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Polícia prende quatro suspeitos de homicídio em ocupação em Belo Horizonte

Polícia prende quatro suspeitos de homicídio em ocupação em Belo Horizonte - Foto: Divulgação/PCMG
Polícia prende quatro suspeitos de homicídio em ocupação em Belo Horizonte - Foto: Divulgação/PCMG
  • Atrito entre os envolvidos teria começado por causa de um suposto furto de celular atribuído à vítima

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, durante operação realizada na capital, três homens e uma mulher, com idades entre 20 e 30 anos, suspeitos de agredir com foices, enxadas e martelos, até a morte, um homem, de 32. O crime ocorreu no dia 18 de outubro deste ano, no bairro Castelo, região da Pampulha, e as prisões, na última segunda-feira (23/11).

Tanto vítima quanto suspeitos eram moradores de um edifício ocupado no bairro. Um suspeito, de 31 anos, ainda não foi localizado. A polícia acredita que, devido ao incêndio ocorrido recentemente no prédio (4/11), os investigados tenham se dispersado do local.

Conforme apurado, o atrito entre os envolvidos teria começado por causa de um suposto furto de celular atribuído à vítima. Após discussão, os suspeitos iniciaram as agressões físicas, utilizando para tal objetos encontrados em uma obra que estava sendo realizada no prédio. “Eles estavam com instrumentos como foice, martelo, machado, enxada, pedaços de pau e ferro, que foram utilizados para agredir a vítima. Todos eles participaram”, detalha o delegado que coordenou as investigações, Guilherme Catão.

O delegado ainda ressalta a precaução da equipe no planejamento para a prisão dos suspeitos, já que no prédio moravam cerca de 38 famílias, incluindo idosos e crianças, o que poderia tornar uma operação policial algo traumático para os moradores.

O subinspetor Caetano Neto, ressalta a insatisfação dos moradores do prédio com a atitude dos investigados. “Nós recebemos várias denúncias anônimas, as quais foram investigadas e analisadas pela equipe, apontando para os mesmos suspeitos”, informa. Ainda segundo o subinspetor, as pessoas se diziam intimidadas pela forma de agir deles em diversas ocasiões. “Foram importante essas denúncias anônimas, que demonstraram a periculosidade dos envolvidos no crime”, finaliza Neto.

A vítima, que trabalhava em uma oficina de lanternagem de veículos, era casada e tinha dois filhos.

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