A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais confirmou o quinto caso de mpox em Minas Gerais em 2026. As duas notificações mais recentes foram registradas na terça-feira (24), ampliando o monitoramento da doença no estado.
Entre os casos confirmados, há um paciente de Formiga, na região Centro-Oeste, que já apresentou evolução para cura. Também foi confirmado um terceiro diagnóstico em Belo Horizonte. Ao todo, Minas contabiliza 41 notificações suspeitas neste ano.
Em âmbito nacional, dados divulgados pelo Ministério da Saúde no último dia 20 indicam 88 casos confirmados no país. O estado de São Paulo lidera em número de registros, com 63 confirmações, seguido pelo Rio de Janeiro, que soma 15 diagnósticos positivos.
Segundo a SES-MG, os sintomas mais comuns da mpox incluem lesões cutâneas, inchaço dos gânglios linfáticos, febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e sensação de fraqueza. A recomendação é que qualquer pessoa com sinais suspeitos procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e informe possível contato com casos suspeitos ou confirmados.
A transmissão ocorre, principalmente, pelo contato direto com lesões de pele, secreções, fluidos corporais ou objetos contaminados. Como medida preventiva, as autoridades orientam evitar contato próximo com pessoas infectadas e reforçar o uso de equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras, em situações de assistência.
Indivíduos com suspeita ou confirmação da doença devem permanecer isolados durante o período de transmissibilidade e evitar compartilhar itens pessoais, como toalhas, roupas de cama e utensílios. A higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel também é considerada essencial.
O tratamento é voltado ao controle dos sintomas e à prevenção de complicações, já que não existe medicamento específico contra a doença até o momento. A maioria dos pacientes apresenta quadro leve ou moderado.
A vacinação segue critérios estabelecidos para grupos com maior risco de agravamento, como pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão, especialmente aquelas com contagem de linfócitos T CD4 abaixo de 200 células/mm³ nos últimos seis meses, além de profissionais de laboratório que atuam em nível de biossegurança 2 e contatos diretos de casos suspeitos.
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