A Justiça de Minas Gerais decidiu, nesta sexta-feira (5), que Miguel Freitas Teixeira será levado a júri popular pelo homicídio do advogado Márvio Blanco Ludolf, de 43 anos, morto durante uma briga na Praça Raul Soares, na madrugada de 25 de janeiro deste ano.
O episódio ocorreu após Márvio sair de uma boate na Savassi. Ao passar de carro pela praça, o advogado ouviu uma mulher gritar por “socorro” e afirmar que estava sendo roubada. Ele desceu do veículo para ajudar, mas, segundo as investigações, a situação tratava-se de uma discussão entre a mulher e o marido, que tentava tomar sua bolsa à força.
Durante o tumulto, Miguel — que não conhecia nenhum dos envolvidos — entrou na confusão. De acordo com a denúncia, ele teria recebido um canivete de terceiros e desferido dois golpes no peito de Márvio, que morreu na hora.
Na decisão, a juíza responsável afirmou que o conjunto de provas, incluindo depoimentos que apontam a entrega da faca ao réu e sua participação direta nas agressões, é suficiente para justificar que o caso seja apreciado pelo Conselho de Sentença.
Miguel foi preso em flagrante no dia seguinte ao crime, mas teve a prisão preventiva substituída por prisão domiciliar em julho, condição em que permanece enquanto aguarda julgamento. Ele responderá por homicídio qualificado por motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.
Márvio morava no Rio de Janeiro e estava em Belo Horizonte acompanhado de um amigo para prestar um concurso público para delegado.
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