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Uma imagem compartilhada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em seus stories do Instagram na tarde desta segunda (11) em que mostra lojas fechadas em Belo Horizonte e cartazes criticando o prefeito Alexandre Kalil (PSD) é falsa.
Nas imagens que circula pelas redes sociais, há três lojas com placas em protesto contra o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, pelo fechamento do comércio na cidade devido à pandemia do coronavírus (Covid-19). “Aqui, o Kalil desempregou pais de família”, e há um número diferente de “pais de família” sem emprego.
Além disso, no stores do presidente, tem um texto que relata: “Olha o que os comerciantes de Belo Horizonte/MG estão fazendo. Mostrando terrível resultado que os Prefeito Alexandre Kalil está provocando na economia da cidade. João Doria, Bruno Covas e centenas de prefeitos precisam ser responsabilizados” pelo “terrível” resultado provocado na economia, citando o governador e o prefeito de São Paulo”.
Mas na verdade a imagem foi registrada em 2015, na Rua Maria Joaquina, no Brás, em São Paulo e publicada pela Diário do Comércio (Jornal da Associações Comerciais do Estado de São Paulo). Em vez do texto nas placas que estão nas portas das lojas, o correto é “aluga-se”.
A Por Dentro de Minas não conseguiu contato com o Prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, e com o presidente Jair Bolsonaro, para comentar o assunto. O espaço fica aberto para as manifestações.
Vídeo fake
O presidente Jair Bolsonaro, em abril, já havia publicado um vídeo falso sobre o desabastecimentos na Ceasa, a Central de Abastecimento de Minas Gerais, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar um vídeo publicado pelo presidente Jair Bolsonaro em suas redes sociais. No texto publicado juntamente com o vídeo por Bolsonaro diz que “não é um desentendimento entre o presidente e alguns governadores e prefeitos”, e que “são fatos e realidades que devem ser mostrados”. Já na gravação, um apoiador do presidente afirma que a data é 31 de março. Ele mostra um galpão com pouco movimento e afirmar: “Isso aqui se chama desabastecimento. Fome também mata, desespero e caos matam”.
Bolsonaro, chegou a depois excluiu o vídeo e pediu desculpas pelo vídeo com informações falsas sobre um suposto desabastecimento na Ceasa.
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