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Gustavo Fonseca

Gasolina aditivada ou não?

Usar gasolina aditivada pode ser vantajoso para o seu veículo

 

A gasolina aditivada pode trazer algumas vantagens para o seu veículo em relação à comum, sabia?

 

Apesar do preço mais caro, abastecer o veículo com gasolina aditivada permite que o sistema de alimentação esteja mais limpo por mais tempo.

 

Porém, isso não quer dizer que o seu carro ficará mais potente. Significa que você não terá preocupações tão cedo com a limpeza dos bicos de injeção ou das engrenagens do veículo.

 

Curioso sobre as vantagens da gasolina aditivada? Então, leia este artigo até o fim para saber mais!

 

Qual a diferença da gasolina aditivada para a comum?

 

Antes de falar sobre as diferenças, é importante saber o que é a gasolina comum.

 

Apesar de ser o principal combustível utilizado em veículos no Brasil, por vezes não nos preocupamos em saber do que ela é feita, não é mesmo?

 

Esse tipo de combustível é um derivado do petróleo que, ao sofrer combustão, lança gases que trazem prejuízos para a natureza, além de sujar as válvulas de admissão do motor.

 

Essa sujeira pode acarretar em prejuízo no funcionamento do veículo, aumento do consumo de combustível e na necessidade de limpeza e troca de peças em um tempo menor do que o previsto.

 

Porém, há uma fórmula que pode impedir o acúmulo dessa sujeira nas válvulas. Trata-se do uso de detergentes dispersantes, essencialmente durante o abastecimento, em combinação com a gasolina.

 

Agora, adivinha qual tipo de combustível que possui essa fórmula?

 

Se você disse gasolina aditivada, então acertou direitinho!

 

Os detergentes dispersantes são capazes de limpar as válvulas, além de ter aditivos que auxiliam na lubrificação das peças e na melhoria do funcionamento do motor.

 

Com isso, há uma economia no nível de consumo de combustível.

 

Ou seja, o carro polui menos e, em comparação ao constante uso da gasolina comum e seus efeitos, pode ser mais econômico a longo prazo.

 

Quando usar a gasolina aditivada?

 

O ideal é sempre utilizar esse tipo de combustível devido às vantagens que possui em relação à gasolina comum.

 

Porém, como em geral é mais caro, talvez não caiba sempre em seu bolso.

 

Então, devido à constante sujeira deixada pela gasolina comum, é recomendável fazer o abastecimento com aditivada a cada três ou quatro tanques.

 

Dessa forma, você estará garantindo que as peças internas tenham maior duração, evitando a formação de carbono nas câmaras de combustão do veículo e diminuindo as possibilidades de ele dar uma “engasgada” ou vir a falhar.

 

Há prejuízos em usar gasolina aditivada?

 

O motivo que mais causa dúvidas no momento da escolha é o seu valor.

 

Por ser mais cara do que a gasolina comum e demorar a surtir os efeitos positivos, em geral desanimamos ao escolhermos esse combustível nos postos de abastecimento, não é mesmo?

 

Além disso, como a gasolina aditivada possui detergentes dispersantes não inflamáveis, a capacidade de queima da gasolina pode sofrer uma redução.

 

Porém, esse último fator não é tão forte, tendo em vista que a gasolina aditivada auxilia na diminuição do lançamento de gases que trazem prejuízos para o meio ambiente.

 

Mas a questão do dinheiro pode ser um empecilho. Na verdade, você só sentirá uma diferença nos gastos a longo prazo, principalmente na manutenção e no desempenho do veículo.

 

Por isso, caso não possa estar abastecendo constantemente, sugerimos seguir a dica anterior e fazer o abastecimento com a gasolina aditivada a cada três ou quatro tanques de comum.

 

Um outro aspecto que pode ser tido como fator contrário ao uso de gasolina aditivada é o fato da mistura dos aditivos mudar conforme a marca do combustível.

 

Portanto, o ideal é realizar o abastecimento sempre na mesma bandeira de posto de gasolina, para evitar que o combustível não aja em seu potencial total.

 

Para quem usa pouco o veículo, a gasolina aditivada é ideal

 

A gasolina aditivada possui efeitos antioxidantes e anticorrosivos, permitindo que o combustível mantido no tanque seja melhor conservado.

 

Assim, aqueles que não rodam tanto com o carro podem ficar tranquilos ao usarem esse tipo de combustível.

 

As partes metálicas do automóvel também agradecem, já que essa gasolina diminui a sua corrosão.

 

A partida a frio também é melhor com o uso desse combustível, pois impede que o líquido acabe ficando espesso no tanque, gerando fortes melhorias para a ignição do veículo.

 

Ou seja, se você usa pouco o seu carro, saiba que abastecê-lo com gasolina aditivada pode trazer grandes vantagens.

 

Afinal, você deve ou não usar a gasolina aditivada?

 

Essa resposta somente você poderá dar.

 

Caso se identifique com alguns pontos ressaltados no texto, como usar pouco o veículo, ou não se importar em ter ganhos somente a longo prazo, o uso desse tipo de combustível pode ser o ideal para você.

 

Agora, caso não esteja tão disposto a gastar mais dinheiro e prefira ganhos a curto prazo, então, não recomendamos o uso dessa gasolina.

 

No caso de carros novos, o uso da aditivada permite que as peças do veículo possuam maior vida útil, enquanto em carros antigos o melhor é “acostumar” o motor do automóvel ao novo tipo de combustível, ou seja, fazer o abastecimento com a aditivada de forma gradual.

 

Dessa forma, o melhor é que você analise com que tipo de motorista mais se identifica e, assim, poderá tomar a sua decisão.

 

Nós, do Doutor Multas, recomendamos que analise o custo-benefício de investir na gasolina aditivada para o melhor funcionamento do seu veículo.

 

Se feito correto e continuamente, esse uso pode trazer muitas vantagens para o seu carro, que serão facilmente percebidas por você.

 

Portanto, não tome decisões antecipadas. Pense com calma, verifique cada vantagem e desvantagem e, então, tome sua melhor decisão na próxima vez que precisar abastecer o seu automóvel.

 

Finalizando

 

Ficou com alguma dúvida sobre este artigo ou precisa de ajuda para entrar com o seu recurso?

 

Então, entre em contato conosco.

 

Nós, do Doutor Multas, estamos sempre à disposição para ajudá-lo da melhor maneira possível.

 

Deixe seu comentário abaixo e não esqueça de compartilhar este conteúdo.

 

Gustavo Fonseca

Limpeza automotiva: qual é a melhor opção para o seu carro?

• atualizado em 14/07/2019 às 17:55

Ter um carro próprio traz inúmeras vantagens, não é mesmo? A possibilidade de viajar para outros lugares, a agilidade para se locomover no dia a dia e a independência em relação ao transporte público são algumas delas.

No entanto, ser dono de um veículo implica em algumas obrigações, como o pagamento de impostos e os cuidados permanentes para lograr o bom funcionamento e a limpeza do automóvel, zelando pelo próprio bem-estar e dos seus passageiros.

Uma dúvida muito comum entre proprietários de automóveis surge na hora de limpá-los. Afinal, existem diferenças entre lavagem e limpeza automotiva? Qual é a melhor forma de higienizar o seu veículo sem causar danos mecânicos?

Neste artigo, separei as principais informações sobre esse assunto. Siga a leitura e esteja por dentro de tudo o que precisa saber para manter seu carro limpo e em perfeito estado!

Limpeza ou lavagem? Entenda as diferenças antes de contratar um profissional!

Se você buscar profissionais especializados em higienização de automóveis, provavelmente eles irão perguntar se o que você deseja é uma limpeza ou uma lavagem. Por isso, é importante saber as diferenças entre esses dois procedimentos.

A lavagem pode ser tanto a comum quanto a semi-seca. Na comum, que é a mais frequente, é utilizada água para retirar os resíduos do veículo, geralmente quando o nível de sujeira é alto e os estofados ou bancos têm manchas de difícil remoção.

Nesses casos, a lavagem com água antecipará a limpeza química, da qual falarei mais adiante.

O outro tipo de limpeza é a semi-seca, que também utiliza água, mas em proporções muito menores do que a comum.  Nesse processo, costuma-se usar a sucção para retirar resíduos e o que popularmente se chama de “sujeira grossa”.

A limpeza automotiva, por sua vez, é um processo que praticamente não usa água. Para realizar a higienização do veículo, são aplicados produtos químicos que atuam na eliminação de manchas, resíduos grossos e finos, odores e o que mais houver de sujeira.

A limpeza, justamente por não usar água, leva menos tempo. No entanto, vale destacar que esse tipo de procedimento deve ser feito apenas por profissionais.

Isso porque o uso de produtos químicos necessita de um conhecimento específico, tanto para otimizar o processo, quanto para garantir que não haverá danos para o veículo e para as pessoas que o utilizam.

Quer saber como limpar seu veículo em casa? Então, veja as dicas a seguir.

Vou limpar o meu carro em casa, quais cuidados devo ter?

Mesmo que os serviços de limpeza e lavagem estejam mais acessíveis do que em tempos atrás, muitos proprietários ainda optam por realizar a higienização dos seus veículos por conta própria.

Se você é uma dessas pessoas, saiba quais cuidados deve ter para lavar o seu carro sem prejudicar a pintura, a parte interna e, principalmente, sem causar danos para o bom funcionamento do motor.

  1. Cuidado com a temperatura!

Um domingo de sol é ideal para lavar o carro, não é? Bem, é preciso ter cuidado quanto a isso, já que altas temperaturas podem ser um risco na hora de lavar o veículo.

Isso acontece porque o calor faz com que produtos químicos utilizados reajam entre si, o que traz a possibilidade de danos para a pintura. Por essa mesma razão, não é aconselhável lavar o veículo com o motor ainda quente, ok?

  1. Esteja atento para os produtos químicos que for utilizar!

Hoje em dia, encontramos produtos para limpar e lavar veículos nos mais diversos tipos de estabelecimentos, até mesmo em supermercados. Toda essa facilidade é positiva, mas também traz consigo a necessidade de estarmos atentos na hora de escolher o que comprar.

Um produto equivocado pode prejudicar estofamentos e pintura, trazendo prejuízos para o proprietário. Se você vai lavar o carro por conta própria, saiba que é recomendado o uso dos seguintes produtos:

  • cera;
  • limpa vidros;
  • hidratante de couro (caso o seu carro tenha couro no interior);
  • espuma multiuso;
  • silicone para o painel;
  • pretinho para os pneus; e
  • panos ou esponjas finas.

Uma observação: produtos como água sanitária e outros devem ser evitados!

  1. Limpe o carro na ordem correta!

Para que os resultados sejam os melhores possíveis, é necessário seguir uma ordem para limpar o seu carro.

Primeiro, limpe o interior, com cuidado para não danificar peças ou estofados. Depois, vá para a limpeza externa, sempre começando pelas partes mais altas do veículo e terminando pelas mais baixas.

Vale destacar que o interior do veículo exige certos cuidados, especialmente se os bancos e estofados forem de couro. Se esse é o seu caso, utilize produtos específicos para esse tipo de material.

  1. Vai lavar o motor? Pense duas vezes!

Lavar ou não o motor? A mídia especializada em automóveis tem opiniões divergentes quanto a isso. Para alguns, é preferível evitar lavar o motor. Para outros, no entanto, essa lavagem pode ser feita, desde que se cumpram alguns cuidados.

Bem, o que todos concordam é que a lavagem do motor deve ser feita preferencialmente por um profissional. Se, ainda assim, você decidir lavar o motor do seu carro por conta própria, evite usar produtos químicos (que podem ser corrosivos).

Além disso, tenha em mente que os carros com mais de dez anos de fabricação não têm os mesmos acabamentos internos que os de agora e que, para esses veículos, a probabilidade de danificação por entrada de água no motor é muito maior.

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Gustavo Fonseca

Excesso de velocidade é infração de trânsito mais cometida pelos motoristas nas rodovias brasileiras

• atualizado em 10/07/2019 às 18:13

Exceder a velocidade continua sendo a infração de trânsito mais cometida pelos condutores, apesar de poder levar à aplicação de duras penalidades. 

O excesso de velocidade é indicado, em todos os estados brasileiros, como a infração mais cometida pelos condutores.

Quase 10% dos acidentes registrados nas rodovias brasileiras no ano passado tiveram como causa a velocidade incompatível, ou seja, a indicação de que houve tráfego acima da velocidade estabelecida como máxima para determinado trecho, conforme dados da Polícia Rodoviária Federal.

Em relação ao ano de 2017, os registros indicam redução de 1,6% no percentual de acidentes causados por excesso de velocidade. No entanto, os números ainda são altos, dada a fiscalização que ocorre nas rodovias por meio de radares móveis e fixos.

O excesso de velocidade pode constituir mais de um tipo de infração, conforme o percentual de velocidade excedida em relação à máxima estabelecida.

Exceder a velocidade em até 20% acima do limite estabelecido constitui infração média. As penalidades para o condutor que comete essa infração são multa no valor de R$ 130,16 e adição de quatro pontos na CNH.

O excesso de velocidade entre 20% e 50% acima da velocidade limite para o trecho é classificado como infração grave, gerando, ao condutor infrator, multa no valor de R$ 195,23 e cinco pontos a serem somados na carteira de habilitação.

Trafegar em velocidade acima de 50% em relação ao que é estabelecido como limite constitui infração gravíssima, com penalidade que inclui multa gravíssima com valor multiplicado por três, gerando um custo de R$ 880,41, adição de sete pontos na CNH e, ainda, suspensão do direito de dirigir do condutor.

As penalidades por exceder a velocidade em mais de 50% acima da máxima permitida são bem mais rígidas do que para as infrações por excesso de velocidade de classificação média e grave.

A aplicação dessas penalidades acontece pelo fato de essa infração ser considerada, conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), uma das que mais comprometem a segurança no trânsito.

Por esse motivo, exceder a velocidade em mais de 50% em relação ao limite estabelecido é uma das infrações classificadas como autossuspensivas pelo CTB.

As infrações autossuspensivas são assim chamadas por levarem à suspensão da carteira de habilitação, além de acarretarem outras penalidades, como multa e pontos na carteira.

Outra condição que leva à perda do direito de dirigir por suspensão é o acúmulo de 20 pontos ou mais na CNH, decorrentes de infrações de trânsito. Ao cometer uma infração autossuspensiva, o motorista tem seu direito de dirigir suspenso independentemente do número de pontos que há em sua carteira de habilitação.

Tendo em vista todos os percentuais de infração, o condutor pode tanto sofrer penalidades mais leves quanto ter de arcar com penalizações mais duras, caso exceda a velocidade.

Os equívocos no registro da velocidade de tráfego, no entanto, sempre acontecem, motivados por diversas questões, como mau funcionamento do equipamento que controla a velocidade dos veículos, por exemplo.

Dessa forma, se o condutor sabe que não excedeu os limites de velocidade e, mesmo assim, foi autuado, existe a possibilidade de recurso.

O recurso para evitar as penalidades por excesso de velocidade pode ser realizado para todas as infrações, independentemente de sua gravidade.

Para recorrer, o condutor terá três chances, sendo elas a defesa prévia, o recurso em primeira instância e o recurso em segunda instância.

A defesa prévia pode ser enviada a partir da data de recebimento da notificação de autuação, devendo o condutor ficar atento ao prazo que consta no documento.

O condutor só precisa recorrer ao recurso em primeira instância se tiver sua defesa prévia negada pelos órgãos responsáveis pela avaliação.

Da mesma forma acontece para o recurso em segunda instância. Só há necessidade de enviar o recurso em segunda instância caso o recurso da instância anterior seja indeferido.

As penalidades aplicadas aos condutores que excedem a velocidade têm a função de alertá-los quanto aos riscos envolvidos no ato de ultrapassar os limites de velocidade. Por isso, há, para os casos de equívoco nos registros de excesso de velocidade, a possibilidade de recurso para o condutor.

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Gustavo Fonseca

Limites de teste do bafômetro não vão além da margem de erro considerada para o aparelho

• atualizado em 10/07/2019 às 18:13

Margem de erro deve ser considerada, no entanto, ao identificar-se níveis de alcoolemia que constituem infração.

No art. 276 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a legislação prevê que qualquer concentração de álcool por litro de sangue ou litro de ar alveolar constitui infração de trânsito.

Dessa forma, tolerância concedida aos motoristas, relativa ao nível de alcoolemia em seu organismo, refere-se apenas ao limite indicado como margem de erro para o bafômetro.

O limite da margem de erro, representado por uma quantidade muito pequena de álcool (0,04 miligrama por litro de sangue), deve ser considerado antes de a infração ser identificada pelas autoridades.

A infração por embriaguez ao volante deve ser, dessa forma, registrada somente na identificação de uma quantidade de álcool superior à estabelecida na margem de erro. Ainda assim, tendo resultado positivo relativo à presença de álcool no organismo, o condutor possui o direito à realização de novo teste, que serve como contraprova para o percentual de álcool identificado.

Portanto, a identificação de percentual alcoólico de 0,05 miligrama por litro de sangue ou mais na contraprova é o que pode determinar a infração.

No entanto, o limite considerado como margem de erro pelas autoridades, no momento da realização do teste não assegura sozinho uma identificação exata do nível alcoólico do organismo do condutor.

Para que o resultado apresentado no teste tenha total validade, é necessário que o aparelho utilizado para o registro esteja com seu funcionamento verificado em vistoria periódica obrigatória.

Ao condutor, é possível verificar se o aparelho está vistoriado por meio dos números de registro do aparelho, informados no auto de infração, junto aos dados do condutor e dos níveis alcoólicos apresentados no exame.

A verificação pode ser feita por meio do Portal de Serviços do INMETRO nos Estados (PSIE). No site, para a verificação da última vistoria feita no bafômetro, é necessário selecionar o tipo de aparelho como etilômetro, havendo a possibilidade de selecionar também o estado e o município em que o equipamento é utilizado.

Para a obtenção da informação sobre a última vistoria pela qual o aparelho passou, deve-se inserir, em seguida, os números de registro no INMETRO e o número de série do equipamento.

Cada etilômetro deve passar por vistoria e calibragem, pelo menos uma vez a cada 12 meses. Se a data da consulta indicar que o equipamento foi inspecionado há mais de um ano, a validade do resultado emitido pode ser questionada, ainda que a margem de erro tenha sido considerada.

De forma contrária, ao estar com a vistoria em dia, apenas a quantidade de álcool equivalente à margem de erro pode ser tomada como limite, no teste do bafômetro, para que não haja embriaguez ao volante.

Caso não sejam observados os fatores mencionados ao identificar um resultado positivo de embriaguez ao volante, o condutor possui o direito de contestar o registro da infração.

O direito de contestar a infração por dirigir embriagado pode evitar que o condutor tenha que arcar injustamente com penalidades que estão entre as mais duras previstas pelo CTB, caso haja um registro equivocado da infração.

Em casos de registro de infração de forma injusta, a contestação é feita por meio de recurso administrativo. No recurso, devem estar especificadas as questões que podem comprovar o registro equivocado da infração, amparadas no que aponta a legislação de trânsito brasileira.

O condutor, ao contestar a infração, terá três etapas para recorrer, nas quais deverá apresentar os argumentos a três diferentes órgãos administrativos. Na primeira etapa, o órgão que registra a infração é o responsável pelo julgamento do recurso. Já na segunda etapa, a avaliação é por conta da JARI. Na terceira e última etapa, o recurso é julgado pelo CONTRAN, CETRAN ou CONTRADIFE.

Para reconhecer o registro indevido de infração por embriaguez ao volante, bem como para que possa recorrer nesse caso, o condutor precisa, assim, conhecer o que está dentro da margem de erro e o que deixa de estar e vem a constituir infração de trânsito.

 

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Escritor especialista em Direito de Trânsito, fundador do blog Doutor Multas que há nove anos vem conscientizando motoristas sobre seus direitos e deveres.
  • Esse blog é dedicado a disseminar conteúdo relevante para conscientizar as pessoas sobre as Leis de Trânsito.