As mulheres são a maioria nas mesas do Comida di Buteco



A despeito dos machistas paleolíticos, a presença feminina, hoje, é cada vez mais comum às mesas de boteco. Prova disso é a participação maciça do Clube da Luluzinha no concurso Comida di Buteco. Em Belo Horizonte, só em 2014, elas corresponderam a 58% dos frequentadores que participaram da votação. Para além da capital dos bares, em nível nacional, as mulheres também são maioria: 53% dos botequeiros.

A advogada Cibele de Souza, 48, ajuda a engrossar a estatística desde 2006, período em que começou a percorrer com assiduidade a maratona do Comida di Buteco. “Já fui jurada alguns anos e, em 2013, marquei presença em todos os participantes”, conta. Para conseguir fechar a lista, ela frequenta os bares de quinta a sábado. “Mas a vontade é ir de segunda a segunda”, assume.

O que a fascina no evento é a criatividade dos chefs e proprietários ao fazer os petiscos, bem como a interação entre o público. “O Comida di Buteco consegue trazer à tona o relacionamento. A gente ouve o pessoal da mesa ao lado comentando e se intromete no papo, palpitando e opinando sobre outros pratos interessantes”, diz ela, que também costuma comemorar aniversário em um boteco durante o festival. Entusiasta do tema da edição 2015, que exige pelo menos um tipo de fruta no tira-gosto, Márcia pensa em viajar para provar a botecagem local. “São Paulo tem tradição em bares e gastronomia, e Salvador tem comida muito típica. Estou curiosa para experimentar os petiscos com peixe e azeite de dendê.”

A médica Marilia Souza, 29, também adora conjugar o verbo botecar. E prova que nem só de cerveja vivem os bares. “Não bebo álcool, mas não resisto a um bom tira-gosto. E os participantes do Comida di Buteco sempre inventam pratos muito bons”, diz. Para ela, o concurso também abre a possibilidade de conhecer bares fora do circuito. Ela e os amigos já chegaram a alugar um ônibus para fazer a rota da botecagem. “Passamos por uns 15 bares”, recorda. O Comida di Buteco mudou até o paladar da moça. Em 2012, quando o tema escolhido foi jiló, Maria foi obrigada a provar receitas com o fruto. “Experimentei lasanha de jiló, jiló a parmegiana, chips de jiló… Acabei ficando apaixonada por jiló”, conta.

Em primeiro lugar, você está ali se divertindo com os amigos. No entanto, você já fez o mapa de onde se encontram as mulheres que te interessam. Escolha entre duas ou três, no máximo, e busque fazer contato visual.

Mulheres sacam logo de cara que você está afim, até porque discrição não é o ponto forte de nenhum homem. Se ela retrubuir o olhar, bingo! Sua vida estará bem mais fácil, meu amigo. Caso ela não retribua, ou não esteja vendo você, não tem problema algum; afinal, você deve saber fazer a abordagem e criar atração.

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