O 2º Levantamento da Safra 2021/22, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estatal responsável por gerir políticas agrícolas no país, revelou uma queda 9,5% na atual safra em relação à temporada anterior. A expectativa é que sejam colhidos 592 milhões de toneladas, representando um volume de cerca de 62 milhões de toneladas a menos.
Os números não diferem muito do 1ª levantamento da Conab, realizado em maio, que já trazia uma queda percentual de 4% na produção da cana-de-açucar em relação à safra anterior.
A pesquisa ainda revelou que na principal região produtora de cana-de-açucar no país, a Região Sudeste, houve redução de 6,6% na área a ser colhida. Esse volume totaliza 5 milhões de hectares, e queda de 13,3% na produção, estimada em 371,5 milhões de toneladas.
Já o Centro-Oeste, com área semelhante à colhida na última safra, tem volume previsto em 135,4 milhões de toneladas, 3,2% menor que a obtida na safra anterior.
No Sul, a pequena elevação de 0,2% na área cultivada não garantiu aumento na produção total, que pode chegar a 31,9 milhões de toneladas. Isso representa uma redução de 6,7% em comparação com o ciclo passado. Isso ocorre devido à redução na produtividade.
Já no Nordeste, houve redução de 1,9% na área a ser colhida, mas o aumento de 4,2% na produtividade média deverá resultar em uma produção de 49,5 milhões de toneladas, 2,2% a mais que na safra passada.
Na Região Norte, a tendência é de manutenção da área a ser colhida e crescimento de 7,5% de matéria prima, totalizando 3,7 milhões de toneladas.
Segundo o levantamento, as baixas temperaturas registradas em junho e julho, os episódios de geadas em algumas áreas de produção nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul e os efeitos climáticos adversos da estiagem durante o ciclo produtivo das lavouras estão entre as causas da redução da produtividade.
Como Evitar Prejuízos com a Estiagem na Cana-de-açúcar?
Para minimizar os dados da estiagem, além dos cuidados básicos como possuir um bom sistema de irrigação, é importante a utilização de produtos com ação bioestimulante, como a adubação foliar.
A adubação foliar é uma forma complementar de entregar nutrientes para as plantas por meio de suas folhas em determinados períodos de desenvolvimento.
Entre os nutrientes que podem ser aplicados na plantação para tentar minimizar os efeitos da seca, estiagem ou geadas estão: zinco, magnésio, fósforo, ferro, boro, cobre e manganês.
O BioGain Plus e diversos outros produtos de nutrição de plantas trazem uma fórmula orgânica que é essencial para tornar as plantas mais resistentes e para otimizar seus processos. Desse modo, há melhorias no transporte de nutrientes e na realização de etapas metabólicas, o que protege o plantio.
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