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Investimentos anteriores na estrutura de Saúde de Marília foram diferencial para combate ao novo coronavírus

O prefeito Daniel Alonso/Divulgação
  • Marília se destacou em relação a cidades próximas nos quesitos de combate à pandemia graças ao fortalecimento da rede de Saúde Municipal

A pandemia do novo coronavírus atingiu a todos de surpresa, mas algumas cidades, como Marília, tiveram poder de resposta melhor por terem um sistema de Saúde mais sólido. A atual gestão do município passou de 20% para 27% o orçamento destinado à Saúde. A medida foi o principal fator para que Marília registrasse menos da metade do número de mortes em relação a Bauru,por exemplo, desde o início da pandemia até a metade de Agosto, de acordo com dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Estatísticos (Seade), que observa os números informados pelas secretarias municipais de saúde. A taxa de mortes por Covid-19 na região de Bauru ficou em 27 a cada 100 mil habitantes, já a de Marília apresentou 13 para 100 mil pessoas. Número impactado pelo principal município da região.

Ao longo da pandemia o Governo de São Paulo enviou mais de 3,5 mil respiradores para os municípios paulistas,entre os quais, Marília. Entretanto, somente os equipamentos não foram o diferencial no combate ao novo coronavírus. Os investimentos anteriores formaram a base. A presidente do Conselho Municipal de Saúde (Comus), Tereza Machado, acredita que a atual gestão foi a que mais investiu na Saúde Pública. “O Conselho tem acompanhado o trabalho de perto e podemos garantir que essa gestão foi a que mais investiu em Saúde, tanto na parte estrutural como na parte funcional, com a contratação de vários profissionais através de concursos públicos”, afirmou.

A prefeitura de Marília entregou 19 novos equipamentos à população entre Unidades de Saúde da Família (USF), Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Farmácias, além de aumentar as cirurgias eletivas. Em 2013 o município realizou 3.738, enquanto que 2019 encerrou com 6.539.O prefeito Daniel Alonso acredita que as medidas ajudaram a driblar a falta de investimentos por parte das outras esferas. “Quando assumimos, apenas 20% do orçamento eram destinados à saúde e ampliamos para quase 27%. Marília está fazendo a sua parte, porém, infelizmente o Estado investe 15% e a União apenas 6%, sem contar que a tabela do SUS não é reajustada há doze anos, então isso compromete a saúde pública”, denunciou o prefeito. Apesar das dificuldades, os esforços municipais garantiram que a cidade estivesse atualmente na Fase Amarela do Plano São Paulo, quando mais serviços podem funcionar, como lojas, restaurantes e escritórios.

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