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Belo Horizonte ganha novo polo para desenvolvimento do setor de floricultura

Mercado de Flores e Plantas estarão comercializando flores e plantas para paisagismo, além de acessórios para ornamentação floral

Em uma área de 5 mil metros quadrados no bairro Cachoeirinha começará a funcionar na próxima quinta-feira (28) o Mercado de Flores e Plantas de BH onde produtores mineiros de diversas cidades e distribuidores, que trazem mercadorias dos principais centros de produção do Brasil, estarão comercializando flores e plantas para paisagismo, além de acessórios para ornamentação floral.

O Mercado de Flores e Plantas de BH é uma iniciativa da ADPF (Associação de Distribuidores e Produtores de Flores) que, depois de 20 anos na Central de Abastecimento Municipal (conhecida popularmente como Feira do Bairro São Paulo), decidiu ter um espaço próprio para comercialização e planeja transformar o novo local em polo de referência da floricultura em Minas Gerais – segundo maior produtor de flores do Brasil.

Voltado prioritariamente para os profissionais e empreendedores de floricultura, decoração, eventos e paisagismo, o Mercado de Flores e Plantas de BH funcionará, inicialmente, às quintas-feiras e sábados, das 05h30 às 10h, sendo que nas quintas-feiras até às 8 horas o acesso é liberado somente mediante a apresentação de crachá para quem está cadastrado pela ADPF. A partir das 8 horas é aberto ao público. Aos sábados a entrada ao público é liberada a partir das 05h30.

Mas, em breve o mercado deverá funcionar outros dias da semana e também deverá ampliar o acesso de consumidor final.

Com localização estratégica, o Mercado de Flores e Plantas de BH deve contribuir para resolver um problema crítico que é o gargalo na distribuição e comercialização deste setor. Estima-se que cerca de 80% das flores colhidas em solo mineiro, ao invés de serem comercializadas de imediato internamente, saem do Estado para serem negociadas em centros de comercialização e só depois disto retornam ao mercado onde foram produzidas.

“Estamos dando um passo muito importante para combater esta distorção e ajudar o desenvolvimento do negócio de floricultura no nosso estado porque no Mercado de Flores e Plantas de BH poderemos até dobrar o número de produtores em relação ao que tínhamos na Feira do Bairro São Paulo. Vamos oferecer mais facilidades e conforto para os usuários, promover cursos, feiras de flores, feira de orquídeas, outras atividades promocionais e criar um polo de referência para o setor” explica Flavio Vieira, presidente da ADPF.

Muito abaixo da média mundial, o consumo per capita de flores no Brasil, segundo o Ibrafor (Instituto Brasileiro de Floricultura) é de apenas R$ 26,50. Mas nos últimos anos, apesar da crise econômica, o faturamento do setor vem crescendo significativamente e chegou a R$ 7,2 bilhões em 2017. Minas Gerais destaca-se neste cenário como um dos maiores estados produtores de flores e plantas ornamentais do País, superado apenas por São Paulo. Estimativas recentes indicam que existem mais de 500 produtores em quase 2.2 mil hectares cultivando cerca de 160 espécies de flores de corte e de vasos. Isto traz benefícios como geração de emprego e renda no campo e contribui para estimular uma ampla cadeia de negócios, de suprimento de sementes, equipamentos e insumos agrícolas até o crescente mercado de organizações de festas, eventos e ornamentação floral. É neste contexto que se insere o novo Mercado de Flores e Plantas de BH.

Serviço

Mercado de Flores e Plantas de BH
Av Bernardo Vasconcelos – 1875 – Bairro Cachoeirinha – Belo Horizonte
Entrada na lateral: Rua Vitoria, 167
Telefone: (31) 99508-5020
Horário de funcionamento:
Quinta-feira
05h30 – 08h acesso somente para profissionais previamente cadastrados
08h – 10h aberto ao público
Sábado
05h30 – 10h aberto ao publico

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176 vítimas do rompimento da barragem da Vale são identificadas

Governo de Minas Gerais diz que 134 pessoas estão desaparecidas

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizou 176 corpos de vítimas do rompimento da narragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Minas Gerais. Todos os corpos foram indentificados pelo Instituto Médico Legal (IML).

Segundo informações do governo de Minas Gerais, 134 pessoas estão desaparecidas, sendo 31 funcionários da mineradora Vale e 103 trabalhadores terceirizados e moradores da região.

Desde ontem (20), uma equipe do Corpo de Bombeiros está fazendo buscas na área onde funcionava o almoxarifado da Vale. No local foi encontrado um corpo, removido para o IML para identificação.

A tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte, completa hoje (4) 11 dias de buscas.

O almoxarifado foi identificado pelo cruzamento de dados, de localizações georreferenciadas e de indicações do terreno. As buscas na área do almoxarifado se desenvolveram durante esta quinta-feira e continuarão amanhã (22), segundo o Corpo de Bombeiros.

O Corpo de Bombeiros trabalha em sete frentes de buscas na área da barragem que se rompeu no último dia 25 de janeiro. Nesta fase de escavações, o trabalho é mais difícil porque a lama está muito profunda. A corporação mineira atua com apoio de militares de outros estados.

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Polícia prende suspeito de matar ex-namorada em Betim

Ex-namorado é suspeito de matar vítima com vários golpes de martelo na cabeça

A Polícia Civil de Minas Gerais realizou o cumprimento do mandado de prisão preventiva em desfavor de Matheus Vítor Vilela, 22 anos, na última sexta-feira, 15 de fevereiro.

Matheus é suspeito de, no dia 1º de fevereiro, ter assassinado a ex-namorada Akiria Carla Ferreira da Silva, 20 anos, com vários golpes de martelo na cabeça. Na data do crime, o suspeito que insistia em reatar o relacionamento com a vítima, a procurou e a agrediu com diversos golpes fatais.

A vítima foi encontrada na casa dela, no bairro Granja São João, em Betim, gravemente ferida. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu em seguida.

Iniciadas as investigações pela Polícia Civil, o suspeito pelo feminicídio foi identificado, mas, após cometer o bárbaro delito, fugiu para Belo Horizonte, onde ficou escondido até a data da prisão.

Logo após o assassinato, Matheus também subtraiu o aparelho celular da vítima, ocasião em que passou a utilizar rede social dela (Facebook), para ameaçar parentes e amigos de Akíria.

O envolvido, já era investigado pela PCMG pela prática de dez crimes de roubo, contra motoristas do aplicativo ¿’ber”, na cidade de Betim.

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Polícia Civil atua em sequestro de gerente de banco e prende suspeito

A vítima foi feita refém do grupo quando chegava em casa, em Belo Horizonte

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), em mais uma ação de pronta resposta, prendeu, nesta quarta-feira (20), Rafael Silveira de Almeida, de 38 anos. Ele é um dos suspeitos de sequestrar um gerente de banco ontem à noite no bairro Guarani, em Belo Horizonte.

Segundo o Delegado Ramon Sandoli, o crime, iniciado ontem (19), é de extorsão mediante sequestro na modalidade “sapatinho” pela sequestração do gerente do banco. A vítima, que tem 29 anos, foi feita refém do grupo quando chegava em casa, em Belo Horizonte. Depois os suspeitos foram até a casa dos pais do gerente, em Betim e da namorada dele, de 21 anos, onde fizeram os reféns juntamente com um amigo, de 20. Mantiveram os quatro no cativeiro, em Ribeirão das Neves, retornando com o gerente para a agência bancária, onde a vítima, com o artefato de simulacro amarrado em seu corpo, tinha a missão de abrir o cofre e retirar o dinheiro para repassá-lo os criminosos.

“A PCMG foi acionada e, por volta das 13h de hoje (20), conseguiu localizar o cativeiro, em Ribeirão das Neves, onde foi feito a liberação dos quatro reféns sem nenhum ferimento e a prisão de um dos suspeitos que estava no cativeiro com uma arma de fogo calibre 22, utilizada, provavelmente para intimidar os reféns”, garantiu o Delegado. O preso, que já tem passagens por roubo, furto e lesão corporal, saiu da prisão em dezembro de 2018.

Para o Delegado Sandoli, a forma de deslocamento dos integrantes da quadrilha é indicativo de que eles conheciam a região, levantando a suspeita de que os autores sejam da região metropolitana de Belo Horizonte, sendo que as investigações prosseguem para identificar e prender os outros envolvidos.

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