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Homens deixa carta reclamando de presídio após incendiar ônibus em Vespasiano

Jovens mandaram condutor e os passageiros desembarcarem ao passar por um rua onde galões de produto inflamável que estava

Um ônibus foi incendiado durante a noite de terça-feira (12) no Bairro Novo Horizonte, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Militar (PM), o motorista da linha 5630 (Jardim Bela Vista/Terminal Morro Alto) contou que dois jovens, que pareciam menores de idade, embarcaram em um dos terminais da linha. Ao chegar próxima da Rua Bicudos, eles mandaram o condutor e os passageiros desembarcarem e atearam fogo ao veículo após pegar galões de produto inflamável que estava no local.

Eles deixaram uma carta com reclamações sobre o tratamento de agentes penitenciários do Presídio de São Joaquim de Bicas 2. Após o criem, a dupla fugiu e não foi localizada. Uma equipe do Corpo de Bombeiros apagou o incêndio, que destruiu o veículo.

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Defesa Civil emite alerta de chuva com raios e ventania em Belo Horizonte

Chuva pode vim acompanhadas de raios e rajadas de vento em torno de 50 km/h.

Foto: Elberty Valadares/Por Dentro de Minas

A Defesa Civil emitiu na tarde desta quarta-feira, 16, um alerta para chuvas fortes em Belo Horizonte até a manhã de quinta, 17.

Segundo a Defesa Civil, áreas de instabilidade poderão provocar pancadas de chuva(20 a 40 mm), com raios e rajadas de vento (em torno de 50 km/h)

Além disto, também emitido um alerta de possibilidade de granizo em pontos isolados de BH, no decorrer destas três horas.

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Passageiros reclamam do aumento nas tarifas e falta de cobradores nos ônibus de Belo Horizonte

Já esta em vigor o reajuste, mas nada dos agentes de bordo

• atualizado em 16/01/2019 às 17:54

Ônibus sem agente de bordo - Foto: Elberty Valadares/Por Dentro de Minas

Uma das justificativas no aumento das passagens do ônibus em Belo Horizonte era a volta de 500 cobradores nos veículos do transporte coletivo. No entanto, isso ainda não está sendo percebido pelos passageiros que reclamam, devido ao fato de já estar em vigor o reajuste, mas nada dos agentes de bordo.

Deste o dia 3 de janeiro, as passagens na capital estão mais caras. Prova disso, é que o preço da tarifa de ônibus voltou a custar R$ 4,50, após a liminar da Justiça que barrava o aumento. Ela foi derrubada na quarta-feira 2 de janeiro e com isso, o reajuste é de 11%.

Na tarifa dos ônibus que atendem Vilas e Favelas o aumento foi de R$ 0,90 para R$ 1,00. As passagens que antes custavam R$ 2,85 foram para R$ 3,15, e os táxi lotação que custavam R$ 4,45 passam para R$ 5,00.

Estação São Gabriel, na Região Nordeste de Belo Horizonte – Foto: Elberty Valadares/Por Dentro de Minas

O auxiliar administrativo Luiz de Carvalho, 23 anos, que utiliza a linha 713, alimentadora da Estação São Gabriel não gostou do reajuste que passou a custar a R$ 3,15, mais o Move que tem completo de R$ 1,35. “O reajuste foi maior que o do salário mínimo e a qualidade do serviço prestado é muito ruim. Os ônibus da linha não tem ar-condicionado e durante todo o dia estão rodando sem agente de bordo, aumentando o tempo de viagem em cerca de 20 minutos”, reclamou o usuário que mora no Bairro Lajedo, na Região Norte, e trabalha no Centro.

A Prefeitura de Belo Horizonte e a BHTrans além impor que as empresas terão que recontratar 500 trocadores para trabalhar nos coletivos da capital, também foi condicionado a colocar em operação 300 novos veículos dos modelos com ar-condicionado.

A reportagem do Por Dentro de Minas esteve na Estação São Gabriel nesta terça-feira, 15, nos horários de pico da manhã e da tarde, e constatou que em nenhum linha, seja alimentadora ou troncal possui agente de bordo.

Respostas

O Por Dentro de Minas entrou em contato com a Empresa de Transporte e Transito de Belo Horizonte (BHTrans) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH).

A BHTrans encaminhou a seguinte nota:

No parágrafo 1º, do artigo 3º, da Lei nº 10.526/2012 está especificado que cada veículo destinado aos serviços de transporte público coletivo e convencional de passageiros por ônibus do Município de Belo Horizonte será operado por um motorista e um agente de bordo, à exceção: dos veículos das linhas troncais do sistema de Bus Rapid Transit (MOVE); dos veículos em operação em horário noturno e nos domingos e feriados e dos veículos dos serviços especiais caracterizados como executivos, turísticos ou miniônibus.

A BHTRANS tem intensificado a fiscalização para garantir o cumprimento da lei e está autuando as empresas que estão circulando sem agentes de bordo. De janeiro a novembro de 2018, foram realizadas 8.726 autuações às concessionárias por ausência de agente de bordo no veículo, sem autorização da BHTRANS.

É importante ressaltar que, no sistema de transporte coletivo por ônibus de Belo Horizonte, mais de 80% dos usuários já utilizam o cartão BHBus e a tendência é de crescimento.

Por meio das fiscalizações em campo e eletrônica é possível monitorar questões relativas ao cumprimento do quadro de horários, itinerário, etc. São 450 fiscais trabalhando diariamente em ações no transporte e trânsito de Belo Horizonte. 98,7% das viagens constantes no quadro de horários previstos são cumpridas.

À BHTRANS cabe a fiscalização para o devido cumprimento da legislação. A população pode denunciar no fale conosco no portal da PBH – https://prefeitura.pbh.gov.br/contato. As informações são essenciais para direcionar as ações de fiscalização das equipes da BHTRANS. Além de atuar atendendo a demanda de usuários, existe uma rotina de fiscalização presencial que acontece nas portas das garagens, nos pontos de controle, nas estações e nos itinerários das linhas.

Já o Setra-BH informou que ainda estão em fase de contratação dos agentes de bordo que começou no dia 28 de dezembro e deve se estender até fevereiro. Além disto, orienta as empresas a respeita a Lei 10.526/12, que obriga todos os ônibus são obrigados a circular com motorista e cobrador, à exceção dos veículos das linhas do BRT/ Move e dos veículos em operação em horário noturno, aos domingos e feriados.

Valores das tarifas em Belo Horizonte

Tarifa principal: R$ 4,50

Circular: R$ 3,15

Vilas e favelas: R$ 1

Táxi-lotação: R$ 5

*Edição e revisão de Felipe de Jesus

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Cemig informa como evitar acidentes com a rede elétrica neste período pré-carnaval

Veículos e instalações provisórias devem manter distância segura do rede

Muitas cidades de Minas Gerais  já estão em clima de folia, se preparando para a maior festa popular do Brasil, com os ensaios dos blocos e as festas de pré-carnaval. Por isso, a Cemig preparou algumas dicas para que a folia não ofereça riscos a população.

Existem orientações quanto a instalação de iluminação, enfeites e alegorias, tráfego de trios elétricos e carros alegóricos, montagem de palcos e palanques.

A distância de 1,5 metro da rede elétrica deve ser respeitada ao se montar palcos, instalar iluminação e adereços e no deslocamento dos trios e carros de som. Essa distância mínima é determinada para evitar o contato com a rede elétrica que pode acarretar em choques elétricos e curto-circuito.

“A aproximação e o contato dos carros alegóricos e trios elétricos, por exemplo, trazem o risco de acidentes fatais. Em lugares densamente movimentados, como as ruas por onde passam os blocos de carnaval, os danos podem ser imensuráveis”, explica o engenheiro eletricista da Cemig, Demetrio Aguiar.

Deve-se considerar também a presença de redes telecomunicações existentes nas mesmas estruturas que as redes elétricas (postes com uso mútuo). Essas redes encontram posicionadas mais abaixo das redes elétricas, nos mesmos postes.

“A colisão de um trio elétrico com uma dessas redes pode resultar em quebra de poste sobre o veículo e sobre as pessoas que estiverem no local”, afirma Demetrio.

É fundamental que o trajeto dos trios elétricos seja programado de forma que a altura do veículo somada à altura dos foliões que estiverem sobre ele não exceda a distância mínima com as redes aéreas. Outro elemento que pode trazer riscos é o uso de confetes e serpentinas. Comum neste período, esses materiais possuem elementos metálicos que podem provocar acidentes ao entrar em contato com a rede elétrica.

“Os confetes, quando arremessados, antes de se dispersarem, estão concentrados e podem causar curto-circuito nas redes de alta tensão e provocar acidentes. Por precaução, as pessoas não devem atirar nenhum objeto em direção à rede elétrica. Nem mesmo os sprays de espuma”, ressalta o engenheiro.

Em caso de acidentes com a rede elétrica, fios partidos na rua ou danos em postes, a Cemig deve ser acionada imediatamente, por meio do telefone 116, para que uma equipe seja designada ao local para realizar os procedimentos necessários. “Ao encontrar um fio caído ao solo, não se aproxime e não deixe ninguém se aproximar do cabo, pois ele pode estar energizado”, alerta Demetrio Aguiar.

Para as pessoas que gostam de curtir o carnaval com festas em casa, as recomendações são: não ligar aparelhos elétricos próximo a duchas e piscinas, não utilizar gambiarras para ligar diversos aparelhos e respeitar a distância de 1,5 metro da rede elétrica em casos de montagem de estruturas no passeio próximo a residência.

Confira outras dicas:

Iluminação, enfeites e alegorias

• Não lançar artefatos – como serpentinas, confetes, entre outros, na rede elétrica, sejam metálicos ou não;
• Antes de fazer qualquer ligação elétrica ou de instalar enfeites e alegorias, consultar a Cemig;
• Não instalar nenhum enfeite próximo à rede elétrica;
• Não fazer ligações clandestinas (gatos);
• Não jogar líquidos, sprays e água na rede elétrica. Há risco de choque elétrico;

Trios elétricos e carros alegóricos

• Não trafegar sob a rede elétrica se a altura do veículo for igual ou maior que a dos fios elétricos (e também das redes de telecomunicações existentes nas mesmas estruturas), pois, além do risco de choque elétrico, há o risco de colisão com os fios e consequente derrubada dos postes, fios e equipamentos da rede elétrica, que podem cair sobre o próprio veículo ou sobre os foliões;
• Nunca tentar suspender cabos de qualquer natureza para facilitar a passagem de trios elétricos ou carros alegóricos. Em caso de risco de colisão dos veículos com os cabos, acionar a Cemig imediatamente;
• Observar a existência da rede elétrica e tomar cuidado para não se aproximar dela ou não tocá-la;
• Considerar a altura do veículo e das pessoas sobre ele em relação à fiação da rede elétrica e demais obstáculos.

Palanques para apresentação de shows

• A montagem e a desmontagem devem considerar a existência das redes elétricas aéreas e, em caso de escavação, subterrâneas, respeitando a distância mínima de 1,5 metro dos cabos e equipamentos da rede;
• A fixação das coberturas deve ser bem feita para evitar o desprendimento e possível projeção contra a rede elétrica;

Colisão de veículos com postes da Cemig

• Não sair do veículo. A pessoa poderá tomar um choque se houver algum cabo partido em contato com o veículo. Se precisar sair do veículo em função de um incêndio, abrir a porta e pular com os pés juntos, o mais longe possível, sem tocar a lataria do carro e afastar-se do local com pequenos passos;
• Não tentar socorrer as vítimas se houver fio partido. Nesse caso, acionar imediatamente a Cemig e o Corpo de Bombeiros;
• Havendo fios partidos, as equipes de socorro devem aguardar a chegada da Cemig pois eles próprios podem se vitimar com estes fios se estiverem energizados.

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