segurança operacional das barragens Laranjeiras (em Barão de Cocais), Menezes II (em Brumadinho), Capitão do Mato, Dique B, Taquaras (em Nova Lima), Forquilha I, Forquilha II, Forquilha III (em Ouro Preto) e de todas as demais estruturas de contenção de rejeitos existentes nos complexos minerários, bem como de quaisquer outras que estejam em zona de risco ou atenção.

Na nova decisão, o magistrado estipula o prazo de cinco dias para o MP estadual escolher a empresa que fará as auditorias da segurança das barragens.

A Vale também deverá apresentar à Agência Nacional de Mineração (ANM) e à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) um plano de ação que garanta a total estabilidade e segurança das barragens Laranjeiras, Menezes II, Capitão do Mato, Dique B, Taquaras, Forquilha I, Forquilha II, Forquilha III, comunicando aos órgãos a lista de pessoas cadastradas como residentes na zona de autossalvamento das estruturas de risco.

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