Redes Sociais

Felipe de Jesus

Estudo: Pelo menos você conseguiu não é mesmo?

• atualizado em 03/07/2018 às 13:44

Oportunidades é a gente que
faz e não adianta se frustrar; 
Faça por você sempre!

*Colunista (Por Dentro de Minas)
*Felipe José de Jesus
*Jornalista / Sociólogo/ B.Teologia
*Me. Comunicação Social: Jornalismo
*B.Direito e Dout. Ciências Sociais e Políticas
*Jornalista: 15.263/MG – (FENAJ) –  17.267/BR (FIJ)
*Sociólogo: 01.686/MG (CFS)

Vi recentemente no Facebook um rapaz reclamando porque teria que pagar pelo menos, mais uns 15 anos de ProUni em detrimento ao seu curso superior concluído. Ao fim do post ele colocou rastags pedindo a volta do governo anterior (não sei por qual motivo) até porque se não fosse por eles não teríamos chances de estudo. Lembrando que muitas pessoas estão endividadas por que ganharam bolsa desse governo. De início entendi sua reclamação pela falta de dinheiro e pelas dificuldades que temos enfrentado no país. Todavia, pelo outro lado não entendi sua frustração já que mesmo tendo se formado em Psicologia (uma área ampla e com empregos), nunca percebi nele força de vontade em atuar. Eu mesmo não tendo muito contato, nunca vi posts dele em Redes Sociais falando da profissão ou pelo menos tentando.

Sabemos que hoje enfrentamos um mar de gente no mercado e cada vez mais pessoas se formando. Mas por outro lado, vemos também cada vez mais menos pessoas preparadas, o que é ótimo, pois não concorremos com pessoas do mesmo nível. O mercado exige e isso é fato! Mas às vezes a classificação dependerá de fatores “bobos” que muitos candidatos já profissionais não se atém  porque acreditaram que não seria necessário. Até entendo que existam pessoas que se formam em coisas que não gostam. Na verdade não consigo entender muito, porque formar em algo que não se gosta é jogar dinheiro fora. Ou seja, passar quatro há cinco anos sentado dentro de uma faculdade para ao fim desejar não ter formado é meio incoerente.

A grande dica para quem se frustrou, mas ainda precisará passar anos olhando para os boletos, é  pelo menos tentar atuar em alguma parte de sua formação. Seja através de freelancers, seja através de pequenos serviços e outros. Se precisar começar gratuitamente, não se desiluda, pois é assim mesmo. Eu por exemplo sou formado em Sociologia  (tanto Licenciatura, quanto Bacharel por titulação internacional) e nem sempre surgem coisas para mim na área. Mesmo assim fiz questão de tirar a carteira / registro profissional e sempre que necessário me ponho a disposição para entrevistas e etc. Minha primeira atuação foi quando estava me formando e gentilmente fiz um trabalho de campo para uma ONG. Ganhei o certificado como Sociólogo (colaborador) e isso foi de grande valia. Hoje tenho provas de que já fiz um trabalho dentro de uma organização social.

Luz no fim do túnel ))

Saiba enxergar sempre uma luz no fim do túnel  e faça por você mesmo a grande oportunidade surgir. Tenha orgulho por ter pelo menos conseguido se formar. Há pelo menos 15 anos era extremamente complicado estudar no Brasil e pouquíssimas pessoas conseguiam alcançar tal vitória. Hoje temos cursos superiores com mensalidades baixíssimas e que as vezes assustam. Pagar atualmente R$120 a R$140 em um curso superior é altamente o inverso das situações econômicas vividas anos atrás. Assim, aproveite o momento para fazer por você mesmo e procure cavar suas oportunidades. As chances surgem, mas precisamos pelo menos nos entregarmos a elas entes de reclamar do que ainda não fizemos por nós mesmos. Estudo: Pelo menos você  conseguiu não é mesmo? Oportunidades é a gente que faz e não adianta se frustrar; Faça por você sempre! Pense nisso.

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Especialistas? Como a internet deu abertura para tantos ‘palpiteiros’

• atualizado em 09/07/2018 às 12:41

Lembre-se, não basta ter bom senso, mas qualificação
e vivência  para certas análises

 

*Colunista:
*Felipe José de Jesus
*Jornalista / Sociólogo/ B.Teologia
*Me. Comunicação Social: Jornalismo
*B.Direito e Dout. Ciências Sociais e Políticas

 

Anos atrás sentavamos na frente da TV para assistir com nossos pais, avós e tios, análises de comentaristas esportivos, políticos, econômicos, sociais e de outras áreas que nos traziam um olhar sob situações cotidianas e dicas importantíssimas para nossas vidas. Em suma, todos formados nas suas determinadas áreas ou pelo menos especializados com graduação, pós-graduação e até mesmo, mestrado e doutorado. Tinhamos Cientistas Políticos / Sociais, Jornalistas Esportivos, Economistas, Advogados, Nutricionistas e outros profissionais de renome que recheavam a telinha. Com a entrada da internet nos anos de 1990, a massificação das Redes Sociais nos anos 2000 e a falta de fiscalização (seja de quem tem ou não algum tipo de especialização, ou pelo menos vivência em certas áreas), a internet se tornou um “campo de batalha” de quem sabe mais que o outro, já reparou isso?

Vemos claramente no Facebook, Instagram, Twitter e outras Redes Sociais, pessoas dando dicas de nutrição, exercícios físicos e até mesmo jurídicas de como uma ação deve ser sentenciada. Além disso, análises de situações políticas, de como deve ser o futuro das eleições, de como a Polícia deve agir em sua atividade, de como uma mulher e um homem devem se vestir, de como um casal (seja ele hetero ou bissexual) deve se portar publicamente e por ai vai. Temos até mesmo, opiniões sobre não podermos discordar mais de certos posicionamentos e comportamentos que não gostamos. Ou seja, até a mídia “veladamente” está entrando no meio sem ser chamada.

Na maioria das vezes um determinado usuário (que se diz especialista), planta uma situação como se tivesse total conhecimento e bagagem para falar de tal assunto. Dali para frente os demais usuários e seguidores começam a comentar deixando mensagens de aplausos, de ódio, como se o “protagonista” da discussão fosse um grande especialista no que fala. Não existe nem mesmo uma análise pessoal de quem é a pessoa por traz do ‘post’, como: O que ele é? O que ele estudou, ou que tipo de vivência ele tem para tal análise? As pessoas simplesmente propagam certas publicações nas Redes Sociais sem ao menos entender a história por traz de tal assunto. Apenas porque foram com a “cara” do tal “especialista de Facebook, Instagram ou Twitter”.

Ainda existem especialistas de verdade?

Com tanta liberdade de publicação na internet, fica realmente difícil encontrar pessoas que são especialistas de verdade para tais temas. Será que existe verdade, embasamento no que determinada pessoa diz? Você já parou para pensar nisso? Opinião é algo livre e todos nós temos as nossas, mas para falar de determinados temas que “soam ser mais polêmicos em nossa sociedade”, é preciso pelo menos ter entendimento ou estudo. Ouvir e ler com “afinco” é a primeira atitude que devemos tomar antes de propagar assuntos que os outros publicam. A mídia tem transformado certos especialistas em destacaveis “gurus”, mas mesmo assim, é preciso conhecer melhor essas pessoas que estão sempre em evidência. Ao invés de transformá-lo em um “ícone”, análise melhor se o que ele diz tem fundamento, ou se ele quer apenas muitos números de acesso e visualização em sua página. Senso crítico serve para isso, não se esqueça.

Especialistas sem noção: Como a internet  deu abertura para tantos palpiteiros. Lembre-se, não basta ter bom senso, mas qualificação e vivência para certas análises. Pense nisso.

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Felipe de Jesus

Parceria: Algo que deve ser bom para os dois lados

Ser um profissional de destaque é ter a chave de qualquer porta Parceria: Algo que deve ser bom para os dois lados.

• atualizado em 22/09/2017 às 14:30

Vi recentemente no Facebook um texto coerente e realista de um dos meus melhores amigos dizendo: “Existem parcerias e parcerias”. A partir dessa frase (quase um desabafo) cheguei a conclusão de que é a mais pura verdade. No mundo mercadológico o que mais vemos são pessoas falando sobre parcerias, parceiros, ou seja, de colaboradores que geralmente fazem um trabalho para que ambas às partes ganhem no final. No entanto, essas situações só alcançam sucesso quando as duas partes trabalham juntas, em prol de um mesmo objetivo. Quando apenas uma parte trabalha ‘duramente’ e a outra ganha dinheiro, não falamos mais de uma parceria, mas sim de uma exploração velada.

Atualmente as grandes empresas têm em seu ciclo interno parcerias comerciais de suma importância e com cifras altíssimas em jogo. Mas repare que nestes casos as parcerias se desmancham rapidamente quando o que uma empresa deseja não acontece e assim, cada uma vai para um lado. Quando essas parcerias são mais próximas, ou de caráter civil e não mais jurídico (quando envolvem amizades, ou família) temos dois caminhos no final: o do sucesso dos dois, ou do fracasso de um e da vitória do outro. Isso porque vivemos em um mundo capitalista e o que as duas partes, ou às vezes uma delas deseja, é ganhar dinheiro através dessa parceria e isso não esta errado.

Como identificar?

Na maioria das vezes não sabemos como identificar o que realmente é uma parceria e o que pode se tornar uma exploração da mão de obra. Parcerias através de trabalho são realizadas por profissionais e por isso, tem que existir uma negociação em jogo, como um pagamento de uma quantia, mesmo que ela seja para a alimentação e custas com tranaporte público. Você não tem que pagar para trabalhar, a não ser que esse trabalho possa te dar um destaque e abra portas para outros trabalhos remunerados no futuro. Exercer sua profissão por amor também vale muito quando ela é remunerada e quem te chama, sabe que você se identifica com o seu ofício e que você faz sempre o seu melhor. Sendo assim, nem tudo deve ser feito de graça.

Se o empresário (mesmo que seja de pequeno porte) te convida para fazer um serviço e te considera um parceiro, ele deve no mínimo se lembrar que foi ‘contratado por alguém’ e por isso precisa dos seus serviços para ter éxito. Se ele já recebeu por isso, ele também sabe que você precisa sobreviver e que merece ser pago. Não acredite nos empresários que falam sempre a mesma frase: “Não tenho como te pagar porque me pagaram muito pouco”. Se ele presta serviço para alguém, mesmo que ele receba pouco por isso, ele precisa se programar dentro desse valor recebido para tirar uma quantia para usar com sua mão de obra.

Atenção sempre

Se esse parceiro for de uma empresa já consolidada (mesmo que por nome nos meios digitais ou fisicamente), ele não trabalhará para outras pessoas de graça e por isso, nem você deverá trabalhar de graça para ele. Não fique sem graça em cobrar ou estipular um preço, pois ser profissional nos dias de hoje, é ter a chave para abri qualquer porta. Não seja arrogante, ou mesmo insuportável também porque faz um trabalho diferenciado no mercado, não é por aí que você conseguirá sucesso.

Saiba ser humilde nos momentos necessários mostrando sempre que você está disponível, mas no fim das contas, com um preço estampado para oferecer para o mercado. Valorize os seus anos de faculdade, suas especializações e qualificações e tenha sempre em mente que se preparar custa caro e toma tempo. Parceria: Algo que deve ser bom para os dois lados. Ser um profissional de destaque é ter a chave de qualquer porta. Pense nisso e valorize sempre os parceiros que te estendem a mão para trabalhos (pagando justo) e sendo acima de tudo, humano com você.

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Felipe de Jesus

Não seja bajulador: Ser autêntico te dará mais chances

Evite hipocrisia e eleve a sinceridade nas relações

Em qualquer esfera social existem pessoas que vivem da bajulação ou no sentido popular, ‘puxando o saco’ para se dar bem ou para alcançar bons posicionamentos na vida. Não é errado fazer as coisas pensando no que elas poderão te trazer de bom no futuro, no entanto, quando falamos de bons administradores ou chefias, lembre-se que eles geralmente gostam de pessoas que falam verdades e detestam bajuladores.

Um dos comportamentos que mais percebo na sociedade atual é o de bajuladores que acabam se enquadrando na gigante hipocrisia que cerca nossa sociedade. Tenho visto profissionais de diversas áreas que às vezes não recebem nada para prestarem seus serviços na espera do reconhecimento e indicações de trabalhos. Vejo também com grande angústia que eles fazem questão de postar fotos e marcar os nomes dos donos das empresas para mostrarem que estiveram presentes, ou seja, prestigiando.

Todavia, na maioria das vezes eles não são nem lembrados e muito menos agradecidos por esses gestores, porque no meio de tantos, não trouxeram nenhum diferencial. Como já dizia a clássica frase “Nada Se Cria Tudo Se Copia”, muitos trabalhadores acabam fazendo igual, sem nenhum tipo de diferenciação frente aos demais, por isso, acabam se tornando obsoletos. Sabemos que se destacar nos dias de hoje não é uma tarefa fácil, isso é uma verdade, principalmente porque a grande oferta de profissionais faz com que os gestores tenham em sua porta milhares de pessoas à espera. No entanto, o grande erro é que todos acabam seguindo o mesmo caminho do ‘puxa-saquismo’, deixando de lado a chance de mostrar posicionamento, tanto por medo, como também por futuras retaliações.

Não estacione

Falar verdades e ser sincero com as pessoas não quer dizer ser chato ou insuportável. Porém, é uma forma de mostrar que você eleva o seu profissionalismo e tem acima de tudo conhecimento e principalmente ética para lidar com o que lhe foi proposto. Discutir com uma chefia ou mesmo um gestor não é demonstrar desobediência, mas sim, uma maneira de deixar claro que você se preocupa de fato com o crescimento da empresa. Ser um adulador não te trará muito avanço, mas sim, te deixará estacionado no mesmo lugar que muitos profissionais já estão há anos.

Pró-atividade sempre

Tenha em mente que gestores gostam de pró-atividade e de pessoas que fazem a máquina girar. Eles não gostam de indivíduos que esperam as coisas caírem do céu. Atitude e autenticidade são com certeza as qualidades que todo e qualquer administrador procura. Se ele cresce no mercado e você não, lembre-se que alguma coisa está errada. Se você estende a mão e ele só te estende quando precisa, entenda também que existe alguma coisa errada nas suas atitudes. Não seja bajulador: Ser autêntico te dará mais chances na vida. Evite hipocrisia e eleve a sinceridade nas relações. Pense nisso e entenda de uma vez por todas que adular não é sinônimo de alcançar sucesso.

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  • Felipe de Jesus

    Jornalista, Teólogo, Gestor em Turismo, Sociólogo, Mrs. Mestre em Comunicação Social: Jornalismo e Ciências da Informação, Bacharelando em Direito e Doutorando PHD em Ciências Sociais e Política.

Sobre o blog

  • A coluna trata de temas relacionados ao comportamento social, tendências, mercado, postura e principalmente a ética ou a falta dela em nossa sociedade. A Internet também é sempre pautada na coluna, já que atualmente as mudanças políticas / econômicas e outras estão sendo debatidas nas Redes Sociais. A ideia é trazer um olhar para o cidadão e uma reflexão das mudanças que vem ocorrendo através do imediatismo e de como o cidadão pode ajudar a mudar certos aspectos. A coluna não se presta a criticar, mas para analisar os diversos temas que vem sacudindo a sociedade moderna. Sugestões de temas são sempre bem vindos.