O consumo de suplementos alimentares tem aumentado entre pessoas fisicamente ativas e adultos acima dos 40 anos que buscam melhor recuperação muscular, desempenho físico e qualidade de vida. Dores persistentes após o treino, fadiga e dificuldade de manter regularidade nos exercícios estão entre as principais queixas desse público.

Uma das alternativas que vem ganhando espaço é o PeptiStrong™, tecnologia nutricional produzida pelo Laboratório de Manipulação da Drogaria Araujo. O produto é composto por peptídeos bioativos derivados da proteína da fava, desenvolvidos com apoio de inteligência artificial, com foco em maior biodisponibilidade e ação direcionada ao metabolismo muscular.
A funcionária pública Paula Faria Dias, moradora de Belo Horizonte, relata que passou a utilizar o suplemento após orientação profissional. Segundo ela, a mudança foi perceptível. “A recuperação era lenta e isso acabava me desmotivando. Com o uso do PeptiStrong™, tive menos dor, mais disposição e consegui manter constância nos treinos”, afirma. Paula destaca ainda impactos positivos na rotina diária e no nível geral de energia.
Tecnologia além da suplementação tradicional
Diferentemente de proteínas convencionais, como whey protein ou colágeno, o PeptiStrong™ não atua apenas como fonte de aminoácidos. De acordo com a farmacêutica Mary Anne Senna, coordenadora do Laboratório de Manipulação da Araujo, os peptídeos funcionam como sinalizadores metabólicos, estimulando mecanismos ligados à síntese proteica muscular.
“Esses fragmentos atuam na ativação da via mTORC1, essencial para a manutenção e construção da massa muscular. Trata-se de um estímulo funcional mais específico, e não apenas reposição nutricional”, explica. Estudos citados pelo laboratório indicam potencial aumento da síntese proteica mesmo em repouso e redução de marcadores de dano muscular, com melhora na recuperação pós-exercício.
Público e orientações
O suplemento tem sido utilizado por praticantes de atividade física, pessoas acima dos 50 anos como estratégia de prevenção da sarcopenia, pacientes em recuperação pós-cirúrgica ou pós-bariátrica, além de mulheres na perimenopausa e pós-menopausa.
A dose usual indicada é de 2,4 gramas por dia, podendo variar conforme avaliação profissional. Gestantes, lactantes e pessoas com doenças renais ou hepáticas devem utilizar o produto somente com orientação especializada.
Para Paula, o principal ganho foi a regularidade. “Treinar deixou de ser sofrimento e passou a fazer parte da minha vida. Me sentir mais forte e saudável mostra como a tecnologia nutricional pode fazer diferença”, conclui.
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