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Arraial de Belo Horizonte contabiliza mais de 200 mil pessoas no período junino da cidade

Foram cinco dias de eventos na Praça da Estação e cerca de 250 festas juninas cadastradas pela Belotur, de 15 de junho a 15 de julho

Arraial de Belô 2018 – Foto: Elberty Valadares

Belo Horizonte viveu o maior Arraial de sua história. Em um mês de programação junina na cidade, que começou em 15 de junho e foi encerrada neste domingo, 15 de julho, entre festas nas ruas, clubes, escolas, igrejas e quermesses, a Belotur contabilizou mais de 200 mil pessoas participantes nos cerca de 250 eventos da programação associada do Arraial de Belo Horizonte.

Somente na Praça da Estação, em cinco dias de programação, 90 mil pessoas estiveram presentes e puderam conferir os tradicionais concursos de quadrilhas, degustar as delícias da Vila Gastronômica e curtir shows como o da dupla sertaneja Bruno & Marrone, que fechou a programação com a praça completamente ocupada pelos fãs.

Em pesquisa realizada pela Belotur, por meio do Observatório do Turismo, com o aumento de 28,6% do público na Praça da Estação em relação a 2017, que contou com 70 mil pessoas, a movimentação financeira neste ano chegou a R$ 2,74 milhões. Outro dado que vale a pena ressaltar é o aumento do gasto médio diário no Arraial de Belo Horizonte na Praça da Estação, que chegou a R$30,50, aproximadamente 27% maior do que 2017, que alcançou R$24,00.

“O Arraial de Belo Horizonte é, sem sombras de dúvidas, um dos maiores eventos da cidade e a prova disso é o número significativo de festejos juninos promovidos durante o período oficial, além de toda movimentação econômica que gira em torno da festa. Estamos agregando e valorizando as festas juninas da cidade e, com isso, aquecendo a cadeia produtiva, gerando emprego e renda e promovendo o destino turístico Belo Horizonte, que está entre os cinco mais importantes do país quando o assunto é Arraial. Hoje nós temos o tripé do Arraial de Belo Horizonte bem definido e estruturado: a tradição e a qualidade das quadrilhas, os grandes shows na Praça da Estação e a nossa gastronomia, um dos nossos principais atrativos turísticos, que ganhou holofotes nesta 40ª edição da festa”, comenta Aluizer Malab, presidente da Belotur.

Segurança e conforto

Um evento seguro, confortável, que preza pelas tradições juninas ao mesmo tempo em que inova, ousa e propõe surpresas para o público. Foi assim que o Arraial de Belo Horizonte 2018 se reinventou na Praça da Estação em sua 40ª edição. De acordo com a pesquisa de satisfação realizada pela Belotur, por meio do Observatório do Turismo de Belo Horizonte, de zero a dez, o evento na Praça da Estação, no geral, ganhou nota 8,8. Destaque para a organização, que ficou com nota 9,0; decoração, que obteve 9,2; shows, com 9,0; e qualidade das comidas e sensação de segurança, ambas com nota 8,8.

Foram mais de 500 entrevistados durante os dias 30/6 e 1º/7. Vale ressaltar que 74% dos entrevistados que participaram de outras edições do Arraial consideraram que o evento melhorou nos seguintes aspectos: organização geral da festa e sensação de segurança. Nenhuma ocorrência grave foi registrada pela Guarda Municipal nem pela Polícia Militar de Minas Gerais.

Vila Gastronômica

Outra excelente nota registrada pela pesquisa foi para a Vila Gastronômica, avaliada com nota 9. Um dos destaques da organização do evento deste ano, a Vila Gastronômica teve ambientação junina e conjuntos de mesas e cadeiras de madeira, que foram bem aproveitadas por quem ali degustou a boa comida de restaurantes típicos mineiros, assim como as receitas vencedoras do Concurso Prato Junino, que também foram comercializadas no local. No último fim de semana, a Vila contou também com a Carreta-Escola do Senac, promovendo aulas-show de culinária, gratuitamente, para quem se interessou. ​ Todos os quesitos avaliados tiveram nota superior às da avaliação de 2017.​

A Vila Gastronômica pode, inclusive, ser a justificativa de outro bom aspecto registrado pela pesquisa do Observatório do Turismo de Belo Horizonte. Em 2018 o gasto médio por participante no evento foi de R$30,50, o que significa aumento de 27% em relação a 2017, quando foi registrado R$24,00 de gasto por participante.

Segurança, saúde e limpeza

Durante os cinco dias de evento na Praça da Estação, o esquema de segurança contou com a presença de 144 policiais militares a pé em 10 pontos de policiamento, além de 46 viaturas. Foram disponibilizadas, ainda, 79 viaturas da Guarda Municipal no entorno do evento para controle até a dispersão e 433 Guardas Municipais dentro da praça.

Para auxiliar, 99 bombeiros trabalharam no Arraial de Belo Horizonte e contaram com 10 viaturas durante todo o evento. Três ambulâncias do SAMU deram suporte nos dois fins de semana de programação junina na praça. A BHTrans, que precisou alterar rotas de trânsito no entorno da Praça da Estação, contou com 147 agentes e 45 viaturas.

Já a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU) recolheu mais de nove toneladas de lixo, reunidos em 849 sacos de lixo por 135 garis. “O resultado foi um evento seguro, sem nenhuma ocorrência policial grave registrada, limpo e planejado, que proporcionou conforto para cerca de noventa mil pessoas”, relatou Gilberto Castro, diretor de Eventos da Belotur.

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Rio Paraopeba tem nível de metais 600 vezes maior que o permitido

Rompimento de barragem da Vale causou tragédia em Minas

O nível de cobre nas águas do rio Paraopeba chega a até 600 vezes acima do permitido a rios usados para abastecimento humano, irrigação em produção de alimento, pesca e atividades de lazer.

O limite aceitável de cobre é 0,009mg/l (miligramas por litro), mas variou de 2,5 a 5,4mg/l nas 22 amostras recolhidas em uma expedição ao longo de 305 quilômetros do Paraopeba para relatório da Fundação SOS Mata Atlântica, divulgado nesta quarta-feira (27), em São Paulo.

A conclusão do documento é que rio Paraopeba perdeu a condição de importante manancial de abastecimento público e usos múltiplos da água em razão das 14 toneladas de rejeitos de minérios arrastadas e depositadas no rio, resultado do rompimento da barragem do Complexo do Córrego do Feijão, da empresa Vale, localizada na zona rural de Brumadinho, em Minas Gerais.

Segundo o relatório, 112 hectares de florestas nativas foram devastados por causa do arraste de rejeitos após o rompimento da barragem em Brumadinho. Destes, 55 hectares eram áreas bem preservadas.

“Os metais que nós encontramos [no Paraopeba] que são ferro, cobre, manganês, são metais que não fazem mal à saúde em pequenas quantidades. A diferença entre o veneno e o remédio é a dosagem. Eles se tornaram tóxicos por conta da quantidade que temos na água, muito superior ao que é determinado por lei”, disse a bióloga Marta Marcondes, professora e coordenadora do Laboratório de Análise Ambiental do Projeto Índice de Poluentes Hídricos (IPH), da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS).

O consumo de quantidades relativamente pequenas de cobre pode provocar náuseas e vômitos, mas, se ingeridas em grandes doses, podem lesar os rins, inibir a produção de urina e causar anemia por causa da destruição de glóbulos vermelhos, segundo o relatório.

A bióloga explicou que altos níveis de cobre causam oxidação de vitamina A, o que provoca a redução de vitamina C no organismo. A falta dessa vitamina leva a dores musculares, fadiga, distúrbios de aprendizado e pode causar ou potencializar quadros de depressão.

“O cobre ocasiona muito o processo de depressão. Imagina uma pessoa que perdeu família e tudo que ela tinha, tem um acúmulo de cobre e já está em um processo depressivo, isso vai potencializar tudo isso”, argumentou.

Além de ferro, manganês e cobre, foi encontrado nível de cromo até 42 vezes maior do que o aceitável na legislação, que seria 0,05mg/l. Como consequência, o cromo pode causar até efeitos mutagênicos e morte.

“O cromo é um dos mais perigosos porque ele vai alterar a questão genética dos organismos e também pode afetar o sistema nervoso. Isso tudo com certeza vai alterar todo processo de homeostase – equilíbrio do organismo –, podendo ocasionar, por exemplo, lesões no sistema nervoso e doenças degenerativas”, disse Marta.

Vida no rio

De acordo com o relatório, por toda a extensão percorrida pela expedição, os indicadores de qualidade da água aferidos, incluindo nível de oxigênio e turbidez, também não revelaram água em condições de vida aquática. Dos 22 pontos analisados, 10 apresentaram resultado ruim e 12 péssimo.

“Hoje essa classificação ruim e péssima impede que o rio possa ser utilizado, então em uma comparação muito simplista, mas de fácil compreensão, é como se a gente tivesse transformado o rio Paraopeba, que era um rio com peixes, utilizado para abastecimento público, em um rio completamente contaminado como é o rio Pinheiros” [em São Paulo], avaliou Malu Ribeiro, especialista em Recursos Hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica.

O alto índice de turbidez, o excesso de nutrientes em decomposição e as altas temperaturas registradas na água, entre outros fatores estudados, resultaram no registro de baixos índices de oxigênio dissolvido, em desconformidade com o padrão para rios de classe 2 (usados para abastecimento, irrigação e pesca), fixado em 5 mg/L. Em um dos pontos analisados, o índice de oxigênio chegou a 1,3 mg/l, o que representa valor insuficiente para manutenção da vida aquática.

Somente em cinco pontos de coleta, localizados nos trechos do rio entre os municípios de Pompéu e Curvelo, em Minas Gerais, os índices de oxigênio dissolvido apresentaram condição de manutenção da vida aquática.

Marta Marcondes explicou que a turbidez é a quantidade de material que há na água e que dificulta a entrada de luz nesse corpo d’água.

“A luz possibilita a fotossíntese, que vai fazer com que as plantas aquáticas produzam oxigênio para a água. Como a turbidez é muito alta, tem baixa entrada de luz e uma quantidade menor de organismos fazendo fotossíntese. Com isso, há uma quantidade menor de oxigênio na água”, disse. Por consequência, os animais que dependem desse oxigênio morrem.

“A água está imprópria, sem condições de uso e tem que se respeitar o decreto que o governo de Minas fez [segundo o qual] em uma faixa de cem metros, ninguém [deve] utilizar a água do rio porque é arriscado. Por mais que [as pessoas] tenham suas atividades econômicas ligadas ao rio, que dependam no rio, nesse momento ele não está em condições de uso”, alertou Malu.

Outras fontes de poluição que tiveram efeito potencializado após o rompimento são bactérias provenientes de organismos em decomposição, esgoto sem tratamento ou com baixo índice de tratamento e até defensivos agrícolas de fertilizantes.

“O rio já recebia esses poluentes, mas ele tinha uma capacidade de diluição maior, então ele dava conta de depurar esses contaminantes. Quando veio a lama de rejeitos, a primeira coisa que essa lama fez foi barrar o rio, então diminuiu o volume de água e concentrou os poluentes que ele já tinha e veio trazendo outros”, disse Malu. Como exemplo, tem o arraste pelos rejeitos de fossas de casas, de áreas de cocheira, estábulos e granjas.

Recuperação

Segundo Malu, é preciso cautela no estabelecimento de prazos para recuperação do rio Paraopeba. “Primeiro, a gente tem que aguardar a localização das vítimas, dos corpos, o que ainda está acontecendo, então o solo na região de Brumadinho ainda está sendo mexido para localizar esses corpos. Enquanto isso, o material [rejeito] que está lá espalhado pelo ambiente, toda vez que chover, que tiver um carreamento, isso vai para o rio. Então, ainda não dá para fazer o redesenho das áreas do leito do rio”, afirmou.

Depois desse primeiro período, seria necessário retirar o que for possível desses rejeitos e recolocar em um aterro. Segundo Malu, o monitoramento do rio é importante para acompanhar a condição da água e identificar quando o Paraopeba terá condições de ser repovoado com peixes e quando os municípios poderão captar água novamente.

A bióloga ressalta que o rejeito que está sedimentado no fundo do rio também impede que haja vida e que esse rejeito não vai sumir, apenas pode ser diluído e acabar sendo levado para o mar.

“O rejeito não some, ele precisaria ser tirado do rio e ser dado um fim mais inteligente [a ele]. O que está sedimentado no fundo [do rio] é preciso ser retirado, porque está em cima de toda a vida que tinha no fundo desse rio, que eram os decompositores, aqueles que contribuíam para que outros animais pudessem sobreviver”, explicou.

“No rio Doce já se passaram três anos, o rio ainda não se recuperou e continua afetando as áreas costeiras e marinhas. A recuperação das matas ciliares, das nascentes, os afluentes que chegam ao Paraopeba em boa qualidade são cruciais para devolver ao rio a capacidade de regeneração”, afirmou Malu.

“Uma coisa importante é que, agora mais do que nunca, a revitalização do São Francisco precisa sair do papel. E a revitalização do São Francisco agora passa pela recuperação do Paraopeba. O Paraopeba é o que forma o São Francisco. Se ele chegar doente no reservatório de Três Marias é como se tivesse um conta-gotas de veneno sendo despejado no rio São Francisco todo dia”, acrescentou.

Recursos

Para ela, recuperar as matas ciliares vai garantir a volta dos ecossistemas e do ciclo hidrológico nessa região de formação do rio São Francisco.

A responsabilidade pelas ações de recuperação, disse Malu, é compartilhada porque as bacias hidrográficas afetadas são federais e há trechos de rio estaduais, mas os recursos devem ser arcados pela Vale.

“Precisa de investimento e ele tem que vir do pagamento dos danos causados pela Vale. A Vale é que tem que pagar as suas despesas de monitoramento e a melhoria do sistema de tratamento de água para que haja condição de restabelecer o abastecimento público”, disse.

A Vale informou que estabeleceu um plano de monitoramento da qualidade das águas, sedimentos e organismos aquáticos a partir de coletas diárias de amostras em 48 pontos nas bacias dos rios Paraopeba e São Francisco, cujos resultados parciais vêm sendo compartilhados diariamente com os órgãos competentes.

Segundo a empresa, cinco barreiras hidráulicas foram instaladas ao longo do rio Paraopeba para conter os sedimentos. Além disso, está prevista a construção de estruturas para conter os rejeitos na região próxima ao local do rompimento da barragem.

“Moradores e produtores rurais com atividades em doze municípios de Minas Gerais estão recebendo abastecimento de água para consumo humano, [uso] animal e irrigação. Até o momento, a Vale disponibilizou um volume de quase 13 milhões de litros de água”, disse, em nota, a Vale sobre as ações de reparação.

Alertas

O rio Paraopeba era responsável por 43% do abastecimento público da região metropolitana de Belo Horizonte. Diante da impossibilidade de uso de suas águas por pelo menos 305 quilômetros, a SOS Mata Atlântica apelou para que a comunidade economize água, mesmo que o abastecimento esteja sendo realizado por afluentes que não foram contaminados, por cisternas e poços.

“Mesmo tendo outros rios, [é importante que] as pessoas economizem, porque a gente não sabe por quanto tempo não vai poder se utilizar a água do Paraopeba e quanto tempo esses outros rios têm condições de atender as necessidades dessas comunidades afetadas. É uma situação de emergência”, garantiu Malu.

Outra questão que requer atenção, segundo a especialista, é com a maior com proliferação de doenças que têm como vetores insetos – como a dengue, zika, chikungunya, febre amarela –, na região da bacia do Paraopeba.

“Porque, como a fauna que existia no ambiente do Paraopeba, os peixes, os anfíbios, os predadores dos insetos morreram, vai haver um aumento de insetos. E com isso aumenta o risco de doenças causadas por esses vetores”, advertiu, lembrando da vacinação e do cuidado no armazenamento de água.

O relatório hoje divulgado será entregue para a Câmara dos Deputados e Frente Parlamentar Ambientalista, visando alertar para que a legislação ambiental não seja flexibilizada; para Comitês de Bacia do Paraopeba e do São Francisco; e também a comunidades afetadas para que respondam dúvidas que ainda tenham.

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Tiradentes se prepara para o Carnaval Cultural 2019

Ocupação das pousadas e hotéis da cidade até o momento, chega a 87%

Entre os dias 28 de fevereiro a 05 de março de 2019, a folia toma conta da cidade de Tiradentes (MG). O tradicional Carnaval Cultural de Tiradentes é uma festa destinada à toda família. Marchinhas, samba, bloquinhos de rua, shows e muita animação. A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo espera receber cerca de 20 mil turistas no Carnaval 2019. De acordo com a Associação Empresarial de Tiradentes – ASSET- a taxa de ocupação das pousadas e hotéis da cidade até o momento, chega a 87%.

Para garantir a segurança dos moradores e foliões, a Prefeitura Municipal de Tiradentes informou que serão 36 seguranças atuando diariamente. Haverá plantão da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros Voluntários. A cidade contará com reforço da Polícia Militar de Belo Horizonte, além dos policiais locais. Além disso, foi proibida a venda, porte e consumo de bebidas em recipientes de vidro durante o período do Carnaval 2019, especialmente nas concentrações dos blocos, em seu percurso e nos locais dos shows.

Todos os dias haverá plantão médico, com atendimento 24 horas na Casa de Saúde do Pacu, garantindo mais agilidade nos casos de urgência e emergência. A Prefeitura assegura também a limpeza dos locais públicos, durante os dias de folia, uma equipe de limpeza fará o trabalho na madrugada. Estarão à disposição 26 agentes de trânsito para organizar e agilizar o tráfego de veículos e pedestres. O acesso ao Centro Histórico com veículos será restrito e o mesmo permanecerá fechado durante o evento.

Ao todo, 20 tradicionais blocos de rua, farão a alegria de todos. O palco principal será montado no Largo das Forras, onde acontecerão shows a partir do dia 1º de março, às 23 horas. As bandas serão divulgadas em breve. Neste ano, a programação também terá como novidade a realização de oficinas gratuitas de artes com patchwork (trabalhos com retalhos), customização de abadás, estandartes e reciclagem de materiais carnavalescos.

Ao longo do Centro Histórico, máscaras carnavalescas ficarão expostas, compondo a decoração. O trabalho artesanal é uma forma de valorizar os artistas da região e prestar homenagem às pessoas que passaram por Tiradentes e contribuíram de modo singular com a cidade. Cada máscara será acompanhada de uma bandeirinha com nome e história do personagem, tudo feito à mão. Tanto na restauração, quanto na criação de novas máscaras, o material utilizado é reciclável, contribuindo com o meio ambiente, de modo ecologicamente correto.

Confira a seguir a Programação dos Blocos:
QUINTA-FEIRA (28/02/19)
1 – BLOCO ABT (Associação dos Blocos de Tiradentes) – CONCENTRAÇÃO: 19:00hs – Largo das Mercês SAÍDA: 20:00hs
SEXTA-FEIRA (01/03/19)
2 – BLOCO REVIVER – (Escola Basílio da Gama) – CONCENTRAÇÃO: 08:00hs – Escola Estadual Basílio da Gama SAÍDA: 09:00hs
3 – BLOCO DAS CHARRETEIRAS (Rumo às Domésticas) – CONCENTRAÇÃO: 19:00hs – Cuiabá SAÍDA: 21:00hs
4 – BLOCO DAS DOMÉSTICAS – CONCENTRAÇÃO: 21:00hs – Bar da Zezé SAÍDA: 23:00hs
SÁBADO (02/03/19)
5 – BLOCO ALVORADA – CONCENTRAÇÃO: 03:00hs – Alto São Francisco SAÍDA: 04:00hs
6 – BLOCO DAS DIVAS – CONCENTRAÇÃO: 14:00hs – Trevinho dos Mala SAÍDA: 16:00hs
7 – BLOCO AMOR&CANA – CONCENTRAÇÃO: 17:00hs – Igreja do Canjica SAÍDA: 19:00hs
8 – BLOCO ESTAÇÃO CAÇA-CACHAÇA – CONCENTRAÇÃO: 20:00hs – Bar da Zezé SAÍDA: 22:00hs
DOMINGO (03/03/19)
9 – BLOCO SECOS&MOLHADOS – CONCENTRAÇÃO: 15:00hs – igreja do Canjica SAÍDA: 17:00hs
10 – Caminhada TREMBIER – CONCENTRAÇÃO: 15:00hs – Rua Gabriel Passos SAÍDA: 17:00hs
11 – BLOCO VER-TE CANA – CONCENTRAÇÃO: 19:00hs – Rua direita SAÍDA: 21:30hs
SEGUNDA-FEIRA (04/03/19)
12 – BLOCO GATOS DE BOTAS – CONCENTRAÇÃO: 14:00hs – Bar da zezé SAÍDA: 16:00hs
13 – BLOCO PALHAÇADA – CONCENTRAÇÃO: 15:00hs – Largo das Mercês SAÍDA: 17:00hs
14 – BLOCO BEATÕES DA SANTÍSSIMA – CONCENTRAÇÃO: 20:00hs – Bar da Zezé SAÍDA: 21:00hs
15 – BLOCO OS ABANDONADOS – CONCENTRAÇÃO: 21:00hs – Cuiabá de Baixo SAÍDA: 23:00hs
TERÇA-FEIRA (05/03/19).
16 – BLOCO do P.A.N.E.L.A – CONCENTRAÇÃO: 14:00hs – Quatro Cantos SAÍDA: 16:00hs
17 – BLOCO UNIDOS DA PONTE – CONCENTRAÇÃO: 16:00hs – Rua dos Inconfidentes SAÍDA: 18:00hs
18 – BLOCO AIMORÉS – CONCENTRAÇÃO: 18:00hs – Sede do Aimorés – Rua direta SAÍDA: 20:00hs
19 – BLOCO ROMA FOI POUCO – CONCENTRAÇÃO: 21:00hs – Quatro Cantos SAÍDA: 23:00hs
20 – BLOCO GOURMET DA MADRUGADA – CONCENTRAÇÃO: 02:00hs – Quatro Cantos SAÍDA: 03:00hs

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Emprego em Minas Gerais: estado deve gerar mais oportunidades em 2019

Mesmo com a difícil situação fiscal do estado, emprego em Minas Gerais deve crescer em 2019. Veja como se aproveitar da situação para se recolocar no mercado de trabalho

• atualizado em 26/02/2019 às 17:24

Devido à crise econômica que atinge o Brasil, todas as unidades da federação tiveram que apertar os cintos e reduzir seus orçamentos. Porém, algumas delas, afogadas em despesas obrigatórias, não puderam fazer isso. O resultado é uma péssima situação fiscal, o que, por sua vez, prejudica a economia local.

Um dos estados em situação mais crítica é Minas Gerais. O recém-eleito governador mineiro, Romeu Zema, sancionou o orçamento de 2019 prevendo um déficit superior aos R$ 11 bilhões. Como o Estado é uma das forças motrizes da economia, isso leva muitas pessoas a pensar que a população enfrentará uma onda de demissões, tanto nos setores público quanto no privado.

Esse, porém, não é o caso desse estado do sudeste do país: ao que tudo indica, a taxa de empregos em Minas Gerais deve, enfim, melhorar ao longo de 2019.

Mercado de trabalho deve melhorar em 2019

Uma pesquisa feita pela consultoria Deloitte revelou que os empresários, de modo geral, pretendem contratar mais esse ano do que no ano passado. O levantamento, realizado apenas entre esse público, revelou que apenas 7% devem reduzir o seu quadro de colaboradores, e que isso deve acontecer por conta da automação de tarefas. Da mesma maneira, 97% planejam novos investimentos em 2019 e 80% preveem um aumento em suas vendas.

Assim, por mais que o Ministério do Trabalho tenha sido extinto e as medidas de geração de empregos pulverizadas entre os órgãos da administração federal, 2019 deve trazer mais oportunidades a profissionais de todo o país. Deste modo, a tendência é que os índices de 12,3% de desemprego e mais de quatro milhões de desalentados (pessoas que desistiram da busca) se invertam.

Apesar da situação financeira do estado, emprego em Minas Gerais deve crescer

Por mais que o otimismo seja generalizado, especialistas afirmam que a geração de novas posições de trabalho deve ser concentrada em certas regiões do país. O emprego em Minas Gerais, por exemplo, tende a crescer: um levantamento, realizado pelo portal Trabalho Hoje, a pedido do poder Executivo mineiro, aponta que o estado foi o segundo maior gerador de oportunidades em todo o país, perdendo apenas para São Paulo.

Isso só é possível, pois, em que pese a complicada situação fiscal dessa unidade federativa, Minas Gerais tem se consolidado como polo empreendedor, abrigando 12% das startups de todo o país, conforme dados da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). É a segunda maior concentração de empreendimentos dessa categoria em todo o país.

Por mais que o fenômeno se faça notar em todo o seu território, especialistas apontam que há uma região específica onde a quantidade de startups se destaca: as localidades de Alfenas, Itajubá, Lavras, Santa Rita do Sapucaí e Varginha, no sul do estado, concentram quase 60 negócios que se enquadram nessa categoria, respondendo por quase 10% do total de Minas Gerais. Analistas apontam que o fomento proporcionado pelo poder público, junto com a presença de universidades que investem em inovação e na indústria, que atua como agente transformador, são fatores decisivos para esses números. Tudo isso deve colaborar com a melhora dos índices de emprego em Minas Gerais ao longo desse ano.

Melhora no mercado pode ser oportunidade para se recolocar

O otimismo dos empresários muitas vezes é compartilhado pelos profissionais. Afinal, tanto quem tenta se recolocar quanto quem almeja uma posição mais vantajosa e que proporcione a realização de um grande passo na carreira costumam se animar com a perspectiva de um ano com geração de mais empregos.

Porém, é preciso ter em mente que o aumento de oportunidades por si só não garante que uma pessoa conquiste o emprego dos sonhos: ela também deve se preparar para a busca. Geralmente, coaches e analistas de recursos humanos sugerem que os pretendentes a uma nova posição tomem medidas como:

  • Acionamento de sua rede de contatos;
  • Atualização do currículo;
  • Investimento em qualificação;

Atitude criteriosa nas candidaturas, enviando o currículo apenas às posições condizentes com seu perfil e pretensão salarial.
Deste modo, as chances de que a recolocação deixe de ser sonho para se converter em realidade são grandes.

Crescimento na quantidade de vagas também exige preparação de empresas

Por outro lado, estabelecimentos que pretendem abrir novas vagas de emprego em Minas Gerais, bem como em outras unidades federativas, também devem se preparar para tal. A ideia é tornar a empresa atraente para talentos de alto nível, que servirão de suporte para um crescimento sustentável.

De acordo com especialistas, uma das medidas mais interessantes nesse sentido é o oferecimento de um plano de carreira consistente. Dessa forma, a tendência é que os candidatos não considerem apenas o salário inicial, como, também, as possibilidades de crescimento.

Da mesma maneira, é fundamental que o negócio mostre-se preocupado com a qualidade de vida dos funcionários, proporcionando benefícios como plano de saúde de qualidade, horários flexíveis e a possibilidade de home office. Assim, as chances de que candidatos mais qualificados se interessem pela posição ficam maiores.

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