O governo federal, por meio do Ministério de Minas e Energia, cobrou nesta terça-feira (8) a fiscalização do aumento no preço da gasolina em Minas Gerais, mesmo após a redução de R$ 0,17 por litro anunciada pela Petrobras no último dia 2. A cobrança também se estende ao Distrito Federal, onde, segundo o ministério, o combustível também apresentou alta injustificada.
De acordo com a pasta, um estudo identificou aumento nos preços “sem motivo razoável” nessas duas unidades da federação, contrariando a expectativa de queda após o reajuste para as distribuidoras.
“Não aceitaremos distorções injustificadas que penalizam o povo brasileiro. Esperamos que os órgãos competentes apurem os fatos e atuem com firmeza para garantir um mercado de combustíveis mais justo, transparente e equilibrado”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Órgãos acionados
O Ministério de Minas e Energia informou que acionou os seguintes órgãos para que adotem as medidas cabíveis, dentro de suas competências:
- Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)
- Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)
- Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon)
- Procon de Minas Gerais (Procon-MG)
- Procon do Distrito Federal (Procon-DF)
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