O empresário Alison de Araújo Mesquita, de 43 anos, passou a responder como réu por feminicídio após decisão da Justiça em Belo Horizonte. Ele é acusado de matar a esposa, Henay Rosa Gonçalves Amorim, em dezembro de 2025, e de tentar simular um acidente para encobrir o crime.

A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais e aceita pela Justiça, fazendo com que o caso passe a tramitar no Tribunal do Júri. Segundo a acusação, o crime ocorreu dentro de um apartamento no bairro Nova Suíssa, na região Oeste da capital, onde a vítima teria sido asfixiada.
De acordo com as investigações, o relacionamento do casal era marcado por episódios de violência e instabilidade. O Ministério Público aponta que o crime foi cometido em contexto de violência doméstica, com o uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Após a morte, o empresário teria colocado o corpo da mulher em um carro e seguido em direção ao interior do estado. Já na altura da MG-050, em Itaúna, ele teria provocado uma colisão proposital contra um ônibus, na tentativa de simular um acidente.
O réu está preso desde dezembro de 2025, e a Justiça manteve a prisão preventiva. Segundo o Ministério Público, a medida é necessária diante da gravidade do crime e do histórico de comportamento violento atribuído ao acusado.
O caso segue em tramitação e será julgado pelo Tribunal do Júri.
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