A Prefeitura de Belo Horizonte reduziu pela metade o limite de tolerância para atrasos nos ônibus municipais. Com a medida publicada nesta terça-feira (5) no Diário Oficial do Município, o tempo máximo passa de 30 para 15 minutos, e viagens que ultrapassarem esse prazo sem justificativa prevista em decreto não serão contabilizadas para o pagamento do subsídio às empresas.

O decreto 19.587/2026, assinado pelo prefeito Álvaro Damião (União), altera o artigo 61 do decreto original 18.370/2023 e tem efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2026.
Todas as linhas devem seguir o Quadro de Referência Operational (QRO), documento emitido pela Superintendência de Mobilidade de BH com a programação de horários, itinerários, extensão de referência e pontos de controle de cada linha. O descumprimento das exigências implica redução no valor do subsídio recebido no mês.
Subsídio e tarifas
Em 2026, a PBH definiu o pagamento de R$ 756,9 milhões em subsídios às empresas de transporte público, alta de 7,4% em relação aos R$ 704,7 milhões desembolsados em 2025. A tarifa dos ônibus convencionais está fixada em R$ 6,25, enquanto circulares e alimentadores cobram R$ 6. No metrô, o valor é de R$ 5,80.
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