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Economia

4 vantagens de abrir uma franquia

Quer saber quais as vantagens de abrir uma franquia ao invés de outra modalidade de negócio? Então clique e confira!

Por Dentro de Minas - Google News (pordentrodeminas - googlenews)

Foto: pixabay

Abrir uma franquia é uma ótima maneira de começar um negócio de forma mais sólida e podendo contar com bons suportes.

No entanto, essa modalidade necessita de um valor inicial relativamente mais alto, pois é preciso investir em estrutura, treinamento e produtos.

Mas, quando paramos para analisar, as vantagens de abrir uma franquia podem compensar e muito todo esse investimento.

Afinal, você já começará o seu negócio com nomes e marcas já estabelecidos no mercado, o que te dá alguns passos a mais em relação às novas empresas que começam caminhando sozinhas.

Quer saber mais sobre algumas vantagens que abrir uma franquia pode te trazer? Então continue a leitura e confira!

1. Estrutura completa para começar

O primeiro ponto positivo em abrir uma franquia está no bom suporte e estrutura completa para dar início ao seu negócio.

A empresa que está sendo franqueada já possui uma boa rede de distribuição, contando com produtos e serviços padronizados e de qualidade.

Toda a estrutura da franquia já está formada e você só precisará usufruir da estratégia da marca e dos bons resultados que já ser reconhecido no mercado trará para o seu negócio.

2. Boa estabilidade no mercado

Com uma marca já presente e um nome reconhecido, você poderá pular toda a fase de se estabilizar no mercado.

É claro que os serviços e produtos oferecidos por sua franquia precisam manter o padrão para ter sucesso, mas aproveitar de uma imagem pronta já te coloca à frente dos demais concorrentes que começam do zero.

Essa credibilidade é muito positiva para alavancar suas vendas desde o início, sem ter que esperar o mercado reconhecer sua empresa. Afinal, ela já é reconhecida em diversos lugares.

3. Boas estratégias de marketing

Em geral, as empresas que trabalham com franquias tem sempre uma visão de crescimento e expansão.

Por isso, se preocupam e investem em boas estratégias de marketing que mantenham as vendas e o sucesso da marca sempre em alta.

Como tudo é padronizado, você poderá usufruir também dessas estratégias, pois tudo o que promove o nome da empresa e da marca também promoverá o seu negócio de forma automática.

Isso significa mais segurança e um marketing de alta qualidade, que conquista os clientes e gera vendas constantes.

  1. Suporte e treinamento constantes

Por buscar sempre manter o alto padrão de qualidade, atendimento e planejamento, as empresas franqueadas zelam muito pela padronização de suas unidades.

Isso serve para que todos os clientes tenham a mesma boa experiência em qualquer lugar do mundo.

Ou seja, o cliente pode frequentar unidades em qualquer lugar do mundo, mas ao ir em cada uma delas precisará sentir o mesmo padrão de atendimento, produtos e serviços.

Por isso, as marcas que trabalham com esse tipo de negócio oferecem treinamentos constantes para os funcionários e empreendedores de sua rede.

Os treinamentos ajudarão a colocar as estratégias em prática de forma eficiente, capacitando cada um a exercer o seu papel dentro do negócio, em busca de crescimento e avanço.

Tudo isso é oferecido em conjunto com um suporte amplo para garantir que tudo ocorrerá bem e trará resultados positivos dentro de sua unidade.

Afinal, o sucesso do seu negócio também é o sucesso da empresa dona da franquia, o que é muito vantajoso, já que os seus resultados positivos também interessam muito à eles.

Abrir uma franquia é uma das estratégias para abrir um negócio lucrativo com pouco riscos e com grandes chances de crescimento e avanço. Quer conhecer mais dicas para isso? Então confira as dicas do nosso parceiro no blog do Cadastro Empresa!

Economia

Projeto social oferece consultas a preços acessíveis

• atualizado em 22/06/2020 às 11:29

Além da população de baixa renda, Roma Amor investe no auxílio para quem
perdeu parte da renda devido ao isolamento social

Desde o início da pandemia da Covid-19 pelo Brasil, a solidariedade tem sido um papel importante para que a população consiga se reerguer em meio ao período conturbado. Atualmente, pessoas de baixa renda são as mais afetadas pelas consequências da doença. Porém, com o isolamento social, muitos que viviam uma situação tranquila, agora também passam por dificuldades financeiras e psicológicas devido a todo estresse e transtornos causados pela pandemia.

Pensando nisso, o projeto Roma Amor – Compromisso Social, que já estava realizando diversas ações em prol da comunidade e população de baixa renda, resolveu estender os atendimentos de forma diferenciada para aqueles que perderam parte da renda durante a pandemia.

Marcelo Carleial Rodrigues, médico e voluntário no Roma Amor, conta que a ideia surgiu ao perceber que diversas pessoas estavam procurando o projeto para conseguirem atendimento social, mas que não se encaixavam nos pré-requisitos de atendimento devido a renda. “O nosso objetivo principal sempre foi atender aqueles que não tinham condições de arcar com qualquer tipo de custo. Porém, pessoas que estavam em condições financeiras melhores e que, ainda assim tinham dificuldade de encontrar atendimento de qualidade e personalizado, devido ao valor das consultas particulares, infelizmente não podiam ser atendidas”, diz.

Atendimento acessível

Assim, a equipe do Roma Amor criou um novo modelo de atendimento para conseguir atender tais demandas que cresceram consideravelmente durante o período de pandemia. “A dificuldade financeira e os relatos de doenças mentais relacionadas ao estresse aumentaram bastante. Então, para conseguir manter os atendimentos da população de baixa renda e ajudar outras pessoas que também precisam, mas que no momento possuem uma renda menor, passamos a oferecer os atendimentos a preços sociais. Deixo claro que não recebo nenhum valor pelos atendimentos, e que a medicina praticada é rigorosamente a mesma do consultório particular, com toda a atenção voltada para o diagnóstico preciso e o tratamento multidisciplinar do paciente. Muitos chegam a nós trazendo diagnósticos e tratamentos equivocados, com o histórico de uma vida de luta contra o sofrimento mental, e é extremamente prazeroso aliviar a dor destes pacientes, auxiliando para que se tornem funcionais novamente”, revela.

Portanto, quem se encaixa nessa categoria, a partir de agora pode contar com o Roma Amor para atendimentos psicológicos, psiquiátricos e de áreas da saúde como: nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, dentre outros. Além disso, o projeto também conta com profissionais pedagógicos, constelação familiar e outras áreas para toda a família. “O valor simbólico é cobrado para que seja possível manter o projeto e continuar ajudando ainda mais famílias de baixa renda, além de fornecer o suporte para que os nossos profissionais continuem atendendo o máximo de pessoas possíveis”, completa Marcelo.

Serviço

Para conhecer o projeto e ficar por dentro dos valores de cada especialidade, basta acessar o site oficial: projetoromaamor.com

Fonte: Marcelo Carleial Rodrigues, voluntário do Roma Amor – Compromisso Social. É graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina e Cirurgia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNI-RIO). Pós-Graduação em Perícia Médica pela Fundação Unimed. Pós-Graduação em Avaliação do Dano Corporal Pós-Traumático pela Universidade de Coimbra. Pós-Graduação em Psiquiatria pela CENBRAP/FUNORTE. Criador da cápsula de cafeína anti-gastrite NAPalm.

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Economia

Co-branding de advogados ajuda clínicas médicas em todo o país a economizar até 63% nos impostos

• atualizado em 07/07/2020 às 21:44

A advogada e consultora Marielle Brito tem representado o Brasil para o mundo ao se destacar como uma referência no Direito internacional e sucessório, atuando também como pesquisadora em prestigiosas universidades europeias como Cambridge, no Reino Unido e a Universidade de Lisboa, em Portugal. Agora, unindo forças com uma equipe de advogados de outras áreas do direito, a advogada está expandindo suas operações na contramão da crise, com um novo escritório e co-branding no Lago Sul, prestigiosa zona do Distrito Federal, oferecendo soluções completas jurídicas no âmbito nacional e internacional, a brasileiros e estrangeiros.

Em tempos de pandemia da covid-19, onde toda a ajuda na área médica é muito bem-vinda, a advogada inovou ao desenvolver com seu co-branding uma tese tributária que permitirá a clínicas médicas em todo o Brasil pagarem menos impostos: “Criamos uma tese tributária para clínicas médicas no âmbito federal, sendo que já obtivemos decisões favoráveis no judiciário, o que traz uma segurança ao cliente. Todas as clínicas situadas em qualquer cidade do Brasil podem ajuizar  essa causa na Justiça Federal na jurisdição do nosso novo escritório em Brasília. A regra específica vale para as pessoas jurídicas prestadoras de serviços médicos que optarem pelo lucro presumido, de modo a conferir uma nova base de cálculo reduzida para essa atividade econômica, trazendo, dessa forma, uma redução tributária na ordem de 63% do valor a recolher a título de IRPJ e CSLL.”

Expansão nacional e internacional

Com 13 anos de carreira, a advogada está iniciando um novo ciclo em sua vida profissional com a inauguração da sua nova sede, em Brasília no Lago Sul, contando com 1000m2 de área e com equipe de mais de 20 profissionais. Para oferecer nesta nova sede diversos serviços e soluções em um mesmo escritório , o Marielle S Brito Advocacia e a sociedade Farias e Pena Advogados se uniram em um co-branding: “Atendemos brasileiros e estrangeiros que precisam de providências nestas matérias, seja direito de família, sucessório e internacional que são minhas especializações, como na área empresarial, tributária, cível e trabalhista, oferecendo um serviço abrangente e especializado, com representações nos EUA e Europa (Portugal e no Reino Unido).”

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Economia

Assessor de imprensa português revela o caminho das pedras para brasileiros que querem conquistar o mercado europeu

• atualizado em 07/07/2020 às 21:44
Reprodução / MF Press Global

Com a crise politica, social e econômica que o Brasil tem enfrentado nos últimos anos, muitos artistas, intelectuais e pessoas públicas acabaram optando por não morar mais no país e tentar uma nova vida em Portugal, que tem a mesma língua, uma cultura mais próxima em relação aos demais países europeus, que está acostumado com os artistas brasileiros que são vistos e ouvidos diariamente nas rádios e na televisão portuguesa, sendo então este um promissor mercado a ser explorado com algumas oportunidades.

No entanto, introduzir-se no mercado europeu sendo brasileiro pode não ser uma tarefa tão simples. A aventura de tentar a sorte na mídia portuguesa quando não se conhece a realidade naquele país, tão distinta do Brasil, e não se tem um networking local esbarra em diversos problemas, e por isso muitos que tentaram fazer fama em Portugal acabaram por desistir. 

O assessor de imprensa Jorge Azevedo da Guess What Coolmunications, conta que a sua empresa tem ajudado muitos brasileiros a serem vistos na mídia portuguesa, dando um empurrão importante para a carreira destas pessoas na Europa: “No sentido de alavancar a respetiva reputação de forma equilibrada e impactante, a assessoria de imprensa é uma ferramenta de comunicação fundamental. Permite fazer chegar determinadas mensagens a diferentes meios, diferentes públicos através de quem conhece a realidade da comunicação social portuguesa.” 

Confira entrevista de Jorge Azevedo onde ele revela os segredos de sua profissão como assessor, como funciona uma assessoria de comunicação em Portugal e relata cases de sucesso de brasileiros no mercado europeu: 

Você já foi procurado por brasileiros? 

Sim. Há muitos brasileiros querendo ingressar na mídia europeia. Recentemente desenvolvemos uma campanha de comunicação para o cirurgião Dr. Luiz Toledo, uma referência mundial na área da cirurgia plástica que em 2019 iniciou a sua atividade em Portugal. 

Qual o feedback desta campanha?

Muito positivo. As credenciais certamente ajudaram, mas os meios de comunicação social fizeram uma ampla cobertura não só da presença do Dr. Luiz Toledo em Portugal mas também dos diferentes estudos por ele desenvolvidos. As entrevistas presenciais com jornalistas de diferentes meios (TV, imprensa, online) decorreram de forma natural.

Qual a importância de uma assessoria de imprensa em Portugal para um brasileiro que queira fazer nome no país?

No sentido de alavancar a respetiva reputação de forma equilibrada e impactante, a assessoria de imprensa é uma ferramenta de comunicação fundamental. Permite fazer chegar determinadas mensagens a diferentes meios, diferentes públicos através de quem conhece a realidade da comunicação social portuguesa.

 

Como funciona o trabalho de assessoria de imprensa em Portugal? É verdade que um assessor de imprensa em Portugal não pode ser jornalista?

Deontologicamente um assessor de imprensa, quando cessa a atividade de jornalista, deverá entregar a sua carteira profissional. Não é algo imposto por lei, mas eticamente importante. 

Como então faz um assessor que não pode ser considerado jornalista se tem que escrever press releases como um jornalista?

Um assessor deve pensar como um jornalista para perceber que tipo de peças podem ser interessantes, mas não deve ser assessor e jornalista ao mesmo tempo.

No Brasil geralmente os assessores de imprensa são jornalistas. Por que em Portugal há essa diferenciação?

Um assessor de imprensa, geralmente, tem o curso de jornalismo ou comunicação empresarial. Efetivamente poderá ter uma experiência profissional diferente do jornalismo, mas é imprescindível que tenha elevamos conhecimentos de comunicação. Em termos de impacto, o fator relacional com os diferentes meios é de extrema importância. 

Em Portugal é mais efetiva a comunicação direcionada ou o mailing? Como se faz a divulgação de um press release de forma eficiente na imprensa portuguesa?

A comunicação direcionada funciona hoje melhor do que o envio em larga escala de emails, até porque diferentes meios comportam diferentes perfis. É natural que o processo de comunicação comece com o envio de um email elencando determinado assunto, mas o posterior contacto com o jornalista é fundamental para assegurar a prossecução de determinada estratégia de comunicação. 

O principal meio de contato com os jornais é por email, whatsapp ou o antigo sistema de ligações telefônicas?

Hoje em dia são utilizadas diferentes formas de comunicar com o jornalista, mas o email, whatsapp, Messenger e contrato telefónico são os mais utilizados. Tal permite simplificar a mensagem e, como se diz, ir straight to the point.

O mercado português é muito nacionalista? Estrangeiros têm chances de serem publicado na imprensa portuguesa? Há rejeição da imprensa aos que são de fora?

Depende do que têm para comunicar e da forma como desenham a respetiva estratégia de comunicação. Não há rejeição aos que são de fora, mas obviamente que os meios de comunicação portugueses dão primazia a histórias de sucesso nacionais. Importa sim ter uma boa narrativa para contar e manter uma estratégia de comunicação coerente. Em alguns casos os meios até dão mais relevância ao que se faz lá fora e o conhecimento que chega.  

A imprensa portuguesa valoriza os descendentes de portugueses que estão além-mar? 

A imprensa portuguesa respeita os descendentes de portugueses e até os valoriza quando as suas histórias são contadas. Um exemplo disso mesmo são os atores brasileiros que chegam a Portugal. Caso tenham algum tipo de ligação com o nosso país, são mais valorizados e a sua história destacada.

Qual tipo de press release mais difícil de ter aprovação em Portugal? Que profissões podem ganhar menos destaque numa notícia, por exemplo?

Não se trata tanto do tipo de profissão, mas do conteúdo a divulgar. Profissões ligadas à área da ciência e medicina poderão ter alguma dificuldade nos processos de comunicação – temos uma classe médica e de investigadores portugueses muito relevante que em alguns cases dá pouco abertura – mas acima de tudo importa divulgar uma novidade importante ou contar uma história envolvente.

 

A imprensa online em Portugal ainda tem mais audiência que a mídia social?

Não. As redes sociais sofreram uma grande evolução nos últimos dois anos e hoje são uma incontornável fonte de informação. A maioria dos portugueses têm contas no Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter etc. e é por aqui que procuram a novidade, partilham notícias de interesse, envolvem-se diretamente com determinada marca. Face à realidade em que vivemos certamente que o índice de leitura dos meios online cresceu, mas o envolvimento nas redes sociais também. E importa salientar que as redes sociais têm uma transversalidade única em termos de faixas etárias, classes, etc. 

Sabemos que a mídia social em Portugal está, em relação a outros países, defasada. A imprensa está mais evoluída neste processo ou ainda é preciso que sejam feitos mais investimentos no online?

A realidade COVID-19 criou a necessidade dos diferentes meios de comunicação social reforçarem a sua presença online. A procura de informação mudou e os hábitos de consumo também. Assim sendo assistimos hoje a um forte investimento por parte dos meios de comunicação social nos canais digitais e, inclusive, temos hoje meios como é o caso do Observador ou o Polígrafo, exclusivamente digitais. Este é o caminho, presente e futuro.

Como anda o impresso em Portugal?

Os meios impressos são cada vez menos e com o advento da COVID-19 essa tendência agudizou-se. O digital está a crescer de forma exponencial e os mais relevantes têm tentado adaptar-se a essa nova realidade. Claro que meios em papel continuam a ser relevantes (dois dos jornais de maior influência, o Expresso e o Correio da Manhã continuam a vender) mas cada vez em menor número. 

Qual o conselho que o senhor pode dar a uma pessoa que quer ser vista na imprensa portuguesa para promover a sua imagem ou o seu negócio?

Numa primeira fase analisar o website da APECOM (Associação Portuguesa de Empresas de Comunicação) e selecionar um parceiro creditado que ajude a desenvolver uma estratégia de impacto junto dos meios de comunicação social portugueses. Numa segunda fase saber adaptar-se às especificidades dos meios locais, contribuindo para uma dinâmica de impacto através de conteúdos e narrativas que façam sentido aos diferentes meios. Terceira fase saber ter paciência que os resultados para quem chega de novo não se concretizam a curto prazo, mas sim a médio e longo prazo.

Textos em português do Brasil são bem vistos pela imprensa portuguesa?

Com o novo acordo ortográfico tudo ficou mais equilibrado, mas para os meios de comunicação social, ainda é preferível adaptar os textos tendo em conta as especificidades do português de Portugal.

Qual o preço médio de uma assessoria de imprensa em Portugal?

Não existe um valor tabelado, depende das horas a alocar ao projeto, serviços necessários para a concretização do projeto (ex: assessoria de imprensa, serviço de clipping, design, etc.).

Em Portugal há um órgão regular que é o ERC, assessoria de imprensa também precisa estar no ERC?

Não, no caso da assessoria de imprensa não é necessário estar inscrito na ERC.

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