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Viaduto Leste no Complexo da Lagoinha já está liberado para o tráfego

Trânsito já foi liberados desta a última terça-feira

Complexo da Lagoinha – Foto: Divulgação/BHTrans

Com a conclusão das obras no Viaduto Leste, o trânsito já está livre em todos os sentidos no Complexo da Lagoinha. Na última terça-feira, 24/7, foi retirada a interdição da pista que dá acesso à Praça da Estação, na segunda alça do viaduto. A liberação já facilita o tráfego dos veículos e do transporte coletivo vindos do Túnel da Lagoinha para a área central (avenida Cristiano Machado sentido bairro/centro).

As obras

Os viadutos do Complexo da Lagoinha se dividem em dois, o que gerou duas intervenções simultâneas. A primeira foi a construção de uma alça no Viaduto Leste, com 160 metros de extensão, que começa no apoio ao lado do FCA (Ferrovia Centro Atlântica), próximo à rua Diamantina, passa sobre o Boulevard Arrudas e desce na avenida do Contorno, em frente ao Shopping Oiapoque, pouco antes da rua São Paulo.

A segunda intervenção foi o alargamento e revitalização do Viaduto Leste, na parte que já existia. O trecho se inicia na avenida Antônio Carlos, atravessa o Complexo da Lagoinha, passa sobre a linha do metrô, continua paralelamente à parte antiga do viaduto e desce até a rua Rio de Janeiro.

Ao todo, foram feitas intervenções em 690 metros do elevado, considerando os dois sentidos do trânsito. Durante as obras, foram instaladas as maiores vigas já utilizadas pela Prefeitura de Belo Horizonte em viadutos, com 54 metros de comprimento, sendo as maiores fabricadas pela Usiminas de Ipatinga. A colocação das vigas é uma operação complexa, pois além de seu tamanho, elas estão sobre a linha férrea, sendo necessária a coordenação dos trabalhos junto à CBTU e a VLI.

Os trabalhos foram iniciados em fevereiro de 2015, com investimentos de aproximadamente R$ 61,6 milhões, provenientes do PAC Mobilidade.

Como vai funcionar o novo Viaduto Leste

O motorista que transita na avenida Cristiano Machado, sentido bairro/centro, terá as seguintes opções chegando ao Túnel da Lagoinha:

SAÍDA 1 – Antes do Túnel – Retorno e acesso ao bairro Colégio Batista
Antes do túnel o motorista deve ficar na faixa da direita e acessar a rua Cyro Borja e realizar o retorno ou seguir para o bairro Colégio Batista.

SAÍDA 2 – Acesso à avenida Antônio Carlos
O motorista deve ficar na primeira faixa da direita, dentro do túnel, e acessar a avenida Antônio Carlos.

SAÍDA 3 – Acesso à rua São Paulo (região da Oiapoque) e Transporte Coletivo
O motorista deve ficar na faixa da direita ou a central, dentro do túnel, e acessar a primeira alça do Viaduto Leste, em que é compartilhado o tráfego de ônibus e veículos de passeio. A primeira alça conduz os veículos em direção à rua São Paulo, na região da Oiapoque.

SAÍDA 4 – Acesso à Praça da Estação
O motorista deve ficar na faixa central, dentro do túnel, e acessar a segunda alça do Viaduto Leste, em direção à Praça da Estação.

SAÍDA 5 – Acesso ao Viaduto Oeste, avenidas Nossa Senhora de Fátima e Pedro II
O motorista deve ficar na faixa da esquerda, dentro do túnel, e seguir para acessar o Viaduto Oeste ou as avenidas Nossa Senhora de Fátima e Pedro II.

Agentes da BHTrans estão monitorando o Complexo da Lagoinha, as avenidas Cristiano Machado, do Contorno, as vias da região da Oiapoque e a operação do MOVE.

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Governo de Minas envia projeto de lei que isenta doação para afetados em Brumadinho

Proposta assinada pelo governador Romeu Zema prevê que não haja desconto de cerca de R$ 2,5 mil no valor da doação para cada família

Já está na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o Projeto de Lei, assinado pelo governador Romeu Zema, que propõe a isenção do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCD), que recairia sobre os R$ 100 mil, que a empresa Vale fará em forma de doação para os familiares das vítimas do desastre de Brumadinho.

O PL, de autoria do Governo do Estado, proposto em caráter de urgência, recebeu o número 452/19 e segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça. Depois que houver os pareceres das comissões temáticas, a matéria estará apta para votação no Plenário em dois turnos.

De acordo com a Secretaria da Fazenda, a obrigação de pagar a alíquota de 2,5% sobre o valor dessa doação seria do donatário, ou seja, de quem receber o valor da doação. Solidário com as 400 pessoas que perderam parentes no rompimento da barragem, serão cerca de R$ 800 mil que o Governo Mineiro deixará de receber com a isenção. Segundo a Advocacia-Geral do Estado, esse valor não representa renúncia fiscal por ser considerado de pequena monta em comparação com o orçamento estadual.

Em Minas Gerais, a alíquota cobrada é de 5%, mas quando o valor doado é inferior a 90.000 UFEMG (Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais), ou seja, menos de R$ 323.388,00, a alíquota é reduzida 2,5%. Assim, no caso específico da doação de R$ 100 mil, que é menor do que a unidade fiscal referência, cada familiar de vítima da tragédia teria um desconto de R$ 2,5 mil de imposto, caso a isenção não fosse aplicada.

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Van capota, deixa 17 feridos e fecha BR-040 em Ouro Preto, na Região Central de Minas

Bombeiros informaram que motorista da van perdeu o controle da direção e o veículo capotou

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Uma van capotou e foi parar em uma ribanceira na BR-040, na altura de Congonhas, na Região Central de Minas Gerais, durante a manhã desta quinta-feira, 28.

Conforme o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu em uma curva acentuada. O .

Ainda segundo a corporação, 17 pessoas que estava no veículo ficaram feridas.

Devido ao acidente, ambos os sentidos da rodovia precisaram ficar interditados.

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Senado decide instaurar CPI para apurar tragédia de Brumadinho

Deputados reagem à rejeição da proposta de comissão mista

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), informou hoje (27) que a Casa vai abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) própria para investigar o rompimento da barragem da Vale na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), ocorrido em 25 de janeiro. Na tragédia, morreram 179 pessoas e 131 estão desaparecidas. Com a decisão, foi rejeitada a proposta de instalação de uma comissão mista, como queriam deputados mineiros.

A iniciativa gerou críticas de parlamentares da Comissão Especial da Câmara criada para acompanhar o caso e discutir medida para melhorar a segurança de barragens.

“Nós fizemos ontem a reunião dos líderes pra decidir a CPI. Eu vou aguardar até dia 11 para que os partidos façam suas indicações. A CPI do Senado está pronta. Já se passou um mês, e a gente vai ficar num impasse? Nós vamos cumprir nosso papel, o Senado vai instalar sua CPI a partir do dia 12”, afirmou Alcolumbre.

Na audiência da Comissão Especial da Câmara, deputados questionaram fortemente a opção. Para eles, a motivação é a não garantir efetividade nos trabalhos. “Infelizmente os interesses pessoais sobressaem sobre o das vidas das pessoas”, disse o deputado José Silva (SD-MG).

Os deputados Júlio Delgado (PSB-MG), André Janones (Avante-MG) e Rogério Correia (PT-MG) também criticaram a rejeição à comissão mista. “A expectativa é grande para que a gente não deixe cair na impunidade”, disse Correia.

A CPI da Câmara depende apenas da leitura em plenário pelo presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). O requerimento com o número de assinaturas já foi protocolado. A partir dele, com parecer favorável, Maia solicitou a elaboração do ato de criação. A Secretaria-Geral da Mesa da Câmara informou à Agência Brasil que o ato já está pronto, precisando apenas da leitura em plenário.

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