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Seminário BIM de Minas Gerais reúne especialistas em tecnologia inovadora na construção civil

Sebrae vai capacitar pequenas empresas do setor em método de trabalho que integra processos, reduz custos e aumenta a sustentabilidade dos negócios

Maior produtividade e redução do desperdício são dois grandes desafios da indústria da construção civil, principalmente para os pequenos negócios do setor. Uma oportunidade para a melhoria da gestão e da sustentabilidade do segmento é a tecnologia BIM, que vem se consolidando no mercado brasileiro e é tema de um seminário, curso e consultorias que o Sebrae promove, a partir deste mês, em Belo Horizonte.

No dia 28 de junho, O 1º Seminário BIM de Minas Gerais reunirá especialistas, empresários e profissionais da cadeia da construção civil de Minas Gerais para apresentar experiências bem-sucedidas no setor pela utilização desse novo modelo de trabalho. O evento, que terá transmissão on-line, é realizado em parceria com a Câmara Brasileira de BIM (CBIM), Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) e Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais (Abrasip-MG). Informações e inscrição: www.sebrae.com.br/minasgerais ou (31) 3072-3841.

BIM é a sigla de Building Information Modeling, metodologia de trabalho em expansão no mercado brasileiro da construção. “Este novo modelo permite otimizar os resultados operacionais e financeiros na construção civil, pela maior integração dos diversos processos de uma obra”, explica Jefferson Santos, analista do Sebrae Minas.

O BIM beneficia toda a cadeia produtiva do setor e tem impacto direto no usuário final, que poderá ter, por exemplo, um orçamento mais fidedigno da obra. “Com esse método, o usuário tem como saber com 98% de acerto, em alguns casos, qual o prazo e o custo do serviço que ele está contratando”, afirma Jefferson. Isso é possível, segundo o analista, porque a nova metodologia elimina a superposição de tarefas em uma obra, já que garante o registro de todas as informações e seu compartilhamento para as partes envolvidas.

Por envolver 100% da cadeia da construção civil, a implementação do BIM é um processo gradativo, que demanda tempo. “É uma mudança de paradigma no setor”, pontua Jefferson Santos. Para auxiliar as pequenas empresas nessa tarefa, o Sebrae também passa a oferecer um curso de 16 horas sobre o tema, além de consultorias tecnológicas para facilitar a implementação da metodologia BIM. A primeira turma do curso será realizada nos dias 26 e 27 de junho, em Belo Horizonte. Os interessados em se inscrever para próximas turmas devem entrar em contato com o Sebrae, pelo telefone 0800 570 0800.

Adequação

A implementação do BIM não é apenas uma oportunidade para as empresas da cadeia da construção civil: será uma exigência. O projeto de lei 6.619/2016 propõe uma alteração na Lei 8.666, que estabelece normas gerais sobre licitações, para que todas as obras públicas sejam contratadas por esse método. Em 2017 foi publicado decreto do Governo Federal criando um comitê estratégico de Implantação da Tecnologia BIM no Brasil.

A indústria da construção em MG

As Micro e Pequenas Empresas (MPE) representam 99% do setor da construção em Minas Gerais, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais/ 2015), do Ministério do Trabalho. Entre 2010 e 2015, o número de pequenos negócios na construção civil mineira aumentou mais de 48%, saltando de 26.275 para 39.089. Apesar da crise econômica que teve forte impacto sobre o setor, os pequenos negócios da construção geraram mais de 132 mil postos de trabalho em Minas Gerais em 2015, algo em torno de 7% do total de empregos formais no estado.

Serviço

1º Seminário BIM de Minas Gerais
28 de junho
7h30 às 18h (o evento será transmito on-line)
Local: sede do Sebrae Minas – Av. Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada/BH
Investimento: R$ 100,00 (geral) e R$ 50,00 (empresas associadas às entidades apoiadoras e/ou atendidas pelo Sebrae Minas).
Informações e inscrição: www.sebrae.com.br/minasgerais ou (31) 3072-3841.

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176 vítimas do rompimento da barragem da Vale são identificadas

Governo de Minas Gerais diz que 134 pessoas estão desaparecidas

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizou 176 corpos de vítimas do rompimento da narragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Minas Gerais. Todos os corpos foram indentificados pelo Instituto Médico Legal (IML).

Segundo informações do governo de Minas Gerais, 134 pessoas estão desaparecidas, sendo 31 funcionários da mineradora Vale e 103 trabalhadores terceirizados e moradores da região.

Desde ontem (20), uma equipe do Corpo de Bombeiros está fazendo buscas na área onde funcionava o almoxarifado da Vale. No local foi encontrado um corpo, removido para o IML para identificação.

A tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte, completa hoje (4) 11 dias de buscas.

O almoxarifado foi identificado pelo cruzamento de dados, de localizações georreferenciadas e de indicações do terreno. As buscas na área do almoxarifado se desenvolveram durante esta quinta-feira e continuarão amanhã (22), segundo o Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros trabalha em sete frentes de buscas na área da barragem que se rompeu no último dia 25 de janeiro. Nesta fase de escavações, o trabalho é mais difícil porque a lama está muito profunda. A corporação mineira atua com apoio de militares de outros estados.

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Polícia prende suspeito de matar ex-namorada em Betim

Ex-namorado é suspeito de matar vítima com vários golpes de martelo na cabeça

A Polícia Civil de Minas Gerais realizou o cumprimento do mandado de prisão preventiva em desfavor de Matheus Vítor Vilela, 22 anos, na última sexta-feira, 15 de fevereiro.

Matheus é suspeito de, no dia 1º de fevereiro, ter assassinado a ex-namorada Akiria Carla Ferreira da Silva, 20 anos, com vários golpes de martelo na cabeça. Na data do crime, o suspeito que insistia em reatar o relacionamento com a vítima, a procurou e a agrediu com diversos golpes fatais.

A vítima foi encontrada na casa dela, no bairro Granja São João, em Betim, gravemente ferida. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu em seguida.

Iniciadas as investigações pela Polícia Civil, o suspeito pelo feminicídio foi identificado, mas, após cometer o bárbaro delito, fugiu para Belo Horizonte, onde ficou escondido até a data da prisão.

Logo após o assassinato, Matheus também subtraiu o aparelho celular da vítima, ocasião em que passou a utilizar rede social dela (Facebook), para ameaçar parentes e amigos de Akíria.

O envolvido, já era investigado pela PCMG pela prática de dez crimes de roubo, contra motoristas do aplicativo ¿’ber”, na cidade de Betim.

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Polícia Civil atua em sequestro de gerente de banco e prende suspeito

A vítima foi feita refém do grupo quando chegava em casa, em Belo Horizonte

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em mais uma ação de pronta resposta, prendeu, nesta quarta-feira (20), Rafael Silveira de Almeida, de 38 anos. Ele é um dos suspeitos de sequestrar um gerente de banco ontem à noite no bairro Guarani, em Belo Horizonte.

Segundo o Delegado Ramon Sandoli, o crime, iniciado ontem (19), é de extorsão mediante sequestro na modalidade “sapatinho” pela sequestração do gerente do banco. A vítima, que tem 29 anos, foi feita refém do grupo quando chegava em casa, em Belo Horizonte. Depois os suspeitos foram até a casa dos pais do gerente, em Betim e da namorada dele, de 21 anos, onde fizeram os reféns juntamente com um amigo, de 20. Mantiveram os quatro no cativeiro, em Ribeirão das Neves, retornando com o gerente para a agência bancária, onde a vítima, com o artefato de simulacro amarrado em seu corpo, tinha a missão de abrir o cofre e retirar o dinheiro para repassá-lo os criminosos.

“A PCMG foi acionada e, por volta das 13h de hoje (20), conseguiu localizar o cativeiro, em Ribeirão das Neves, onde foi feito a liberação dos quatro reféns sem nenhum ferimento e a prisão de um dos suspeitos que estava no cativeiro com uma arma de fogo calibre 22, utilizada, provavelmente para intimidar os reféns”, garantiu o Delegado. O preso, que já tem passagens por roubo, furto e lesão corporal, saiu da prisão em dezembro de 2018.

Para o Delegado Sandoli, a forma de deslocamento dos integrantes da quadrilha é indicativo de que eles conheciam a região, levantando a suspeita de que os autores sejam da região metropolitana de Belo Horizonte, sendo que as investigações prosseguem para identificar e prender os outros envolvidos.

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