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Polícia realiza operação de combate a venda de drogas sintéticas em BH

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Polícia realiza operação de combate a venda de drogas sintéticas em BH – Foto: Divulgação/PCMG

Após 70 dias de minucioso trabalho investigativo, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) identificou e localizou um grupo envolvido com a venda de drogas sintéticas de alto poder entorpecente e valor comercial. Nesta quinta-feira (14), três homens de 21, 24 e 28 anos foram presos em diferentes locais da cidade: bairros Serra, Ouro Minas e Padre Eustáquio.

A equipe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc) está em busca de outros indivíduos envolvidos no esquema criminoso e dos entorpecentes comercializados pelo grupo.

Durante operação policial foram apreendidas diversas drogas como ecstasy e LSD (em diversas formas de apresentação), além de sedas com óleo de maconha, objetos relacionados ao tráfico desses entorpecentes e dinheiro.

Conforme contou o chefe do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), Júlio Wilke, entre as drogas apreendidas estavam folhas impregnadas com óleo de maconha, produto nunca antes apreendido pelo Departamento, demonstrando a inovação dos traficantes na forma de apresentação dos produtos comercializados.

Wilke ainda chamou a atenção para o fato de um dos suspeitos ter admitido a alta concentração do princípio ativo MDMD na composição do ecstasy. Um comprimido inteiro da droga pode causar overdose e até mesmo levar a morte do usuário.

O delegado que coordena as investigações Windsor de Mattos Pereira, ressalta que apesar de se apresentar em pequenos volumes, as drogas apreendidas possuem expressivo valor econômico a alto poder entorpecente, sendo necessário o uso de micro balança para pesagem do produto.

Entre os objetos apreendidos está uma dessas balanças que, em razão do tamanho, estava disfarçada como controle de carro.

O produto, destinado a um público de classe média e alta, era vendido pela internet. Os suspeitos organizavam listas de transmissão em aplicativos para obter clientes. Após contatos com os compradores, os suspeitos exigiam prints mostrando que mensagens trocadas haviam sido apagadas. Quando conquistavam o cliente, o grupo estabelecia uma relação de maior proximidade com os esses consumidores.

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