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Tiroteio em porta de boate deixa um morto e cinco feridos na Região da Pampulha, em BH

Homem morto é apontado como o responsável pelo tiroteio

Homem com roupa escura dispara no canto direito à baixo, onde pode ser vista a rajada do tiro – Foto: Circuito de segurança

Um homem morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas em um tiroteio na porta de uma boate na madrugada desta segunda-feira (2) na Avenida Pedro I, no bairro Itapoã, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. O incidente foi registrado pelas câmera de segurança.

De acordo com a Polícia Militar (PM), um homem armado chegou atirando e outro que estava na entrada do estabelecimento também disparou. O motivo do crime ainda é desconhecido.

Entre as vítimas feridas está um cabo do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam), que reagiu. Ele levou um tiro na coxa e outro no joelho. O homem que morreu é apontado como o responsável pelo tiroteio.

Os feridos foram baleados ou se machucaram durante a confusão. Eles foram socorridos para o Hospital de Pronto-Socorro Risoleta Tolentino Neves, em Venda Nova. Uma arma usada no tiroteio foi apreendida e a Polícia Civil realizou perícia no local.

Nota da boate Jolie! sobre o caso:

“A boate Jolie!, clube inaugurado no final de 2017 nas imediações da Pampulha, vem por meio desta esclarecer e se posicionar a respeito do ocorrido nesta madrugada – 2 de julho de 2018 -, quando, às 4 horas e 20 minutos da manhã, um homem disparou contra o segurança na porta da boate. Vindo da avenida Pedro I, o meliante não pôde ser identificado por ter colocado sobre a cabeça um capuz preto; correndo, atirou no funcionário da casa e seguiu em disparada, descendo a avenida de onde veio. Imediatamente, um Cabo da Polícia Militar que estava saindo da Jolie!, reagiu acertando o atirador na via e também sendo atingido.

O bandido morreu na hora, enquanto o Cabo e outras cinco pessoas, incluindo o segurança que recebeu o primeiro disparo do meliante, encontram-se no hospital Risoleta Neves e, até o último instante em que a boate obteve informações a respeito, sem vítimas fatais; todos os casos aspiram cuidados, porém estão estáveis.

O estabelecimento disponibilizou imagens do circuito de segurança da boate que narram o fato tal qual citado nesta e os colocou à disposição das investigações da polícia. A motivação do crime ainda não foi identificada, mas a casa encontra-se absolutamente à disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários, bem como está prestando a devida assistência às vítimas do ocorrido.”

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176 vítimas do rompimento da barragem da Vale são identificadas

Governo de Minas Gerais diz que 134 pessoas estão desaparecidas

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizou 176 corpos de vítimas do rompimento da narragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Minas Gerais. Todos os corpos foram indentificados pelo Instituto Médico Legal (IML).

Segundo informações do governo de Minas Gerais, 134 pessoas estão desaparecidas, sendo 31 funcionários da mineradora Vale e 103 trabalhadores terceirizados e moradores da região.

Desde ontem (20), uma equipe do Corpo de Bombeiros está fazendo buscas na área onde funcionava o almoxarifado da Vale. No local foi encontrado um corpo, removido para o IML para identificação.

A tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte, completa hoje (4) 11 dias de buscas.

O almoxarifado foi identificado pelo cruzamento de dados, de localizações georreferenciadas e de indicações do terreno. As buscas na área do almoxarifado se desenvolveram durante esta quinta-feira e continuarão amanhã (22), segundo o Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros trabalha em sete frentes de buscas na área da barragem que se rompeu no último dia 25 de janeiro. Nesta fase de escavações, o trabalho é mais difícil porque a lama está muito profunda. A corporação mineira atua com apoio de militares de outros estados.

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Polícia prende suspeito de matar ex-namorada em Betim

Ex-namorado é suspeito de matar vítima com vários golpes de martelo na cabeça

A Polícia Civil de Minas Gerais realizou o cumprimento do mandado de prisão preventiva em desfavor de Matheus Vítor Vilela, 22 anos, na última sexta-feira, 15 de fevereiro.

Matheus é suspeito de, no dia 1º de fevereiro, ter assassinado a ex-namorada Akiria Carla Ferreira da Silva, 20 anos, com vários golpes de martelo na cabeça. Na data do crime, o suspeito que insistia em reatar o relacionamento com a vítima, a procurou e a agrediu com diversos golpes fatais.

A vítima foi encontrada na casa dela, no bairro Granja São João, em Betim, gravemente ferida. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu em seguida.

Iniciadas as investigações pela Polícia Civil, o suspeito pelo feminicídio foi identificado, mas, após cometer o bárbaro delito, fugiu para Belo Horizonte, onde ficou escondido até a data da prisão.

Logo após o assassinato, Matheus também subtraiu o aparelho celular da vítima, ocasião em que passou a utilizar rede social dela (Facebook), para ameaçar parentes e amigos de Akíria.

O envolvido, já era investigado pela PCMG pela prática de dez crimes de roubo, contra motoristas do aplicativo ¿’ber”, na cidade de Betim.

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Polícia Civil atua em sequestro de gerente de banco e prende suspeito

A vítima foi feita refém do grupo quando chegava em casa, em Belo Horizonte

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em mais uma ação de pronta resposta, prendeu, nesta quarta-feira (20), Rafael Silveira de Almeida, de 38 anos. Ele é um dos suspeitos de sequestrar um gerente de banco ontem à noite no bairro Guarani, em Belo Horizonte.

Segundo o Delegado Ramon Sandoli, o crime, iniciado ontem (19), é de extorsão mediante sequestro na modalidade “sapatinho” pela sequestração do gerente do banco. A vítima, que tem 29 anos, foi feita refém do grupo quando chegava em casa, em Belo Horizonte. Depois os suspeitos foram até a casa dos pais do gerente, em Betim e da namorada dele, de 21 anos, onde fizeram os reféns juntamente com um amigo, de 20. Mantiveram os quatro no cativeiro, em Ribeirão das Neves, retornando com o gerente para a agência bancária, onde a vítima, com o artefato de simulacro amarrado em seu corpo, tinha a missão de abrir o cofre e retirar o dinheiro para repassá-lo os criminosos.

“A PCMG foi acionada e, por volta das 13h de hoje (20), conseguiu localizar o cativeiro, em Ribeirão das Neves, onde foi feito a liberação dos quatro reféns sem nenhum ferimento e a prisão de um dos suspeitos que estava no cativeiro com uma arma de fogo calibre 22, utilizada, provavelmente para intimidar os reféns”, garantiu o Delegado. O preso, que já tem passagens por roubo, furto e lesão corporal, saiu da prisão em dezembro de 2018.

Para o Delegado Sandoli, a forma de deslocamento dos integrantes da quadrilha é indicativo de que eles conheciam a região, levantando a suspeita de que os autores sejam da região metropolitana de Belo Horizonte, sendo que as investigações prosseguem para identificar e prender os outros envolvidos.

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