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Vulnerabilidades em aplicações: por que esse pilar é alvo de ciberataques?

São Paulo, SP 27/8/2020 –

Dario Caraponale, sócio-fundador da Strong Security, traz à tona pontos de atenção quando o assunto é vulnerabilidade digital. Além disso, o especialista também indica soluções

Ao mesmo tempo em que a tecnologia evolui, surgem preocupações com relação a segurança dentro do mundo digital. Isso porque, embora grande parte das informações dispostas não sejam tangíveis e existam apenas na nuvem ou pasta de um desktop, as mesmas possuem um valor incalculável quando caem nas mãos erradas.

E, nesse caso, existe um cenário um tanto quanto complicado, afinal, no mesmo passo em que as corporações e soluções de segurança trabalham para tornar os processos mais eficazes e seguros, os hackers desenvolvem novas maneiras de conseguir burlá-los.

E os números mostram isso com maestria: segundo informações do dfndr lab, laboratório especializado em cibersegurança da PSafe, o número de ataques no primeiro semestre de 2018 chegou a 120,7 milhões.

Diante dessa situação, é preciso agir de maneira assertiva. E é justamente nesse pilar que o apoio de uma empresa especializada pode garantir o sucesso ao implementar uma solução segura.

Para Dario Caraponale, sócio-fundador da Strong Security, empresa especializada em segurança, os processos mudam, mas a resolução é sempre a mesma: investir na segurança e manter uma rotina para fazer com que tudo o que é necessário seja, de fato, exercido.

Apoio profissional

O empreendedor ressalta que grande parte dos ataques hackers se solidificam por falhas nas aplicações. “Se um sistema está vulnerável, acaba se tornando um alvo fácil. Por isso, é preciso ter muralhas fortes – mas, mais do que isso, é preciso ter ao lado um profissional que torne isso possível”, diz.

Dario segue dizendo que um profissional especializado na equipe é indispensável, embora seja possível terceirizar o serviço – nesse caso, é importante manter a rotina e periodicidade.

Pensando nisso, a Strong Security Brasil desenvolveu um Teste de Invasão. Todo o processo é realizado para encontrar lacunas. “Chamamos esse processo de ‘hack ético’. Um profissional tentar hackear o sistema propositalmente, a fim de descobrir o que precisa ser otimizado”, comenta.

Para facilitar o processo, a empresa oferece profissionais especializados e preparados para realizar o serviço dentro de corporações de maneira eficaz e imparcial. Mas, para aqueles que desejam ir mais a fundo, existe a opção de realização de um curso capacitante – tudo isso para garantir que ataques cibernéticos não serão uma dor de cabeça, nem agora, nem no futuro. Saiba mais: www.strongsecurity.com.br/teste-de-invasão

Website: http://www.strongsecurity.com.br

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