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Polícia realiza ação de combate ao estelionato virtual em BH

PCMG realiza ação de combate ao estelionato virtual em BH - Foto: Divulgação/PCMG
PCMG realiza ação de combate ao estelionato virtual em BH - Foto: Divulgação/PCMG
  • Duas pessoas foram presas durante a operação

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, nesta quarta-feira (7), mandados de busca e apreensão em duas residências no bairro Buritis, em Belo Horizonte, com o intuito de combater o crime de “estelionato virtual”. Duas pessoas, de 30 e 36 anos, foram encaminhadas para a 4ª Delegacia de Polícia Civil no Barreiro. Elas irão responder por estelionato.

Com a intensificação do comércio virtual, por causa da pandemia, os investigados aproveitavam desse golpe e da pouca experiência no comércio eletrônico das empresas.

O chefe do 1º Departamento de Polícia Civil em Belo Horizonte, delegado-geral Wagner Sales, revelou que no caso investigado, os suspeitos aplicaram golpes na mesma empresa por mais de uma vez. “As pessoas têm acessado mais redes sociais, utilizando pagamento de contas através de sites de bancos e compras com cartão. A dica é sempre para que os usuários agirem com cautela e desconfiar. Os estelionatários, que são oportunistas de plantão, agem sempre procurando causar prejuízos em pessoas físicas, mas também em pessoas jurídicas, como foi o caso. Um conhecido supermercado no bairro buritis estava sendo vítima de um estelionatário que fazia compras na loja virtual se utilizando de máquinas e cartões falsificados”, revelou Sales.

O delegado que coordenou a ação, Flávio Grossi, informou que as investigações tiveram início há quatro meses. Ele revelou como os suspeitos agiam. “Valendo-se de documentos, cartões bancários de terceiros e documentos adulterados, efetuavam compras virtuais de roupas, computadores, materiais eletrônicos e até gêneros alimentícios. A fraude só era descoberta quando as operadoras de cartões recusavam repassar os valores aos fornecedores dos produtos, resultando em um prejuízo de cerca de R$ 10 mil”, contou Grossi.

Durante as buscas, foram apreendidos computadores, várias carteiras de identidade e de motorista, máquinas de pagamento por cartão, dezenas de chips de celular, dinheiro possivelmente falso e notas de euro, entre outros. “É importante ressaltar que o cumprimento do mandado de busca foi muito proveitoso para ampliar as investigações”, ressaltou Grossi.

As investigações continuam com o objetivo de apurar a participação de outras pessoas no crime.

A ação foi realizada pela 4ª Delegacia de Polícia Civil no Barreiro pertencente ao 1º Departamento de Polícia Civil em Belo Horizonte

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