A Casa de Repouso Pró-Vida, localizada no bairro Jardim Vitória, na Região Nordeste de Belo Horizonte, possuía alvarás de funcionamento e sanitário regulares. A informação foi divulgada pela Prefeitura de Belo Horizonte na manhã desta quinta-feira (5), poucas horas após o desabamento do imóvel que deixou ao menos uma pessoa morta e várias vítimas soterradas.
Em nota, a Secretaria Municipal de Política Urbana informou que o estabelecimento estava autorizado a funcionar como Instituição de Longa Permanência para Idosos.
“O local possui Alvará de Localização e Funcionamento válido para a atividade até o ano de 2030”, informou a pasta.
Já a Secretaria Municipal de Saúde confirmou que a documentação sanitária também estava em situação regular. Segundo o órgão, o alvará sanitário do asilo está válido e a última vistoria realizada pela Vigilância Sanitária ocorreu em janeiro de 2026.
O desabamento mobilizou uma grande operação de resgate na Rua Soldado Mário Neto. Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Militar foram acionadas para atender a ocorrência.
De acordo com os bombeiros, 29 pessoas estavam no prédio no momento do colapso estrutural, a maioria idosos que viviam no lar de longa permanência. Nove delas conseguiram deixar o local por conta própria, pois estavam em áreas que não foram atingidas diretamente pelo desmoronamento.
Ainda segundo o tenente-coronel Viana, do Corpo de Bombeiros, das 20 pessoas que permaneceram no interior da estrutura após o desabamento, seis já haviam sido localizadas pelas equipes de resgate até o início da manhã.
O chamado para atendimento da ocorrência foi registrado por volta de 1h45. Conforme as primeiras informações, o prédio possuía três pavimentos e um subsolo, onde funcionavam o lar de idosos, a residência do proprietário e outras atividades.
Por volta das 8h, os bombeiros informaram que 13 pessoas ainda permaneciam sob os escombros. Uma delas já havia sido localizada com vida e estava consciente enquanto aguardava o resgate.
A professora Taís Lavisck, de 28 anos, que afirma ser amiga do proprietário do asilo, disse frequentar o local há anos e relatou que não havia sinais aparentes de risco estrutural.
Segundo ela, a instituição funcionava no endereço há mais de uma década e não apresentava indícios visíveis de problemas na estrutura.
“Quem passava pela rua não conseguia perceber nada que indicasse que o prédio poderia desabar”, afirmou.
As causas do colapso ainda são desconhecidas e deverão ser investigadas pelas autoridades.
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