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A Softex, coordenadora do Programa Prioritário de Fomento ao Empreendedorismo Inovador (PPEI), uma iniciativa do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (CAPDA), gerido pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), anuncia o lançamento de sete programas para fortalecer a cultura empreendedora e de inovação na região da Amazônia Ocidental – integrada pelos Estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima – e também do Amapá.
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Os programas estão estruturados em quatro eixos estratégicos: Empreendedorismo Inovador, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Aberta, Escala e Internacionalização, e Capacitação Técnica e Formação de Talentos. As ações serão realizadas no biênio 2024 e 2026 visando o desenvolvimento sustentável e tecnológico da região.
“Queremos transformar a Amazônia Ocidental e o Amapá em um hub de inovação e empreendedorismo, valorizando talentos locais, promovendo sustentabilidade e impulsionando o desenvolvimento econômico. Precisamos seguir avançando na formação de mão de obra qualificada e despertar a vocação para o empreendedorismo”, destaca Bosco Saraiva, superintendente da Suframa.
O eixo de Empreendedorismo Inovador concentra esforços no fortalecimento de startups regionais, considerando diferentes estágios de maturidade. Enquanto o programa Conecta+ Amazônia busca aumentar a densidade de startups por meio do estímulo à inovação, o Tech+Amazônia oferece suporte ao desenvolvimento de tecnologias de mercado com participação da indústria.
No eixo de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Aberta, o programa Amazônia Tech Labs surge para desenvolver projetos-piloto utilizando tecnologias emergentes em parceria com startups, empresas, instituições de ciência e tecnologia (ICTs), aceleradoras e entes estaduais, atendendo às demandas locais e industriais.
Já o eixo de Escala e Internacionalização foca na expansão de negócios regionais para mercados globais. O programa Amazônia+Global prepara startups, empresas e aceleradoras para processos de internacionalização, enquanto o Start Amazônia incentiva o desenvolvimento de novos modelos de negócios e potenciais spin-offs no ambiente industrial local.
A questão da Capacitação Técnica e Formação de Talentos é o centro do quarto e último eixo e suas ações buscam suprir as demandas do mercado local e fomentar o empreendedorismo por meio de dois programas: o Amazônia Skill Hub, que oferece formação em áreas como inteligência artificial, big data e robótica; e o Voa Amazônia, dedicado a capacitações e iniciativas de pré-aceleração para estudantes de universidades, ICTs e Institutos Federais.
“Com essa estratégia robusta, reafirmamos o nosso compromisso em promover o avanço tecnológico e econômico da Amazônia, alinhando inovação e sustentabilidade para transformar a realidade regional”, avalia Emanuela Dias, coordenadora da Softex Amazônia.
Nos últimos cinco anos, o PPEI da Softex mobilizou 21 empresas beneficiadas pela Lei 8.387/1991, que investiram mais de R$ 70 milhões em iniciativas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Foram realizados 44 projetos em 4 regiões, atendendo 258 startups da região, envolvendo 70 atores do ecossistema de inovação e impactando mais de 7,7 milhões de pessoas.

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