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Polícia prende grupo criminoso especializado em medicamentos roubados

Delegado César Matoso - Foto: Divulgação/PCMG
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Uma ação conjunta da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto, Roubo e Desvio de Cargas (Depatri) e da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, desarticulou e prendeu, na última semana, uma organização criminosa especializada em compra e venda de medicamentos roubados. Um depósito de medicamentos foi descoberto em Nilópolis (RJ), e uma carga com milhares de produtos hospitalares, recuperada. Até o momento seis suspeitos foram presos.

O delegado César Matoso, chefe da Divisão Operacional do Depatri, explicou que a Delegacia de Cargas, em Minas Gerais, coordenada pelo Delegado Rafael Lopes Azevedo, começou as investigações a partir de um roubo ocorrido em outubro na BR-116, na altura de Muriaé, de uma carga de medicamentos no valor de R$ 7 milhões.

Parte da carga foi localizada no Rio Grande do Sul, em Juí, e a partir daí começaram as investigações da PCMG, que chegou a uma organização criminosa, com ramificações em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. “No Rio de Janeiro, junto com a Polícia Civil de lá, conseguimos efetuar a prisão de seis pessoas, que haviam desviado uma carga de medicamentos do Hospital JK ali no município de Nilópolis, no Rio de Janeiro”, contou Matoso.

A organização criminosa receptava tanto medicamentos roubados com ações violentas e armadas de criminosos nas estradas, como também medicamentos desviados e adquiridos pelo Estado para que fossem distribuídos à população. Uma vez receptados, esses medicamentos eram “esquentados” com notas fiscais frias e inseridos novamente em instituições e hospitais. Segundo ele, no Rio de Janeiro, investigadores da PCMG em operação avistaram na porta de uma das sociedades empresárias uma carga desviada do Hospital JK.

Estima-se que outras 18 sociedades empresárias estão envolvidas e outras 25 pessoas devem fazer parte do esquema criminoso.

O grupo estaria envolvido na receptação de uma parte da carga avaliada em mais de R$ 7 milhões em remédios para tratamento de câncer. A polícia apurou que a organização criminosa movimentou cerca de R$ 8,7 milhões nos anos de 2018 a 2019.

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